História Love, flowers and Ivy. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Calum Hood
Exibições 9
Palavras 1.992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Conforme o decorrer da história, vocês vão entendendo melhor tá?
Bjs! <3

Capítulo 1 - That Smile.


Fanfic / Fanfiction Love, flowers and Ivy. - Capítulo 1 - That Smile.


6 ANOS ATRÁS.


- Você pode, por Deus, andar mais devagar Hastings? Você vai arrancar minha mão do meu braço e eu preciso te dizer, eu ainda preciso dela. - Ivy ouvia Calum bufar atrás de si, enquanto o puxava colégio a fora, indo em direção a sala de projetos.

- Claro que não, Calum.  Você têm que ver o que tem lá, você vai ficar completamente surpreso. - a menina parou de andar por um segundo, sorriu e voltou a andar (lê-se correr) pelos corredores. Era dia 25 de janeiro, Calum completaria 17 anos e ela ainda não tinha lhe dado se quer um abraço. Parou em frente a porta azul, que se destacava no corredor, já que era a única em uma parede gigantesca da cor branca. - Anda, entra logo.

O garoto parou enquanto arrumava a blusa de frio, que ficará torta com os puxões da garota. Respirou fundo e estalou o pescoço, abrindo a porta em seguida.

- Surpresa! - um único gritou tomou conta da pequena sala de projetos, que estava cheia com amigos e professores do menino, bexigas, comidas e refrigerantes espalhados pelas mesas. Ashton, o melhor amigo dos dois, veio em direção ao mesmo e o agarrou tão forte que podia jurar que dava para Ivy ouvir os ossos de Calum quebrando. Assim que foi colocado novamente no chão, Hood se virou admirado para a garota, que sorria de orelha a orelha enquanto batia palmas demonstrando sua felicidade.

- Ivy, você planejou tudo isso? Eu poderia jurar que você tinha esquecido. - ele colocou as mãos nos ombros da garota e a balançou. - Garota, você ainda me mata do coração.

- É claro que fui eu. - ela mostrou a língua. - Eu jamais esqueceria o aniversário da melhor pessoa desse universo, Calum Hood. - e então o abraçou, passou os braços pela cintura do garoto e o apertou forte, enquanto sentia-o pousar seu queixo sobre sua cabeça e sorriu. Adorava os abraços do amigo, era definitivamente os melhores. - Eu queria te desejar os melhores anos de vida possíveis, te agradecer por cada segundo que me permitiu estar com você, te dizer que você é sem dúvidas, a pessoa mais maravilhosa que eu já conheci. Você não sabe o tamanho do medo que eu sinto de perder você, docinho. - se soltaram do abraço, Ivy ficou nas pontas dos pés e deu um beijo estalado no rosto do rapaz, que sorriu. 

- Eu que deveria te agradecer. Eu sou grato por você ser apenas você. Eu nunca ganhei algo parecido Ivy, você é a melhor. 
***

- Deixa eu pensar, Hastings. - Calum se virou na cama, ficando de frente pra garota que antes lhe observava. - Ah, um pote de sorvete ou três garrafas de coca-cola?

- O quê? Hood eu não posso escolher entre essas duas coisas. - arqueou as sobrancelhas para o amigo, que negou. - Certo, eu escolho o sorvete. Agora minha vez. - ela suspirou, sabendo que a resposta da pergunta que estava prestes a fazer poderia não sei a mesma resposta que esperava. - Se um dia você estiver namorando e sua namorada disser "ou ela, ou eu", quem você escolheria? 

- Ivy...

- Calum por favor! Você nunca responde essas perguntas que eu te faço. Nós somos melhores amigos a tanto tempo e você se quer responde coisas bobas como as que eu te pergunto. 

- Eu escolheria você.

- E por qual motivo?

- Eu te conheço a mais tempo, você é minha melhor amiga e eu jamais te deixaria por outra pessoa que seja. - ele encostou a testa na dela, sem desgrudarem os olhos. - Você sabe que eu não gosto disso, de sentimentos, de falar sobre essas coisas... Mas você está estranha, o que está acontecendo? 

- Eu tive aquele sonho de novo. - ela desgrudou as testas e virou para cima, encarando o teto. - O do coma. E como antes, eu estava lá, deitada em coma. Eu me via ali deitada, Calum. Eu via você sentado ao meu lado, de mãos dadas comigo, falando e falando. Eu não sentia; eu não ouvia. Você era o único que eu não conseguiu ouvir ou sentir o toque, eu me sinto perdida quando sonho com essas coisas. Você é tudo o que eu tenho, sabe disso. - ele encarava seu perfil, enquanto ouvia ela sussurrar as palavras antes de fungar e ouvi-lá começar a chorar. - Eu não gosto de sentir isso.

- Meu bem, são apenas sonhos. Você não precisa ficar assim, nada vai acontecer e a gente não vai se perder, tá bem? - ele a pegou pela mão. - Viu? Você está sentindo meu toque e me ouvindo falar agora. 

- E se eu realmente entrasse em coma Calum, o que você iria fazer? - ela virou novamente pro garoto, que agora estava apoiado em um dos cotovelos, ficando mais alto que ela. 

- Eu te contaria tudo o que já passamos juntos, desde as receitas boas e ruins feitas na sua cozinha desde as festas que a gente foi e um de nós ficou tão bêbado que mal conseguia lembrar o próprio nome. Lembraria principalmente as coisas que você sempre fez por mim, uma festa de aniversário, meus trabalhos da escola, quando me passava as respostas das provas e por ai vai. - a garota riu, balançando a cabeça, pensando que realmente tinha feito tudo isso por ele e um pouco mais. - E ainda pediria pra você acordar logo, só pra me ligar as três da manhã pedindo pra eu ir até sua casa fazer pipoca enquanto sua mãe cumpre plantão no hospital. 

- Você promete que se um dia namorar, jamais vai me deixar pra trás? Que nossa amizade vai vim em primeiro lugar sempre? Por favor. - ela pediu juntando as mãos em frente ao peito. 

- Eu juro de dedinho, Ivy. - ele estendeu o dedo mindinho pra garota, que fez o mesmo e os entrelaçou. 

- Mas fique ciente que caso venha acontecer, eu fico na minha e você na sua, cada um segue sua vida. Seja a sua garota certa ou não, depois não tem mais volta. Isso vale pra mim também, certo? - ele concordou. - Amo você, bembem. - ela riu com a careta que o garoto fizera ao ouvir o apelido que tanto gostava de chamá-lo. 

- Eu também te amo, neném. - e gargalhou.
***

- Luna ele é um completo babaca que simplesmente não é grato por nada do que eu faço! - Ivy batia os pés no chão do quarto enquanto falava com a amiga no celular, se Luna pudesse vê-lá, enxergaria apenas um pontinho vermelho embaixo de um monte de moletom. Ivy borbulhava de raiva. 

- Ivy, já é a segunda vez nessa semana que você fala isso, amanhã vocês já fazem as pazes. 

- Só foi ele começar a se atacar com essa garota que ele simplesmente não liga pra mais nada do que eu falo ou faço, poxa.

- O que houve dessa vez? 
 

- Eu pedi pra ele me encontrar na cafeteria as 16h pra eu poder entregar o presente de aniversário de amizade, assim como eu faço com você, mas obviamente eu não falei o motivo. Luna eu tinha preparado até um cupcake pra ele, com o ingresso pro show do Foo Fighters que ele tanto queria ao lado e um Chococcino quente. Sabe o que ele fez? Ele entrou, dizendo que não poderia ficar por que ia sair com a mãe dele, pegou o cupcake e o chococcino e saiu. Não me deu nem tempo de responder, simplesmente peguei o ingresso do show, joguei na bolsa e sai da cafeteria. E eu juro que se não tivesse tanta gente conhecida eu tinha chorado ali mesmo.

- O que foi que você viu afinal, Hastings?
 

- Ele entrou no carro da Nátalie, Luna. Ele mentiu pra mim, droga. - Ivy já estava sentada na cama, coberta com o seu edredom azul escuro enquanto chorava. - Ele nunca mentiu pra mim amiga, ainda mais falando que ia sair com a mãe dele. 

- Ivy, você tem que entender que agora ele tem uma pessoa, a amizade de vocês vai mudar muito e isso é só o começo. 
 

- Ele me jurou que não me trocaria por ninguém, Luna. Ele jurou de dedinho. - a garota sussurrou pra amiga do outro lado da linha. - Eu acreditei nele. Ele nunca quebrou nosso juramento antes.
***

- O que você quer, Calum? - Ivy revirou os olhos enquanto virava para encarar o garoto que gritava seu nome pelo corredor central da escola.

- O que está acontecendo? Faz dias que você não fala comigo, Ivy.

- Jura que você não sabe? Nem se quer passou pela sua cabeça?

- Juro. - ele suspirou, derrotado.

- Pois deixe eu refrescar sua memória. - a garota continuou andando até chegar ao seu armário e guardar seus livros, batendo a porta do mesmo com uma força absurda. - 1º de julho te lembra alguma coisa, Hood? O cupcake que você devorou sem se quer me agradecer te faz pensar em algo, aquelas porcarias de ingressos que eu tive que deixar na sua caixa de correio te faz pensar em alguma coisa? Sua mentira falando que ia sair com a sua mãe quando na verdade ia sair com a Natálie te faz pensar em alguma coisa? - ela despejou sem respirar, enquanto o amigo a olhava boquiaberto. E então se deu um tapa na testa. Ele havia esquecido o aniversário de amizade.

- Ivy...

- Não! Nem tente, depois que você começou a se envolver com essa garota você simplesmente jogou tudo o que a gente tinha na amizade fora, e eu aposto que você pensou que tivesse sido ela que tinha deixado os ingressos na caixa do correiro, não foi? - observou o garoto concordar. - É claro que pensou, pra você só existe ela agora. Você se quer me abraça, pergunta se eu tô bem, nem vai mais na minha casa todos os dias como ia antes, não liga, não manda nem uma mensagem. Você ignorou todas as minhas tentativas de comunicação com você esse final de semana e você quer que eu esteja como? Quer saber? Eu cansei, Calum. Isso tudo pra mim já deu.

- Hastings, nós somos amigos. Apenas amigos, certo? 

- E por acaso eu falei algo de errado? Não que eu me lembre, a diferença é que eu realmente me importo com você, enquanto você, só pensar em comer outra garota e pouco se importar com o sentimento da pessoa que você chama de melhor amiga, droga. 

- Então como fica nossa amizade agora, Ivy? - ele perguntou enquanto se encostava no armário da garota. 

- Como combinamos tempos atrás, cada um na sua, cada um segue sua vida e acabou, seja ela sua garota certa ou não. Até qualquer dia, Calum. - ela disse por fim, abaixando a cabeça depois de vê-lo concordar, virou-se e saiu.

Depois desse dia, Ivy Hastings pediu transferência de classe e pouco tempo depois, de período também, já que havia começado a trabalhar para conseguir pagar sua faculdade. Se esbarrava com Calum em todos os lugares possíveis, já que os dois tinham os mesmos gostos, e de brinde, via Natálie pendurada em seu pescoço. Chorava sempre que tinha oportunidade e sentia uma falta extrema do melhor amigo, já que passavam o dia colados. 

Pareciam ser até chiclete.

O garoto por outro lado, parecia não se importar já que tinha Natálie sempre por perto para suprir a falta de Ivy, apesar que fosse de formas diferentes. Não demonstrava se quer sentir a falta mínima da menina, como sempre. E com o passar do tempo, quando parou de vê-la pelos lugares onde frequentavam juntos, começou a pensar em como tudo o que relacionava a ela, lhe fazia falta.





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