História Love. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aiden, Lemon, Sexo, Tomás, Yaoi
Visualizações 60
Palavras 3.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora para postar um novo capítulo.
Acabou de sair do forno, com o ritmo mais leve.
As palavras em negrito na maior parte das vezes são mensagens que os personagens trocam, menos a última que é um pensamento.
Espero que gostem e boa leitura.
Fique atentos nas notas finais. =P

Capítulo 3 - Primeiro Encontro.


- Você o ama? –Lexus era o melhor amigo de Tomas na faculdade e cursava fisioterapia, tinha uma pele morena, não tinha dotes que chamavam atenção, na verdade, cobria todo corpo com uma blusa roxa velha, acompanhado de moletom escuro e tênis velhos. Eles se conheceram logo quando chegaram, não conhecendo nada sobre o universo acadêmico e acabaram por descobrirem juntos.

Tomas esfregou os lábios, desviando os olhos escuros pelo refeitório repleto de alunos, buscando alguma forma de escapar dos castanhos claros que caíam sobre si.

- Jack? –Perguntou fazendo uma careta e cruzando os dedos sobre a mesa, respirando fundo enquanto sentia manchas de suor escorrem do rosto e pingarem na mesa, pelo calor que sentia na temperatura alta, após sair da aula de futebol. O amigo simplesmente o fuzilou com as íris, querendo acabar com os rodeios do amigo.

- Sabe muito bem de quem estou falando... –Lexus passou a língua nos lábios e acabou fitando uma garota branca que passava, centrado nas nádegas chamativas que tinha.  O moreno que estava sentado em sua frente subiu a perna e chutou-o no joelho. –Aí! –Escapou um bufar. –Não é todo mundo que tem um amante aqui... –Tomas preparou para rebater. –Lá vem lorota.

- Jack é meu namorado. –Disse firme na defesa, entrelaçando as pernas e juntando os lábios em um bico. –Aiden apenas... Supre minhas necessidades sexuais. –Mentiu, escondendo o fato de gostar do maior.

- Foder com ele dentro do banheiro da faculdade também está no ‘’suprir suas necessidades’’? –Ergueu as sobrancelhas, continuando tentando abrir à visão do companheiro sobre onde estava indo.

- Não fale em voz alta! –Tomas gritou, atraindo atenção de meninas que passavam, esperando-as passar para que continuasse. –Lex, a culpa não é minha se ele... –Mordendo o lábio inferior, apoiou um dos cotovelos na mesa e descansou o queixo no punho. –Bonito. Charmoso. Inteligente. Sexy. –Sorriu ladino, pausando em cada parte antes de soltar um suspirar apaixonado. –Amor é uma palavra poderosa, mas... –Fitou o moreno. –O que sinto por ele parece estar crescendo mais cada vez...

Lexus negou com a cabeça após assistir Jack aparecer atrás do namorado, escutando toda metade da fala. O loiro sentiu o coração aquecer, achando fielmente que Tomas estava falando de si para o amigo, acabando por sorrir e apoiar as mãos nos ombros do rapaz que comentava e saltou com o contato repentino.

- Fico feliz que sinta tudo isso por mim. –Jack indagou sorridente, despejando um beijo breve na bochecha de Tomas, que corou e morreu de vergonha.

Não estava falando de você. –Foi o que pensou.

- Tomas não para de falar de ti. –Lexus provocou, atraindo atenção do casal. –O romance dos dois é uma inspiração.

- Espero que encontre uma mulher que te faça feliz, Lex. –Jack desejou, querendo bem quem se importava com o moreno que amava. –Tive sorte de pescar esse daqui. –Se referiu ao namorado, andando para trás e enfiando as mãos nos bolsos do jaleco, sendo chamado por uma menina loira. –Passei aqui para ver como estava amor. –Tomas suava frio. –Irei combinar um trabalho, o vejo depois! –Correu na direção da moça que o acompanhou até a saída.

O traidor suspirou e desceu os braços para as coxas.

- Porra! –Brandiu descontente. –O que foi isso, Lex? –Perguntou exaltado, cerrando os dentes, o amigo caiu na gargalhada. –Minha situação já estava boa, agora...

- A culpa não é minha se aceita ser amante de alguém casado. –Lexus alfinetava sem rodeios. –Aceitando ser segunda opção quando Jack o trata como primeira.

- Sabe muito bem porque estou com ele. –Tomas respirou fundo, evitando ficar nervoso.

- Não justifica transar com um homem casado. –Lex deu um sorrisinho, sem perder a razão do que dizia. –Vai chegar um momento que terá que decidir. –Levantou da mesa repentinamente, olhando para os lados. –Não se brinca com os sentimentos de outras pessoas assim. –Comentou e saiu andando para saída, deixando o menor parado sozinho.

Primeiramente a solidão o fez xingar todos os deuses e pessoas que se encontravam na bagunça que havia se tornado a vida que levará, em seguida, puxou o celular do bolso e checou as mensagens que recebeu de colegas de trabalho e do trampo que fazia nos finais de semana, achando entre elas dizeres do amante.

‘’Sinto sua falta’’. –A.

Um sorriso perpetuou os lábios de Tomas, que se sentiu parecido com uma garotinha acabando de ganhar uma cartinha na quinta série.

‘’Também. Queria abraçá-lo’’. –T.

O jovem verificou o horário e percebeu estar atrasado para aula, que seria em classe. Não estava com vontade de ir discutir sobre Direitos Humanos depois de suar igual um porco em atividade física, portanto pegou a mochila do chão e retirou-se do refeitório, andando pelos corredores no intuito de ir para os portões, vazar para casa.

Uma música começou a tocar e notou que se tratava do aparelho celular, que pegou e atentou rapidamente, sem nem ver quem o tinha ligado.

- É verdade que gostaria de me abraçar? –Uma voz grossa perguntou-lhe e logo identificou quem era. –Raro os momentos que se abre comigo.

- Hey, Aiden... –Falou passando dos portões e seguindo andando pela rua. –Depois da aventura no banheiro, não nos vimos mais...  –Mordeu o lábio inferior. –Um abraço seu seria bem-vindo sempre.

Uma risada abafada foi ouvida do outro lado.

- Gosto de você, Tomas. –O maior pronunciou descontraído. –Sabe disso. –Completou sem dar tempo de o menor dizer algo. –Meu trabalho exigiu muito de mim nas últimas duas semanas...

- Entendo. –Respondeu já o interrompendo. –Faculdade e os trabalhos me puxaram tempo também.

Tomas atravessou uma avenida e sentou numa cadeira aleatória, com outras pessoas ao redor, esperando no ponto de ônibus um veículo.

- Topa um jantar? –Aiden perguntou nervoso, em partes, com medo da resposta que receberia, nunca tendo total certeza quando se tratava do amante.

- Nós nunca jantamos. –Tomas estranhou, apertando o aparelho contra orelha esquerda, observando qualquer comportamento suspeito, afinal odiava andar com o celular visível em lugares públicos. –Por que agora?

- Estamos ficando faz um período... –Iniciou de modo calmo, ansiando pela resposta. –Conversar além das mensagens seria uma boa.

O ônibus que pegava finalmente havia chegado.

- Ok, pegando o busão para ir para casa. –Disse de modo atento, entrando na fila que se formou para subir, pegando o passe de estudante.

- Te pego às vinte duas horas e quarenta minutos. –Notou que o menor estava com pressa. –Beijo, até logo.

- Até. –Tomas respondeu e desligou, guardando o celular no short preto.

Os minutos correram depois que cortaram o telefonema, o garoto colocou fones de ouvido e sentou no fundão do ônibus, escutando som enquanto ouvia melodias fracas internacionais, batendo um dos pés.

‘’Fico encantado toda vez que escuto sua voz’’. –A.

‘’Aguardando ansiosamente para lhe ver’’. –A.

O estudante de Educação Física riu abobalhado, vendo as duas mensagens chegarem à tela, esticando os lábios e não conseguindo desfazer o sorriso que iluminou o rosto.

‘’Estou animado’’. –T.

Mandou e logo desfez toda aquela sensação tranquila e feliz quando viu Jack enviar uma mensagem.

‘’Te amo. Imagino que deva saber disso, certo? Escutá-lo falar de mim daquela maneira abriu meus olhos para o que realmente somos. Uma semente de dúvida morou comigo depois de semanas estando ao seu lado, afinal nunca dividimos nossos corpos nas chamas quentes do amor. Sei que posso incomodá-lo na maioria das vezes e enchê-lo o saco e claro que sou grudento. Fomos amigos antes de sermos namorados. Pode ser cedo ou não... Mas sinto que estamos subindo degraus. Você trabalha e estuda, enquanto sou bancado pela minha família protetora, falta pouco para nos formarmos e quero te convidar no final de semana para uma viagem. És importante na minha vida e não consigo me ver sem ti. Foi graças à sua presença que superei traços da depressão que carrego depois de ter sido traído no relacionamento anterior. Vou amá-lo até o final dos dias. O amor como jamais amarei alguém. Tenho um pedido para fazê-lo na viagem. Bom, acho que já falei demais, certo? Não consegui dizer o que gostaria em sua cara, contudo espero encantá-lo com minhas humildes palavras. Boa noite, amor’’. –J.

Tomas arregalou os olhos e sentiu um baque forte, devorando cada linha de texto e sentindo a garganta queimar com angustia. O moreno odiava a culpa de traí-lo, ainda mais pelos dizeres humildes e amorosos que afundavam seu coração e davam-lhe uma imensa vontade de chorar. Toda alegria que veio de primeiro encontro com o amante foram pelo ralo, sendo sugado o ânimo e brotando dúvidas do pedido especial que o namorado poderia pedir. Suspeitou ser pedido de casamento e sabia que não poderia aceitar, porém não veria modo de recusar.

- Deus, você deve conspirar contra minha pessoa. –Murmurou derrotado, elevando o tronco e apertando o botão revelando à parada e descendo em frente à própria casa, adentrando-a com a chave.

Jogou no simples sofá a bolsa que carregava e olhou ao redor para os cômodos, achando cozinha que fazia divisa com a sala e duas portas nos fundos, levando ao banheiro grande e quarto médio. Não tardou para tomar banho e trocar de roupas, com certa pressa pelo horário corrido que chegou.

- Me sinto tão nervoso. –Ajeitou a camisa de botões azul e fechou o zíper da calça social preta que colocou, calçando tênis mais neutros e penteando os fios negros de cabelo para o lado. Mantinha receio com a mensagem que recebeu do namorado, mas resolveu não pensar muito ou acabaria não saindo e queria muito, precisava, na verdade.

‘’Como estou?’’. –T.

Tirou uma foto no espelho e mandou para o melhor amigo, aproveitando o tempo de espera para se perfumar e ir para fora de casa, sentando na calçada e esperando pela chegada do homem que lhe convidou.

‘’Puta’’. –L.

Revirou os olhos com a resposta de Lexus e desligou o celular, logo vendo um carro de porte grande chegar e estacionar. O vidro desceu e revelou o esbelto rosto cheio de masculinidade, as íris cinza claras que reluziam na escuridão da noite e lábios carnudos que pareciam tremer de ansiedade aparente, podendo ver um pedaço da blusa vermelha folgada. Aiden havia se arrumado ao máximo que conseguia, entretanto os fios encaracolados permaneciam enrolados e definhados.

- Você está... –Aiden percorreu os olhos no corpo do jovem e sorriu, pousando as mãos no volante. –Exuberante. –Soltou, sendo sincero. –Devíamos nos encontrar mais vezes.

Tomas encheu os pulmões de ar e caminhou até a porta, abrindo e sentando no banco ao lado do passageiro, fechando a porta e pendendo a cabeça para fitá-lo no rosto, concentrando nos traços que o atraíam.

- Não me mime assim. –Brincou, querendo quebrar o clima e não ficar constrangido. –Gostei de blusa.

Aiden retirou o cinto de proteção e apoiou as duas mãos nas bochechas magras do moreno, aproximando os lábios e os colando em um beijo quente e cálido, que fora correspondido no mesmo momento. Tomas sentiu borboletas no estômago e suspirou de prazer, aprofundando e intensificando o ato após colocar uma das mãos na nuca do mais velho, enrolando os dedos nos fios castanhos e puxando-o para si.

A temperatura aumentou no interior do carro e ambos se separaram apenas quando o ar faltou.

- Cheiroso. –Aiden reparou no cheiro peculiar na pele do mais novo, inclinando-se de volta no banco e colocando o cinto, preparando e ligando o carro, saindo do lugar. –A blusa foi a única coisa que gostou?

- Não sou bom com elogios...  –Rebateu em um tom baixo, abaixando a cabeça e ajeitando o traseiro no banco. –Gostei de todo conjunto. –Olhou-o com o canto dos olhos. –Seu sorriso, o modo nervoso que me fitou quando me viu nervoso, as íris se iluminando ao separar nossos lábios... Tudo lhe deixa atraente. –Aumentou o tom de voz. –Sua boca está mais saborosa.

O maior ocultou que havia curtido ouvi-lo nos raros momentos que soltava palavras carinhosas e relaxou os ombros, notando que o moreno não tinha colocado o cinto ainda e já estavam andando no carro.

- Como andam as coisas na faculdade? –Questionou avoado, dando atenção ao pequeno transito, encolhendo um restaurante não muito distante, porém desconhecido para não encontrarem conhecidos.

- Notas na média. Palestras chatas terminaram. Provas finais perto. –Murmurou cruzando os braços e olhando para janela perto de si. –Nada de interessante. –Resmungou e logo lhe lançou um olhar. –O trabalho?

- Mantém minha mente ocupada o dia todo. –Comentou virando uma rua, dando a seta. –Tenho o período da noite para descansar, contudo chego cansado em casa e capoto. –Arrancou risadas do acompanhante. –Verdade.

- Acredito. –Permaneceu risonho o universitário. –Mégara, como ela está? –Sabia que entraria em um campo minado, mas quis arriscar.

Aiden engoliu seco.

- Quase não paro em casa... –Sussurrou como se fosse um segredo. –Bem, creio eu. –Pausou e fitou-o pelo retrovisor, respirando fundo. –E o Jack?

Foi à vez de Tomas engolir seco.

- Nosso relacionamento está bem. –Tentou não entrar em detalhes. –Ele é amoroso e carinhoso. –Apertando os lábios, Harrison concentrou-se em não trocar olhares. –Assistimos filmes no dia da palestra.

- Só, filmes? –Aiden mostrou preocupação e desconfiança.

- Sim. –Tomas falou no mesmo segundo.

A noite parecia cobrir todo ambiente no céu que sucumbia às estrelas brilhantes que iluminavam os olhos dos humanos. O casal de amantes ficou em silêncio apreciando da beleza que eram as poucas lojas abertas e estacionaram próximos da onde desceram.

Aiden checou a mesa que resolveu e foi sentar no ambiente perto da janela, onde tinha preferência, pois conseguia admirar o jardim dos fundos e mirar as íris cinza para o céu. Tomas sentou em sua frente e se ajeitou na medida do possível, sendo o restaurante mais chique que entrou em toda vida. O ambiente era cheio de cores claras e tinha velas espalhadas, junto com garçons prestativos que atendiam rápidos.

- Dois drinks e o especial da casa para nós dois. –O maior ordenou o garçom que saiu andando em passos rápidos para cozinha. –Achou agradável o lugar?

- Chique demais... –Respondeu remexendo-se na cadeira, dando um sorriso fraco. –Mas é um bom lugar. –Havia gostado, mesmo não sendo o tipo de ambiente que apreciasse. –Quando falamos de nossos relacionamentos parece que o clima fica estranho entre nós... –Colocou as mãos na toalha que cobria a mesa. –Nós... Isso é estranho também. –Riu do próprio comentário.

- Queria tê-lo conhecido antes de me casar. –Aiden disse num tom sério, mantendo os olhos vidrados dos pretos de Tomas, que se calou e viu que não era hora de piadas. –Passo o dia todo trabalhando e quando chego em casa sou obrigado a escutar minha mulher reclamar do dia cheio de glamour dela. –Esfregou os lábios. –O tempo que passo contigo é relaxante e me faz bem... –Respirou fundo mais uma vez, apoiando as mãos na mesa e escorregando os dedos até conseguir alcançar os do mais novo. –Não falo só do sexo. –Entrelaçou as falanges. –Penso em me separar da Mégara e viver minha vida com você.

Tomas olhou para as mãos e depois para o homem que fazia aquela declaração, com a boca aberta em um perfeito ‘’o’’.

- Isso é loucura. –Disse inacreditável. –Casamento é...

- Amo você. –Aiden o interrompeu, afastando os dedos e olhando ao redor, estando na mesa que não dava campo de visão as outras. –Desde o dia que nos conhecemos... –Pausou para morder o lábio. –Pense no que estou te dizendo.

O moreno fitou o dedo anelar que havia uma aliança de quando foi pedido em namoro e sentiu o coração bombear uma quantidade maior de sangue, que pulsava todo interior.

- Não transei com Jack... –Sussurrou, esboçando um sorriso simples para tentar conter as emoções afloradas. –Tenho que ajeitar minha vida antes de querer entrar em outro relacionamento.

- Leve o tempo que precisar, Tomas... –O empresário mantinha calma na voz, mesmo estando explodindo por dentro. –Estarei esperando por você.

O universitário refletiu nas palavras e olhou-o confiante antes de ver se o garçom vinha e ao constatar que não, desceu a mesa sem aviso nenhum, sendo escondido pelo pano vermelho que escondia a madeira da mesa. Tomas ficou com a cabeça entre as pernas do maior e afastou-as, abrindo sem pressa a calça e abaixando-a, encarando com os olhos escuros o tecido mole da cueca branca que o maior vestia.

- Merda... –Praguejou Aiden, respirando profundamente enquanto via o garçom se aproximar da mesa com duas taças e colocá-las na mesa.

- Vão querer mais alguma, senhor? –O trabalhador procurou pelo acompanhante e juntou as sobrancelhas ao não vê-lo, balançando os ombros e achando ter ido ao banheiro, focando na feição do empresário.

A peça íntima desceu fazendo companhia a calça, revelando o membro meia-bomba escondido nas vestimentas inferiores. Tomas colocou a língua para fora da boca e logo espremeu apressadamente a glande do pênis, sugando-o e degustando do gosto que se apoderou da língua após chupá-lo, fazendo movimentos circulares, explorando toda extensão que estava dentro da boca.

- Não precisamos de... –Aiden levou uma das mãos para baixo da mesa e forçou um sorriso nervoso, controlando a vontade que dera de gemer. O atendente assistia aquela reação com estranhamento. –Nada.

- Certeza, senhor? –O garçom apertou os lábios e notou o suor excessivo, avançando alguns passos para frente, ficando ao lado da mesa. –Quer que eu aumente o ar condicionado? –Pausou.

O vai e vem do crânio prosseguiu, alcançando maiores proporções da carne grossa, fazendo uma sucção potente na medida em quê Aiden enrolava os dedos nos fios negros de Tomas e o fazia engolir todo pau e depois colocá-lo para fora, viciado em fazê-lo provar tudo novamente, suspirando.

- Estou... –Disse sem certeza, mordendo o lábio inferior e segurando um gemido na garganta quando o menor estocou o membro na garganta repentinas vezes. As íris cinza habituais expressavam desejo e luxúria. –Bem.

- Vou pegar os pratos. –Indagou o garçom estranhado, saindo para cozinha.

Aiden despejou os dedos nas laterais da cabeça de Tomas e investiu até o talo no menino, entorpecendo-se de prazer ao enfiar o pau mais fundo no jovem universitário, não controlando mais os sons providos das sensações que faziam o coração acelerar. O empresário resolveu afastar o membro da boca e bater uma punheta rápida antes de encher os lábios do amante de gozo, dando um urro e esfregando a cabecinha do fálus nas bochechas rosadas abaixo de si.

Ambos se ajeitaram e Tomas sentou na cadeira mais uma vez, limpando a sujeira que ficou no rosto com um guardanapo da mesa. Sorriu maliciosamente para o maior e engoliu o esperma que conseguiu, vendo o atendente chegar.

- Especial da casa. –Colocou os pratos na mesa e olhou de um para outro. –Bom apetite. –Parou ao notar o canto do lábio superior de Tomas sujo. –Tem uma sujeira aí... –Murmurou saindo.

Tomas corou e passou a língua no lábio, provando do gozo e rindo.

- Fica me provocando em público... –Aiden estreitou os olhos, porém não esconderia que amou ser chupado no restaurante, pegando o garfo e faca e provando do macarrão.

- Você gostou. –Respondeu convencido, sentindo mais fome e comendo. –Primeiro encontro nosso agora vai ser inesquecível... –Brincou escondendo as íris negras no prato.

Aiden admirou cada movimento do jovem enquanto comia, esticando os lábios.

- Os momentos que passo contigo são inesquecíveis, Tomas. Cada dia sem ver você parece ser uma eternidade incompleta, cujo não quero continuar vivendo. –Empresário iniciou, revelando os sentimentos que tinha. –Obrigado por me deixar amá-lo.

...

- Eu que devo agradecê-lo por me amar. –Pensou.

O menor sorriu e voltou a comer.


Notas Finais


Introduzi mais um personagem na estória, como podem ter percebido e acho que pode ser de grande ajuda nos próximos capítulos como a voz na consciência de Tomas. O que acharam dele? (Lexus-Lex).
Então gente, os dois primeiros capítulos foram todos fogosos, mas esse realmente foi mais leve com relação ao sexo. Peço para que tenham paciência, pois estou tentando contar uma estória com envolvimento de muito lemon, mas nem todo capítulo é possível.
Deu para entender um pouco da relação Tomas/Jack e Tomas/Aiden?
Obrigado por lerem e desejo que não me abandonem até o próximo capítulo.
Comentários são sempre bem-vindos!


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