História Love by Chance - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~_Bieber_94

Postado
Categorias Cameron Dallas, Holland Roden, Sabrina Carpenter, Selena Gomez
Personagens Cameron Dallas, Holland Roden, Sabrina Carpenter, Selena Gomez
Tags Brigas, Confiança, Drama, Romance
Exibições 58
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA SÓ QUEM APARECEU
EUZINHA
E o capítulo começa com essa fotinha amorzinha da Sel né.

Espero que gostem ❤

Capítulo 5 - Que aposta?


Fanfic / Fanfiction Love by Chance - Capítulo 5 - Que aposta?

Selena Gomez

Sabe aquele momento que você se sente encurralada? Que não importa para que lado você vá, alguma coisa vai dar errado? Eu estava me sentindo assim, sabia que qualquer coisa que eu fizesse hoje, no fim, essa noite iria acabar ferrando com a minha vida.

Então sai de perto de Holland e Cameron dizendo que iria pegar uma bebida, mas verdade fui para uma parte do jardim onde estava mais calmo, e olhei pro céu respirando fundo.

Eu não devia ter vindo para essa festa, devia ter me lembrado que aquele idiota iria estar aqui, e o pior é que ele ainda mexe comigo, era inútil eu negar isso para mim mesma, mesmo que minha cabeça diga mil vezes: " NÃO " o meu corpo continua dizendo: " Sim! "

Eu preciso de uma bebida.

Constatei, eu ja estou aqui mesmo, não há nada que eu possa fazer, então eu vou me divertir. Voltei e fui até o cara com as bebidas.

— qualquer coisa forte que você tiver aí. –pedi, e então ele me entregou um copo pequeno com um líquido de cor engraçada, virei o copo de uma vez, bebendo todo o líquido em um só gole. Me arrependi assim que senti minha garganta queimar, comecei a tossir. – meu deus, isso é veneno?

— Não, mas não é muito bom beber tão rápido assim. – disse o homem dando uma leve risada simpática, ele me entregou outro copinho. – Não beba tão rápido.

Concordei e fui bebendo devagar, e a sensação de garganta queimando já não me incomodava mais. Não me lembro quanto tempo passei ali, mas eu sei que bebi muitos copos daqueles.

Corri até o meio da pista de dança, e comecei a dançar e cantar com o pequeno copo nas mãos, eu sentia uma onda de calor passar por todo o meu corpo, eu estava eufórica e alegre, devia ser efeito da bebida, mas eu não me importava, eu precisava me divertir.

No outro dia.

Acordei em um lugar apertado, minha cabeça doía tanto, parecia que tinha alguém dentro dela tocando bateria. Levantei um pouco e acabei batendo a cabeça em algo que havia em cima de mim.

— DROGA! – Gritei resmungando, mas aquilo me fez sentir mais uma onda de dor, abri os olhos devagar tentando me acostumar com o pouco de claridade que havia ali.

Eu estou debaixo de uma cama?

O que diabos estou fazendo aqui?

Com certo esforço, me arrastei para fora daquele aperto, me sentei olhei para os lados, eu estava em um quarto, que não era o meu. Avistei um espelho e fui até ele devagar, tomando um susto ao me ver, meus cabelos estavam uma bagunça, meu rosto estava horrível por causa da maquiagem, eu pareço um zombie!

Rapidamente amarrei meu cabelo em coque, e procurei com o olhar uma porta que levasse a um banheiro, graças a deus, encontrei, levantei e andei até ele, lavei meu rosto e sai, dando de cara com alguém deitado na cama em que eu estava debaixo.

Esse ser estava aí esse tempo todo?

Pelo jeito que o homem estava deitado, sem blusa e jogado de qualquer forma, a resposta para essa pergunta, era um sim, me aproximei para ver quem era e percebi ser Cameron.

Ai meu deus! Por favor, que nada tenha acontecido!

Comecei a rezar para todos os santos que conhecia, eu não posso ter dormido com Cameron Dallas, tentei me lembrar do que havia acontecido, mas como resposta apenas uma dor veio me fazendo desistir rapidamente da tentativa. Comecei a procurar meu celular.

Preciso falar com a Holland! Talvez ela saiba de algo.

Procurei debaixo da cama, nada, procurei em meu tênis, nada, até que avistei meu celular na mão de Cameron, fui até ele devagar e peguei o meu querido celular, ligando em seguida para Holland.

- Alô? - a voz da minha amiga era de sono.

- Holland, onde você está? - Perguntei

- Ahn... Sel? Eu acho que estou em casa.

- Você me deixou aqui?!

- Não consigo me lembrar de nada! Mas eu não posso ter dirigido, tenho certeza que não lembrava nem o que era direita e esquerda!

- Então como chegou aí? - Perguntei enquanto tentava achar meu brinco.

- Sel... Tem alguém dormindo no meu sofá. - ela sussurou assustada. - será que eu dormi com alguém?

- Meu deus Holland! Estamos Ferradas! Acho que dormi com o Cameron.

- QUÊ?! - Gritou

- Ai, eu to com dor de cabeça, para de gritar!

- Desculpa, acho que acordei o indivíduo desconhecido aqui... Te ligo mais tarde, acho que meu carro está aí. - ela disse por fim, e desligou a chamada.

Ta, e onde ela enfiou as chaves?!

Pensei em acordar Cameron, e faze-lo me explicar o que aconteceu, mas pelo seu estado, ele se lembrava tanto quanto eu, peguei o brinco que estava em cima da cama e desci sem fazer barulho.

A casa estava destruída, copos sujos largados por todo lugar, algumas pessoas dormindo no chão, também tinha vômito em alguns locais, e uma garrafa seca de vodka no centro da sala.

Acho que alguém jogou verdade ou Desafio ontem.

Fui até o jardim, e avistei o carro de Holland estacionado, suspirei aliviada e voltei para dentro da casa. Agora só falta encontrar essa droga de chave, comecei a procurar tentando não acordar as pessoas que estavam dormindo, na verdade elas pareciam desmaiadas.

Meu celular tocou, e a minha cabeça latejou com o som do toque, peguei o celular e vi que era Sabrina, desliguei a chamada antes mesmo de atender, ela iria entender, agora não dá para falar com ela. Fui até a cozinha e um homem dormia com o corpo apoiado na mesa, na sua mão estava a chave do carro, me aproximei segurando a respiração e peguei a chave bem devagar.

Não acorde, por favor!

Assim que consegui pegar a chave, sai correndo de dentro daquela casa, e caminhei até o carro, antes que eu entrasse uma voz me impediu.

— Aonde vai? – Perguntou uma voz rouca, de quem havia acabado de acordar.

— Embora, Cameron. – respondi sem olha-lo diretamente, não queria discutir, queria ir embora e tomar um remédio para essa maldita dor de cabeça.

— Esqueceu da nossa aposta? – Perguntou, me virei e o encarei confusa.

— Que aposta? – Perguntei.

— Temos muito o que conversar, Sel. – disse ele dando um leve sorriso.

Eu nunca mais bebo aquela coisa na minha vida!


Notas Finais


Beber da nisso né? Não aconselho em pessoal.

Comentem por favorzinho❤❤❤
E favoritem ❤


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