História Love and Hate - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Personagens Originais, Peter Pan, Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Captain Hook, Captainswan, Emma Swan, Killian Jones, Once Upon A Time, Outlawqueen
Visualizações 104
Palavras 3.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiee!

Capítulo 8 - Oz


❥ 

– Nick foi dormir então vim fazer companhia para as damas. – Disse Henry se sentando em frente às duas.
– Que cavalheiro. – Brincou Emma.
– Desde que você chegou Emma, Henry adotou um vocabulário mais formal.
– Falando dessa maneira já pode fazer parte da realeza.
– Eu já li muito sobre a família real no meu livro.
– Estou esperando você me mostrar esse livro que você tanto fala.
– Vou pegar para lhe mostrar. – Foi se levantar mas foi impedido pela mãe.
– Nada disso. Já está tarde, depois mostra esse livro para Emma, vá dormir.
– Mas mãe. – Protestou o menino.
– Nada de mas Henry. Vá dormir.
– Está bem.
– Só agora que percebi. Como o navio está quieto.
– Já chegamos em Oz. Atracamos na praia, então Killian e os outros foram para uma taverna.
– Então já chegamos em Oz.
– Sim. Agora vamos. – Disse Regina se levantando. – Não se assuste se começar a escutar muito barulho, quer dizer que eles voltaram.
– Está bem.
– Depois terminamos nosso assunto.
– Que assunto? – Perguntou o pequeno curioso.
– Coisa de adulto Henry. Agora de boa noite para Emma e vamos.
– Boa noite princesa. – Fez uma pequena reverência.
– Boa noite cavalheiro.
– Boa noite Emma. – Disse Regina dando uma pequena risada da atitude de seu filho. Os dois iam se retirar mas Emma o chamou.
– Henry posso falar rapidinho com você. Prometo que ele já irá dormir.
– Está bem. – Regina saiu e deixou os dois.
– O que quer falar? – Perguntou Henry.
– Sabe quanto tempo ficaremos em Oz?
– Até depois de amanhã, por que?
– Eu tenho algo para fazer aqui.
– Você vai fugir?
– Não irei fugir. Mas tenho que confirmar uma coisa e preciso de sua ajuda.
– Para que?
– Uma missão. Mas para isso preciso que amanhã quando sua mãe vir trazer meu café você traga.
– Por que?
– Para que eu possa te explicar tudo. Posso contar com você?
– Pode, nova operação.
– Operação?
– Sim. Mas agora tenho que ir.
– Boa noite. – Disse e ele saiu do cômodo. Pela primeira vez Emma se sentiu feliz abordo daquele navio. Henry e Regina a alegraram como Johana e Graham faziam, ela nunca teve amigos, apenas uma mas não acabou bem. Acabou dormindo em meio a seus delírios e planos para a manhã seguinte. Acabou que nem se incomodou com o barulho quando os piratas voltaram.

Na manhã seguinte, Henry acordou animado com a operação dele e Emma, estava tentando disfarçar para sua mãe não perceber. A tripulação estava se preparando para sair e buscar suprimentos para o navio. Henry estava na cozinha com Regina e Nick.

– Vou levar café para Swan. – Disse Regina.
– Não. – Henry levantou-se da cadeira que sentava. – Eu levo.
– O que está aprontando?
– Nada. 
– Deixa o menino Regina. – Disse Nick.
– Está bem. – Entregou a bandeja para o menino. – Não demore. – Ele pegou e foi para o sótão, entrou e ela já estava acordada.
– Bom dia. – Disse o moreno.
– Estava achando que não iria conseguir. Mas venha sente-se aqui. – Ele fez o que ela mandou e sentou em sua frente lhe entregando a bandeja. – Brigada.
– Mas então qual é a missão?
– Como eu te disse, tenho algo para fazer aqui em Oz, então preciso que me ajude a sair do navio.
– Você vai embora? – Disse cabisbaixo.
– Não meu bem. Nem se quisesse, não conheço ninguém aqui e se falasse quem sou, seria capaz de me manterem em cativeiro novamente e fazerem os reis pagarem.
– Seus pais.
– Sim... Meus pais.
– Hoje eles vão sair para buscar comida e outras coisas, então a maioria da tripulação sairá incluindo meu tio. – Aquilo foi música para os ouvidos da loira, boa parte iria sair e melhor ainda Hook também. 
– Quando saíram?
– Em duas horas. Minha mãe irá ficar, não sei como iremos fazer com ela.
– Preciso que a distraia assim como se outros ficarem. O resto deixe por minha conta.
– Está bem. – Disse sorrindo. Mas não convenceu Emma. 
– Posso contar uma coisa? – Perguntou, o menino assentiu e continuou. – Eu tenho um super poder, que me permite saber quando a pessoa está mentindo e esse seu "está bem" não me convenceu. O que foi?
– Promete que não vai embora? – Perguntou deixando ela sem reação, ela não queria magoar ele.
– Prometo. – Disse recebendo um abraço dele. Se assustou mas logo retribui.
– Agora tenho que ir. Quando eles estiverem perto de sair venho avisar, então deixo a porta aberta para você poder sair.
– Está bem. – Disse e o menino saiu. Foi para a cozinha onde sua mãe continuava. 
– Tudo bem? – Perguntou Regina.
– Sim. – Disse e Killian entrou na cozinha.
– Minha cabeça está explodindo.
– Já deveria estar acostumado. – Disse a morena entregando um copo com água para o outro que agradeceu.
– Exagerei ontem.
– Como sempre. – Retrucou.
– Regina não estou aqui para receber sua lição de moral.
– Então?
– Eu e os outros vamos buscar suprimentos para o navio, devemos voltar no fim da tarde. Nick você irá conosco para pegar a comida.
– Está bem. – Disse Nick.
– Só iremos ficar eu e Henry?
– Sim. Se tentarem invadir mate.
– Killian! – Regina odiava quando Hook falava esse tipo de coisa na frente de Henry. Por mas que o menino vivesse como pirata, não queria essa influência. – Sei o que devo fazer. 
– E fique de olho na garota. – Disse saindo, Regina se levantou e foi atrás.
– Ela tem nome. 
– Não me interesso no nome dessa garota.
– Já pensou em ser menos arrogante Killian. 
– Não tenho motivos para isso. – Disse parando e se virando para encarar a morena. – Muito menos com Swan.
– Olha quase acertou o nome dela.
– Gosto mais do apelido que escolhi. Agora me deixe em paz Regina. – Disse e entrou em sua cabine.
– Quero saber se os pais dela já fizeram contato. – Foi atrás.
– Infelizmente não. – Se sentou. – Acreditava que seriam mais rápidos quando se tratasse da vida da preciosa princesa. Os outros foram rápidos.
– Já pensou alguma vez, não sei, na possibilidade de não pagarem?
– Do que está falando Regina? Está sabendo de algo?
– Não. Só estou pensando em uma possibilidade.
– Não se preocupe, logo pagaram e nos livramos de mas uma.
– Seu jeito de falar das pessoas me irrita.
– Só estou dizendo a verdade.
– Entenda que não é porque a... – Não terminou a frase pois Hook a interrompeu.
– Já disse para nunca mas falar sobre isso. 
– E eu já disse que ela não te amava! Você estava cego!
– Saia Regina.
– Não consegue ouvir a verdade!
– Disse para sair! – Elevou a voz.
– Como quiser capitão. – Disse no mesmo tom e se retirou. Foi para seus aposentos onde encontrou Henry brincando com um barquinho que havia ganhado de Hook quando nasceu. – Você adora esse navio.
– Sim. – Disse o menino olhando para a mãe que sentou na cama ao lado. – Porque foi meu tio que me deu. Vocês estavam brigando? Escutei um grito dele.
– Coisa nossa. Mas e você, o que falou com Emma ontem?
– Nada demais. Só queria saber por quanto tempo ficaremos aqui.
– Por que?
– Não sei. 

Regina ficou um tempo com Henry, ela avisou que iria subir porque Killian já ia sair. Assim que ela saiu o menino esperou um pouco e correu para o sótão atrás da loira.

– Emma. – Disse e entrou correndo.
– O que foi?
– Eles já irão sair. Irei deixar a porta aberta para você.
– Brigada Henry.
– Quando você volta?
– Antes do seu tio. Tentarei ser rápida. Agora distraia sua mãe.
– Pode deixar. Boa sorte.
– Brigada. – Ele saiu e voltou para o quarto. Logo a mãe voltou.
– Meu tio e a tripulação já foram?
– Sim. Leonard ficou conosco.
– Ata. 
– Nick deixou comida pronta. Vamos comer?
– Sim. – Os dois foram para a cozinha junto de Leonard. Henry tentou distrair o máximo que conseguia. Ele esperava que Swan já estivesse fora de lá.

❥ 

Depois do aviso de Henry, Emma já estava atenta a qualquer chance. Abriu uma fresta da porta para ver se conseguia escutar algo, e conseguiu. Ouviu o barulho deles saindo e avisando que voltavam no final da tarde. Esperou um pouco e saiu do lugar, Swan era ótima em conseguir sair de lugares sem ser vista, costumava fazer muito quando nova e seus pais não permitiam que saísse do castelo. Foi até o início do corredor e escutou alguém vindo, parou e escutou Regina perguntando se Henry queria comer, o mesmo assentiu e foram para a cozinha. Iria continuar mas no que foi virar o corredor alguém desceu as escadas a fazendo voltar rápido e se escorar na parede, mas a pessoa tinha visto algo, foi indo até o final do corredor devagar, Swan estava começando a ficar nervosa. Estava mais perto só que Regina o chamou, era Leonard, esqueceu e foi para a cozinha. Emma relaxou ao ouvir o homem se afastar, olhou para o corredor que estava livre, andou rápido até que conseguiu chegar nas escadas que levam a parte superior, foi para cima e logo tratou de descer do navio, terra firme, não tinha ideia de como estava com saudade daquilo. Ficou alguns segundos ali que mais pareceram minutos, lembrou do que tinha a fazer e começou a correr para dentro da floresta até conseguir achar uma vila próxima. 

❥ 

Depois de um tempo andando por floresta a dentro. Achou a saída da mata e enxergou uma cidade ao longe iluminada por luzes verdes e a sua frente uma estrada de tijolos amarelos. Era igual ao livro que Johana leu para a mesma quando criança. Recuperou o fôlego e começou a correr novamente pela estrada. Logo chegou a cidade, era alegre, lembrava bastante a Floresta Encantada, andou um pouco olhando tudo e todos, algumas crianças correram em sua direção.

– Princesa. – Disseram em uníssono e fizeram uma pequena reverência.
– Não precisam de toda essa formalidade crianças. – Disse com um sorriso no rosto.
– Princesa Emma o que faz por aqui?
– Estou a visita.
– Eu queria ser uma princesa igual a você. – Disse uma das meninas.
– Mas você é uma princesa, assim como todas. E os meninos o que querem ser? 
– Nós queremos ser cavaleiros.
– Então irão ser. Tenham fé em seus sonhos e eles se realizaram.
– Brigada.
– Mas agora posso pedir um favor?
– Claro. O que? – Perguntou um dos meninos.
– Vocês poderiam não comentar com ninguém que me viram?
– Sim. Não diremos a ninguém.
– Brigada. Vocês conhecem a Zelena?
– Sim.
– Poderiam me dizer onde fica a casa dela.
– Só entrar aqui e virar à direita, é a última casa em verde pistache. – Disse apontando.
– Brigada. Até mas crianças. – Disse e saiu em direção a viela. Logo encontrou a tal casa, era simples mas bonita. Bateu na porta e uma mulher atendeu, ela era ruiva, do olhos claros.
– Posso ajudar? – Perguntou.
– Você é Zelena?
– Sim. 
– Eu sou... Conhecida de Baelfire. – Antes que ela pudesse terminar a ruiva que tinha magia a lançou longe fazendo o corpo de Emma se chocar com o chão. 
– Se está aqui a mando dele, pode ir embora. Nunca mas quero vê-lo ou ouvir falar nele. – Foi entrar.
– ESPERE. – Gritou e se levantou. – Cinco minutos é só o que peço. – Pediu.
– Está bem, cinco minutos, entre. – Disse e entraram na casa. – Pode começar me dizendo quem é você?
– Meu nome é Emma Blanchard.
– Você é a princesa?
– Sim.
– O que a princesa da Floresta Encantada faz em Oz?
– Eu... Bem isso não vem ao caso, eu só preciso saber se algo é verdade. Pelo visto você conhece Baelfire.
– Sim, infelizmente, eu o conheço. 
– Por que infelizmente?
– Qual o seu interesse sobre isso?
– Meus pais... Queriam me fazer casar a força com Baelfire. Um dia ele me disse que não estava casando por vontade e sim a força como eu, e também me falou sobre você. Que na verdade queria se casar com você mas os pais não permitiram.
– Ele não tem limites. Isso é mentira.
– Será que poderia me contar seu lado da história? – Perguntou meio receosa, já esperava que a mulher a lança-se novamente. Mas isso não aconteceu.
– Está bem. Sente-se por favor. – Disse apontando para um assento que ali havia.
– Brigada. – Se sentou acompanhada de Zelena.
– Conheci Baelfire a dois anos atrás, ele tinha vinte e eu dezoito anos, foi em uma taverna aqui em Oz mesmo, começamos a conversar e ele me disse que era da Floresta Encantada, não havia conhecido os pais e veio para Oz em busca de uma nova vida. Ele soube me enganar direitinho, começou com amizade, depois as cantadas e por fim conseguiu fazer eu acreditar que me amava. Me pediu em namoro e ficamos juntos por um mês, mas depois tudo desmoronou.
– Como assim? 
– Nós. – A mulher foi interrompida por um bebê que saiu engatinhando de um dos cômodos da casa. Uma menina, tinha os cabelos ruivos e os olhos verdes. A moça logo se levantou e foi até a criança. – Esmeralda.
– Sua filha? – Perguntou a loira.
– Sim. – Disse balançando a menina em seu colo. A pequena olhou para Emma e sorriu, se levantou e foi até elas. 
– Eu... Poderia?
– Deveria confiar?
– Não irei fazer nada. – Zelena entregou a menina que praticamente pulo nos braços de Emma e começou a brincar com o colar. – Quantos anos ela tem?
– Dois. – Aquilo fez a visão da loira mudar da criança para a ruiva.
– Zelena... Ela é filha...
– Sim. Ela é filha do Baelfire.
– Ele sabe?
– Não. Esse é o final que ainda não contei. – Disse olhando para um canto. – Ele tirou minha virgindade e depois sumiu. O encontrei uma semanas depois no porto indo embora, perguntei o que tinha acontecido e me disse que tudo o que falou era mentira, nunca me amou e só queria uma noite comigo nada mais e nunca ficaria com uma camponesa. Meu mundo desabou, três semanas após sua partida descobri que estava grávida. – Disse e encarou a filha. – Foi a única coisa boa que aquele monstro me deu. – Emma não conseguiu dizer nada, estava em choque, como ele podia ter feito isso com uma pessoa.
– Eu sinto muito. – Foi a única coisa que Swan conseguiu dizer.
– Não sinta. Mas eu peço uma coisa não conte a ninguém sobre isso. Tenho medo que tentem tirar minha filha.
– Não se preocupe. Os pais dele sabe?
– Não. Não acredite em nada que ele falar. E outra eu sinto muito se for mesmo casar com ele.
– Não sei se irá acontecer. 
– Por que?
– Antes de lhe contar, acho melhor colocar ela na cama. – Se referiu a menina que havia dormido em seus braços.
– Já volto. – Disse pegando a menina e indo para outro cômodo onde a loira deduziu ser o quarto. Se sentou novamente e esperou Zelena voltar, não sabia se deveria contar como veio parar em Oz. – Podemos continuar. Por que não sabe se acontecerá?
– Eu não vim para Oz porque quis e nem porque meus pais me mandaram. Eu fui... Sequestrada.
– O que? – Disse um pouco mas alto. – Como sequestrada?
– Se acalme. Fui sequestrada no dia de meu aniversário e noivado. Estava no navio, mas quando descobri onde estávamos tinha que saber se tudo era verdade.
– Se quiser posso conseguir te esconder, até eles irem embora para você poder voltar para casa.
– Em outras circunstâncias eu aceitaria mas, eu prometi a uma pessoa que me ajudou a fugir do navio que eu voltaria e não posso quebrar.
– Está bem. 
– Mas acho melhor eu ir indo. Gostei muito de te conhecer Zelena.
– Posso dizer o mesmo princesa.
– Por favor não me chame assim.
– Está bem Emma. Precisamos de outro sobrenome para você, caso perguntem. Tem alguma ideia? – Ela pensou um pouco até que veio a cabeça como o capitão a chamava.
– Swan. Emma Swan.
– Ótimo Swan. Foi tanta coisa que até esqueci de perguntar se queria algo?
– Água. – Disse e a ruiva foi pegar logo voltando. – Agradeceu e tomou. – Mas agora tenho que ir mesmo.
– Te acompanho até lá fora. – Foram até a porta e saíram.
– Brigada Zelena. Quem sabe um dia nos revemos novamente.
– Quem sabe Swan. 
– Tchau. – Abraçou Zelena que no início se surpreendeu mas retribuiu.
– Tchau. – Emma se virou e foi embora.

❥ 

Swan já estava a um tempo andando pela floresta, na verdade achava que estava perdida. Não parecia a mesma parte da floresta que tinha passado a algum tempo atrás, estava distraída quando ouviu um barulho vindo de uma árvore. 

– Olá? – Ninguém respondeu então voltou a andar, mas escutou o mesmo barulho. – Tem alguém aí? – Dessa vez ouve resposta, uma mulher apareceu saindo de trás de uma árvore. Ela era morena, tanto a pele como o cabelo, usava uma calça de couro preta, uma bota de mesma cor, junto de um sobretudo verde escuro.
– Olhe só o que temos por aqui. – Disse a mulher olhando a loira com um sorriso sínico. – Se não é a princesa sequestrada, o que pensa que faz aqui? 
– Andando. Quem é você?
– Veio para Oz e não lhe contaram que sou? – Se fingiu de ofendida. – Então deixe me apresentar, sou Tamara. – Disse andando até a outra que a cada passo da morena dava um para trás. – Imagino que também não saiba o que acontece com quem anda por essa parte da floresta. 
– Me conte o que acontece? – Ela estava tentando não transparecer o medo que sentia. – Acredito que tenha a ver com você.
– Garota esperta. Essa parte da floresta está sobre meu poder. – Se aproximou mais ainda. A loira foi para trás esbarrando em uma árvore. – E quem anda por aqui, eu brinco um pouco. – Em um gesto prendeu os pulsos de Swan amarrados por cipós da árvore. 
– Também acredito que não irei gostar de sua escolha para brincadeiras.
– Muitos não gostam. – Levantou o queixo de Emma com suas grandes unhas. – Acho que é por envolver eu machucar você até cortar seu pescoço e vê-la sangrando até a morte. Mas com você não irei fazer isso, quanto será que os reis pagam para ter a princesinha de volta.
– Já me perguntaram isso. E como já estou sequestrada não está em meus planos ser novamente. – Swan se soltou dos cipos e forçou o pé na barriga de Tamara a empurrando a fazendo cair no chão dando tempo de Emma correr. Não conseguiu correr muito pois a mulher surgiu em sua frente a jogando para trás, ralando os braços, Tamara foi até Swan que levantou e virou um soco no rosto da morena que logo se recuperou e bateu no rosto dela só que com as unhas deixando a marca e riscos de sangue.
– Vadia. Quer lutar então vamos lá. – Ela fez aparecer duas espadas, uma em sua mão e outra para Swan. Ela partiu para cima de Emma que logo defendeu e foi para cima também. A loira fez um corte no braço de Tamara, mas não demorou muito e também fez um corte mais ou menos profundo na perna de Emma que gemeu de dor e desequilibrou para o lado. Tamara conseguiu arrancar a espada de Emma e com magia começou a enforcar lá agarrando seu pescoço a colocando contra a árvore. Deu uma joelhada na barriga a fazendo cair de joelhos no chão e chutou seu rosto com a ponta da bota que usava causando um corte na testa, no lugar onde havia feito o corte na perna jogou uma bola de fogo fazendo ficar com uma queimadura. Emma não tinha mais forças, sabia que iria morrer ali, mas havia um pequeno fio de esperança que algo poderia a salvá-la. Tamara pegou a espada caída no chão. – Adeus princesinha. – Levantou a espada pronta para cravar no peito de Swan, mas antes que pôde-se uma flecha foi acertada no braço da morena. – Ahh! – Gritou soltando a espada que por pouco não pegou em Emma. Tamara sumiu em uma nuvem de fumaça. Um homem se aproximou de Emma, tinha os cabelos um pouco claro e os olhos verdes.
– Senhorita. – Disse o homem. – Qual seu nome?
– Em... Emma. – Não conseguia falar direito, por toda a dor que sentia em seu corpo. À vista já tinha pontos pretos que estavam a levando ao desmaio.
– Me chamo Robin, Robin Hood.

Depois do almoço Henry foi para sua cabine descansar. Regina pegou comida e foi para o porão, mas ao entrar no cômodo não encontrou Emma, andou pelo navio inteiro mas não a encontrou. Correu para seu quarto, encontrou Henry cochilando mas o acordou.

– Henry. – O balançou levemente.
– O que foi mãe? – Perguntou esfregando os olhos por causa da claridade.
– É a Emma, ela fugiu.


Notas Finais


Então?
Desculpem qualquer erro e até o próximo.
Bj.


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