História Lost Love - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jack & Jack, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson, Shelley Hennig
Tags Drama, Romance
Exibições 125
Palavras 1.650
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 33 - This is not the end.


— E ele tá bem? Onde ele tá? — gaguejei.

— Calma senhora, estamos indo pro hospital agora. — a mulher falou.

Pedi o endereço e ela me deu. Liguei pro Johnson e Gilinsky pra irem pra lá. Minhas mãos estavam trêmulas, meu corpo suava e eu estava entrando em pânico.

Peguei a chave do carro e saí de casa.

(...)

— Pelo amor de Deus, só me fala onde ele tá! — implorei pra mulher do caixa.

— Senhora, eu ainda estou tentando localizar, mantenha a calma, por favor! — ela disse e eu respirei fundo.

— Claire? — ouvi a voz de Johnson atrás de mim.

— Jack! — falei e o abracei forte. Sim, eu estava chorando. 

— Calma, vai ficar tudo bem. — ele disse e eu assenti com a cabeça.

— O que aconteceu? — Gilinsky perguntou.

— Eu não sei. — falei. — Eu... eu pedi pro Sammy vir pra minha casa, pra gente conversar... — olhei pro Johnson e o mesmo abaixou a cabeça. — E ele me ligou, só que quem atendeu foi uma mulher falando que ele sofreu um acidente.
— Eu vou ligar para os meninos. — o moreno disse se retirando do local.

— Johnson... — falei sussurrando.

— Tá tudo bem. — ele disse. — O que importa agora é saber em como o Sammy está. — assenti com a cabeça. — Eu vou conversar com a mulher no caixa, já volto!

— Boa sorte! — falei e ele uniu as sobrancelhas. — Ela tá toda enrolada, não sabe de nada. — revirei os olhos.

— Com esse charme aqui ela se desenrola rapidinho. — ele disse e eu arqueei as sobrancelhas, logo caindo na gargalhada. — Fico feliz por ter feito você rir. 

— Obrigada. — falei sorrindo sem mostrar os dentes. Johnson foi em direção a mulher e eu respirei fundo.

Olhei para os lados e caminhei até um quadro onde estavam os nomes dos pacientes. Assim que eu li "Samuel Wilkinson" meus olhos se arregalaram. Olhei o número do quarto e saí correndo em direção ao mesmo.

Quando eu abri a porta, eu senti meu coração se quebrar. Samuel estava na coma com vários fios em seu pulso e aquilo estava me matando.

Me aproximei do mesmo e segurei sua mão. Evitei chorar, mas não consegui.

— Hey... — falei sorrindo. — Eu sei que você não tá me escutando, mas... — gaguejei. — Vai ficar tudo bem! — lágrimas caiam pelo meu rosto. — Você é forte, Sammy, você vai conseguir sair dessa. Eu confio em você! — segurei sua mão forte. — Sabe o que eu ia falar no telefone? — arqueei as sobrancelhas. — Que todos podem me julgar por causa disso, por eu ter escolhi você e não o Johnson, mas o meu coração disse isso... — ri nasalado. — Você pode ter sido uma pessoa horrível e idiota por ter largado sua filha e eu, mas entre todas essas escolhas eu não me arrependo de ter me apaixonado por você! — suspirei. — Eu amo você, Samuel!

— Claire... — sussurrou e eu arregalei os olhos. — Céus, foi tão bom ouvir isso! — riu abafado. — Você pode repetir isso? É que eu não ouvi muito bem...

— Eu amo você, seu idiota! — falei sorrindo entre os choros. — Por favor, seja forte! Lute! — pedi.

— Eu amo você, Claire... — ele disse e eu sorri. — Eu amo a Charllote, eu...

— Ei, o que você tá fazendo aqui? — ouvi uma voz atrás de mim e vi que era um médico. — Ele não pode receber visitas agora, não era nem pra ele estar falando! — ele me segurou e me colocou pra fora do quarto. — Nós vamos fazer a cirurgia agora, aguarde lá fora, por favor! 

Assenti com a cabeça e vi Sammy pelo vidro. Respirei fundo e fechei os olhos. Voltei pra sala onde estava Johnson, Gilinsky, Nate, Tez, Nash, Dylan e Lydia.

— Onde você estava? — a Lydia perguntou preocupada.

— Com ele... — sussurrei e comecei a chorar. — Ele tá tão mal! 

— Ele vai ficar bem! — ela disse me abraçando. — Ele é forte, você sabe disso! 

Respirei fundo e sentei ao seu lado. Talvez ela tenha razão, Samuel é realmente forte, ele conseguiria passar por tudo isso!

(...)

Depois de uma hora esperando a resposta da cirurgia, o médico de Samuel apareceu e ficou olhando seu fichário. Sorri sem mostrar os dentes pra ele e me aproximei do mesmo.

— Então... como ele está? — perguntei.

O médico me olhou e olhou pro fichário mais uma vez. Ele respirou fundo e me encarou. 

— Samuel teve um traumatismo craniano, ele bateu a cabeça forte no carro. — fechou os olhos e os abriu novamente  — Nós fizemos a cirurgia, tentamos de tudo mas... — gaguejou. — Não deu certo. — abaixou a cabeça. — Sinto muito!

Assim que eu ouvi aquilo, eu paralisei. Olhei pro médico que parecia dizer a verdade e foi aí que eu desabei. Neguei com a cabeça e lágrimas começaram a cair pelo meu rosto. 

Vi Dylan e Lydia se aproximando de mim e me abraçaram. Johnson, Gilinsky, Nate, Tez e Nash estavam chorando. 

Isso não poderia estar acontecendo! O meu Samuel não poderia morrer, ele era forte!

— Eu... — gaguejei. — O Samuel... — fechei os olhos e me lembrei de todos os nossos momentos. Tudo o que passamos juntos, tudo isso acabou. 

Abracei Dylan e comecei a chorar no seu ombro. Eu não conseguia acreditar, ainda estava em choque. 

Uma semana depois

Depois de ter chorado novamente, eu finalmente estava me arrumando para seu enterro. Era difícil pensar nisso, na verdade a ficha ainda não tinha caído.

Ouvi uma batida na porta e me virei.

— Hey... — o Dylan sorriu sem mostrar os dentes. — Vamos?

Assenti com a cabeça e respirei fundo. Contei até dez e evitei chorar. 

— Vamos. — disse e peguei minha bolsa.

Saímos de casa e fomos direto ao enterro.

(...)

Sua mãe estava lá na frente, falando o quanto Samuel era importante em sua vida, enquanto a maioria das pessoas choravam. 

— Bom, agora vamos ouvir as palavras de Claire Miller, a amiga de Samuel Wilkinson. — o homem falou e eu assenti com a cabeça.

Me levantei e caminhei até lá.

— Isso não faz diferença, mas... Eu era a namorada dele. — falei abrindo um sorrisinho. — Bom... — disse e peguei o papel que eu tinha escrito. Pensei bem e amassei ele. — Antes de Samuel fazer a cirurgia, eu consegui entrar na sala dele. Quando eu o vi naquela coma, com vários tubos em seu corpo, eu senti meu coração disparar. — segurei o choro. — Eu segurei sua mão, que estava fria, e olhei pro seu rosto. Ele respirava calmamente e eu pensava que ele estava bem. — não consegui, uma lágrima já havia escapado do meu rosto. — Eu disse algumas coisas pra ele e... Ele escutou, e disse que me amava. — sorri. — Mas logo o médico apareceu e me tirou. — suspirei. — Quem conhece Samuel sabe que ele sempre foi uma pessoa alegre e divertida. Sempre rodeado de amigos, não tinha raiva em seu coração... Apenas amor. — olhei pra sua mãe que estava chorando. — Samuel me deu uma oportunidade de amar novamente, ele mudou a minha vida e eu sou eternamente grata por tudo o que ele fez. — olhei pro caixão e abaixei a cabeça. — Eu vou sentir sua falta. — falei e fui até a minha cadeira, sentei na mesma e respirei fundo.

(...)

Quando o enterro acabou, a maioria das pessoas foram falar com a mãe de Sammy e outras foram embora. Eu estava caminhando até ser parada por Gilinsky, Nate e Johnson.

— Foram lindas palavras. — o Johnson falou e eu sorri assentindo com a cabeça. 

— Quer que a gente te leve pra casa? — o Gilinsky perguntou.

— Tudo o que eu quero agora é entrar no meu carro sozinha e dirigir até a minha casa e depois chorar de tanto desidratar. — falei e eles permaneceram quietos. 

— Fique bem. — o Johnson falou me abraçando. Segurei ele forte e enterrei minha cabeça no seu ombro.

— Vocês também. — falei sorrindo. — Até qualquer dia. 

Entrei no carro e fui direto pra casa. Cheguei lá e corri pro meu quarto, deitei na cama e comecei a chorar.

Quatro anos depois 

E lá estava eu no bar, eu poderia estar bebendo mas não, eu estava servindo as pessoas. 

Charllote estava com Mike sentados na cadeira, os dois comiam panquecas enquanto Lydia e Dylan estavam bebendo vodka.

— Cheguei. — ouvi a voz de Johnson e sorri. Ele estava com os meninos. — A mesma de sempre, por favor!

— É pra já! — falei sorrindo e peguei suas bebidas.

— Mãe, eu vou pra casa com o Mike, nós vamos jogar videogame. — a Charllote disse se levantando.

— E desde quando você gosta de videogame? — perguntei.

— Deixa eles. — a Lydia falou. — Podem ir! 

Os dois saíram do bar e eu arqueei as sobrancelhas.

— Eu acho que eles vão se pegar. — O Gilinsky falou.

— Eles têm onze anos! — falei abismada e ri nasalado.

— Eu perdi meu bv com sete anos. — ele disse como se não tivesse importância.

— Você é galinha, é diferente. — disse e Nate e Johnson caíram na gargalhada.

— É disso que eu gosto, nossa família juntas... — o Dylan falou se aproximando.

— Só faltava uma pessoa aqui... — disse e abaixei a cabeça.

— E ele está. — o Johnson sorriu. — Ele está nos observando lá de cima e sorrindo que nem um bobo.

— Espero que sim! — falei. — Bom, eu vou dá uma volta. Já encontro vocês! — tirei meu avental e saí do bar.

Soltei meu cabelo e comecei a caminhar.

Eu não podia negar, eu sentia muita falta do Samuel. Confesso que ainda choro de noite pensando nele. 

Samuel foi o meu primeiro amor, eu me apaixonei completamente por ele. Ele é um ser humano maravilhoso, tanto por dentro quanto por fora. 

Se você ama alguém, se arrisque. Você pode quebrar a cara, cair, mas pelo menos tentou. Você deve sempre estar com um sorriso no rosto e nunca deixar alguém te derrubar.

Se você ama alguém, perdoe. Por mais que seja um erro enorme, perdoe. Dê uma segunda chance. Se entregue. Se aventure. Você nunca sabe o dia de amanhã, as pessoas vão embora muito rápido e quando você vê, tudo o que você queria falar pra pessoa não dá mais, porque ele já se foi.



Notas Finais


ENTÃO, PRIMEIRAMENTE FORA TEMER!!!!!!!!!
Em segundo lugar, eu queria agradecer a todos vocês que me acompanharam até o final da fanfic!!!
Eu sei eu falei que o último capítulo seria o 40. Mas não tinha mais o que fazer, entenderam? Ia ficar chato até lá então eu quis terminar com algo mais... Assim.
Eu tô chorando sério, eu li esse capítulo chorando!!! Eu realmente vou sentir falta dessa fanfic e ainda mais de vocês!!!
Enfim, já que é o último capítulo, voces poderiam comentar pra euzinha ficar feliz né???
Novamente, obrigada por tudo!!! Amo vocês!!!


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