História Love Can Heal, Love Can Destroy. - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Drama, Romance
Exibições 36
Palavras 2.395
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


~Boa Leitura ^^

Capítulo 12 - Descoberta.


          Acordei ao ouvir pancadas na porta. Eu estava com tanto sono, eu não conseguia me levantar. Peguei meu celular, e já eram quase 20:00 da noite. Assustei-me ao ver que, da hora que eu tinha ido dormir, que ainda era de manhã, até o horário atual. Eu dormi demais, e ainda assim, sentia sono. Continuavam a bater na porta, e aquilo estava me irritando, coloquei meu travesseiro em minha cabeça tentando abafar o som, mas sem sucesso. Resolvi me levantar de uma vez e abrir a porta. Com muito esforço levantei, e abri a porta, assustando-me vendo quem era.

- Kookie? – Disse ainda assustada ao vê-lo.

- Oi Emma. Eu posso entrar? – Perguntou olhando para o quarto. Ele estava mesmo falando comigo?

- Hã, pode. – falei abrindo passagem para que ele pudesse entrar. Ele entrou, e assim que fechei a porta, ele virou-se pra mim, me fitando. Eu estava surpresa. Depois de tanto tempo, ele finalmente falou algo comigo.

- Emma, eu, queria falar com você. É sobre algo importante.

- Queria? Quer dizer que das outras vezes você não queria é isso?

- Olha, eu sei que está brava. E você tem toda razão disso. Mas eu quero pedir, que por favor, me deixe explicar a razão de ter te ignorado por tanto tempo.

- Tá. Tudo bem. Explica.

- Eu... Não posso explicar ainda. Entenda por favor, eu tive meus motivos pra isso. E foram motivos totalmente desnecessários e infantis. Um erro meu. Eu achei que assim resolveria algo, mas só piorei as coisas.

- Do que você está falando? Resolver o que?

- Eu já disse, não posso dizer agora. Eu prometo, que irei falar, mas não me peça pra contar agora. Pelo menos por enquanto. Eu vi o quanto você ficou mal, e isso me corroía. Eu me sentia mais mal ainda em te ignorar. Sabe o quão difícil foi pra mim fingir que você não existia? Sendo que penso em você o tempo todo – Disse e eu me surpreendi com o que falou, sentindo um forte frio na barriga. – Você é muito importante pra mim. E eu me arrependo dessa besteira que fiz, que prejudicou á mim, e á você. Quando você veio falar comigo hoje cedo, me fez abrir os olhos definitivamente, e tirar essa idéia estúpida da cabeça. Por favor, me perdoa... – falou olhando nos meus olhos. Eu estava sem reação, ele estava ali, na minha frente, pedindo desculpas. – Você vai me perdoar? – perguntou. Eu não acreditava no que ouvia. Minha alegria foi tão grande, que não contive. Corri em sua direção, e o abracei com toda força. Não sei, por impulso talvez, mas eu não me importava, apenas queria abraça-lo, e senti-lo perto de mim, e ele Retribuiu o abraço – Eu precisava tanto disso. – disse rindo. – Me desculpa se fiz você passar algum transtorno Emma. Isso não vai se repetir.

- Como eu senti falta de ouvir sua voz. Como senti falta das nossas conversas. Eu não me importo o motivo de você ter parado de falar comigo. A única coisa que me importa, é que você voltou pra mim. – Falei ainda abraçada a ele. Ficamos uns dois minutos ali, abraçados. Nesse intervalo de tempo, senti tantas coisas. Tudo que Tae me disse, eu estava sentindo naquele momento. Eu só queria abraçá-lo e nunca mais soltá-lo. Seu celular tocou, e nos separamos, rindo da cara um do outro. Ele pegou seu celular mas o desligou, ignorando totalmente quem estava ligando.

- Então... Amigos de novo? – disse estendo a mão, e abrindo aquele sorriso, que tanto me fez falta.

- Amigos. – falei pegando sua mão, dando sorrisos inconscientes.

- Então, que ir até o pátio? Os rapazes estão lá então, bom, que momento melhor pra dizer que fizemos as pazes. – falou rindo. Esqueci de tudo que estava me fazendo mal. Olhava pra seu sorriso, e via o quão bem me fazia. Kookie se aproximava de mim, devagar. Ele colocou uma de suas mãos em meu queixo, o levantando um pouco. Senti minhas pernas tremerem, ele estava perto. Muito, muito perto. Sentia sua respiração bater quente contra minha boca. Passaram-se várias coisas por minha cabeça, eu queria aquilo. Queria mais que qualquer coisa. Ele se aproximava cada vez mais, e eu havia fechado meus olhos, esperando sentir seus lábios. Ouvi seu telefone tocar novamente, fazendo todo o momento se quebrar. Kookie bufou, afastando nossos rostos, que estavam muito próximos. – Desculpa Emma – disse dessa vez desligando o celular. – É melhor irmos, eles devem estar esperando.

           Kookie e eu saímos do quarto, e estávamos indo para o pátio. Caminhávamos em silêncio, e eu apenas lembrava do que acontecerá minutos atrás. O olhava, admirando cada parte dele. Senti um frio pela barriga, subindo até minha garganta. Lembrei do que Tae e Elisa disseram. Conclui que, eu estava apaixonada por Kookie. E eu não podia negar. Eu não acreditava que estaria passando por isso de novo. Mas Kookie era totalmente diferente da pessoa pela qual me apaixonei pela primeira vez. Sorri inconsciente, olhando para o chão enquanto andava. Chegamos no pátio, e como ele disse, os rapazes estavam lá, todos sentados. Nos aproximamos, e eles pareceram surpresos ao nos verem juntos.

- Finalmente vocês resolveram assinar o tratado de paz entre vocês dois? – Disse Hoseok.

- Bom, quem sabe eles não assinaram o tratado de trégua – respondeu Jimin brincando.

- Por favor, digam que vocês pararam com essa guerrinha imatura de vocês? – perguntou Jin

- Nós voltamos a ser amigos. – Respondi sorrindo, e todos sorriram também.

- Aleluia – gritaram em sincronia.

- É. Que bom que se resolveram. – Disse Tae, dando um sorriso de lado, parecendo desanimado. Ele olhou para baixo, parecendo incomodado. Kookie olha para Tae, que retribuiu o olhar, fazendo gestos estranhos. Parecia que Tae o questionava de algo, como se Kookie estivesse fazendo algo errado. Dei de ombros, quem sabe poderia ser apenas coisa da minha cabeça.

- Finalmente vamos poder fazer guerra de sorvete de novo. – Falou Kookie passando sua mão por meu rosto, insinuando um sorvete.

- Eu me preparei durante esse tempo. Se formos fazer guerra, você vai perder de lavada. –respondi rindo passando minha mão por seu rosto da mesma forma.

- Vocês são tão bonitinhos. Sério, me emocionei aqui. – Falou Namjoon. – Até parece o Jin e a minha irmã. Dois chicletes. Grudados um no outros. Chega a ser nojento. – Falou, e todos riram.

- Qual é Namjoon? Você vai ter seu momento ainda cara. Vai aparecer ainda uma garota legal, que te aguente, que esteja disposta a gastar dinheiro comprando e concertando as coisas que você quebrar, que te aguente roncando de noite, e aguentando suas chatices. – Disse Jimin zombando e todos começaram a rir.

- Não liga Namjoon. Se com você vai ser difícil, imagina o Yoongi. – falou Hoseok.

- Não vai ser difícil de arranjar alguém. Olha pra mim? Serei o doce da vida dela. – disse se gabando.

- E quanto á você Emma? – perguntou Jin.

- Eu o que?

- Quando você e o Kookie vão se assumir? – perguntou e todos riam, fazendo com que Kookie e eu ficássemos envergonhados.

- Não tem graça. – respondi

- Ah tem sim. Vocês formam um casal tão fofo. Mas se decide. Você fica nessa indecisão entre o Taehyung e o Jungkook – Disse Jimin fazendo os dois o olharem sérios. – Tá gente, não precisa se exaltar assim. Humor, já ouviram falar?

      Estávamos tão descontraídos. Era ótimo conversar com eles. Dessa vez, os sete. Kookie estava ao meu lado, e ás vezes conversamos apenas nós dois, pois éramos oito, e todos falavam ao mesmo tempo. Hoseok fazia várias brincadeiras, fazendo todos rirem. Esqueci tudo que estava me afetando tempo atrás. Dizem que nem todos os anjos tem asas, que eles apenas tem o dom de te fazer sorrir. Passamos em torno de uma ou duas horas conversando e brincando. As melhores horas daquele dia. Até que avistei Elisa passando ao meio do pátio. Ela andava devagar, parecia estar se sentindo mal. Acenei para ela, e ela retribuiu. Gritei seu nome, mas ela pareceu ignorar. Ela estava andando, até que levou sua mão á sua cabeça. Ela parou, e eu me levantei para ver o que ela tinha.

- Elisa, você está bem?

- Emma, por favor, me ajuda á chegar no meu quarto por favor. Não estou me sentindo bem. – Falou.

- Tá, vem segura minha mão. – falei e ela quase caía ao tentar se apoiar em mim. – O que você tem?

- Não sei. Por favor, só me leva pro meu quarto. – disse e eu me apressei para leva-la ao seu dormitório. Assim que chegamos, deitei Elisa, e ela respirava fundo. – Sinto uma tontura muito forte.

- Você quer tomar algum remédio?

- Não, acho melhor eu ir pra casa.

- Mas você precisa da permissão dos seus pais antes.

- Eu já tenho. Vou ligar pro motorista vir nos buscar. – falou pegando o celular.

- Nos buscar?

- É ué. Você vai comigo. Então trate de pegar suas roupas, por que hoje vamos dormir na minha casa.

- Da próxima me avisa, pra eu me preparar. – falei rindo.

- Quer saber, você vai demorar demais. Não precisa levar nada, você pode usar minhas roupas.

- Elisa, eu posso...

- Não argumente. Você vai usar minhas roupas, e ponto final. – falou me interrompendo.

- Tá bom, vossa majestade – falei me curvando e ela riu. Alguns minutos se passaram, até que o motorista dela chegou. Fomos até a saída, e passamos sem problemas, já que ela tinha a permissão para sair da escola. Entramos no carro e fomos. Olhava pela janela, a beleza que era a Coréia. Era tão iluminada, cheia de neons, e haviam tantas pessoas na rua, o que me apavorava um pouco, já que eu tinha praticamente medo de pessoas. Não demorou muito até chegarmos na casa da Elisa, se é que eu poderia chamar aquilo de casa.

- Elisa, tem certeza que isso é uma casa, e não uma mansão? – perguntei admirada ao sair do carro.

- Não exagera, nem é tão grande assim. – falou me puxando pelo braço. – Vamos, quero te apresentar meus pais. Entramos, e eu ficava de boca aberta, admirando sua casa. Realmente, não era uma mansão, mas era bem grande. Chegamos á sala, e seus pais estavam esperando por nós.

- Elisa Maria, o que você está sentindo? – Disse seu pai, colocando as mãos em seu rosto, e a analisando.

- Pai, não é nada demais, é só um mal-estar. – respondeu tirando as mãos de seu pai de seu rosto.

- Não exagere Rosinaldo, ela só passou mal, isso é normal. – Disse uma senhora de cabelos negros curtos, e olhos verdes. – Você é a Emma não é? Nossa filha fala muito de você. Prazer Emma. – Disse estendo a mão.

- O prazer é todo meu senhora.

- Rosinaldo, prazer. – disse também estendendo sua mão. – Nossa filha disse que você a ajudou com Yool. Parabéns viu, eu e a mãe dela, sempre dizíamos pra ela falar de uma vez que gostava dele, mas ela nunca criava coragem – falou e eu ri, fazendo Elisa ficar com raiva.

- Tá bom pai, já falou o que queria não é? Vem Emma. – falou me puxando.

- É assim que você trata suas amigas Elisa? – perguntou e ouvi Elisa resmungar. Chegamos no seu quarto, que se assemelhava ao tamanho dos quartos do colégio, só que bem mais decorado.

- Você pode dormir na minha cama, eu vou colocar um colchão no chão, e pra mim tá tudo bem.

- Eu durmo no chão sem problema.

- Emma, você sabe que não vai conseguir argumentar comigo né?

- Tá bom, eu durmo na cama. – falei desistindo.

- Emma, pode ir comigo no médico amanhã? Eu sinto esse mal-estar já faz um tempo, e isso está me preocupando muito.

- Tá sem problema. – Eu não gostava de sair. Eu era muito antissocial, mas já que era pra ajuda-la, então eu faria um esforço. O celular de Elisa tocou, e ela pareceu se animar ao ver quem era.

- É o Yool. – disse sorrindo

- Incrível como alguém pode mudar nosso humor. – falei rindo. Mas realmente, isso é verdade. Elisa se afastou um pouco para falar melhor com Yool. Observava seu jeito conversando com ele, parecia tão feliz e animada. Não demorou muito até ela voltar. – E ai, como foi?

- Nada ué. Só conversamos um pouco. Quer dizer, tem uma coisa ruim, ele me disse que vai viajar, e que só vai voltar daqui á um mês. – falou com um olhar triste. – E pior que ele já foi, nem tive tempo de me despedir.

- Não tem problema, vocês vão se falar por Skype certo? Vai ver, o tempo vai passar tão rápido. Vocês vão se ver antes do que imaginam – falei sorridente relembrando as palavras de meu pai, quando estava indo embora.

           Ficamos conversando por alguns minutos, contei que Kookie e eu havíamos nos acertado, e ela ficou muito contente. Estávamos com muito sono, então fomos dormir logo, já que no outro dia, ela iria ao médico. Acordamos bem cedo, e eu estava morrendo de preguiça. Como eu odiava acordar cedo, era uma tortura. Levantei-me para ir tomar um banho, mas esquecendo que não tinha roupas.

- Elisa, você tem alguma blusa de frio?

- Blusa de Frio? Nesse calor todo?

- É... É que eu estou com frio. Coisa minha mesmo. – falei rindo tentando disfarçar. Eu não poderia arriscar, tinha de esconder meus braços á todo custo. Ela me entregou a blusa, e eu a vesti assim que terminei o banho. Elisa terminou de se arrumar, e fomos para a clínica. A esperei fazer os exames, e assim que voltou, disse que teríamos de esperar o doutor chamar, para dizer os resultados. Não demorou muito, e o doutor chamou. Elisa fez questão para que eu entrasse com ela, então fomos juntas. Assim que entramos, nos sentamos, e aguardamos o Doutor dizer os resultados.

- E então? O que eu tenho?

- Você está saudável senhorita Elisa.

- Ah que bom. Estava tão assustada, achando que talvez tivesse que fazer uma cirurgia. – fala rindo.

- Bom, se for uma cesárea, teremos que fazer uma cirurgia sim. – Paralisei ao ouvir aquelas palavras, Elisa o olhava com os olhos abertos, e pareciam que iriam pular de seu rosto.

- O que? – perguntou.

- Você está grávida!

Continua...

 



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