História Love Has Clear Eyes - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gabriel "MrPoladoful"
Tags Amor, Drama, Mrpoladoful, Romance
Exibições 128
Palavras 1.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente! Ontem eu esqueci mesmo de postar, mas eu hoje eu to aqui

Esse cap tá pequeno mesmo por motivos de: tá vindo coisa nova na fic, então eu to focando mais nos próximos capítulos onde vai acontecer o principal da fic que eu planejo desde o inicio. Por isso, peço perdão desde já caso eu fique sem postar nos próximos sábados. Mas vão por mim, vai valer a pena a espera!!

Enfim, era só isso mesmo que eu queria dizer :) BOA LEITURA <3

Capítulo 18 - Drive Thru


Fanfic / Fanfiction Love Has Clear Eyes - Capítulo 18 - Drive Thru

Quando voltamos, o sol já tinha quase que sumido por completo. Entramos, Gabriel estava sentado no sofá mexendo no celular, Laura também e o resto estava em algum lugar da casa. Bruno apenas continuou andando pela casa, parecendo procurar os outros.

- Onde vocês foram? - Laura perguntou se aproximando.

- Conversar. - Falei lançando um olhar para ela, que imediatamente entendeu o que eu quis dizer.

- Ah. - Falou. - Tá um pouco tarde, né? Que horas são? - Perguntou olhando para a tela do seu celular. - Nossa, quase seis horas, minha mãe vai me matar. - Falou se virando e saindo da sala.

    Me aproximei do sofá, bufando e me jogando ao lado de Gabriel.

- Já ia chamar a polícia, você sumiu do nada. - Falou olhando para o seu celular. Dei risada.

- Eu acho que eu preciso te falar uma coisa. - Falei pensando se contava ou não.

    Não achava que era necessário contar sobre Bruno e tudo o que aconteceu desde a viagem até aqui. Mas por alguma razão, senti a necessidade de contar.

- O que? - Ele imediatamente virou, me encarando muito curioso. Até dei ridada de sua reação. - Por que tá rindo? - Perguntou novamente.

- Não é nada sério. - Falei passando a mão em seu cabelo.

- Me senti naquelas situações que a garota conta que traiu o cara.
- Falou rindo.

- Me respeita. - Disse rindo. - Eu não te traí. - Dei um tapa no seu ombro. - Mas espera... eu nem sou sua namorada. - Falei pensativa, olhando para um ponto fixo.

- Por enquanto… - Disse me fazendo sentir um frio rápido na barriga.

    Agora não borboletas, agora não.

- Bom, gente tá tarde né? Vamos? - Laura chegou na sala já com sua mochila e suas coisas na mão.

    Me levantei e também peguei minhas coisas. Me despedi de Paola, Laís, Bruno e Luís, que disse que a gente poderia fazer mais coisas assim quantas vezes quisesse na casa dele. Agradeci e fomos até a frente da casa. Gabriel se ofereceu para deixar Laura em seu apartamento.

    Fui guiando novamente Gabriel. Como sempre, com medo de ele causar algum acidente nas avenidas. Estávamos falando sobre o churrasco, e Gabriel comentou algo sobre mim, só sei que, de alguma forma, o assunto foi totalmente sobre mim entre eles dois. Até ficaria feliz por estarem se dando tão bem, se o assunto não fosse especialmente sobre meus micos e vergonhas que eu já passei, tanto com Gabriel quanto com Laura.

- Teve uma vez que… - Laura começou a falar e riu em seguida, parecendo se lembrar de algo engraçado. - A gente tava em uma festa de aniversário na escola.

    Ah não, essa história não.

- E a gente tava sentada em uma mesa. Os meninos passaram distrubuindo uns potinhos de sorvete, e deixaram um litro de cobertura de morango em cima da nossa mesa e continuaram passando de mesa em mesa, servindo. Até aí tudo bem.

    Laura se aproximou mais para perto do meu banco, ficando mais na frente. Parecendo ver se Gabriel estava realmente prestando atenção. Depois de concluir que ele estava, continuou.

- Aí teve uma hora que o namorado da aniversariante pegou o microfone e começou a fazer um discurso pra ela. - Falou. - E do nada, o celular da Ellie começa a tocar, bem no meio do discurso todo fofo e meloso do namorado. E não era baixinho não, o celular dela parecia uma radiola! Todo mundo virou e ficou olhando para nossa mesa, enquanto a Ellie procurava desesperadamente o celular dela dentro da bolsa pra desligar. Então ela levantou e colocou a bolsa em cima da mesa para procurar melhor, e acabou derrubando o litro  de cobertura em cima da cadeira. Ela finalmente encontrou o celular e desligou. Então todo mundo voltou a olhar para o namorado da aniversariante lá na frente, que continuou o discurso.

    Ela deu uma pausa e deu uns tapinhas no ombro de Gabriel, como se estivesse prestes a contar a melhor parte. Ele, por sua vez, ouvia atentamente enquanto dirigia, com um sorrisinho nos lábios, parecendo prever que algo muito engraçado aconteceria naquela história.

- E acho que a Ellie ficou tão aliviada de ter desligado o celular que até esqueceu da lambança na cadeira, e se sentou nela!

    Laura quase berrou na última frase. E começou a literealmente rolar no banco de trás, e até fiquei  com medo de Gabriel bater o carro em algum poste do tanto que ele gargalhava.

    Revirei os olhos. Mas acabei rindo também daquela situação.

- E tem mais! - Disse continuando. - A gente ficou o resto da festa tentando limpar aquele négocio avermelhado na calça dela, tava horrível. E como não tinha casaco nem nada, pra não passar vergonha, ela colocou um pano de prato pra cobrir a parte de trás da calça.

    Mais risadas.

- Ei! Não foi um pano de prato. - Falei cruzando os braços.

- Ah, foi sim!

- Não, foi não. Foi só um paninho que acharam na cozinha da cantina.

    Os dois gargalharam mais ainda.

- Ai, socorro! - Gabriel exclamou, tentando controlar suas risadas.

    Comecei a rir junto com eles. Até que nossas risadas foram cessando e ficamos em silêncio.

- É bem… aqui. - Falei apontando para o prédio de Laura, enquanto Gabriel ia aproximando o carro.

- Pronto, está em casa. - Ele disse olhando para o banco de trás onde Laura estava.

    A mesma pegou suas coisas e saiu do carro, se apoiando na minha janela.

- Tchau Gabriel, foi um prazer te conhecer. Espero que a Ellie te leve pra mais passeios com a gente. - Ela disse e Gabriel deu um sorriso como agradecimento. - E tchau amiga, não esquece de me mandar mensagem quando chegar. - Disse me dando um beijo na bochecha.

    Esperamos até que ela entrasse e fomos embora dali. Ainda permaneciamos em silêncio. 

- Tô com fome. Que tal a gente ir lanchar? - Falou tirando os olhos da estrada e me encarando.

- Pode ser. - Falei dando um sorriso sem mostrar os dentes.

    Ele voltou a olhar para a estrada. Reparei que sua mão livre do volante estava perto demais do meu banco, quase encostando na minha coxa. Ele parecia meio indeciso se a tocava ou não. Senti novamente um frio na barriga, e o encarei. Ele fez o mesmo e em seguida afastou sua mão.

    Sem motivo aparente, comecei a rir baixo. Parece que pela primeira vez ele estava envergonhado de me tocar, exatamente bem ali.

- Que foi? - Ele disse me encarando e sorrindo também.

- Nada. - Falei.

    Chegamos no drive Thu do McDonalds. Pedimos nossa comida e começamos a comer no estacionamento mesmo, enquanto conversávamos.

- O que você achou da Laura? Muito doida? - Falei pegando uma batata e a comendo.

    Gabriel riu.

- Não, ela é muito legal, os outros também. Só um que pareceu não ir muito com a minha cara.

    Ah, e eu já sabia quem era.

- Você sumiu com ele, e depois disse que queria falar uma coisa, o que era mesmo?  - Perguntou, me fazendo lembrar daquele assunto.

    Me endireitei no banco, pronta para começar a falar.

- É que… - Dei uma pausa. - Bem depois que eu viajei, antes de eu te conhecer, o Bruno, esse garoto que era meu melhor amigo, disse… disse que estava gostando de mim. - Falei e o encarei, tentando decifrar o que sua expressão dizia. - Não acho que seja muito importante, mas senti necessidade de te contar.

- Então por isso que ele não foi com a minha cara. - Disse estralando os dedos. - E… você gosta dele? - Perguntou.

    Senti um pouco de ciúmes nas suas palavras.

- Claro que não. - Falei. - Na verdade eu gosto de outra pessoa. - Falei esperando sua reação.

    Ele riu e olhei para baixo, para sua próprias mãos.

- Ah é? Quem é ele? Como ele é? - Perguntou.

- Deixa eu ver… - Falei fingindo pensar em algo. - Ele tem olhos claros, é alto…

Falei dando uma pausa, enquanto ele ouvia atentamente assentindo com a cabeça.

- E tem uma cor de cabelo que deixa ele mais charmoso, tipo ruivo, mas na verdade nem sei se é tintura ou tonalizante.

    Falei e começamos a rir.

- Ôxi, eu acho que é natural, hein?

- Será? - Perguntei rindo.

- Unhum.

    Paramos de falar, ainda sorrindo, e ficamos focados um nos olhos do outro. Os olhos de Gabriel ficavam ainda mais bonitos à noite, apesar de estar escuro e o preto dominar quase por completo o castanho que ainda restava. 

    Ele se aproximou mais, se apoiou no meu banco e ouvi o "click" do meu cinto de segurança abrindo - que nem sei porque ainda estava com ele -. Ele colocou a mão sobre meu rosto - e dessa vez também sobre minha coxa -. Fechei os olhos e senti seus lábios doces tocarem os meus.  

     O beijo ficou mais intenso. Afastamos nossos rostos só um pouco, ainda sentindo nossa respiração bater um no rosto do outro. Ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e voltou para o seu lugar, me puxando mais para perto dele. Ficamos assim, abraçados, apenas vendo algumas pessoas que iam e viam um pouco distantes no estacionamento e ouvindo uma música qualquer que tocava no rádio.

   


Notas Finais


Espero que tenham gostado!! E não esqueçam de comentar, os comentários cairam novamente :(

TCHAUZINEO E ATÉ O PRÓXIMO <3


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