História Lost my way ◇ Jungkook - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Bangtanboys, Bts, Drama, Hoseok, Jackson, Jennie, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namjoon, Parkjimin, Romance, Taehyung, Tragedia
Exibições 32
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu terminei de escrever esse capítulo ouvindo Lost ♥ isso que tava no aleatório.

Boa leitura.♡

Capítulo 4 - Me responda.


Fanfic / Fanfiction Lost my way ◇ Jungkook - Capítulo 4 - Me responda.


-Eu não vou te machucar! Será que dá pra ficar quieta e apenas me responder como e por que entrou aqui?! 

O garoto de cabelos castanhos havia me derrubado no chão e estava por cima de mim tentando segurar os meus braços que tentavam, em vão, empurra-lo. Eu já havia percebido 3 coisas sobre o garoto:

Primeiro: Ele era muito forte.

Segundo: Devia ter a minha idade.

Terceiro: Era muito bonito.

Mas essa terceira coisa não tira o fato de que eu estava com raiva dele por ele estar me segurando aqui dentro.

-Se você me responder, - ele havia conseguido prender meus braços ao lado do meu corpo, mas eu ainda me debatia – eu prometo te deixar ir. 

Eu parei para recuperar o folego. Ele estava falando sério?

Você vai confiar num garoto que  você nem conhece, Noemi?

Pela a primeira vez em que estava naquela situação eu olhei bem para o rosto do garoto: seus olhos pareciam pesados como se não dormisse há dias e havia olheiras profundas nos mesmos, os cabelos castanhos estavam grandes demais e bagunçados, ele parecia não se importar e, ao contrário de Noemi que estava vermelha pelo esforço de fugir do garoto, ele mantinha uma expressão calma. Eu olhei bem para seu rosto:

-Se você me soltar e sair de cima de mim eu prometo que responderei.

Ele me olhou e sorriu cínico. 

-Nem pensar, você vai sair correndo no momento em que eu te largar.

-Quer saber como e por que eu entrei aqui? Então esses são meus termos. – Falei com toda a confiança que me restava.

-Flor, se ainda não percebeu, você não está em vantagem para querer ter termos. 

-Se eu não responder vai fazer o que? Estuprar-me? Matar-me? Os dois?

Ele pareceu não gostar do que disse, pois torceu a cara.

-Eu não sou assim, garota. Já falei que não vou te fazer mal.

-Então por que raios não me deixa ir! –Gritei fazendo-o recuar.

Ele pensou por um momento, depois balançou a cabeça:

-aish, o que você está fazendo, Jungkook? – Falou para si mesmo. Ele acabou por me soltar e sair de cima de mim. – Pode ir embora, dane-se o jeito que você entrou aqui, apenas vá embora agora.

Seu nome era Jungkook? – Pensei.

Levantei-me e o encarei.

-Havia uma porta aberta na sala de espelhos, a principio eu não iria entrar, mas acabei me assustando com um esqueleto de mentira que saiu do teto direto para a minha cara e cai pra dentro da porta, logo em seguida ela foi fechada e trancada. Eu estava procurando uma saída entre os cômodos do lugar quando ouvi um barulho vindo daqui. Foi assim que cheguei até essa biblioteca e encontrei você. – Falei por fim. Ele não havia desviado seu olhar de mim e prestou atenção em cada palavra do que eu dissera.

Ele encarou o chão por um momento assimilando tudo que falei antes de cair na gargalhada. 

-Você se assustou mesmo com aqueles bonecos bobos? –Foi tudo o que disse. Ele havia rido tanto que estava vermelho.

-Ele me pegou de surpresa. – Falei dando de ombros. 

Ele sorriu balançando a cabeça.

-Faz tempo que eu não ria assim, obrigado... – Ele falou essa ultima parte quase num sussurro.

-De nada, eu acho. – Cocei a cabeça, foi quando me lembrei da batida que tinha levado na mesma já que ela começou a doer e fiz uma careta.

-Está tudo bem? –Perguntou o garoto percebendo minha expressão. –Eu... Eu não te machuquei, né? –Ele começou a se aproximar, mas eu me afastei fazendo-o parar.

-Não, não foi você, tudo bem... – Lembrei que eu devia ir embora. - Eu vou indo, preciso encontrar meu irmão. 

-Sim, claro. Ah... Desculpa por tudo, só fiquei surpreso, ninguém nunca entra aqui. Aquela porta sempre permaneceu fechada, não sei o porquê de ela ter sido aberta. Algum funcionário idiota deve ter esquecido e depois vindo fechar.

-É... Pode ser... –Falei.

-Bom, tchau. – Ele falou, em seguida deu as costas e foi embora, saindo da biblioteca.

Fiquei parada no mesmo lugar por um momento.

É isso? – pensei. - E o que mais você queria, Noemi?

Afastei esses pensamentos e me dirigi à saída. Quando eu saio percebo que estava nos fundos do brinquedo, dou a volta rapidamente e encontro a saída da qual as pessoas que estavam dentro da casa agora estavam saindo. Sigo em frente e encontro meus amigos e meu irmão sentados num banco a minha espera.

-Onde você estava?! – Meu irmão pergunta se levantando quando me aproximo.

-Não pensei que ia demorar tanto, levou muitos sustos? –Jimin sorriu sarcástico pra mim e Daniel deu um tapa em sua cabeça fazendo-o botar a mão no local. – aigooo, Dani.

-Eu fiquei preocupado. – Falou Daniel ignorando Jimin e enquanto olhava para mim. – Você está bem?

-Estou bem, não se preocupe. –Sorri. – E você está melhor, Mari? – Perguntei para minha melhor amiga que havia ficado quieta a conversa inteira e com a mão na boca. Ela me respondeu com um certinho, mas olhando bem para ela percebi que seu rosto estava meio verde.

-Nós não tínhamos remédios e não podíamos leva-la para casa enquanto você não voltava. –Jimin falou e olhou para Mari, ele parecia preocupado.

-Aigoo, desculpa. –Falei me abaixando e ficando na frente dela.

-Se eu fosse você não ficaria ai como alvo. –Daniel falou e eu me levantei rapidamente. – Vamos, vou pedir um táxi para irmos embora.

Meu irmão pediu o táxi e fomos para casa. No caminho, Marina começou a ficar mais enjoada por causa do balanço do carro e Jimin falava com ela para distrai-la, depois começou a cantar baixinho para ela, isso a acalmou e ela dormiu apoiada em seu ombro.

Fofos, nem parece que vivem batendo boca.

Daniel havia pedido para o taxista parar na casa da Mari, descemos e a ajudamos a entrar. Fomos embora depois que me certificamos que ela ficaria bem, nos despedimos de Jimin e cada um foi a pé para sua casa, não era problema já que morávamos todos no mesmo bairro.

Entramos em casa, nosso pai estava sentado no sofá da sala olhando TV, paramos na porta olhando a cena.

-Pai, chegou cedo hoje. – Disse Daniel colocando suas chaves no chaveiro que tinha ao lado da porta.

-Cheguei, mas já vou ter que sair de novo. – Ele se levantou e desligou a TV. 

Eu e meu irmão ficamos desanimados e isso estava visível em nossa cara. Pensamos que poderíamos finalmente ter um tempo com nosso pai.

-Ei, garotos, tirem essa expressão da cara. – Ele sorriu – Eu tenho um encontro. – Falou abrindo os braços e sorrindo de uma forma que eu nunca havia visto. Meu pai estava realmente entusiasmado e acho que ele devia ter a chance de ser feliz num novo romance então estava feliz por ele.

-Que bom pai. –Sorri. - Fico feliz pelo senhor.

-Quem é a sortuda? –Perguntou meu irmão com um sorriso no rosto por ver a animação no rosto do pai.

-Sabe aquela cafeteria na frente da empresa? –Papai falou e nós assentimos. – Eu comecei a frequenta-la há uns meses atrás e conheci a dona dela, fiz amizade com ela e percebi que ela era encantadora. Quando dei por mim eu já estava apaixonado. – Ele sorriu bobo com essa palavra. 

-Pai, - eu ri – você parece uma criança.

-Eu encontrei o amor, garotos. Quando vocês encontrarem o amor, se é que não encontraram ainda, vocês vão entender o que estou sentindo. –Falou. – Agora se me derem licença, vou me arrumar. – Ele subiu as escadas correndo em direção ao quarto.

Eu sorri e olhei para meu irmão, meu sorriso se desfez quando vi sua cara.

– O que foi? – Perguntei. – Não está feliz pelo papai?

-Claro que estou! – Ele saiu de seu transe e foi em direção à cozinha. – É só que... –Não continuou.

-Só que o que? –O segui até a cozinha. Ele havia parado na frente do balcão de pedra com uma abertura que separava a sala da cozinha e posto os braços cruzados em cima do balcão.

Ele não me olhou quando falou:

-Por que eu não sinto o mesmo que o papai? 

Eu pensei no que ele disse por um momento antes de responder:

-Dani, você está gostando de alguém?

-O que?! –Ele se virou pra mim com os olhos arregalados. – Claro que não. 

-Então por que...? – Ele me interrompeu.

-Esqueça isso, tá? – Disse calmamente. – Vou subir para tomar banho. Peça alguma coisa para a janta, não estou a fim de cozinhar hoje ou, se preferir, pode preparar alguma coisa. – Ele passou por mim e subiu as escadas.

Fiquei digerindo essa pequena conversa que tivemos. Por que ele não quis dar continuidade a ela e se retraiu quando perguntei se ele gostava de alguém?

Meu irmão e eu sempre compartilhávamos tudo um com o outro, não tínhamos ninguém em que cofiávamos mais do que em nós mesmos, mas pelo visto isso virou passado agora.

Fiz o que ele disse e pedi a pizza, enquanto esperava fui tomar meu banho. Quando a água começou a me molhar eu me lembrei do que havia acontecido no parque hoje, lembrei-me do garoto de olhos negros.

Jungkook.

Agora, pensando bem, ele parecia-me inofensivo, mas eu estava tão assustada na hora que só queria sair correndo. 

Ele me disse que ninguém nunca entrava naquele lugar, então por que ELE estava lá? Fiquei pensando nisso enquanto acabava meu banho. 

Sai do banheiro e fui pegar meu celular para mandar uma mensagem para a Mari perguntando se ela tinha melhorado, lembrei que havia posto ele no bolso de trás da calça e entrei no banheiro de novo pegando a calça que estava jogada no chão. Tateei os bolsos e não tinha nada dentro dos mesmos.

Puta que pariu.

Corri até o quarto novamente e peguei minha bolsa, meu celular não estava ali. Comecei a ficar desesperada.

Eu estava com o celular quando ainda estava na sala de espelhos.

Era isso, ele tinha caído do meu bolso enquanto fugia de Jungkook.

Merda. – Foi tudo o que eu consegui pensar.


Notas Finais


OIIEEEEEEEE! 🙌
To ficando animada pq to vendo que tem gente lendo e gostando da fanfic, isso me deixa feliz 😄

E só explicando aqui:
O cabelo do Jungkook na fic eu quis deixar o castanho q atualmente ele está usando, o do Jimin eu deixei o ruivo que ele usou uns tempos ai pq eu tbm simplesmente quis deixar, acho que a cor do cabelo dos personagens nao interfere em quase nada na fic a nao ser para descreve-los, mas quis apenas deixar claro o pq do cabelo do JK estar o atual dele e o do Jimin não.
É isso, até mais. ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...