História Lost my mind - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Ficção, Fluffy, Romance, Shoujo
Exibições 11
Palavras 894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola~
Dsclp se eu demorei mt
Eu fikei com um bloqueio e realmente n sabia como continuar.
Espero q gostem do Cap, ele ta meio chatinho.
Boa leitura.

Capítulo 8 - Semana tediosa


Uma semana se passou, e nem sinal dos garotos. As meninas ja haviam recebido alta, mas não podiam sair sem o acompanhamento da pessoa responsável por dar a entrada, pois este ainda devia pagar o hospital antes das garotas serem finalmente liberadas. Somente após o médico informar isso para as garotas, que elas foram perceber que estavam em um hospital particular. O que acabava por deixa-las ainda mais confusas.

Por que seus amigos tiveram tamanha preocupação a ponto de gastar tanto dinheiro com um hospital particular? - este que fora informado pelo médico, como sendo um dos melhores da Coreia-  Porque suas contas estavam sendo pagas por seus amigos? Onde estavam seus pais?

Se lembravam que haviam nascido e crescido no Brasil, para só então vir para a Coreia, Mas, seus pais não as acompanharam nessa viagem? Seus amigos se sentiam responsáveis por elas? Elas moravam com eles? Ou, como a enfermeira havia dito no primeiro dia, elas tinham uma relação além da amizade com eles?

Haviam tantas perguntas, porém, nenhuma resposta.

Quando receberam alta, mal podiam esperar para encontrar os meninos e ter finalmente a resposta para essas perguntas, porém, estes mandaram informar que as garotas deveriam ficar aguardando no hospital até o retorno deles, pois tinham saído do país a trabalho, fazendo prolongar a espera pelas malditas respostas.

Fazia sentido os garotos serem ocupados, só isso seria capaz de explicar o porque de estarem internadas em um hospital como aquele, mas, isso levantava mais uma questão, afinal, porque eles não enviaram um pessoa responsável para pagar o hospital e assim levar as garotas para casa?

Adriely se sentia frustrada, pois se não tivesse sido burra o suficiente para mandar os garotos embora, quando os mesmos apenas estavam ali, querendo visita-las, por preocupação, ja teria recebido as respostas para as perguntas que tanto a perturbava.
Queria acreditar em seus amigos, achar respostas para tudo o que a fazia duvidar deles, mas quanto mais pensava, menos fazia sentido, claro que os garotos podiam muito bem não dar alguma informações aos médicos, mas era algo mais do que apenas informações, era uma sensação que a deixava desconfortável e ansiosa. Por algum motivo não acreditava que eles fossem seus amigos, chegava a se perguntar se realmente conhecia eles, não acreditava que eles fossem pessoas ruins, estas não perderiam tempo e dinheiro cuidando de duas desconhecidas, e teria considerado o fato de estar ficando louca, se a menor não tivesse lhe dito que se sentia da mesma forma. E essa era uma das perguntas que mais perturbava a mente da morena, mas ela tinha conseguido ser ingrata o suficiente para mandar os garotos embora no primeiro dia, afinal, o que se passou pela cabeça dela naquele dia?

Não conversava muito com sua amiga sobre isso, já que depois de algumas conversas sobre o assunto, se cansara de ser constamentemente chamada de burra, por ter impedido a vinda dos garotos, então, não falava mais sobre.

Nos primeiros dias da semana, elas até chegavam sobre, mas é muito chato ficar sempre no mesmo tema. Se aproveitando da amnésia parcial, passaram a conversar sobre tudo o que se lembravam, o que acabava por fazer a menor ser a que mais não fechava a boca, já que essa tinha a vantagem de se lembrar de sua amiga.

Contou todas as histórias que lembrava, mas logo ficou travada nisso também, então começaram a se divertir redescobrindo sobre tudo o que gostavam, juntas.

Com alguns dias, a morena já se senti a completamente à vontade com essa garota tão maluquinha - ela mesma não era diferente - tendo a sensação de que conhecia aquela garota magricela, desde sempre.

Claro que também houve dias de extremo tédio, afinal, estavam presas, com nada que presta na televisão e, de acordo com o médico, elas não tinham celular. Que tipo de pessoa não tem celular? Mas se lembraram que este poderia estar com seus amigos, fato que fez com que a morena ficasse com ainda mais odio de si mesma. O celular de uma pessoa pode ser a ferramenta mais do que perfeita em casos de amnésia, já que esta contém absolutamente todas as informações do proprietario, assim como a personalidade dele, através de vídeos, aplicativos, imagens, musicas, etc.

Estavam no corredor - quase morrendo de tédio -, quando avistaram, não muito longe, uma cadeira de todas. Com a idade mental que elas tinham, já era de imaginar o que elas fariam. A morena saiu correndo em direção à cadeira de rodas, pegando a mesma e obrigando sua amiga a se sentar.

Logo ja estavam em uma corrida louca conta o vento, pelos corredores do imenso hospital, causando uma tremenda confusão com as vezes em que quase trombavam com médicos, enfermeiras, é até mesmo, em alguns pacientes.

Confusão esta que foi rapidamente interrompida pelo Dr. Kim - o médico responsável pelas garotas -, ao tomar a cadeira de rodas das garotas, assim, as obrigando a voltarem para seus quartos. Felizmente, elas não causaram nenhum acidente, então, apenas ficaram conversando e rindo das expressões que os adultos faziam quando a cadeira chegava a uma proximidade perigosa.

Estavam rindo no quarto da menor, enquanto discutiam se uma mancha na parede era mais parecida com um cavalo ou uma borboleta, quando o Dr. Kim entrou no quarto.

- Os meninos voltaram. E estão aguardando se podem ou não entrar.


Notas Finais


ME DESCULPA POR PARAR ASSIM!
Mas é q eu aind anao resolvi se vai ter ou não um detalhe importante na fic.
Eu realmente ia fazer o encontro nesse Cap, mas eu n consegui me decidir e n aguentava mais deixar essa fic sem um att.
Dxem comentários (aceito críticas tbm, elas podem ajudar)
Bjs~ até o próximo ♡♡


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