História Lost with no direction - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Grécia, Justin Bieber, Memória, Perda, Romance
Exibições 30
Palavras 1.243
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


depois de vários meses de espera, estou aqui postando um capitulo na maior cara de pau, tudo bem com vocês? c: obg larissa por me ajudar nessa capitulo e quase me apedrejar pra postar logo, boa leitura <3

Capítulo 9 - Cigarettes


Fanfic / Fanfiction Lost with no direction - Capítulo 9 - Cigarettes

Justin.

Eu me sentia estranho, muito estranho, depois do beijo. Emily era como uma melhor amiga para mim, na verdade eu nem sabia como era ter uma melhor amiga, eu não sabia se tinha mesmo.

Eu sabia que Emily também se sentia estranha, ela mal estava falando comigo e eu queria saber o motivo disso tudo. Quer dizer, foi só a droga de um beijo, não é mesmo? Era insignificante, pelo menos para mim.

Emily ficará tão brava assim? Eu queria saber, mas tinha medo de magoá-la, porque ela já havia sido machucada o suficiente por aquele cara que vimos outro dia. Parecia que tínhamos voltado no dia em que eu cheguei, parecíamos dois estranhos, como se esse maldito beijo tivesse afetado toda a intimidade que demoramos muito tempo para construir.

-  A gente precisa conversar. – as palavras deslizaram de seus lábios com certo receio e ela deu um longo suspiro.

- Acho bom mesmo.

- Aquele beijo foi um erro, Justin. – ela disse desviando o olhar. – Não quero confundir as coisas, nós somos amigos e droga... Ethan foi o último.

Emily parou de falar e seus olhos encheram-se de lágrimas.

- Foi só um beijo. – eu disse. – Me desculpe.

Aproximei-me de Emily e depositei um beijo em sua testa, ela sussurrou algo tipo “obrigada”.

[...]

O resto do dia se arrastou, passei o dia inteiro no quarto, até Peter me ligar chamando para sair, pediu que não chamasse Emily, o que caiu como uma pluma, já que ela estava em um péssimo dia. Basicamente seria a noite dos caras.

Já estava quase na hora, tomei banho e me vesti, calcei o tênis e passei perfume, na frente do espelho ajeitei o topete, enfim estava pronto. Desci as escadas para esperar Peter, mas Emily estava no sofá quase soterrada pelos cobertores, assistindo alguma série na tevê.

- Aonde você vai? – ela perguntou se desvencilhando das cobertas.

- Sair com Peter. – respondi simplesmente e logo depois ouvi a buzina do carro de Peter indicando que ele havia chegado. – Tenha uma boa noite, Emi.

Despedi-me e saí, eu precisava de um pouco de diversão com meu melhor amigo. E Emily também precisava de um tempo sozinha, eu sentia que ela estava magoada, e uma parcela da culpa era minha, até porque quem a beijou foi eu.

- Vamos buscar as garotas, certo? – Peter disse assim que deu a partida no carro.

Estremeci, eu sabia que íamos festejar, mas eu tinha uma noiva, ou namorada, que seja.

- Cara, eu estou com a corda no pescoço. – eu disse e levantei a mão, apontando para a aliança brilhando em meu dedo.

- Que se dane! – Peter fez pouco caso e aumentou a velocidade do carro.

Eu não achava certo, mas eu estava sem memória, e não tinha certeza de que minha família me encontraria, as minhas esperanças já estavam indo para o ralo a cada dia que se passava, o que eu devia fazer era me divertir enquanto eu podia. Esquecer os problemas era minha meta nesta noite.

Emily.

Justin saiu com Peter e eu fiquei em casa, eu sabia muito bem o que Peter iria fazer, e com certeza Justin também faria, mas espero que ele não vire um completo babaca como Peter.

O clima entre nós ainda não havia melhorado, mas ainda bem que tivemos aquela conversa. Nós não podemos confundir as coisas, eu não quero nenhum tipo de relação amorosa com ninguém, e Justin tinha a porcaria de uma aliança em volta do dedo anelar esquerdo.

Decidi que iria sair para comer, precisava de uma horinha sozinha, ultimamente tenho passado muito tempo com Justin, sua presença já estava virando costume, só espero que isso não seja um problema quando ele se for.

Adentrei no restaurante e peguei uma das mesas no local para fumantes, porque era isso que eu queria fazer. Fumar. Eu já não fumava há algum tempo, Peter me fez prometer que não voltaria com esse vício, mas de vez em quando não fazia mal algum, era relaxante, de certo modo.

Tirei a carteira de cigarros do interior da bolsa e acendi uma unidade com o isqueiro, levei-o até a boca e saboreei, dei a primeira tragada  e depois soltei lentamente da fumaça, soltando um longo e pesado suspiro. Logo o garçom veio e eu pude fazer o pedido, fumei mais dois cigarros, quando ia acender o quarto, fui interrompida pelas duas pessoas que eu menos queria ver na minha frente.

Se você pensou em Peter e Justin, está redondamente errada. Eram meus pais.

- Emily! O que você pensa que está fazendo consigo mesma? – meu pai perguntou com um ar irritado.

- Fumando um cigarro enquanto espero meu jantar? – respondi com outra pergunta, tranquilamente.

- Você saiu de casa, e não é mais da nossa conta... – minha mãe começou com aquele discurso de sempre e eu a cortei.

- Tem razão, não é da conta de vocês.

- Ainda somos seus pais! – meu pai quase berrou e minha mãe o acalmou. – Você por acaso ficou louca? E que roupas são essas? Largue esse cigarro agora!

- Eu não tenho mais 16 anos, pai. – respondi ainda tranquila, não havia problema nenhum com minhas roupas hippies, eu estava em perfeita sanidade mental. – Vocês podem por favor sair desta área? Caso não saibam, essa área é só para fumantes.

- Que história é essa que você colocou um estranho em casa? – meu pai sempre abelhudo, eu já devia saber. – De todas as suas loucuras, essa foi a mais insana.

Nisso ele tem razão, mas eu não daria esse gostinho a ele, não agora.

- Não devo satisfações da minha vida à vocês. – respondi amarga levando o cigarro mais uma vez a boca.

Os olhos do sr. Wichester encheram-se de fúria.

- Você é a maior decepção da minha vida.

[...]

Ouvi barulho do carro de Peter estacionando na frente de casa e me dirigi até a porta, talvez Justin tivesse esquecido a chave, ou eu só estava arrumando uma desculpa para olhar na cara de Peter, que nem teve a decência de descer do carro para me cumprimentar quando veio buscar Justin. Abri a porta e os dois rapazes estavam do lado de fora do carro, e com Peter uma garota que eu nunca tinha visto na vida, e mais outra, ao lado de Justin, franzi a testa ao perceber que era um "encontro de casais", se é que eles podem ser chamados disso.

- Olá, rapazes. – eu disse enquanto eles olhavam para mim.

Justin deu uma risada olhando para o céu, ele estava mesmo bêbado?

- Oi, Emily. – Peter disse. – Justin se divertiu bastante.

Olhei de novo para Justin e ele conversava baixo com uma das garotas, é, ele realmente havia de divertido.

- Estou vendo. – eu disse nem um pouco contente.

- Boa noite, Emi. – Peter disse e deu um beijo em minha testa.

O cheiro de álcool era terrível. Antes da garota entrar no carro, Justin puxou-a para um beijo quente e demorado, depois Peter partiu com as duas garotas e Justin e eu entramos em casa. Em silêncio.

Eu não sabia quem era mais cretino, Peter por ter trazido Justin completamente bêbado para minha casa ou Justin por ter ficado com outra garota sabendo que tem uma noiva. Não passam de dois babacas mesmo. Decidi que iria dormir, já tinha visto coisa demais por hoje, o melhor a fazer era descansar e pedir aos deuses gregos que as coisas melhorassem.


Notas Finais


Não demoro pra postar, deixem suas opiniões <3


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