História Love and Hate - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Gay, Lgbt, Romance
Exibições 13
Palavras 1.913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


oioi

Capítulo 3 - Jealous? Maybe


Fanfic / Fanfiction Love and Hate - Capítulo 3 - Jealous? Maybe

Depois de toda aquela pegação no banheiro, voltamos pra sala, e toda vez que eu olhava de canto pra ele, ele estava me encarando, e quando ele percebia que eu estava o olhando ele corava, e abaixava a cabeça, como se estivesse dormindo, depois da aula a Kassia, que eu descobri o nome quando perguntei para a mesma menina que tinha a arrastado para longe, me esperava na porta da sala, e fomos em silêncio até minha casa.

Quando cheguei na frente da minha casa, fui destrancar a porta, para entrar na mesma, e percebi que ela estava destrancada, e só duas pessoas tinham a chave além de mim e da minha mãe, o Ken e o Akira, bem não poderia ser o Akira, porque  toda terça ele tem treino depois da aula, e nem Ken porque ele estava em Los Angeles. Antes de entrar vi o Henry chegando junto com o amigo idiota dele, acho que se chama Oliver, ele me encarou por alguns segundos e percebeu a menina do meu lado, vi ele fazer uma cara de surpresa, percebi que ele viria em nossa direção se o amigo dele não o acordasse do transe.

Voltando para o mistério da porta aberta, eu entrei na mesma, e quando estávamos na frente da escada vi um vulto pular da mesma, acho que o alvo era eu, mas acabou acertando a menina de cabelo azul atrás de mim, que deu um gritinho pelo susto. Quando fui olhar quem era, não acreditei quem era, era o Ken, quase me atirei em cima dos dois, mas ele estava quase mais vermelho que um pimentão, e encarava a Kassia, que também estava vermelha. O puxei para um abraço, estava morrendo de saudades.

-SEU PUTO- gritei ainda o abraçando- PENSEI QUE TINHA SE ESQUECIDO DE MIM!- berrei de novo, Kassia nos olhava como se fossemos loucos, não que fossemos normais também..

-Nunca me esqueceria de você pirralho- sim ele era dois malditos anos mais velho que eu, e estava no seu primeiro ano da faculdade.

-Mas então quando você volta pra L.A?- perguntei já ficando melancólico.

-Que isso menino, mal cheguei e já quer me botar pra fora- ele disse tentando parecer irritado- Dessa vez não tem volta, resolvi ficar por aqui- ele disse sorrindo, quando consegui processar a informação, me atirei em cima dele.

-NÃO ACREDITO SEU DESGRAÇADO- eu estava muito feliz, meu melhor amigo desde sempre tinha voltado, e dessa vez pra ficar.

-Para de gritar, se não vou ficar surdo- ele disse resmungando- Mas me diga quem é essa linda moça?- ele me perguntou enquanto encarava a Kassia- Eu sei que não é peguete, porque toda humanidade sabe que você é viado- ele disse como se fosse a coisa mais normal do mundo, e percebi que ela arregalou os olhos.

-Ela não sabia- sussurrei

-Não acredito- ele disse surpreso- alguém ainda acredita que você é hétero-ele disse e caiu na gargalhada.

-E-eu não s-sabi-a que você era G-gay- ela disse gaguejando- que vergonha- ela completou cobrindo o rosto.

 -Não se preocupa o papai aqui vai cuidar de você- o Ken disse abraçando a menina de lado.

  -Mudando de assunto, onde você vai ficar?- perguntei curioso, pois, pelo que eu sabia, nenhum parente dele morava mais aqui.

-Aqui oras, ou você vai negar casa pro seu irmão- bem isso era verdade, era quase como se fossemos irmãos, ele chama a minha mãe de mãe e eu a dele- Pelo menos até eu arranjar um lugar- ele disse sorrindo.

-Claro que você vai ficar aqui- disse o abraçando de novo- A mãe vai ficar tri feliz de te ver por aqui- disse sorrindo- já sei que tal irmos naquela sorveteria que você gosta?- perguntei o deixando animado, e pelo o que vi a Kassia ficou animada também.

-A Blue Berry?- eles perguntaram juntos, se encararam por alguns segundos e caíram na gargalhada ao mesmo tempo, depois que pararam o Ken encarava ela abobado.

-Então vamos?- perguntei já abrindo a porta.

Quando estávamos passando na frente da casa do Henry. O vi na porta se despedindo do seu amigo e quando nos viu, percebi que encarava o Ken com a cara emburrada, isso me lembrou o quanto ele odiava o Ken, ele conseguia irritar mais o Ken do que eu, pra falar a verdade  antigamente ele só irritava o Ken, vai saber, esse guri ta muito estranho.

-Eaí gnomo de jardim- ele gritou, e já sabia que ele se referia ao Ken, o mesmo se virou na direção do  mais alto e mostrou o dedo com meio com um sorriso de deboche,  ele se aproximou de mim e segurou a minha mão, olhei em direção ao loiro, e percebi ele ficar tenso, então soltei a mão do Ken rápido, o mesmo percebeu  e me olhou estranho.

-Você também é gay?- Kassia perguntava  inocentemente.

-Não, sou bi- ele disse sério- e sim já dei uns pegas nesse garanhão- ele disse e deu um tapa na minha bunda, o empurrei o que o fez  esbarrar na Kassia, que ficou vermelha que nem um tomate.

-Então Kassia quem era aquela sua amiga do cabelo arco-íris?- perguntei tentando mudar de assunto.

-Bem, é meio complicado-ela disse ficando nervosa- é que na verdade é ele- ela disse sussurrando, que eu quase não ouvi, mas é claro que o idoso que estava quase grudado nela não ouviu.

-Ela o que?- e ele quase berrou.

-Não é ela, é ele- ela disse ficando um pouco vermelha- vocês não podem contar pra ninguém- ela disse desesperada.

-Não vamos contar pra ninguém- eu disse tentando a tranquilizar.

-O nome dela é Ricard, mas todos chamam ela de Ryan- ela disse explicando- na hora da chamada, ela avisou os professores que queria ser chamada de Ryan, e que era pra chamarem ele por ela, bem as pessoas percebem que tem algo diferente, já que ela não tem um corpo muito feminino e é muito alta, ela tem 1,85- ela suspirou e continuou- então eu sou a única amiga dela, e antes de mim ela não tinha ninguém- ela disse terminando de contar a história.

-Acho que já ouvi falar alguma coisa sobre ela- disse tentando lembrar de quando tinha ouvido.

-Interessante- o Ken disse.

Quando olhei pra frente de novo estávamos na frente da sorveteria, dissemos pra ela chamar a tal de Ryan, e em fim resolvemos entrar na sorveteria, sentamos em uma mesa, e fizemos os pedidos, passou alguns minutos e a amiga da Kassia chegou, ela realmente era muito alta, mas seu rosto era muito feminino, que realmente parecia uma menina,  ela se aproximou de nós.

-Oi me chamo Ryan- ela disse animada, mas nervosa ao mesmo tempo.

-Olá me chamo Tao- disse tentando soar o mais simpático possível.

-Oi me chamo Ken- ele disse sem olhar pra ela, ele ainda estava encantado com a Kassia, que tinha percebido, mas ignorava.

-Então já pediram?- ela perguntou, se sentando entre mim e a Kassia.

-Já – disse simplista.

-Okay, vou pedir o meu então- ela chamou o garçom e fez o pedido, começamos a conversar sobre coisas aleatórias até Ken fazer uma pergunta um pouco íntima.

                -Então quando você decidiu virar transexual?- ele perguntou na maior cara de pau, eu dei um beliscão nele, que fez uma ceninha, que no fim não deu em nada.

                -Está tudo bem- ela disse sorrindo- foi um pouco antes de entrar no colégio, antes eu apenas me maquiava, mas tiravam muito sarro de mim então resolvi assumir totalmente o meu lado feminino, já me vestia com as roupas de meninas- ela disse e deu uma risadinha- eu não acho que roupas tenham gênero até porque, é só roupa, mas em fim, deixei meu cabelo crescer e pintei ele colorido assim, e resolvi mudar de escola, pra escola do meu primo- ela disse e sorriu- o que não foi uma boa ideia porque ele me odeia, ninguém sabe que ele é o meu primo.

                -Que cor era o seu cabelo antes?- perguntei

                -Era castanho claro, antes de pinta eu já tinha algumas mechas- ela disse arrumando o cabelo, quando ela ia dizer mais alguma coisa, ouvimos uma voz em tom de deboche dizer.

                -Você só anda com aberrações viadinho, esta criando uma associação de aberrações?- ele perguntou em tom de deboche- até a aberração do meu primo você virou amigo- ele mal terminou de falar e Ken já estava em cima dele o socando, apesar de ele ser mais alto alguns centímetros, tinha conseguido o derrubar e estava sentado em sua cintura socando sua cara.

                -Ken- o chamei - larga ele, não vale apena ficar se irritando por causa dele.

Olhei na direção onde o Henry estava, mas ele já estava saindo da sorveteria, e quando olhei pra sua cara que estava sangrando, percebi que ele chorava, não me aguentei e fui atrás do mesmo.

Cheguei na frente da casa dele, ele estava terminando de fechar a porta, sabia que ele não iria abrir a porta agora, então resolvi subir uma arvore que tinha perto da janela dele, quando terminei de subir percebi uma coisa, a janela e a arvore tinha uma distância ade uns três metros, bem teria que arriscar se queria falar com ele, olhei pra janela ela estava aberta, contei até três e me atirei, consegui me agarrar na borda da janela e me atirar pra dentro do quarto, olhei pra cama dele e ele estava embolado do meio dos cobertores,  tentei recuperar o folego. Me levantei e me aproximei dele, quando toquei seu ombro ele bateu na minha mão.

                -SAI DAQUI- ele gritou já levantando tentando me tirar do quarto, mas como estava chorando estava sem forças pra me empurrar.

-Não venha se fazer de vítima, você ouviu o que você disse pra sua prima?- perguntei me irritando me aproximando dele, ele já chorava de novo- deixa eu dar um jeito nesse seu nariz ta sangrando muito- disse baixinho, ele apenas assentiu, fui até o banheiro procurei uma toalha, voltei coloquei a cabeça dele inclinada pra trás e coloquei a toalha.

-Desculpa, eu estava irritado desde a cena de você e aquele Ken saindo da sua casa, eu sei que vocês já tiveram um lance e aquilo me deixou com raiva não sei porque- ele disse fazendo um punho com a mão, mas depois desmanchando.

-Você estava com ciúmes- disse, e ele corou.

-Não estava nada, porque eu sentiria ciúmes de você- ele disse debochando.

-Porque você gosta de mim talvez?- perguntei em um tom brincalhão, e segurei sua mão.

-Talvez sim, talvez não- ele disse sorrindo, ele tinha voltado ao normal, pelo menos ao normal que ele é quando está sozinho comigo.

-Estava sim que eu sei- eu disse, e sentei em seu colo, ele sorriu e me abraçou, já tinha largado a toalha em cima da cama, o seu nariz tinha parado de sangrar, ele se aproximou e selou nossos lábios.

-Eu gosto muito desses momentos que nós ficamos sozinhos apenas nos beijando- ele começou a falar, me surpreendi, já que ele não o costume de falar muito- eu sinto uma paz enorme- ele disse  e eu sorri com a confissão, o empurrei até ele ficar deitado, ele sorriu sapeca e me puxou pra ficar deitado em seu peito, comecei a ouvir o tumtum do seu coração e por algum motivo aquilo me acalmou, esse menino ainda vai me matar, eu estava de boas e ele veio e bagunçou tudo, nem sei mais o que estou sentindo


Notas Finais


como fico?


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