História Love Bandit — Imagine Taehyung - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Amor Proibido, Bangtan Boys, Bts, Criminal, Hentai, Kim Taehyung, Luta, Proibido, Romance, Sexo
Visualizações 1.724
Palavras 1.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá. <3

Segurem o core bem segurado!!!

Boa leitura. ^^

Capítulo 11 - Somente seu.


Fanfic / Fanfiction Love Bandit — Imagine Taehyung - Capítulo 11 - Somente seu.

10.


O castanho vira o rosto, me olhando por cima do ombro. Engulo a seco e viro de costas para eles, aquilo tinha me chateado muito. Agachei e enchi minhas duas mãos de areia, aproximei dos dois homens e joguei a areia em ambos.

— Ya! Sua vadia. — O mais alto grita, coçando os olhos e resmungando. — Não consigo ver nada.

— Nunca mais me chame de vadia ou prostituta! — Dou-lhe um chute nas bolas e ele cai no chão, gemendo de dor.

O outro sai correndo e acaba batendo em alguém. Consigo enxergar o Namjoon e respiro aliviada. Taehyung pegou o homem pelo capuz dando-lhe dois socos.

— Nunca mais chame a minha garota assim! — Grita rouco, enfurecido. — Diga ao seu chefe que não irei pagar porra nenhuma.

Meu peito está apertado, pego o meu converse e saio dali, indo em direção ao Namjoon que está encostado em uma árvore, observando toda a cena.

— Vamos pra casa, pequena.

Concordo com um aceno e vamos em direção de seu carro. Escuto passos atrás de nós e logo Taehyung me grita. Dou de ombros e adentro o veículo, antes do Kim dar a partida, Tae entra na frente do carro fazendo um sinal para conversar comigo. Namie abre o vidro e diz:

— Ela já correu perigo demais por sua causa, V. — Pronuncia ríspido. — Você é meu amigo, mas (S/N) é a minha pequena e meu dever é protegê-la.

— Hyung… — O castanho suspira e coloca a cabeça para dentro do carro. — Me deixa explicar, princesa.

— Namjoonie, vamos pra casa. — Digo baixo, de olhos fechados.

— (S/N), me perdoe. — Meus olhos ardem. — Hyung, eu posso ir com vocês?

— Vai Tae, entra aí logo! — Namjoon diz seco.

O lutador senta ao meu lado e engulo em seco quando a sua mão toca a minha. Prendo a respiração por alguns segundos e sinto uma imensa vontade de chorar.

— Eu não estou com ninguém além de você. — Tae sussurra para que somente eu escute.

— Por que não me contou que ainda está devendo aquele dinheiro? — Viro o rosto, lhe encarando.

— Porque você não precisa saber dessa parte suja da minha vida, Jagi. — Seus lábios tocam a minha bochecha, suavemente. — Não quero que fique triste por causa do que aqueles idiotas disseram.

— Certo. — Sussurro indiferente, afastando-me do maior e encostando meu corpo no carro.

— Eu não queria que o nosso primeiro encontro fosse assim, princesa. — A cada palavra, sinto uma imensa vontade de beijá-lo.

— Por que mentiu pra mim sobre o Namjoon? — O encaro. Taehyung nada diz. — Eu não podia saber por qual motivo?

— Para a sua segurança, (S/A). — Dessa vez é o próprio Namjoon que diz. — Fui eu quem quis assim.

— Entendi. — Cruzo os braços.

— Não seja tão manhosa… — O lutador me envolve em seus braços. — E marrenta.

— Não sou marrenta. — O empurro de leve, fazendo-o rir.

— Adorei aquilo que você fez. — Taehyung e Joonie riem.

Não digo nada, apenas abro um largo sorriso e me aconchego nele. Fecho os olhos por causa do sono e o castanho beija o meu cabelo.

— Hyung, posso ficar até ela dormir? — O lutador questiona.

— É melhor não. Você não tem que treinar? — O Kim mais velho nega.

— Por favor. — Tae pede e eu sorrio o apertando.

— Por favor, Oppa. — Namie nos olha e então assente.

— Tenham cuidado. — Joonie destrava as portas.

— Aonde você vai? — Franzo o cenho confusa.

— Vou guardar o carro na minha casa e volto de táxi. — Ele sorri. — É pra cuidar dela, Taehyung.

— Pode deixar. — Segura a minha mão e adentramos a minha casa em silêncio. Ligo a luz do corredor para que a escada fique iluminada.

Tranco a porta e o maior senta naquela mesma poltrona de sempre. Pego uma regata e um short folgado e me troco no banheiro.

— Você ainda está chateada e eu não estou gostando disso. — Sou surpreendida por sua voz.

— Taehyunie… — Pronuncio manhosa e ele sorri.

— Você fica linda assim. — Seu olhar percorre todo o meu corpo. Sinto minhas bochechas arderem.

— Obrigada. — Desvio o olhar, sentando-me na cama.

Taehyung dá alguns passos em minha direção, roubando todo o meu ar. Coloca a mão no colchão e aproxima seu rosto do meu, ficando cara a cara comigo. Minha respiração pesa e não consigo olhar em seus olhos por muito tempo. Sinto a sua respiração colidindo contra a minha boca e mordo o lábio nervosa.

O lutador me beija e inclina o corpo para frente, fazendo-me deitar. Aos poucos, consigo me soltar e passar minhas mãos por suas costas. Sorrimos entre o ósculo e ele tira o seu moletom lentamente jogando-o no chão. Volta a me beijar e dessa vez, toco a sua pele. Suas costas largas são macias e o maior ofega quando eu o aperto.

— Continue. — Diz baixinho, beijando o meu colo.

— Tae… — O seu apelido sai como um gemido alto de minha boca.

As coisas começam a esquentar e quando dou por mim, minha regata está sendo retirada de meu corpo.

— Não sabe como eu fico quando você está longe… — Olha em meus olhos e acaricia o meu rosto carinhosamente. — Eu deito naquela maldita cama e só penso em você, (S/N).

Taehyung beija-me a boca sem pressa, e sinto seus dedos em minha coxa.

— Fico pensando em ter você assim, em meus braços... — Ofego e o maior arrasta seus lábios até o meu pescoço. — Eu não quero parecer um perverso, mas já imaginei você nua na minha cama. Gemendo o meu nome enquanto fazemos amor.

— Tae! — Suspiro maravilhada e tenho certeza de que quero ser dele, por essa noite e por tantas outras. — Me faça sua.

Dessa vez é ele quem ofega. Nossos lábios encaixam-se perfeitamente e sinto seus dedos no feiche do meu sutiã, antes de continuarmos ouvimos um barulho vindo da escada.

— V? — Namie bate na porta.

— Eu quero que saiba que estou pronto pra ser seu. — Beija-me com carinho. — E quero que seja minha, a cada anoitecer.

— Eu irei ser. — Digo firme e o abraço de um jeito desajeitado.

— Amanhã... — Veste o seu moletom. — Amanhã eu estarei aqui, pronto para ser somente seu.

— E eu estarei aqui lhe esperando para me entregar de corpo e alma. — Digo timidamente e sorrio, abaixando a cabeça.

— Vem cá. — Abriu os braços e nos abraçamos fortemente.

— Eu queria que você ficasse. — Choraminguei, apertando a barra de seu moletom.

— Não posso. — Separa nossas físicas, dando-me um selinho. — Prometo que amanhã estarei aqui, para ser somente seu.

— Vou esperar ansiosa, Oppa. — Beijo a sua bochecha.

— Boa noite. — Diz fofo.

— Boa noite. — O olho abobada.

(…)

Quando o dia amanhece, percebo que não dormi. O cheiro do castanho está impregnado em meu quarto e principalmente em meu corpo. Levanto-me e lavo o rosto, faço minhas higienes e sorrio largo assim que lembro o que iremos fazer. Eu estou pronta pra ser dele. Passo maquiagem para disfarçar minhas olheiras e desço para tomar café.

Meu celular vibra com uma mensagem.

Lutador Lindo: Bom dia, princesa.

Eu: Bom dia, lutador.

Lutador Lindo: Passei à noite toda pensando em você. 

Eu: Eu também...

Lutador Lindo: Você gosta de rosas?

Eu: Por que?

Lutador Lindo: Porque eu comprei um buquê pra você.

Eu: Não precisava, Tae. Não precisa gastar o seu dinheiro comigo.

Lutador Lindo: Mas eu quero. Quero fazer as coisas do jeito certo, patricinha.

Eu: Lá vem você com esse patricinha, aish!

Lutador Lindo: Aposto que está com um biquinho manhoso nesse exato momento.

Eu: Sim...

Lutador Lindo: Deixe a janela aberta, tudo bem?

Eu: Certo, Tae.

Você está se alimentando?

Lutador Lindo: Estou.

Eu: Acho que está mentindo!

Lutador Lindo: Vou te mandar uma foto.

[Mídia]

Ele está comendo os restos de ontem.

Eu: Quando vou conhecer a sua casa?

Lutador Lindo: Quando quiser.

Eu: Vou cobrar, hein?

Lutador Lindo: Tudo que quiser cobrar de mim, eu aceito.

Eu: Você é tão perfeito, Taehyunie.

Lutador Lindo: Só não sou perfeito pra você.

Eu: Não procuro ninguém perfeito, você sabe disso.

Lutador Lindo: (S/N) eu não posso te dar nada além do meu amor. Não posso te levar em um lugar legal e fino.

Eu: Eu quero te bater e te beijar nesse exato momento!

Lutador Lindo: É só a realidade. Quando eu virar um grande lutador, vou comprar os nossos anéis.

Lutador Lindo está te ligando...

Corro para o quintal e atendo a sua ligação.

— A-Anéis? — Indago trêmula.

Eu não queria dizer isso por telefone e sim pessoalmente. — A sua voz rouca arrepia-me. — Estou amando você, Kim (S/N).

— Taehyunie... — Ofego emocionada.

— Hoje à noite terei muito tempo para dizer que estou apaixonado. Apaixonado por você.

Suas palavras me atingem em cheio.


Notas Finais


Todo mundo bem? HAAUAHAU.

Até o próximo e esperado capítulo.

→ Meu perfil: @rabetania ~


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