História Love and hate - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola lindos... demorei mais aí esta... espero que gostem.

Capítulo 8 - O Parque- parte 1


Os dias na casa da minha mãe estavam sendo legais e monotonos ao mesmo tempo. Minha rotina se baseava em ir para a faculdade, voltar para casa e dormir por quase toda a tarde. Fiquei cerca de um mês por lá.
Era uma quinta-feira e lá estava eu, dormindo, quando meu telefone tocou, era Lucy.

-Sophia, oi, como você está?

-Oi Lucy, estou bem... eu acho...

-Te liguei para saber se você está sozinha ai?

-Sim, minha mãe saiu... Porquê quer saber?

-É que estou indo aí te ver.

-Ah sim... Tudo bem.

Acabei tendo que levantar para esperar Lucy. Levou uns 30 minutos para a campainha tocar. Corri para atender.

-Oi Sophia- Justin estava do outro lado da porta, com sua perna já melhor, me olhando com olhar triste.

-Justin? Cade a Lucy? O que você veio fazer aqui?

-Sophia... eu queria te pedir desculpa por tudo. Eu te amo de mais e sei que fiz besteira.-olhei para a rua atrás dele e Lucy estava encostada em seu carro.

-Justin... vem, entra.-puxei-o para dentro de casa.

-Eu te amo e preciso que me perdoe... tem sido difícil para mim não te ver todos os dias, sorrindo e alegrando meus dias...

-Ei...-Sequei a lagrima que decia em seu rosto.- Calma, eu ja te perdoei.- depositei um beijo em seu rosto e o abracei.

-Eu... eu não vim até aqui só para isso, eu precisava que me perdoasse porque eu queria, mas queria muito, que você e eu fôssemos... ham... um... um casal...

-Justin...-falei um pouco assustada.

-Eu vou entender se você disser que não... não é facil de esquecer o que eu fiz.

-Mas eu...- Meu calular tocou- Alô?

-Sophia... vai dar merda... Nicolas ta aqui fora.

-Merda...-Desliguei e corri para a porta assim que  a campainha tocou.- Nick, oi...- abri só uma fresta da porta.

-Sophia, quem ta ai- disse Justin atrás de mim.

-Merda- falei baixinho- Ninguém.

-O que? Esse imbecil está ai?- disse Nicolas empurrando a porta e me lançando para trás.

-Nicolas, para.- falei.

-Seu filho da mãe... sai de perto da Sophia- Disse Nicolas se aproximando de Justin.

-Você acha que tem alguma preferência? Saí daqui.

-Você perdoou esse canalha, Sophia? Esse imbecil te chamou de vagabunda.

-E Você cometeu assédio sexual beijando ela sem permissão, acho que estamos na mesma situação não é mesmo?

-Não. Eu a beijei porque a amo.

-E eu vou socar a sua cara pelo mesmo motivo. -Justin se levantou para bater em Nicolas.

-CHEGA! Acabou. Saiam os dois daqui. Ninguém tem preferencia nenhuma. Eu não sou um objeto para ficarem brigando por mim.

-Sophia, desculpa- Disse Nicolas se aproximando

-Nicolas, SAI.

-É, seu imbecil, sai.- Disse Justin.

-Justin, você também. Me deixem sozinha.

Justin saiu logo atrás de Nicolas e Lucy entrou. Eu estava sentada no sofá quando ela sentou-se do meu lado.

-Você ta bem?

-Acho que sim... essa confusão toda me deixou maluca.

-Eu até posso imaginar. Deve ser difícil saber o que fazer...

-Na verdade é bem difícil.

-Você Ama o Justin?

-Sim...

-Então não é só ficar com ele?

-Não é tão facil quanto parece... eu sinto algo muito forte pelo Nicolas, o que torna meu amor por Justin mais difícil.

-O que você sente pelo Nicolas?

-Eu não sei explicar... talvez eu o ame, mas talvez não seja amor... é difícil dizer o que é.

-Calma, Sophia, o que tiver que acontecer, vai acontecer.

-Eu sei, mas é horrível ficar nessa situação.

-Porquê não volta para a República?

-Não sei se é uma boa ideia...

-Sophia, ficar isolada na casa de sua mãe não vai resolver as coisas.

-Acho que você tem razão.

-Então... volta comigo... vamos curtir o final de semana.

-Ta bem...

Arrumei minhas coisas e escrevi um bilhete para minha mãe:

"Oi mãe, a Lucy esteve aqui hoje e acabou me convencendo a voltar para a República. Desculpa sair sem avisar, mas queria aproveitar que ela estava de carro. Prometo visitar você e o papai mais vezes. Amo vocês.

XOXO: Sophia."

Voltei de carro com a Lucy. Justin não estava na República. Eu arrumava as coisas no quarto de novo quando Lucy entrou.

-Acho que esqueci de te avisar, tem festa amanhã...

-Onde?

-Aqui...

-Ai meu Deus... ja imagino a bagunça depois.
-Posso apostar que vai sobrar pra nós. -Rimos.

Eu e Lucy assistiamos um filme quando minha mãe me ligou.

-Oi mãe.

-Oi filha... você me assustou...

-Porquê?

-Cheguei em casa e você não estava... demorei para encontrar seu bilhete.

-Ai desculpa mãe... da próxima vez deixo em um lugar mais visível.

-você está bem minha filha? Parece preocupada.

-Não mãe, ta tudo bem.

-Ta bem minha filha. Se cuida ai.

-Sim mãe. Boa noite, beijos.

-Boa noite filha, beijos.

Ela desligou.

-Ela ficou brava com você?

-Não.- Fiz uma pausa. -Estou com fome.

-Eu também... que tal pedirmos pizza.

-Siiiim.

Lucy pediu a pizza e em menos de meia hora a campainha tocou.

-Que rápido- disse Lucy correndo para a porta.

-Ela voltou ne?- A voz de Nicolas se fez do outro lado

-Isso não te interessa.- Lucy forçou a porta mas ela não fechou.

-Lucy... quem é? - disse me aproxinando.

-Sophia... não sei se você quer saber.

-É o Justin?

-É o Nicolas...

-Ok- Respirei fundo- deixa comigo.

-Tem certeza?

-Sim, está tudo bem.

Ela saiu da porta e eu me aproximei. Nicolas estava de cabeça baixa, quando levantou o olhar e um leve sorriso se fez em seu rosto.

-Sophia... eu sinto muito, não queria que aquilo tivesse acontecido. Eu fui ate lá para...

-Nicolas, chega... não quero explicação. Só preciso que entenda que em hipótese alguma, você vai tirar o Justin da minha vida, não importa o que aconteça.

-Mas... eu não entendo. Ele te magoou, feriu você... como pode perdoa-lo?

-Do mesmo modo como eu vou te perdoar por ter ido lá brigar com ele hoje.

-Eu não fui até la brigar... eu... eu fui até lá, porquê queria te dar isso... -ele estendeu a mão e me mostrou um anel com uma pedra Branca, lindo...

-Nicolas... o que é isso?

-Eu queria que você fosse minha...

-Eu nao posso aceitar... não agora...

-Sophia, eu preciso que você seja minha.

-Não... para, calma... eu... eu vou pensar.

Eu dei as costas para Nicolas e abri novamente a porta. Percebi Nicolas indo embora e senti uma mão tocar meu ombro, e a voz de Justin se fez atras de mim.

-Sophia, me ajuda.

-Justin?

Me virei rapidamente para olha-lo, mas não havia nada e nem ninguém atrás de mim. Vi uma sombra mais escura do que a noite correndo em direção a rua logo a minha frente e fui atrás. Corri atrás daquela sombra quando ela simplesmente sumiu no ar. Eu estava no meio de uma das ruas da universidade, e algumas  árvores cobriam mas lâmpadas do campus, e então percebi que nunca havia estado ali. Uma voz gritou por entre as árvores atrás de mim.

-Socorro! SOCORRO!

Virei-me de pressa e nao conseguia ver nada por entre os escuros das árvores.

-Ei? Quem está ai? Quem é??

-Socorro.

Ninguem me respondia. Ouvi um som alto na rua a minha direita e uma luz forte veio em minha direção, e a última coisa que me lembro de ver foi Lucy ao meu lado enquanto eu estava no chão, e então apaguei.
Acordei meio zonza, no hospital.

-Acordou... finalmente.- disse Lucy.

-O que aconteceu?

-Sei la... olhei pela janela da casa e Nicolas ja tinha ido embora, então vi Você caminhando e gritando na rua do campus em frente a republica, dai como você estava no meio da rua, o entregador de pizza não conseguiu desviar de você.

-O que? Na frente de casa? Não... eu estava em outra parte do campus... era uma ruazinha escura e deserta, coberta por árvores.

-Sophia, do que você está falando? Você estava em frente a República... como era esse lugar?

-Não sei dizer... era uma rua como as outras.. as árvores tapavam os postes de luz então estava escuro... tinha alguém no meio as árvores.

-Sophia... você esta me descrevendo o parque do campus.

-Parque? O Campus tem um parque?

-Sim... bom, mais ou menos. Ele está isolado a 6 anos... ninguém mais entra lá...

-Porquê?

-Não sei... o reitor decidiu isola-lo depois que algumas coisas estranhas aconteceram... alguns até comentam sobre um assassinato que supostamente aconteceu lá.

-Meu Deus.

Fiquei um pouco chocada... mas nao entedia muito bem o que tinha acontecido, do porque eu havia me visto lá, se não estava lá. O médico entrou dentro de alguns minutos e finalmente me deu alta.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. ❤


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