História LOVE - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Love
Exibições 7
Palavras 6.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se gostaram comentem e favorite...
Boa leitura!!

OBS: depois corrijo os erros

Capítulo 1 - Capítulo 1


POV: LAUREN JAUREGUI

     -senhoras e senhores apertem o cinto de segurança, e permaneçam sentados, já estamos decolando - o piloto avisou.

E aqui estou eu, voltando depois de dois anos longe da minha cidade Natal, Miami. Mas não me arrependo de ter ido passar esse tempo com meus avós, pois eu os amo muito e se fosse preciso eu voltaria pra Nova York sem pensar duas vezes. E bom sou lauren jauregui tenho 16 anos, e estou no segundo ano do Colégio, eu sou uma pessoa bem difícil de si lidar pois não sou muito social, sou muito impulsiva e esse é meu maior problema pois eu ajo primeiro e penso depois, já me meti em muitas encrencas por eu ser assim, mas não ligo, pois assim ninguém vem querendo tirar algum proveito, digo isso por que sou de uma família milionária, donos  de grandes empresas de tecnologia. Muitos homens e mulheres tentam se aproximar para tira proveito mas eu não dou papo, já sou curta e grossa. Eu já fiquei com alguns homens mais foi por pressão da minha mãe, más prefiro mulheres, com corpos invejáveis, delicadas e cheirosas, e foi assim  que descubri que eu era lésbica. Já namorei antes, uma garota chama Megan. Ela era linda, dona de um corpo invejável e lindos olhos azuis, mas terminamos assim que tive que me mudar, nossa relação era muito conturbada, pois eu sou uma pessoa muito possessiva e ciumenta, eu não pensava duas vezes em dar um soco na cara de quem queria o que era meu, por isso sempre brigavamos. Mas não vamos falar disso agora. E bom eu tenho uma boa relação com minha família menos com minha mãe, por que ela não aceita que eu goste de garotas, mas eu finjo que não ligo para ela não ficar me enchendo. Mas me machuca muito ver minha mãe me desprezando me olhando com nojo como se eu fosse um monstro. E acabei dormindo com esses pensamentos.

    
    - senhores passageiros, apertem o cinto, estamos pousando na cidade de Miami - disse o piloto me acordando.

    -ótimo não aguentava mais ficar sentada- eu disse pra mim mesmo enquanto apertava mais o cinto.

  Estou louca pra encontrar com minha familia e minha amiga Verônica, ela é  uma das pessoas mais importantes da Minha vida, pois sempre estava comigo nas horas boas e ruins da minha vida. É até irônico sermos amigas ela é o oposto de mim, é extrovertida e brincalhona, ela leva tudo na brincadeira, ela tem um coração de ouro, e é isso oque eu mais admiro nela. Equanto a mim, sou uma pessoa grossa, insensível e que tem um humor péssimo.

Estava saindo do portão de imbarque quando vejo as maiores razões de eu nunca desistir de tudo, meu irmão Chris, minha irmã Taylor, meu pai mike e minha amiga Verônica.

     -maninha-Chris e tay gritaram vindo em minha direção quando me viram.

    - que saudades que eu estava de vocês - eu disse contendo as lágrimas que queria sair e indo ir abraça-los -eu amo tanto vocês meus amores.

     -nós também te amamos laur!- tay disse me dando um abraço bem apertado junto com chris.

      - tem lugar pra mais duas pessoas aí no meio - meu pai disse chegando do meu lado com a vero.

     -é  Claro que tem pai - eu disse saindo do abraço dos meus irmãos , e indo abraçar meu pai.

     - que saudades de você minha filha -  ele disse afundando o rosto na curva do meu pescoço.

     -eu também papai, eu te amo muito - eu disse o apertando mais em meus braços que estava em seu pescoço.

     - to com ciúmes, não ganhei nem um abraço - disse vero fazendo um bico do meu lado.

     -não precisa ficar não minha vádia baixinha- disse dando um abraço apertado na minha amiga.

     - a como eu senti falta de você folha de sulfite - disse vero me abraçando forte.

     -agora chega de tanto amor, que eu to com fome vamos embora pra mim comer - eu falei saindo do abraço de vero.

Todos derão risadas, menos vero que fechou a cara por eu ter parado de abraça-lá.

     -eu não vou poder ir - disse vero - so vim mesmo pra te dar um abraço e pra você matar a saudades que estava de mim.

     -a vero não vai não, se não é capaz de eu correr atrás de você por onde você for de tanta saudades- eu disse debochada fazendo ela dar risada.

     -não falando sério agora, eu preciso ir, combinei com Lucy de ir almoçar num restaurante novo que abrio.

    -tudo bem, mas vai ir me visitar em sua égua- eu disse dando mais um abraço apertado nela.

     - pode deixa, eu sei que você não vive sem mim - disse ela retribuindo o abraço na mesma intensidade.

     -ingraçadinha, tchal e me manda mensagens depois - eu disse saindo do abraço.

     -tabom, tchal Chris, tay e tio mike - vero falou dando um abraço em cada um antes de partir, deixando eu meu pai e meus irmão pra atrás.

Depois que vero foi embora, saímos do aeroporto em direção ao estacionamento  e em seguida para a minha casa. Fomos a viagem toda de volta pra casa conversando coisas aleatórias eu contando como foi esses meus dois anos lá em Nova York e eles oque fizeram equanto eu Estava fora. Foi muito bom pra mim matar um pouco a saudade que eu estava deles, más agora seria a parte mais  difícil, encarar a dona Clara vulgo minha mãe.

     -relaxa minha filha vai dar tudo certo - meu pai disse assim que paramos enfrente a enorme mansão que agora  era Minha casa.

Suspirei tentando regularizar minha respiração que Estava alterada com medo do que viria a seguir. E assim eu desci do carro já parado enfrente a porta que dava acesso para dentro de casa.

Suspirei de novo e entrei em casa, logo vi minha mãe sentada no grande sofá que cobria metade da sala. Ela virou para trás e me vio, e nos olhos dela eu vi decepção, nojo e indiferença e foi como uma facada atingindo meu peito quando ela virou para TV de novo, me ignorando completamente. Abaixei a cabeça e  Suspirei passando por ela. fui direto para meu quarto. E pensar que ela está me tratando assim desde quando eu me assumi. Oque eu pensei, que iria chegar aqui e ela iria vir me abraçar dizendo que Estava com saudades, eu sou uma idiota de pensar que esse tempo em que passei fora ela tinha mudado, por que ela simplismente não aceita que eu sou assim. E não foi por que eu quis eu juro que tentei mais eu não consigo gostar de homens. Parei de pensar nessas coisas que me deixavam triste e fui arrumar minhas malas. E quando fui me dar conta já era a hora do almoço.

     -laur?-tay me chamou do lado de fora do quarto - posso entrar? -perguntou-Me depois de dar mais uma batida na porta.

     -claro, entre. - disse me sentando na beirada da minha cama - algum problema?- perguntei assim que ela entrou e fechou a porta.

     -não, eu só vim ver se você precisa de alguma coisa, e te chamar para almoçar - tay disse vindo em minha direção.

  -não preciso de nada não, mas mesmo assim obrigado - falei - aonde a mamãe está?- perguntei sentindo um nó se formando em minha garganta.

     -está se arrumando para o almoço-falou vendo mim expressão de tristeza - laur não fica assim, você sabe como a mamãe é, uma hora ela vai voltar a falar com você- ela falou sentando-se  ao meu lado na cama.

-não vai tay, você vio como ela me olhou quando me vio, com nojo com ignorância, como se eu fosse um bicho do mato - falei com lágrimas nos olhos.

Tay não disse nada apenas me abraçou, e era do que eu precisava de um abraço da minha irmã. E assim ficamos por alguns minutos até  irmos almoçar. O almoço ocorreu meio tenso pelo fato da minha mãe dirigir a palavra a todo mundo menos a mim. Assim que acabou o almoço eu fui para o quarto descansar estava muito cansada por causa da viagem.

(...)

POV: CAMILA CABELLO

Acordei com meu despertador berrando do meu lado na cabeceira da cama. Ótimo esqueci de desligar ontem anoite na hora que vim me deitar. Bom meu nome é camila cabello, tenho 16 ano e estou no segundo ano do Colégio, moro com minha avó pois meus pais e minha irmã morrerão ano passado num acidente de carro. Minha avó me odeia, brigamos todos os dias pois ela acredita que eu sou a culpada pelo acidente de meus pais e irmã e por mais coisas fúteis como eu não arrumar um namorado rico e todo dia ela joga isso e muito mais coisas na Minha cara. Eu tenho muitos problemas um deles é depressão... Eu apenas queria ter ido no lugar de minha família, por que eu sei, que se não fosse eu sair naquele dia, nada disso teria acontecido. E eu me corto as vezes porque me dá uma sensação de paz, e alívio ele transfere a dor emocional para a dor física que é muito melhor do que a emocional que te pucha para um buraco sem fim de dor e sofrimento. Tenho duas amiga, chamada ally e Ash e elas é um anjo na Minha vida me ajuda quando preciso e está comigo em todas as horas, tenho outros amigos mas não sou tão apega a eles como sou com elas. Levantei da cama e fui fazer minha higiene matinal, tomei um banho e fui até o closet vestindo um vestido todo florido que ia até metade das minhas cochas. Como não ia sair mesmo fiquei descalço e com os cabelos amarrado em um coque no alto da cabeça. Sai do meu quarto rumo a cozinha, tomando meu café da manhã e indo em seguida pra sala quando ouço meu Telefone tocar, era a ally.

( oi ally - eu disse assim que atendi)

(Oi mila, to com saudades - ally disse com um tom de voz choroso, nunca ficamos tanto tempo sem nos ver.)

( eu também ally - eu disse sentando no sofá.)

  E assim passou minha manhã  e um pedaço da tarde, falei com a Ally por umas três horas seguidas, depois fui almoçar, almoçei sosinha pois minha avó tinha saído cedinho e ido resolver alguma coisa na empresa e depois ia sair com suas amigas para um café da tarde. E assim passei a tarde toda, vendo filmes e comendo porcarias.

já era por volta das 6:00 horas da tarde quando minha avó chegou do café da tarde com suas amigas. Quando começou a jogar na minha cara que todas as filhas de suas amigas estão namorando bons partidos, enquanto eu sou uma vagabunda que não presta nem para arrumar um namorado.

     -você é uma inútil camila - minha avó disse pela décima vez apontando o dedo na minha cara- não bastava arruinar a vida de sua mãe quando era viva, agora vem só pra me dar desgosto.

     -eu não arruinei a vida da minha mãe vovó - eu disse chorando, por sempre ela me culpar pela morte de minha família.

     -arruino sim!- disse ela gritando - você só da desgostos para as pessoas camila. É só pra isso que você presta sua doente.

     -chega, chega vovó eu não sou doente - eu disse gritando- Me diz Por que? por que você me odeia tanto, oque eu fiz pra você me odiar tanto vovó -eu disse limpando as lágrimas que teimava em cair.

     -nasceu, apenas isso que você fez pra mim te odiar tanto - ela disse friamente e com um olhar assassino pra mim - agora vá para o seu quarto você está de castigo, e me dá seu celular, ela disse estendendo sua mão para pegar meu celular.

     - toma - disse entregando o aparelho pra ela - e saiba que eu te odeio vovó, odeio - gritei a última palavra subindo as escada indo em direção ao meu quarto.

Já no meu quarto eu deitei em minha cama e comecei a chorar, chorar por eu ser fraca, uma idiota que nem a própria avó gosta, chorei por eu não ter ninguém além da ally  e ash a se importar comigo. Pensei em ligar para ally mas lembrei que Estava sem celular, então decidi ir visitar minha velha amiga no banheiro, a lâmina.

     - vovó tem razão eu sou uma inúltio mesmo - eu disse pra mim mesmo passando a lâmina no meu pulso, vendo vestígios de sangue escoregar por meus pulsos indo direto pro ralo da pia do banheiro.

E assim eu passei a noite, chorando me cortando e lembrando do quão inúltio eu sou. até que o cansaço emocional me venceu e eu me permitir deitar na cama e dormi, esperando não acordar nunca mais, e ir pra junto de minha família.

(...)

POV: LAUREN JAUREGUI

Acordei com a merda do meu celular tocando sem parar, mas que inferno. Peguei o celular e vi que era vero, tinha que ser.

( bom dia bela adormecido - ela disse assim que atendi)

( só se for pra você - eu disse seca, odiava acorda cedo - oque você quer?)

( amo o seu bom humor de manhã - ela disse debochada, me fazendo revirar os olhos - só liguei pra te avisar que em meia hora passo ai pra te buscar pra irmos pra escola, não se atrase tchal - ela disse e
Desligou na minha cara, mas.... que vagabunda.)

Assim que vero desligou eu levantei da cama e fui para o banheiro fazer minha higiene matinal. Saindo do banheiro logo em seguida fui até meu closet vestindo uma calça vermelha escura uma blusa preta de um banda de rock e meus cuturnos. Saíndo do  closet peguei minha bolsa e desci indo em direção a cozinha.

     - bom dia minha filha - meu pai disse assim que cheguei na cozinha - tudo bem?

     - bom dia papai e não, não estou bem - eu disse de mau humor, dando um beijo na bochecha dele. Odeio acordar cedo.

    - já vi que acordou de mau humor. - ele disse dando risada, e eu dei de ombros.

Depois dessa breve conversa eu e meu pai tomamos um café da manhã tranquilo, já que minha mãe já tinha saido e levado meus irmãos pra escola. Já  fazia uma semana que eu estava em Miami, me adaptando a minha nova vida de novo, as coisas aqui em casa contínua na mesma, minha mãe não fala comigo e passa a maior parte do tempo na empresa. Eu saí algumas vezes com meus irmãos, com vero e minha prima Ashley e me diverti bastante conhecendo lugares novos e matando um pouco da saudade que eu Estava deles. E bom pelo menos vou estudar junto de vero e minha prima, assim não irei ficar tão sozinha, já que não me socializo muito com as pessoas.

     - bom falta um mês para seu aniversário, oque gostaria de ganhar minha filha? - meu pai falo quebrando o silêncio.

     - a pai eu não sei, acho que um carro pra mim poder ir pra escola e dar algumas voltas por aí - eu disse com um tom de animação na voz.

     - É, seria uma boa, Depois da escola vamos ir até alguma concessionária - meu pai disse tomando de seu suco de laranja.

     - tudo bem, obrigado papai - eu disse escutando uma buzina do lado de fora - acho que é a vero.

     - vai lá, e boa sorte no seu primeiro dia de aula - meu pai disse me dando um beijo na bochecha

     - tudo bem, tchal papai, Amo você - eu disse saindo da cozinha.

Subi de novo até meu quarto pra escovar os dentes e deci as escadas em seguida pegando minha bolsa e meu celular encima do sofá.
Saindo de casa avistei o carro de vero estacionando em frente da garagem da minha casa. O carro dela era uma Ferrari Prata, simplismente linda. Deci alguns degraus da porta da minha casa e fui em direção ao carro de vero, e assim que entrei cumprimentei vero.

     - que cara de morte é essa em branquela - vero disse com seu bom humor matinal.

    - não enche vero, você sabe que eu odeio acordar sedo - falei seca, colocando o cinto.

     - tabom, não tá mais aqui quem falou - vero disse tirando sua jaqueta, e ligando o carro em seguida.

Vero não disse mais nada sobre eu estar de mau humor, seguindo pra escola. O caminho todo fomos conversando algumas  coisas aleatórias. Chegando enfrente a escola vi que era uma bela escola, grande, moderna e muito bonita por sinal. Mas eu não podia não reparar nas pessoas ao meu redor, tudo filhinho de papai, e sem contar com as roupas de grife que estavam usando apenas para ir pra escola. Eu não estava feia mais também não estava com roupas de grife. Descemos do carro depois de estacionar numa vaga em uma grande garagem com belos carros. Entramos na escola e era realmente linda, espaçosa e bem moderna. E Vero me levou até a secretaria para pegar meus horarios e a senha do meu armário.

POV: CAMILA CABELLO

Acordei com algumas batidas na porta. Otimo mais um dia nesse inferno de vida.

     - Sra. cabello, sua avó mandou eu te chamar, se não irá se atrasar para ir pra escola - Elisa disse depois de bater na porta outra vez.

      - tabom Elisa, já to indo - falei me espriguiçando na cama para logo levantar da cama.

Assim que levantei fui fazer minha higiene matinal. Tomei um banho bem quente pra ver se a preguiça vai embora. Saindo do banheiro Fui ao meu closet e peguei uma calça clara apertada, uma blusinha solta da cor azul bebê e minha bota de cano baixo e peguei minha mochila saindo do quarto, descendo as escadas e indo em direção a cozinha.

     - bom dia, Elisa - cumprimentei a governanta assim que cheguei na cozinha.

     - bom dia, Sra. Cabello - Elisa disse   me servindo de um  copo de suco de laranja e panquecas.

     - só tem ela aqui nessa cozinha camila? - minha avó falou sem olhar pra mim.

     - bom dia, pra senhora também vovó - falei com um tom de deboche, e ela bufou.

E assim acabou nosso pequeno diálogo. Assim que acabei de tomar meu café da manhã voltei ao banheiro pra escovar os dentes. Assim que deci fui direto pra garagem sem dar tchal pra minha avó. Entrei na garagem pra ver minha Ferrari vemelha meu chodozinho, entrei no carro e Saí de casa indo em direção a casa da ally, ela chegou hoje de madrugada da casa da avó dela que está doente e queria vela-la. E que dor de cabeça dos infernos é essa que eu to, meu DEUS, parece que minha cabeça vai explodir, que saco. Antes de chegar na casa da ally eu passei numa farmácia e comprei um analgésico pra minha dor de cabeça.
Chegando na casa da ally logo em seguida apertei o interfone, e Zélia a governanta da casa falou comigo.

- bom dia Sra. Cabello, a Sra. Ally já está descendo - disse Zélia com toda sua formalidade.

      - bom dia Zélia, tudo bem estou esperando aqui fora.

     - tudo bem, Tenha um bom dia.

      - a senhora também - falei pra Zélia e logo avistei ally saindo da casa dela.

Ela estava linda com um vistido vermelho apertado na cintura e em baixo mais solto e uma rasteirinha preta.

     -bom dia milaaaa - ally disse animada entrando no meu carro - tudo bem?

     -bom dia ally, que animação toda é essa, sonho com passarinhos azuis - eu disse dando um beijo na bochecha dela.

     - mais do que isso mila, sonhei com troy - disse ela com cara de boba apaixonada.

     - sabia! você devia ir falar com ele - falei saíndo da casa dela e indo em direção a escola.

     - a Mila você sabe que eu sou tímida - ela disse corada.

     - você e essa timidez - falei revirando os olhos e dando risada.

E assim foi nosso trajeto até a escola, conversando sobre coisas aleatórias, sobre as férias que ela passou em nova york com sua avó, e eu minhas desavenças com minha avó. Chegamos na escola por volta das 7:50, e já estava bem cheia, mais doque o normal. Tinha muita gente desconhecida também.
Estacionei meu carro numa vaga do lado do carro da Ashley, que é uma das minha amiga da escola. Eu e ally decemos do meu carro indo em direção ao grande portão da escola que dava acesso ao pátio.

     - nossa vocês virão os gatinhos que entraram esse ano, meu DEUS. - Ash disse chegando do meu lado se abanando com as mãos.

De onde essa criatura veio, meu DEUS. Pensei comigo.

     - sim - falei dando um abraço nela - e aposto que você já atacou algum novato né - eu disse dando risada com ally me acompanhado.

     - más é claro - Ash disse dando risada e abraçando ally logo em seguida.

    
     - vem cá, não é hoje que sua prima vem estudar aqui - ally perguntou com curiosidade.

     - caramba eu esqueci disso, eu vou ir procura-la - ash disse de olho no garoto novato que passou do nosso lado - Bom meninas já vou ir, nos vemos no intervalo - ash disse dando um beijo na Minha bochecha e na de ally.

     - tchal ash - eu e ally falamos juntas.

  Depois de ash ir atrás da prima dela eu e ally fomos até nossos armários, para pegar nossos materiais para a primeira aula, que era de história, nosso como eu odeio essa aula. E assim que pegamos nossos materiais fomos direto pra sala de aula pra ter a primeira aula.

(...)

POV: LAUREN JAUREGUI

  - ai está você - Ash disse vindo em minha direção assim que sai da secretaria - te procurei pela escola toda.

    - bom dia pra você também ash - vero disse debochada.

     - bom dia vero - ash disse falsamente.

    - bom vou deixar vocês ai, tenho aula agora, nos vemos depois branquela - vero disse.

     - tabom tchal, depois nos vemos - eu disse e vero saio logo em seguida.

    - bom dia, então já pegou seus horários e a senha do armário?- ash perguntou.

     - bom dia, sim vero me levou até lá, minha sala e a 07, você sabe qual é? - perguntei Pois não sabia onde era.

    - assim, é a sala da mila, vem eu te levo até lá - ash disse começando a andar - então, já falou com a Megan depois que voltou?

    - ainda não - disse dando de ombros.

Assim encerramos o assunto. Ash me levou até meu armário para pegar meu material dá primeira aula, que seria de história. Ótimo comecei bem, que saco. Chegando enfrente a sala ash me deixou lá dizendo que já estava atrasada pra aula dela. Ótimo o professor não chegou ainda. Assim fui entrar alguém veio correndo em minha direção e se esbarrando em mim, eu vai e derrubei todo meu material.
Aquilo me fez ficar morrendo de raiva.

    - mila - alguém gritou assim que a garota esbarrou em mim.

 

  - porra você não enxerga não -  falei irritada levantando Do chão.

    - desculpa eu não tevi, sua grossa - agarota disse com o tom de voz irritado também e com a voz meio imbargada.

Assim que fiquei de pé eu já estava morrendo de raiva e ia acabar com a raça dequela garota, quem ela pensava que era pra me chamar de grossa. Mas assim que olhei em seus olhos ficou tudo em câmera lenta, eu não consegui fazer nada, apenas olhar a bela garota que esbarrou em mim. Ela era Linda pele morena, aposto que era Latina pois seus traço são fortes, cabelos num to de castanho escuro ondulados nas pontas, ela era magra mas tinha belas curvas, mas oque me chamou a atenção foi os olhos de tom castanho escuro, parecendo chocolates. Meu peito se aperto assim que vi que ela estava com os olhos marejados. Sai do transe que eu estava assim que ela saio da minha frente chorando. E varias perguntas rodarão minha mente, será que foi por minha causa? Por que ela estava chorando? Muitas perguntas me veio a Cabeça, mais eu não tinha respostas.  Entao Fiz oque meu coração mandou. Eu segui a garota que estava chorando, pra sabe-se lá aonde ela estava indo.

      POV: CAMILA CABELLO

Assim que chegamos na sala de aula vimos keana e seu bando de piriguetes. Elas estavam sentadas no meu lugar e da ally, ver àquilo me fez ficar morrendo de raiva.

    - deixa elas pra lá mila, vamos sentar mais pro fundo - ally disse segurando meu ombro.

     - não ally, essa garota já  tá me tirando do sério - eu disse indo em  direção a elas.

Estava a dois passos delas quando keana me vio e se levantou da minha carteira, ela estava com o tipico sorrisinho debochado nos lábios.

    - bom dia, camilinha como vai? - disse ela, forçando um sorriso.

    - keana não se faça de boazinha, que comigo não cola - eu disse irritada pelo jeito que ela me chamou - e dá pra você e seu bandinho dar licença do meu lugar e do da ally.

    - nossa camilinha como você tá estressada hoje, oque foi ? A vovó deixou você de castigo - disse ela debochando da minha cara, fazendo seus amigos darem risada.

    - keana eu já disse, dá licença e Me deixa sentar no meu lugar, eu não vou falar de novo.

Nesse momento todos da sala já estavam com a atenção voltada pra mim e keana.

    - deixa pra lá mila, vamos pra outro lugar - ally disse no meu ouvido, tentando me fazer mudar de ideia.

    - aé? e você vai fazer oque? Provocar minha morte, assim como fez com sua família - ela disse com um sorrisinho no rosto - oque foi camilinha? Vai me dizer que não foi por sua causa que eles morrerão

Nessa hora meus olhos se encherão de lágrimas, falar da minha família me deixa assim, sem chão, fraca e com um aperto no peito, e ainda mais se as pessoas culpar você pela morte de sua família, que você tanto ama.

    - você não pode falar isso, por que você não sabe oque aconteceu de verdade - ally disse tentando me defender.

    - ela está certa ally, era eu quem estava na quela delegácia, se eles não tivessem ido até lá pra me soltar, eles nunca teriam entrado naquele maldito carro e não teriam morrido - eu disse chorando.

Sem dizer mais nada eu sai correndo em direção a porta, eu queria sair daquele lugar, ficar longe dessas pessoas nojentas, que gostão de humilhar as pessoas para se sentirem melhores. Mas parece que eu não estava com tanta sorte e esbarrei em alguém.

    - mila - ally gritou assim que vio que eu tinha esbarrado em alguém e caído no chão.

     - porra Você não enxerga não - a garota falou irritada, levantando do chão. Ela tinha uma voz meio rouca, linda. Que me arrepiou dos pés a cabeça.

    - desculpa eu não tevi, sua grossa - eu disse irritada também e com a voz meio imbargada pelo choro.

Assim que a garota se pois de pé pronta pra rebater minha grosseria parece que ela paralisou no lugar, e eu não fique diferente, assim que pude enxergar melhor seu rosto meu mundo parou. Ela tinha os olhos lindo, os mais lindos que já vi na minha vida. Sem comparar ela era dona de uma beleza invejável, pele bem branca com os cabelos da cor preta e aqueles olhos de tirarem o fôlego. ficamos nos encarando por longos segundos, até  que eu lembrei do por que eu ia saindo da sala, meus olhos se encherão de lágrimas de novo e sem pensar duas vezes eu sai da sala, sem olhar pra trás. Eu fui até o banheiro, aonde não teria ninguém já que estavam em horário de aula me trancando em uma das cabines. E deixei que as lágrimas saíssem sem pudor algum. Foi quando eu ouvi a Porta do banheiro sendo aberta eu continuei chorando más um choro silencioso, eu não precisava da pena de ninguém e pra não bastar esculto aquela voz rouca de novo.

    - você está bem? - ela pergunta do lado de fora da cabine.

    - o que você acha - falei seca. Eu não precisava dela e nem da pena dela.

    - eu acho que não. Você quer conversar? - ela perguntou com um tom de preocupação na voz.

Eu levantei do chão da cabine e abri a porta, dando de cara com aqueles olhos estupidamente lindos. Mas eu não tava pra conversa, eu só queria ficar sozinha.

    - por que? Não finja que você se importa, você nem ao menos me conhece - falei rude.

    - eu só queria saber se você estava bem - ela disse ficando irritada.

    - eu vou ficar, quando você sair daqui, e me deixar em paz - falei indo lavar meu rosto.

     - você é uma idiota, eu só queria te ajudar. Não melhor, eu sou a idiota por ter vindo atrás de você - ela disse já bem irritada.

    - eu não preciso da sua ajuda, e não pedi pra você vir atrás de mim.- falei  Me virando pra encarar aquele par de olhos verdes, lindos.

Nos encaramos por alguns segundo até ela me dar as costas e sair pela porta. E assim que ela saio eu esperei um pouco e fui logo atrás, eu não podia mais matar aula, por que se eu ganhar outra advertência é capaz da minha avó me matar. Assim que cheguei na sala eu chamei a professora que estava passando algo na losa pros alunos que estavam presentes.

     - com licença professora, posso entrar? - perguntei chamando a atenção dos alunos.

     - atrasada de novo Sra. cabello - ela disse me fazendo abaixar a cabeça - pode entrar mas não quero que isso se repita.

Eu apenas assenti e entrei na sala, indo em direção a ally que tinha guardado uma carteira ao seu lado pra mim. E assim passou as aulas antes do intervalo, chatas. E a garota dos olhos verdes que não parava de me olhar, eu nem ousei olhar pra trás nenhuma vez por que eu sabia que ela estária olhando. Assim que o sinal tocou eu sai arrastando a ally pra cantina pois não aquentava mais de fome. Entramos no refeitório e encontramos ash e nossos amigos sentados na nossa mesa. Eu e ally fomos pegar nossos lanches e seguimos até nossa mesa.

  - bom dia mila, bom dia ally - todos comprimentaram eu e Ally em coro.

    - bom dia - eu e ally respondemos juntas também.

logo engatamos em uma conversa sobre os novatos, e logo o Austin veio até mim. Ele gosta de mim pois já se declarou pra mim uma vez, mas eu só gosto dele como amigo, mas ele continua insistindo, mesmo eu falando que não gostava dele como ele gostava de mim.

    - oi mila - ele disse meio corado por estar falando comigo.

    - oi Aust - eu disse me virando pra falar com ele, mas encontrei um par de olhos verdes vindo em nossa direção e parando do meu lado na mesa.

     - laur, vero esses são meus amigos Camila - apontou pra mim - ally , austin, troy, Keaton, normani e Dinah - apontou pra cada um, quando o nome foi dito - e gente essa é minha prima lauren e sua amiga Verônica.

     - oi lauren - todos disseramao mesmo tempo, menos eu.

     - oi - ela disse e se virou pra mim.

    - iae galera, será que dá pra gente sentar aqui com vocês - verônica amiga de lauren que falou.

    - claro, sentem ai - ally disse indo mais pro lado, dando lugar para lauren sentar ao meu lado.

     - então mila - austin me chamou - é... vai estreiar um filme no cinema muito interessante nesse final de semana, e eu queria saber se você que ir comigo, más como amigos mesmo.

    - há... talvez, eu tenho que ver se não tenho nenhum compromisso, você sabe como minha avó é - eu disse pra ele, vendo ele mudar a expressão de animado pra triste - mas eu acho que não tenho nenhum compromisso não - eu disse vendo ele ficar animado de novo. Eu não queria que ela tivesse esperança mas também não queria ver ele triste, afinal ele era meu amigo.

E assim passou o intervalo, todo mundo conversando coisas aleatórias e com lauren me fuzilando quando eu falava com Austin. Eu em, que menina doida. E assim que acabou o intervalo todos foram para suas salas. Menos eu e ash que saio me arrastando pro banheiro.

    - pode ir contando tudo - ash disse com curiosidade.

    - sobre oque? - me fiz de desentendida, mesmo sabendo do que se tratava.

    - você sabe doque, minha prima ficou te olhando o intervalo todo.

    - não foi o intervalo todo, e não me pergunta por que ela estáva me olhando por que eu não sei - eu falei querendo acabar logo com aquele assunto.

    - hum, vou fingir que acredito em você, mas eu to de olho em você em mila - disse ela sorrindo Largo.

    - pode ficar, não tenho nada a esconder mesmo.

E assim encerramos o assunto. Saímos do banheiro e cada uma foi pra sua sala. Chegando na sala ally me olhou com um olhar questionador, e eu apenas disse que depois agente conversava. E assim seguio o restante da manhã, com aulas chatas e uma discussão da lauren com o professor de biologia, por que ela não queria se apresentar pros alunos lá na frente da sala. Não vou mentir eu dei boas risadas com a discussão deles, mas fiquei meio preocupada pois ela teve que ir pra direção falar com o Sr. Dualibi que é  o nosso diretor. Assim que o sinal toco eu fui a primeira a sair da sala com a ally, eu queria ir embora logo e assim que saímos da escola fomos direto pra minha casa.

(...)

POV: LAUREN JAUREGUI

Dá pra acreditar eu tomei advertência só por que eu discuti com o professor por que eu não queria me apresentar na frente da sala toda, aí que raiva. Eu estava rezando pra ninguém se esbarrar em mim, se não era capaz de eu dar uma surra no idiota. Falando em idiota que garotinha mimada é aquela que eu esbarrei hoje mais sedo. Eu fui ir ajudar e ainda levei patada, eu sou uma idiota mesmo, mas não vou mentir não, ela fica linda toda irritadinha, não sei por que, mais algo nela me atraí, talvez seja a beleza mas acho difícil, não que ela não seja bonita. Mas foi algo nos olhos dela que me atraiu, eles expressão tanta coisa, como dor, raiva e principalmente culpa e mágoa. Eu não sei definir. Más eu admito eu fiquei encarando ela as aulas e o intervalo inteiro. Eu queria saber mais dela, descobrir suas fraquezas seus demônios e tudo oque a atormenta. Más isso é idiotice, eu mal a conheço e acho difícil de isso acontecer pois somos muito diferentes.

      - ei branquela onde você tava - vero perguntou assim que cheguei perto do seu carro, depois de sair da sala do diretor.

    - tava na direção, discuti com um professor babaca e peguei uma advertência - eu disse chutando o chão - droga.

    - eu sabia que você ia arranjar briga no seu primeiro dia de aula - vero falo dando risada.

    - ai vero como você é engraçada, olha to até com dor de bariga de tanto dar risada - eu disse irritada, fazendo ela rir mais ainda.

     - não tá mais aqui quem falo - ela disse levantado os braços em sinal de rendição - agora vamos embora, tenho que ir na Lucy ainda hoje.

Eu não disse mais nada, apenas entre o no carro e me acomodei no banco. Vero me deixou em casa e foi pra casa dá Lucy e eu como estava morrendo de sono apenas tomei um banho e apaguei na cama, hoje o dia foi cheio. E assim que fechei os olhos um par de olhos castanho veio em minha mente, e assim dormi com um sorriso no rosto.

(...)


Notas Finais


Gostarão? Comentem pra mim saber se posso postar outro capítulo....

Obrigado por ler!!


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