História Love Bandit — Imagine Taehyung - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Amor Proibido, Bangtan Boys, Bts, Criminal, Hentai, Kim Taehyung, Luta, Proibido, Romance, Sexo
Visualizações 2.352
Palavras 1.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, oi. <3

Capítulo novo pra vocês. ^^ Taehyung ingrato KKKKK...

Boa leitura, beijos. 🌸🌸

Capítulo 3 - Estamos quites.


Fanfic / Fanfiction Love Bandit — Imagine Taehyung - Capítulo 3 - Estamos quites.

2.


Assim que o táxi parou na rua da minha casa, respirei fundo e entreguei o dinheiro ao motorista. Agradeci e saí do carro, caminhei em passos largos até chegar perto da minha casa. Haviam vários seguranças no portão principal, assim como fotógrafos. Vi Namjoonie olhando em volta, conferindo se nenhum penetra estava escondido pelos cantos.

Puff! Fui descoberta.

Arregalei os olhos e tentei correr, mas infelizmente não daria tempo. Joonie trocou algumas palavras com os outros seguranças, e estes assentiram. Soltei um breve suspiro quando os demais seguranças saíram da entrada principal, indo em direção ao jardim. O Kim olhou para os lados antes de vir até mim. Seus olhos profundos recaíram sobre o moletom cheio de sangue.

— (S/N), você está bem? — Seus dedos gélidos tocaram o meu queixo. Namjoon, analisou todo o meu rosto. — Por que não está na festa, hm?

— Uma pergunta de casa vez, Joonie. — Fiz bico.

— Venha comigo!

Adentramos o portão principal, e o moreno fez uma barreira, andando ao meu lado para que ninguém me visse. Andávamos no mesmo ritmo, quando chegamos na porta dos fundos, sorri e abri os braços para que o mais velho me abraçasse, mas não o fez.

— Nós vamos conversar depois, (S/N). — Pronunciou sério. — Entre, tome um banho e vá dormir.

— Obrigada, Oppa! — Sorri fraco e abri a porta.

O Kim voltou para o jardim, enquanto eu olhava para os lados. Escutei alguns passos e escondi dentro do quarto da minha mãe. Era uma de suas amigas, Mariah adentrou o banheiro do corredor e eu passei correndo para o meu quarto. Abri a porta rapidamente e tranquei-a.

— Ufa! — Respirei aliviada.

Peguei a minha toalha e um pijama fresco. Escondi o meu moletom de baixo da cama para que a empregada não visse. Depois de ter tomado banho, passei hidratante em todo o meu corpo e deitei em minha cama. Vi que a Lana estava online e pensei em contar o que aconteceu.

Eu: Amiga?

Lana: Eu já ia mesmo lhe mandar uma mensagem para saber se você chegou bem.

Eu: Cheguei bem, mas o meu moletom está cheio de sangue!

Lana: Sangue? Você machucou?

Eu: Se eu lhe contar você não acreditar, amiga.

Lana: Conte-me...

Eu: Sabe aquele idiota que eu falei sobre ele?

Lana: O que negou a sua ajuda? Sei sim.

Eu: Eu o encontrei de novo.

Lana: Isso se chama destino.

Eu: Engraçadinha!

Lana: Mas não entendi porquê o seu moletom está cheio de sangue.

— Eu sabia que você ia me ligar. — Ela riu. — Conte tudo.

— Eu estava esperando um táxi e escutei uns gritos, e como sou muito curiosa, fui ver o que era... — Dei uma pausa. — Três homens estavam batendo no idiota e ele não fazia nada.

— Homens armados? — Perguntou.

— Sim, sim. Eu gritei com eles, dizendo que eram covardes. — Nós duas rimos. — E quando eu cheguei perto do infeliz, ele estava gemendo de dor.

— E ele lhe pediu ajuda?

— Pediu. Eu chamei um táxi e quando o idiota levantou do chão, veio cambaleando na minha direção e se não fosse por mim, o tal Tae alguma coisa iria cair no chão. — Revirei os olhos.

— E aí?

— Um clima estranho surgiu entre nós, e quando percebi as mãos dele estavam em minha cintura.

— Isso se chama tensão sexual, (S/N). — Gargalhou.

— Claro que não, Lana! — Bufei. — Eu coloquei ele dentro do táxi e fomos até a casa do amigo dele. Essa casa parecia mais um bordel.

— Um bordel?

— As mulheres estavam quase nuas, e os homens fumavam cigarros enormes. Pareciam maconha. — Olhei meu reflexo no espelho. — E o idiota nem agradeceu.

— Que cretino, amiga!

— Pois é, Laninha. — Suspirei.

— O Hoseok falou com você sobre a festa que vai ter na casa dele?

— Não. — Abri o painel de notificações e haviam duas mensagens do Hope. — Tem duas mensagens dele aqui.

— Vai ser só uma social mesmo.

— Tenho que convencer meus pais. — Mordi a boca. — Você vai, não é?

— Vou sim. — Lana estava sorrindo. — Quero ficar com alguém...

— Você é uma safada, isso sim! — Gargalhei. 

— Amiga, acho que vou dormir. Boa noite! Amanhã conversamos.

— Certo, boa noite. — Bocejei.

— Sonhe com o idiota...

Antes que eu gritasse com ela, a mesma desligou o celular. Deixei o meu telefone sobre o criado e adormeci pelo cansaço. Na manhã seguinte, acordei com a claridade do sol em meu rosto. Me amaldiçoei por não ter fechado as cortinas na noite passada. Bocejei e fui em direção ao banheiro, escovei os dentes e troquei de roupa, colocando um short rasgado e uma blusa simples.

— Bom dia, Omma. — Sentei-me na mesa.

— Bom dia, filha. — Sorriu. — Você foi dormir cedo ontem...

— Sim, mamãe. Eu estava cansada. — Menti.

— A festa foi um sucesso. — Ditou sorridente.

— Que bom, Omma. — Murmurei sem ânimo.

— Hoje vai ter uma festa na casa do seu amigo Hoseok? — Perguntou seriamente.

— Sim. Papai vai deixar eu ir? — Fiz bico.

— Não sei, querida. Provavelmente, não.

Meu pai sentou-se sem dizer nada e colocou chá em uma xícara.

— Bom dia, Appa... — Olhei para o mais velho. Este estava totalmente sério e pensante.

— Querido...

— Oh, bom dia filha. — Sorriu fraco, afrouxando o nó de sua gravata.

— O Senhor está muito sério, aconteceu alguma coisa?

— Alguns problemas  simples, nada demais. — Pronunciou simplista.

Assenti e voltei a tomar meu café silenciosamente.

— Papai? — Seus olhos desviaram-se da minha mãe e voltaram-se para mim. 

— Diga...

— Bom, hoje vai ter uma social na casa do...

— Você não vai, (S/N). Sabe que detesto essas festas de adolescentes! — Ditou ríspido, fazendo-me abaixar a cabeça.

— Mas, papai...

— Eu já disse que você não vai, Kim (S/N). Sei bem como vocês jovens se comportam nesse tipo de festas. Bebidas, drogas, sexo. — Suas palavras duras machucavam-me. — Estamos entendidos, filha?

— Eu não sou um objeto para ficar presa em casa, Kim SeokJin! — Gritei e saí correndo em direção ao meu quarto.

Entrei e tranquei a porta com força.

— (S/N), abra essa porta! — Gritou.

— Eu não vou abrir! — Gritei de volta, afundando meu rosto no travesseiro.

Fiquei a tarde toda escutando música, meu pai havia saído e minha mãe iria ao salão de beleza. Eu fiquei remoendo as palavras duras de papai, e respirei fundo quando o Hoseok me ligou.

— Eu soube que você não vai poder vir à festa.

— Não, Oppa. Dessa vez não terá como eu fugir de casa. — Suspirei cansada. — Já tenho que dar algumas explicações para o Joonie...

— Tudo bem, (S/A). Outro dia você vem, certo?

— Certo, Hobi. — Abri um pequeno sorriso.

Ficamos mais alguns minutos conversando, depois que desliguei o telefone, peguei a chave do meu porsche e o meu celular. Eu não iria para a festa, e sim dar umas voltas sozinha e pensar na vida. Agradeci aos Deuses quando passei pelo jardim e não vi nenhum segurança. Já estava quase anoitecendo, e eles deveriam estar acompanhando o meu pai. Estava andando pelas ruas sem rumo, com o som ligado, tocava Young do The Chainsmokers.

Meu coração quase saiu pela boca quando dois homens pularam na frente do meu carro. Estes, estavam encapuzados e fizeram um sinal para que eu parasse o veículo. Engoli seco e apertei o volante, diminuindo a velocidade. O mais alto entre eles, veio em minha direção, bateu no vidro do carro e eu senti medo como nunca havia sentido antes.

— Saia do carro, agora! — Gritou.

Abri a porta vagarosamente e antes que eu saísse, alguém o atacou por trás. A pessoa estava com um capuz cinza e não dava para ver de quem se tratava. O anjo que estava me salvando parecia um lutador de filmes, o outro homem saiu correndo, enquanto o que bateu no vidro do carro estava apanhando. Eu estava intacta, nunca fui assaltada e nunca presenciei uma cena daquela.

— Some daqui, seu imundo!

Minha garganta secou quando o anjo tirou o capuz. Era o ingrato. 

— Garota, porquê você está sempre me seguindo, hm? — Cuspiu no chão, era sangue.

— Eu não sabia que essa rua é sua, idiota! — Ironizei.

— Por sua causa eu levei um murro. — Disse baixo com a mão em sua mandíbula.

— Você sempre vive machucado... — Murmurei saindo do carro.

A rua estava deserta. Não passava ninguém e o silêncio era algo estranho.

— Você não pode passar mais nessa rua, entendeu? — Suas mãos agarraram os meus ombros.

A atmosfera havia caído sobre o meu corpo.

— Vai logo embora. — Soltou-me vagarosamente.

— Deixa eu cuidar do seu machucado? — Perguntei baixinho. — Você levou um murro por minha causa.

— Eu faria aquilo por qualquer um, garota. — Resmungou. — Agora estamos quites.

O castanho me olhou e eu me aproximei, fazendo-o franzir o cenho. Passei meu polegar sobre o seu lábio inferior lentamente, limpando a mancha de sangue. Sentia seu olhar sobre mim, enquanto eu observava atentamente todos os seus machucados. Seu olho esquerdo estava roxo e seu nariz parecia estar quebrado. Ficamos um bom tempo em silêncio, no meio da rua. Um olhando para o outro. E para a minha surpresa, ele não me empurrou, não gritou e não impediu que eu tocasse as suas feridas.

Ele me beijou.


Notas Finais


Hehehe.

Até o próximo. <3


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