História Louca por você; Versão SasuSaku ❤ - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Romance, Sasusaku, Sedução
Exibições 180
Palavras 3.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galera! Mais um capítulo pra vocês. E está maravilhoso 😍

Capítulo 9 - O teste


Sasuke pov's

Raramente odeia ter que trabalhar, mas de modo geral também não anseio tanto assim por isso. Dou um tempo até o salão encher e vou verificar como Sakura está se saindo.
Fiz questão de dar um tempinho para que ela se sentisse mais a vontade antes de aparecer, para que não ficasse nervosa.
Sei que ela me quer. Pelo menos acho que sim. Mas tenho a impressão que ela não quer me querer. Isso por si só já desperta meu interesse.
Não me importo com esse jogo de gato e rato. Estou disposto a disputá-lo com tudo e levá-lo pra a cama. Na maioria das vezes, tenho boa intuição em relação as mulheres, e algo me diz que a espera vai valer a pena.
Quando entro ao salão, olho através do mar de cabeças em movimento e meus olhos vão diretamente ao bar. Na direção de Sakura. Dá pra ter uma visão bem clara, em parte por que estou um pouco acima da pessoa mais alta entre nós, e em parte porque há uma pequena roda de homens em volta dela já.
Já.
Ela está sorrindo para um cliente, enquanto mistura rum com Coca-cola. Fico observando enquanto ela pega o cartão do cara e passa pela máquina, como se fizesse aquilo todos os dias, há vários anos. Ela é boa. Estou satisfeito. Teria dado o emprego a ela de qualquer maneira, mas é bom saber que ela faz por merecer.
Ah, e como!
Minha mente quer fantasiar a imagem de agarrá-la no bar quando a boate ficar vazia, de tirar sua roupa e lamber sua pele macia.
De forma implacável, rebato os pensamentos e me concentro novamente no assunto em questão: o teste. Ela nunca precisará saber que ele é desnecessário. Ela seria contratada de qualquer maneira. Mas estou fazendo isso, mesmo assim, mais para o meu prazer do que qualquer outra coisa.
Abro o caminho pela multidão e me dirijo até onde ela está, no final do longo e reto balcão. Então paro na borda do semicírculo de homens que a rodeiam e espero até ela levantar os olhos. Ao me ver, percebo que ela para. É uma gesto quase imperceptível, tanto que duvido que alguém tenha notado. Mas eu noto. E isso é tudo que importa.
Ela passa a língua no lábios, nervosa, e sorri. Retribuo o gesto com uma piscadela, só pra ver o que ela fará. Sakura faz outra pausa. Fica vermelha e desvia o olhar.
Então, ela franze o cenho por alguns segundos. Acho que nem se dá conta do que está fazendo.
  Caramba, eu adoro isso! Ela reage a mim, mesmo quando não quer.
  Não sei por que ela se esforça tanto para resistir. Não sou um cara tão ruim. Sou saudável e em forma, dona de um negócio bem-sucedido, não tenho dúvidas e sou muito bonito. Pelo menos é o que eu ouço.
Eu me aproximo do bar, apoiando um  cotovelo sobre o balcão e me viro para o grupo de rapazes.
_ Então, o que vão beber? Temos uma nova bartender que precisa ser testada.
A empolgação é grande à minha volta. Sakura já tem um fã-clube. Ela vai transformar a minha boate num sucesso.
Ouço coisas como: dançar, cantar e se jogar nos braços do público, pipocando aqui e ali.
Então duas palavras se destacam em meio às outras, e logo todos formam um grupo e começam a gritar:
_ Body shot! Body shot! Bod shot!
Sakura observa com interesse, enquanto seu destino é decidido.
_ Que seja então! _ grito.
Em seguida olho pra ela e ergo as mãos, com as palmas pra cima.
_ Os clientes já decidiram. _ ela faz um aceno de cabeca e dá um breve sorriso, enquanto esfrega as mãos na calça. _ Escolha sua vitima.
Ela morde o lábio, enquanto dá uma olhada por todo salão para todos os caras que estão com os olhos fixos nela. Eu sei, sem a menor sombra de dúvida, que todos estão ansiosos para serem escolhidos, mas ela é esperta. Ela sabe que este "teste" é mais complexo do que aparenta ser. Está avaliando as opções e pensando em uma reação apropriada.
Tendo trabalhar em um bar antes, ela deve saber que beber no trabalho é estritamente proibido, embora Tenten e Justin sejam excluídos dessa regra. E provavelmente também sabe que tomar parte em algo assim com um cliente não é bem visto. Ela está considerando todos os aspectos da situação.
Garota esperta.
Um teste na minha boate sempre se resume em encontrar um modo de manter os clientes felizes, mas sem querer quebrar as regras. Sou o maior infrator por natureza, mas sou rigoroso com meus funcionários. Afinal de contas, esta boate é o meu ganha-pão. Não posso me dar ao luxo de ter que enfrentar processos judiciais, prejuízos e brigas.
Observo Sakura enquanto ela avalia a situação. Quando os seus olhos pousam em mim, sei que ela percebe que sou a única opção viável. Não sei muito bem se vejo uma chama de excitação atravessar o seu rosto, ou se foi apenas a minha imaginação. O que enxergo claramente, no entanto, é a forma como ela se empenha para usar aquela demonstração de autoconfiança, com a intenção de impressionar. E é tão sexy como foi da outra vez.
Ela se vira para os caras à minha volta e os presenteia com um sorriso sedutor.
_ Será que o meu chefe aqui é homem pra isso?
Uma espécie de incentivo generoso por parte do pessoal se inicia, em forma de empurrões animados e tapinhas nas costas. Um clima de ciúme desencanado e muito encorajamento, enquanto faço um sinal para Sakura, indicando que aceito o desafio.
Ofereço a minha mão a ela, por cima do balcão. Sakura dá uma olhada, respira fundo e desliza os dedos sobre a palma da minha mão. Então eu ajudo a se firmar, e ela põe um joelho na borda e sobe.
_ Esvaziem o balcão! _ digo, e todos os homens pegam seus copos, abrindo espaço para Sakura se deitar.  _ Justin, uma dose de tequila Patrón!
Ele rapidamente se desvencilha das garotas que está entretendo para servi a dose e trazer o prato de sal com dois pedaços de limão.
Em vez de deixar tudo ali e se afastar , ele sorri para Sakura e diz:
_ Estique-se, gata. Vou deixá-la no ponto.
Normalmente, o bartender faria exatamente o que Justin está fazendo. Porém, normalmente, eu não estou na jogada. E por alguma razão, eu queria prepará-la.
Ela deita e se contorce, tentando achar uma posição confortável na superfície dura do balcão.
Tento sorri enquanto assisto Justin passar um pedaço de limão por sua barriga nua, rodeando seu umbigo várias vezes. Sakura está olhando pra ele, sorrindo. Justin está olhando pra ela, praticamente babando. Eu trinco os dentes para controlar a ponta do ciúme que estou sentindo.
Que porra é essa?
Qualquer pessoa dirá que eu não sou nem um pouco ciumento. Tem muita mulher dando mole por aí para se entrar em desespero por causa de uma só. Ciúme simplesmente não faz parte do meu cardápio.
Não normalmente.
Justin está aproveitando seu doce momento com calma, molhando a pele dela e jogando sal no seu corpo. Tenten coloca a música que sempre toca durante o body shot, " Pour Some Sugar on me" do Def Leppard, o que faz o público entrar no clima e avisa a todo mundo o que está rolando. Nunca dei muita importância a isso, mas esta noite, em relação à música envolvente, consigo sentir sua vibração. Eu gostaria de derramar algo doce por todo corpo de Sakura e depois lamber tudinho, lentamente.
Estou prestes a falar com Justin para ir mais depressa, quando ele finalmente para o que está fazendo para entregar a ela a bebida e colocar o outro pedaço de limão na sua boca. Não consigo deixar de sorrir quando Sakura toma-o da sua mão e o coloca  e o coloca, ela mesma na sua boca. Talvez a atração que vejo nos olhos de Justin seja uma via de mão única.
Fico todo convencido.
Sakura se vira para olhar para mim, com os olhos largos e atentos. Eu me curvo para sussurrar no seu ouvido:
_ Se você estiver se sentindo desconfortável, não é obrigada a ir em frente.
Eu prendo a respiração ao voltar a posição inicial, para aguardar a sua resposta, torcendo para que o seu lado ousado ganhe o conflito de sentimentos.
E ganha.
Lentamente, Sakura faz um gesto negativo de cabeça e arrasta o corpo um pouco mais para perto de mim, sobre o balcão. Seus olhos estão brilhando de determinação. E desafio.  Isso provoca um movimento involuntário na minha calça.
Eu sorrio para ela.
_ Muito bem. Você pediu. _ digo, alto o bastante para os caras à minha volta ouvirem. Eles me incentivam.
Eu me posiciono em frente à sua cintura, me curvo e encosto a língua no seu estômago. Sinto seus músculos se contraírem. Os sabores salgados e ácidos fazem a saliva jorrar na minha boca, então serro os lábios e engulo, beijando sua barriga antes de continuar lambendo o contorno do seu umbigo.
Ela permanece imóvel, enquanto continuo passando meus lábios por todo o sal. Quando termino, ergo a cabeça um pouco e vejo que ela força o corpo na minha direção. É um pequeno movimento. Provavelmente ninguém mais notou. Mas eu notei.
Coloco os braços em volta dos seus quadris para segurá-la firme e mergulho a língua no seu umbigo. Ela se contrai e posso jurar que ouço sua respiração acima do volume da música.
Quando levanto a cabeça, meus olhos encontram os dela e o que vejo neles, mesmo que ela nunca venha admitir, é desejo. Aquele tipo de desejo bem intenso, suado, impetuoso.
Sem desviar o olhar, pego o copo e bebo a tequila. Ao me inclinar na direção do seu rosto, vejo seu peito se encher com uma profunda inspiração.
Em seguida, pego o seu pescoço por trás e puxo-lhe a cabeça. Coloco os lábios em volta do limão que ela tem entre os dentes e sugo até a última gota de suco que ele contém. A questão é que ela não solta o fruto, nem por um minuto. Não consigo deixar de me perguntar se está imaginando o mesmo cenário em um bar vazio e nada entre nós além de um intenso desejo.
Quando afasto meu rosto do dela, noto que Sakura parece tão... aflita quanto eu.
Acho que se estivéssemos sozinhos, ela teria dificuldade em dizer não a qualquer coisa que eu quisesse fazer.
Justin interrompe o momento.
_ Bem-vinda à Dual! _ exclama.
Mais uma vez, ouvem-se gritos de estímulo e incentivo a toda hora. O sorriso de Sakura é um tanto vago, enquanto ela se despede do nosso encontro sensual e volta a realidade de que está numa boate cheia de homens disputando sua atenção. Mas ela se recupera rapidamente, tira o limão da boca e o ergue, em sinal de vitória.
Então, me lança um sorriso atrevido e gira o corpo para pular do balcão e retomar sua posição de funcionária, atrás dele.
_ Muito bem, pessoal, quem quer um drink?
E sem mais nem menos, ela já está em plena atividade como bartender. Minha única preocupação agora é manter Justin longe dela.

Sakura pov's

A primeira coisa que vem a minha mente quando acordo é Sasuke. Lambendo minha barriga. Passando a língua no meu umbigo. E depois olhando fixamente nos meus olhos. Nossa, eu seria capaz de devorá-lo ali mesmo!
Malditos bad boys!
Atribuo a eles a culpa por toda minha fraqueza, porque minha consciência diz que eu deveria procurar alguém mais apropriado.
Alguém como Tasuke.
Tasuke.
Suspiro lentamente só de pensar no seu nome. Ele é exatamente tão gostoso quanto o irmão. Claro. Eles são gêmeos. E embora ele não tenha a mesma intensidade que parece me atrair como abelha ao mel, tem muitas outras coisas que eu adoro.
Meu telefone toca. Dou uma olhada no identificador de chamada e nenhum nome aparece, o que significa que eu não sei quem está ligando. Considero não atender, mas como já acordei, não faz diferença.
_ Alô.
_ Bom dia. _ diz uma voz rouca. Em uma fração de segundos, não só reconheço a voz, como reajo a ela. Meu estômago se agita em uma excitação prazerosa.
_ Bom dia. _ repondo. É Sasuke.
_ Estava pensando em falar com você antes que fosse embora ontem à noite.
Seu comentário faz surgir uma lembrança desagradável da noite anterior. Pouco antes dos últimos clientes serem conduzidos para o lado de fora, Tenten tinha desaparecido pela mesma porta que eu o vi entrar, e nenhum dos dois saiu de lá. Justin me mostrou como fechar a boate e, quando terminamos, ele se ofereceu para me acompanhar até o meu carro, e eu aceitei.
Estava irritada e não tinha a menor intenção de ficar esperando o Sasuke, como uma cadelinha obediente. Mesmo sendo o meu chefe. É uma questão de princípios. Lembro-me de pensar que ele é exatamente como todos os outros bad boys. Gosta de uma diversão, é excitante e, no fim das contas infiel.
Não que pareça que ele tenha alguém à quem ser infiel, mas eu não ficaria nem um pouco surpresa se tivesse.
Espanto todos esses pensamentos e lembro a mim mesma que não me importo com Sasuke. Ele é meu chefe e pronto. Fim de papo.
_ Eu não queria interromper você e a Tenten. _ explico odiando o traço mordaz no meu tom de voz. Então disfarco um pouco e acrescento: _ O Justin me mostrou tudo o que eu tinha que fazer. No final, deu tudo certo.
_ Ah, o Justin fez isso é?
Será que estou imaginado demais ou algum veneno na voz dele agora?
_ Sim. Ele é muito bacana.
Ele solta um muxoxo de desprezo e pausa durante um segundo, antes de prosseguir:
_ A Tenten tinha alguns assuntos para resolver comigo a respeito de hoje à noite, por isso estou ligando pra você.
Sinto-me aliviada. Na mesma hora. E odeio me sentir assim. Isso me deixa irritada. Porém, mais do que qualquer outra coisa, preocupada. Este telefonema parece estranho.
_ Há algum problema?
_ Olhe, não sou desses que fica fazendo rodeio ou se envolve nesse tipo de briguinha boba, portanto vou ser direto. A Tenten não está afim de treiná-la. Ela não tem uma razão específica, apenas não está afim. Não vou falar o que eu acho que seja porque não importa. O que importa é que quero você trabalhando na Dual. Eu sei que você precisa de um turno específico. Se ela não puder trabalhar com você, isto é problema dela e ela que vá encontrar outra coisa que a faça feliz.
_ Afinal, o que isso significa? O que está querendo dizer?
_ Bem, quando lhe foi dada essas opções, a Tenten decidiu que ficaria. Então, estou deixando o seu treinamento por sua conta. Se você quiser que a Tenten a treine, ela vai fazer isso. Se não, eu mesmo o farei.
Meu pulso acelera só de pensar em passar mais tempo com Sasuke. E tão perto.
_ Justin não pode me treinar?
Há uma pausa demorada antes da resposta. Quando ele fala, seu tom é bem articulado:
_ Não. Este não é o trabalho do Justin.
Minha mente está disparada com mil pensamentos, e um dos mais revelantes que me faz sorrir é pensar que Sasuke poderia estar com uma pontinha de ciúmes do Justin.
_ Não sei o que dizer. Bem, não quero que a Tenten fique pensando que estou com medo dela. Não vou deixar que ela me pressione. Mas, ao mesmo tempo, não quero deixá-la em uma posição difícil, se ela tem algum problema comigo.
_ O trabalho dela não é gostar de você: é treiná-la. E você não vai deixá-la em uma posição difícil.
A minha hesitação é mínima. Apesar de ter uma opinião sobre o problema com a Tenten, sei que não será nada bom pra mim se eu deixar o Sasuke me treinar. É que não confio em mim perto dele. Pelo menos, não completamente.
_ Então vou deixá-la me treinar.
_ Certo. Mas se ela causar qualquer problema, quero que você me avise imediatamente.
_ Pode deixar. _ digo, sem a menor intenção de fazer isso. Vou ter de resolver a situação com Tenten sozinha. Nós vamos aprender a nos dar bem ou aprender a trabalhar com alguém que odiamos.
Passo a mão no meu cabelo despenteado. Espero que a primeira hipótese ganhe. Trabalhar com alguém que me odeia será muito estressante.
_ Ela me avisou que não vai esta noite, portanto vocês só precisarão trabalhar juntas novamente no próximo fim de semana. A menos que queira fazer um turno extra na quarta-feira à noite, quando ela trabalha.
De fato, estou precisando de dinheiro. E as minhas aulas só começam às onze da manhã, na quinta, portando acho que posso encaixar nesse dia, desde que não se torne um hábito.
_ Quarta-feira. Tudo bem.
_ Ótimo. _ Diz Sasuke.
Acho que ouvi um sorriso na sua voz. Fico contente por não ter levado para o lado pessoal o fato de eu não querer ser treinada específicamente por ele.
Aposto que ele tem um ego tão grande que não deu a menor importância.
_ Bem, se precisar de alguma coisa, ligue pra mim. Eu sempre atendo o celular.
_ Como você conseguiu o meu número, a propósito?
_ Com um babaca chamado Tasuke.
_ Babaca?
_ Sim, babaca. Não me diga que você não o acha um babaca!
Eu rio meio sem jeito.
_ Hummm, não. Não acho que seja um babaca. Ele sempre foi legal comigo.
_ É claro. Você é linda. Que homem não seria legal com você?
_ Muitos.
_ Babacas, todos eles. _ diz Sasuke em tom de provocação.
_ Eles são babacas, também?
_ Sim.
_  Resolveu que todo mundo é babaca hoje?
_ Sim. _ repete ele. _ Palavra do dia: "babacas".
Eu caio na risada, pra valer desta vez.
_ É mesmo? _ Pergunto.
_ Sim. Não queira nem saber qual foi a de ontem.
_ Com certeza. Provavelmente meus ouvidos sangrariam.
Sua voz diminui para um tom mais baixo, mais suave:
_ Não, mas provavelmente a deixaria vermelha de vergonha.
Eu fico em silêncio. Meu rosto está quente, mas de uma forma agradável. De repente me ocorre que, por mais que eu saiba que ele é o cara errado para mim, vai ser quase impossível resistir a ele.
Droga!
_ Tenha um bom dia, Sakura. Vejo você na quarta-feira.
Com isso, ele desliga, deixando-me sem forças, deitada na cama, perdida em pensamentos e imaginando como seriam as coisas se eu parasse de resistir.


Notas Finais


Gente??? Sasuke e Sakura com ciúmes? Hummmm 😏
Beijos. Até amanhã. ❤


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