História Louder Than Love - Capítulo 25


Escrita por: ~ e ~kaulitzgasm

Postado
Categorias Adam Lambert, Tokio Hotel
Personagens Adam Lambert, Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Adam Lambert, Adill, Alex, Matthew, Sauli, Sofia, Tokio Hotel
Exibições 19
Palavras 2.903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey olá! Depois de muito tempo cá estou eu com um capítulo!

Espero que gostem!

Capítulo 25 - End Of Nightmere


Fanfic / Fanfiction Louder Than Love - Capítulo 25 - End Of Nightmere

Capítulo vinte e cinco: End of nightmare

 

Aqueles olhos castanhos estavam me olhando de forma confusa e curiosa, nada saia da minha garganta, parecia que fiquei mudo em segundos, Bill tentava falar mas aquele aparelho em sua garganta dificultava qualquer diálogo.

- Ah meu Deus!! - Exclamei me levantando rapidamente, Bill ainda me olhava sem entender nada e tentava a todo custo falar. - E-eu já volto ok? Eu vou chamar o médico.

Foi tudo o que falei antes de sair correndo do quarto, ninguém mais da família estava lá pois era de noite e só eu podia ficar, sai correndo em busca do médico que por sorte estava por ali naquela noite. Me encontrei com ele ofegante e o mesmo me olhava assustado.

- O que houve senhor Lambert? Aconteceu alguma coisa? -  Ele me perguntou me olhando de cima a baixo enquanto eu recuperava o fôlego.

- O Bill… acordou. - Disse de uma só vez o vendo arregalar os olhos, ele começou a andar em passos rápidos e eu tive que correr para poder alcançá-lo, durante o trajeto ele chamou por duas enfermeiras que vieram ao seu encontro de imediato e eu atrás dos três com bastante expectativa, meu corpo estava aliviado por fim ver aqueles olhos castanhos me olhando.

Assim que chegamos no quarto como era de se esperar eles me barraram, dizendo que precisavam examiná-lo, assim que fecharam a porta peguei meu telefone ligando para Tom, depois de dois toques ele atendeu.

- Eu espero que seja algo de extrema importância da minha pessoa pra você ter me ligado às quatro e meia da manhã. - Tom atendeu com o seu costumeiro mau humor.

- Bill acordou, acho que isso seja importante pra você. - Eu estava tão feliz que nem me importei com a sua grosseira.

- Não brinca comigo Adam, isso é sério? - Vi que seu humor mudou no exato segundo em que dei a notícia. - Ele acordou?!

- Sim Tom, isso é sério!! - Ouvi barulhos de cobertores sendo jogados para o lado e uma Ria reclamando do barulho.

- Eu já tô indo pra aí! - Ele disse de uma só vez e desligou o telefone sem nem esperar a minha resposta.

Me sentei na cadeira de espera sentindo meu corpo inteiro relaxado, um milhão de sentimentos percorria meu corpo, Bill tinha acordado tirando todo aquele peso acumulado em minhas costas.

15 minutos depois Tom apareceu correndo pelos corredores, aparentemente tinha vindo sozinho.

- Onde ele tá? Ele tá bem? - Algumas lágrimas percorriam seu rosto e seu olhar era de preocupação.

- No quarto ainda, o médico tá examinado ele. - Respondi e ele se sentou no meu lado, deu um suspiro alto e aliviado olhando pra mim com um sorriso no rosto.

- Finalmente ele acordou! - Ele dizia ainda sorrindo. - Como ele acordou?

- Eu estava lendo o Rei Leão quando ele acordou. - Eu respondi. - Eu senti ele apertar minha mão mas quando eu o chamei não tive resposta. Mas quando estava terminando de ler, ele acordou.

- Eu imagino como você ficou. - Ele disse dando uma risada. - Quando você me ligou achei que era uma piada sua, mas quando percebi vi que não era um sonho normal meu.

- Já ligou pra sua mãe? - Perguntei o olhando.

- Já, daqui a pouco ela chega. - Ele respondeu e então ficamos em silêncio.

 

20 minutos depois ela e Gordon apareceram, nos levantamos e Simone me abraçou e depois Tom, via lágrimas em seus olhos e um belo sorriso em sua face, após uma enxurrada de perguntas, nos sentamos novamente e iniciamos uma conversa até o médico aparecer com novas notícias.

 

O dia estava amanhecendo quando o médico finalmente saiu, sua expressão calma e serena nos tranquilizava.

 

- Bill está bem, ficou um pouco confuso no começo, mas explicamos tudo com calma para que ele ficasse ciente de toda a situação. - Ele explicava olhando para cada um. - Por sorte não teve nenhuma sequela, porém sua voz está um pouco rouca por conta da medicação e dos aparelhos, mas não se preocupem, é temporário. Com o tempo sua voz voltará ao normal.

- E a perna? Ela vai ficar bem? - Simone perguntou assim que ele terminou sua explicação.

Durante uma cirurgia fora descoberto uma bala escondida entre os ossos de sua perna esquerda, além de que seu joelho estava danificado por conta dos chutes e pontapés que Sauli lhe deu, estávamos esperando ele acordar para que dessem resposta do seu quadro.

 

- Por conta das massagens que ele recebeu enquanto estava em coma ajudou na recuperação, por tanto sua perna voltará ao normal com as fisioterapias. - Todos nós respiramos aliviados. - Se ele seguir com o tratamento em dia, é questão de meses para ele voltar a andar normalmente.

- Podemos vê-lo? - Perguntei ansioso.

- Claro, mas peço que não vão todos juntos, ele recém acordou então não queremos que se esforce tanto. - Assentimos concordando. - Enfim, Bill está acordado agora, então é melhor se apressarem.

 

Agradecemos e ele seguiu seu caminho, Simone e Gordon foram primeiro, Tom iria depois já que ele não podia ficar muito tempo. Seus pais ficaram cerca de 10 minutos lá dentro, quando saíram estavam sorridentes, disseram que ele estava ótimo, mas falava lentamente.

Tom entrou depois e eu me sentei novamente esperando minha vez, 10 minutos Tom voltou, também saiu sorridente e chorando, quando olhou pra mim apenas disse que “entra logo antes que ele infarte.”

Ri comigo mesmo e me levantei, segurei na maçaneta respirando fundo, pela primeira vez depois de meses eu estava nervoso em entrar naquele quarto, eu não sabia como iria me comportar ao vê-lo acordado agora que já estava mais calmo. Abri a porta entrando calmamente, olhando para todos os cantos do quarto olhando-o como se fosse a primeira vez, fechei a porta atrás de mim, e então o encarei.

Estava sentado com o travesseiro encostado em suas costas, outro travesseiro estava em sua perna e ele me olhava, parecia calmo e um tanto confuso. Seu sorriso cresceu quando me viu, levantou seus braços com calma e então eu corri até ele o abraçando com toda a minha força, lágrimas caíram em meus olhos, me fazendo soluçar, eu e ele não dizíamos nada, apenas estávamos abraçados matando toda aquela saudade entalada em nós.

- Eu senti tanta sua falta… - Eu sussurrei me afastando um pouco para segurar seu rosto entre minhas mãos. - Mais tanta falta..

- Eu.. tô aqui agora.. - Ele disse com tanta lentidão que tive que prestar bastante atenção para entendê-lo. - Eu não vou mais embora.. nunca mais.

 

Sorri fazendo minhas bochechas doerem, alisando seu rosto o fazendo sorrir, todos seus movimentos eram lentos, o que era normal pra uma pessoa que acaba de acordar de um coma.

Nos soltamos ainda sem tirar os olhos um do outro, de repente um turbilhão de sentimentos tomou conta de mim, raiva, ódio, alegria, amor, todos os sentimentos possíveis.

Peguei um travesseiro que estava na poltrona, o joguei em Bill, com leves golpes.

- Seu maluco, mentiroso, traidor, canalha!! - Ele ria de mim enquanto dava com o travesseiro. - Nós quase perdemos você, eu quase perdi você seu IDIOTA!

- Aí Adam, para! Você pirou? - Ele disse o mais rápido que pode, fazendo sua voz ficar mais rouca. - Tá me machucando, para!

- É pra machucar mesmo, seu imbecil! - Disse jogando o travesseiro nele. - Você mentiu pra mim e olha o que aconteceu! Eu disse pra não se meter com eles e você quase morre!

- Eu menti pra te proteger! - Ele disse ainda com aquele maldito risinho em seu rosto, aumentando ainda mais a minha raiva.

- Cala boca, não fala mais nada! - Eu exclamei o abraçando, selei os seus lábios o calando. - Só fica quieto e não diz mais nada…

- Me desculpa… - Ele disse sussurrando segurando meu rosto delicadamente.

O beijei novamente, com calma mostrando a ele que eu tinha o perdoado.

Nosso beijo era lento, como se fosse o primeiro. Queríamos apenas matar aquela saudade. Nos separamos devagar, abri meus olhos para encarar os dele, como eu senti falta do seu olhar. Selei seus lábios demoradamente e ele sorriu retribuindo até sermos interrompidos por alguém que adentrou o quarto.

- Senhor Lambert, com licença. - Era o médico de Bill, ele ficou visivelmente sem graça. - Nós precisamos prosseguir com os exames, mas logo ele estará disponível para visitas.

- Tudo bem. - Eu o encarei por alguns segundos, ele concordou com um sinal e saiu do quarto, voltei a olhar para Bill. - Amor, quando eu voltar trago as crianças.

Vi um enorme sorriso surgir em seu rosto e seus olhos marejarem.

- Adam, eu nem sei como vou reagir sabe? Eu me sinto tão culpado lá dentro mas estou com tanta saudade…

- Ei para! Se você ficar assim a Manu vai ter um faniquito aqui mesmo. - Nós rimos. - Eles amam você e vai ser uma alegria enorme pra eles te ver. Então se comporte bem nos exames. - Ele fez uma careta. - Logo logo nós voltamos.

- Tudo bem. - Ele deu um beijo na minha mão que estava entrelaçada a sua. - Amo você.

- Eu te amo mais. - Disse lhe dando um último beijo antes de sair do quarto.

Dessa vez eu iria para casa. A nossa casa. Arrumar tudo por lá, ligar pra Manu, arrumar as crianças, trazer roupas pra ele, avisar os fãs, os amigos, minha cabeça estava a mil, eu realmente não poderia estar mais feliz.

Cheguei no corredor rindo igual um idiota, encontrei Tom por lá, estava segurando um copo de café.

- Vocês dois já estavam se atracando? - Ele disse em um tom de deboche. Com certeza meus lábios denunciaram.

- Tom, foi só um beijo. - Disse revirando os olhos pra sua observação idiota.

- Eu conheço vocês, tarados.- Ele riu - Mamãe e Gordon já foram, acho que temos muito o que fazer. O médico disse que podemos voltar daqui duas horas.

- Ok, então vamos pra casa. Vou arrumar as crianças. - Ele concordou com um aceno e saímos juntos do hospital para casa.

Não gostava da ideia de deixar Bill nem que fosse por duas horas mas, logo estaria de volta e com a nossa felicidade completa.

 

Bill POV

 

O decorrer daquelas horas foram um saco. Já estava enjoado de tanto ver tirarem meu sangue para exames, e a pior parte, a hidroterapia. Eu estava me sentindo bem, não entendia o porquê de tantos exames e remédios até ter que me levantar. Meu corpo todo protestou com os movimentos e precisei de ajuda de muletas para conseguir andar pelos corredores até a piscina.

- Pausa, eu não aguento mais. - Falei me encostando a borda depois de meia hora de exercícios na água.

- Bill você está indo bem, não pode parar agora. - Minha fisioterapeuta respondeu imediatamente. - Lembre-se que quanto mais rápido você melhorar mais rápido vai poder ir pra casa.

Com toda certeza pensar em estar na minha casa era o que me movia nesse momento. Minha cabeça estava uma bagunça e aquele lugar não ajudava em nada. Respirei fundo tirando forças que eu nem sabia que existiam em mim e continuei aquela longa repetição de movimentos até o final da sessão.

Com a ajuda da doutora eu subi até meu quarto, onde uma mala de roupas já estava em meu quarto acompanhadas de um Adam completamente ansioso.

- Amor - Ele veio até mim - Você está bem?

- Com um pouco de dor - Eu sorri de lado - Mas bem. Cadê as crianças?

- Estão lá fora, o médico disse que você estava na piscina, então pediu que esperassem. Você quer descansar um pouco? - O olhar de preocupação dele me partia o coração.

- Não...não, eu só vou tomar um banho, me vestir - Olhei para mim mesmo, eu estava todo molhado apoiado naquelas muletas. - Eu peço pra chamarem vocês, tudo bem?

- Certo. - Ele segurou meu rosto entre as mãos e selou meus lábios docemente. - E... você consegue fazer isso sozinho?

- Adam por favor! - Era claro que ele estava preocupado comigo, mas eu não estava aleijado - Eu consegui fazer 50 minutos de exercícios em uma piscina, um banho é o menor dos meus problemas. Agora se você está querendo me ver pelado, não precisa arranjar desculpas. - Pude ouvir sua risada ecoar pelo quarto enquanto entrava no banheiro.

- Bill você não muda mesmo né? Tarado! Eu queria te ajudar sem segundas intenções, mas já que você é o senhor independente, eu vou esperar lá fora. - Ele disse sorrindo, parado na porta.- E vê se não demora, não me responsabilizo por uma possível invasão.

 

ADAM POV

 

Demorou por volta de vinte minutos até o doutor nos chamar na sala de espera. Matthew estava em meu colo, vestido em uma calça jeans e camisa de moletom azul escura, fazia frio lá fora, Sofia estava com seu vestido rosa que ganhou de Bill e uma jaqueta que Manu havia colocado, e Manu por sua vez estava vestida em seu jeans rasgado, camisa e botas pretas, uma inconfundível Kaulitz.

- Eu não costumo deixar várias pessoas visitarem meus pacientes de uma só vez, mas como Bill está se recuperando incrivelmente rápido eu não vejo problemas. - Ele disse enquanto nos acompanhava pelos corredores, eu levava Matthew no colo e Manu segurava a mão de Sofia logo atrás.

- Nós vamos ter todo o cuidado. - Eu disse quando paramos em frente a porta do quarto e ele apenas acenou com a cabeça e saiu.

Girei a maçaneta respirando fundo, abri a porta e pude ver ele lá, sentado na cama agora não mais com aquelas roupas de hospital, estava com uma camisa xadrez e calça jeans, seus cabelos loiros ainda molhados. Um sorriso lindo brotou de seus lábios quando ele nos viu.

- Papai! - Sofia exclamou correndo na direção da cama e subindo na mesma, se jogando nos braços dele, que a abraçou fortemente acariciando seus cachinhos. - Papai, eu senti tanto a sua falta, você dormiu por dias! eu não consegui te acordar...

Bill ouvia tudo atentamente olhando nos olhos dela.

- Agora o papai tá aqui ok minha princesa? Não precisa mais se preocupar. - Ele voltou a abraçá-la e eu me sentei ao seu lado com Matt, que também se jogou junto aos dois tornando aquele abraço coletivo.

- E esse cabelo garotão? - Ele disse mexendo nos cabelos de Matt que estavam um tanto grandes, o enchendo de beijinhos logo em seguida. Meus olhos estavam marejados ao ver aquilo, minha família ali reunida de novo. E eu pude perceber que Bill não conteve as lágrimas, mas tentava disfarçar perto das crianças. Eles brincaram e conversaram cheio de beijos e abraços por alguns minutos até eu levá-los para Simone que estava do lado de fora, não podia abusar da boa vontade do médico de Bill.

Manu estava lá na porta, encostada na mesma com as mãos no bolsos sem dizer uma palavra. Quando voltei sem as crianças a chamei para entrar comigo.

- Manu? - Ele disse e ela o encarou, estava com uma expressão séria. - Vem aqui. - Ele disse indicando seu lado direito na cama que estava vazio.

Ela nada disse, apenas seguiu em passos lentos, olhando o chão e sentou-se ao lado dele.

- Como você está? - Bill perguntou.

- Eu to bem… - Ela respondeu, estava de cabeça baixa com a voz embargada. - Sabe, te ver assim, é muito bom de verdade. Quando tudo aconteceu e eu achei que ia te perder… você tava lá, e eu vi tanto sangue e você não respondia, eu rezava mentalmente pra você ficar bem - Ela já falava eufórica, entre lágrimas assim como as que caiam do rosto dele. - Acreditei tanto na sua força, todos os dias, e agora pai eu te admiro muito mais do que antes.

Eu observava tudo ali, afastado, deixando eles terem aquele momento. Bill abraçou Manu fortemente afagando suas costas para que ela se acalma-se e depois de alguns minutos eles voltaram a se olhar, agora sorrindo.

- Eu amo você filha. - Ele acariciou o rosto dela.

- Te amo pai.

Me sentei ao lado deles para conversamos, Bill estava muito confuso em questão de tempo e de tudo que havia acontecido, então contamos a ele tudo, desde o tiro, a morte de Sauli, os dias no hospital a parada respiratória, tudo, sem esconder nada. E mesmo um pouco chocado ele levantou a cabeça e sorriu, por estar vivo e ali, conosco.

Fomos interrompidos pelo médico que nos trouxe uma ótima notícia, Bill iria ficar apenas mais três dias no hospital e depois disso teria alta, e claro para a comemoração foi liberada a entrada de todos no quarto, ele teve que permanecer na cama deitado para repouso, mas as crianças deitaram ao lado dele, desta vez Manu estava com eles, Simone, Tom, Gordon, estavam todos ali, no sofá.

A energia do local era outra, dava pra sentir que mudanças iriam acontecer novamente em nossas vidas, e dessa vez não tinha o porque nada dar errado.


Notas Finais


Como é bom ver o Bill acordado! ♥

O que acharam?

Até o próximo!


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