História Love Christmas' - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blindspot
Personagens Ian Kruger, Jane Doe, Kurt Weller
Tags Blindspot, Jeller
Visualizações 7
Palavras 1.409
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Essa oneshot é um especial feito para o natal, mas como sempre, estava de acordo com os acontecimentos da história na série, ja que foi publicada em 25/12/2016 no Nyah.

Espero que gostem ;)

Capítulo 1 - Capítulo Único - Love, Magic and a Christmas Miracle


— Você só está alguns meses atrasada. — diz ele contento um sorriso, a alguns metros da mulher que estava parada perto da grade de segurança, olhando para o além do horizonte. O horizonte que Kurt ficou encarando naquela noite em que esperou por Jane até tarde; só que diferente daquele dia, hoje ela estava ali, usando uma blusa de inverno preta, botas também pretas e uma boina vermelha. Era o único ponto de cor em suas roupas. A luz do pôr do sol em contraste com a neve e iluminava sua silhueta. Havia nevado forte o dia inteiro, então um fino tapete de neve havia se formado no chão.

— Eu diria que é um atraso até perdoável. Além do mais, dizem que as coisas acontecem quando tem que ser. — Kurt completa, colocando as mãos nos bolsos do pesado casaco e rindo levemente.

Jane ri ainda de costas, observando as luzes da cidade ao longe.

— E você acredita nisso? — pergunta ela sorrindo e se virando para ele.

— Estamos aqui agora, não é? — responde Kurt avançando alguns passos e se aproximando dela, sem nunca quebrar o contato visual entre eles.

Por um momento eles apenas mantêm os olhos um no outro. Verde no azul, mantendo aqueles olhares que sempre disseram tanto sem sequer precisar de uma só palavra.

— Então você diria que ainda há chances? — Jane questiona após algum tempo, dando alguns passos em direção a calçada, observando as pegadas que se formavam na neve que cobria o chão e parando próximo a um poste de luz que estava coberto por pequenas luzes natalinas.

— Eu diria que sempre há chances. — responde Kurt copiando os passos dela.

Jane olha para Kurt e sorri, desejando com todas as forças que realmente houvesse chance para eles, porque apesar da amizade e do equilíbrio que eles haviam conseguido encontrar, a tensão que os atraía um para o outro, ainda se fazia presente e de alguma forma, estava ainda mais forte.

— Pena que as coisas não são tão simples... — diz Jane abaixando a cabeça. — Não podemos simplesmente apagar tudo o que aconteceu e... — ela fecha os olhos, dando uma volta no poste de luz da avenida enquanto fala. — ...apagar tudo o que... — e antes que a volta e a frase termine, Jane é surpreendida por Kurt, que a pega nos braços e a beija.

Depois de tanto tempo sem sentir aqueles lábios contra os seus, a sensação era ainda melhor do que Jane se lembrava. Os lábios dele eram quentes contra os dela e se moviam com delicadeza, suaves, mas logo a língua dele pediu passagem e invadiu a boca dela, tornando o beijo mais intenso. Sandstorm e qualquer outra coisa, já não importava mais, pois o que sentiam um pelo outro, era maior, era mais forte. Desde o primeiro momento, eles ja sabiam que seria assim.

— Nós podemos e vamos. — diz Kurt se afastando apenas o suficiente para olhar nos olhos dela para confirmar o que ele também sentia: que independente de qualquer coisa, a partir daquele momento, eles estariam juntos, porque no meio de todo esse inferno que era a vida deles, um era o ponto de paz, o porto seguro do outro.

    Jane abre a boca para dizer algo contra, mas Kurt a impede, colocando levemente a ponta dos dedos em sua boca.

— Sem mais protesto. Sem mais desculpas. Só nós. Ok? — propõe ele. Jane sorri, deixando escapar aquele sorriso bobo que só aparecia para Kurt, e assente com a cabeça, concordando.

    Após outro beijo, Kurt pega as mãos de Jane e as junta em seu peito, segurando-as ali.

— Então aqui estamos, onde tudo começou.

— Caso você não se lembre, nosso primeiro beijo foi na porta da sua casa, Sr. Weller. — diz Jane rindo e apertando o peito dele levemente ao mencionar o local do primeiro beijo.

— Não. - responde ele sorrindo para ela. — Na verdade, tudo começou aqui. — Kurt abre uma das mãos de Jane e a coloca no peito, sobre o coração dele, que batia mais acelerado que o normal. Jane solta uma das mãos e o empurra levemente, rindo e olhar novamente para ele, deixa escapar aquele meio sorriso bobo, que só aparecia quando ela fitava aqueles incríveis olhos verdes. Olhos que brilhavam como um dia de primavera, refletindo a enorme felicidade que sentia por ter Jane ali, em seus braços.

— É cedo para te convidar para ir lá pra casa? — arrisca Kurt mostrando os dedos cruzados e sorrindo. — É natal.

— Pensei que não fosse me convidar. — diz Jane pegando os dedos cruzados dele e desfazendo, entrelaçando os dedos nos dele.

— Só está faltando uma coisa nesse natal. — Kurt tira um raminho de visco do bolso e brinca com ele em sua mão, girando-o. — Feliz Natal.

— Onde pegou isso? — pergunta Jane rindo e exibindo um meio sorriso nos lábios ao tocar o raminho.

— No caminho para cá. — responde ele, aproximando o rosto do dela.

— E posso saber por que você pegaria um desses? — questiona Jane com sorriso que permanece em seus lábios, fitando os olhos e lábios dele, que estavam muito próximos.

— Porque alguns tradições merecem ser mantidas. — responde Kurt erguendo o raminho acima deles com uma mão e puxando Jane para si com a outra, colando sua boca na dela novamente.

— Você não existe. — murmura Jane rindo. — Feliz Natal. — diz ela enquanto Kurt a abraça e continua beijando.

— Além do mais, nunca se sabe quando vamos precisar aproveitar a desculpa do visco para poder beijar a mulher que a gente ama. — Ele sorri, deixando vários selinho na boca e no queixo dela, que ri e se encolhe nos braços dele, sentindo sua pele se arrepiar não pelo frio, mas pelas cócegas que a barba de Kurt fazia em seu rosto.

— Bom, vamos? — diz ele soltando-a de seu abraço e segurando apenas uma de suas mãos. — Um certo team vai chegar lá em casa daqui algumas horas e não tenho nada pronto. Acha que conseguimos dar um jeito?

— Já demos um jeito em coisas bem mais complicadas, então, acho que somos bem capazes disso. — diz ela fazendo uma careta e aceitando o desafio.

— Então vamos. — diz ele sorrindo e abrindo o casaco oferecendo um espaço ali para ela. — E ah, acho que você vai adorar meu convidado especial para essa noite. — Kurt completa, sorrindo como uma criança que esconde uma surpresa.

Jane o encara por alguns instantes, semicerrando os olhos com quem estivesse tentando adivinhar a surpresa e Kurt apenas balança a cabeça em negação, puxando-a para seus braços, rindo. Jane se entrega indo de encontro a ele, se enfiando debaixo dos seus braços e enlaçando sua cintura. Eles caminharam juntos, rindo e aproveitando todo o caminho, observando as luzes de natal, que tinham o poder de deixar tudo mais mágico e especial.

Por sorte, ou magia de natal, tudo saiu da melhor maneira possível e antes que a campainha soasse anunciando a chegada dos convidados, tudo estava arrumando e pontualmente às 9:32p.m, Reade, Tasha e Patterson chegam trazendo suas alegrias, risadas e o convidado especial de Kurt: Roman.  Ao vê-lo, Jane olha para Kurt, com um enorme sorriso e sussurra um “obrigada”, sentindo como se seu coração fosse explodir de tanta felicidade.

— E há quem diga que milagres de natal não existam. — diz Roman indicando Jane e Weller com a cabeça. Patterson, Reade e Tasha sorriem e comemoram, enquanto Reade dá uma nota de 5 doláres para Tasha, devido a uma aposta sobre eles, é claro.

— Dessa vez foi rápido, e olha que não foi um pedido de criança. — diz Roman rindo, deixando todos confusos e em seguida explicando. — Fiz um pedido a uma estrela cadente que vi no momento em que chegamos aqui.

— E o que você pediu? — pergunta Jane, rindo para o irmão.

— Eu pedi que você voltasse a ser feliz. — responde ele. Jane abre a boca para contestar, mas Roman continua. — Completamente feliz.

Incapaz de negar e de dizer qualquer outra coisa, Jane apenas vai para os braços do irmão e logo, todo o team está em um abraço coletivo, como uma enorme família.

Ao terminar a noite, Jane sentia como se seu coração fosse explodir de tanta felicidade por ter em sua vida, pessoas que acolheram a ela e ao irmão, como uma verdadeira família.

A neve caía lá fora e o vento soprava, balançando levemente as janelas. Estava frio e apenas a luz da lua e das milhares de luzes natalinas iluminava a noite, mas ela se sentia aquecida e segura estando nos braços dele.


Notas Finais


E então, gostaram? Espero que sim! ❥

Eu como uma boa apaixonada por esse clima de natal fico toda boba hahahaha
Comentem, me digam o que acharam, adoro receber os comentários de voces e gritar junto! ❥


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