História Love, Hate or Lust? - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Tags Big Bang, Drama, G. Dragon, Hentai, Personagens Originais, Romance
Exibições 174
Palavras 2.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Muito obrigada pelos comentários e por quem está favoritando ♥♥

Capítulo 3 - Por que?


Fanfic / Fanfiction Love, Hate or Lust? - Capítulo 3 - Por que?

Narração em terceira pessoa 

A primeira vez que G-Dragon viu Melissa, sentiu como se estivesse perante sua presa. Com olhos de uma cor luminosa de verde e um longo cabelo castanho, Melissa mal havia percebido o quanto havia prendido a atenção de Ji Yong. Ainda mais pelo corpo curvilíneo que a mesma possuía e que tentava esconder sem sucesso sob roupas folgadas. 

Ji Yong deu mais um trago em seu cigarro, sentindo a  fumaça descer queimando pela sua garganta. Estava deliciando-se em brincar com ela. Soltou uma sonora gargalhada ao lembrar das incontáveis vezes em que perturbou a pobre coitada, sempre a fazendo se encolher como uma cachorrinha assustada. 

Mas o que mais gostou em todo esse mês, fora ontem a noite. A princípio, Ji Yong teve uma rápida surpresa ao a pegar no flagra o espionando. A surpresa que ele sentiu fora rapidamente substituída por satisfação. Conseguiu ver o desespero estampado no exótico rosto de Melissa, e também conseguiu ver puro desejo. Ji Yong gostou muito, de fato, e decidiu que não iria parar de a provocar. Iria continuar a pressionando, cada vez mais, até que conseguisse ter Melissa nua em sua cama. 

            Fim da narração em terceira pessoa 

*Cinco dias depois 

— Não, Hana, eu já disse que não vou. — falei pela centésima vez. Minha única amiga que fiz desde que cheguei aqui, me olhou com olhos suplicantes. Nós nos entendemos muito bem, por sermos empregadas e não termos uma condição de vida muito boa. Aliás, assim como eu, ela também não nasceu aqui na Coréia. Hana veio do Japão, juntamente com seus pais. 

—  Por favor! Mel, você quase não sai dessa mansão. Como você não  se sente presa aqui?! 

— Eu simplesmente não posso me dar ao luxo. Tenho que enviar todo o dinheiro para a vovó, não posso gastar com futilidades. —  uma das minhas maiores qualidades, é que eu sempre fui muito focada. Apesar de qualquer situação difícil pela qual passei durante a minha vida, eu nunca desisti. Eu não podia. Por eles, por meus pais

Respirei fundo antes de deixar-me levar por pensamentos do passado. 

— Dessa vez você não vai me escapar, Melissa Furtin. Você vai, querendo ou não. 

— Hana, eu não gosto de lugares assim. Você sabe disso. 

Hana sumiu por um rápido instante, voltando com um pacote embrulhado em seda. Ela deu um enorme sorriso - que poderia iluminar uma cidade inteira se ela quisesse - e cuidadosamente entregou o pacote em minhas mãos. 

— Eu espero que goste, Mel. Você é a minha melhor amiga. Obrigada por me aturar. — dizendo isso, me deu um abraço apertado. — Agora eu vou terminar de limpar a cozinha, nós nos vemos a noite. 

Eu ri de nervoso, ao perceber que ela conseguiu contornar toda a situação.  Dei um suspiro, indo diretamente para o jardim. Nos últimos dias, esse era o meu lugar preferido para pensar. O cheiro suave das flores me envolvia e a luz do sol banhava-me por inteira. Me sentei no banco de madeira que havia em uma parte mais escondida do jardim, e abri o delicado pacote em minhas mãos. Prendi meu ar quando toquei no macio tecido, era um lindo vestido na cor preta, com um profundo decote nas costas.  Meu Deus, parecia ser caro. Eu encostei meu rosto no tecido, sentindo uma involuntária lágrima escorrer pelo meu rosto. Nunca havia ganhado presentes de ninguém. 
Uma mistura de alegria e ternura me preencheu, e sem dúvidas eu iria hoje à noite. Pelo menos para retribuir o belo gesto de Hana. 

Marcavam exatamente 21h no meu relógio, e Hana ainda não tinha terminado de arrumar os meus cabelos. Balancei minhas longas pernas que estavam nuas por causa do vestido curto que eu usava, analisando-as. Nunca vesti algo tão provocante assim, o que acabou por me deixar completamente deslocada e insegura. 

— Pronto!

Me levantei rapidamente da poltrona que eu estava sentava fazia uma hora, aliviada por toda essa tortura terminar. 

— Mel, você está incrível!  — Hana bateu palmas, satisfeita consigo mesma. —  Bem que eu sempre ouvi dizer que as brasileiras são lindas. 

Eu me olhei no espelho pela primeira vez naquela noite e abri a boca em surpresa. Parecia que outra mulher estava ali e não eu mesma. O vestido negro caiu perfeitamente bem em meu corpo, e os meus longos cabelos  caiam em cascatas levemente onduladas pelas minhas costas, me deixando verdadeiramente bonita. Hana caprichou ainda mais na minha maquiagem, marcando meus olhos verdes com sombra preta e passando um batom nude em meus lábios.  

Olhei para ela e a abracei. — Obrigada! Você também está linda! 

Hana vestia uma saia cintura alta curta na cor vermelha vinho, com um cropped levemente transparente na cor branca. Seus cabelos eram negros e curtos, estilo chanel de bico. E para completar, seus lábios carnudos estavam marcados com um batom vermelho que com certeza deixaria certos rapazes afoitos. 

Nós colocamos por fim nossos saltos - que de início relutei para usar - e saímos para pegar o táxi que já estava nos esperando na rua. 

— Club Eden, por favor. - Hana pediu para o taxista. Se virou para mim e me olhou com a feição mais inocente possível. — Então amiga, esqueci de avisar sobre uma coisa… 

Um alarme apitou dentro da minha mente. Estava demorando para ter algo errado. Fechei meus olhos, tentando não deixar o nervosismo crescer. Por quê desde que eu cheguei aqui, eu havia me tornado um imã de má sorte? — Como assim, Hana? 

— Um amigo está nos esperando lá. —  Hana falou rápido demais. Tinha algo bastante errado. 

— Que amigo? —  perguntei, desconfiada. Isso estava muito estranho. — Pensei que seria só nós duas. 

O celular dela tocou, a livrando de responder minha pergunta.  — Sim, sim. Já estamos bastante perto. —  ela respondeu a pessoa do outro lado da linha. 

Quando chegamos no club, a música eletrônica tocava em alturas extremas. Os corpos se movimentavam na pista de dança ao ritmo das frenéticas batidas, como se não houvesse o dia de amanhã.  Os bares requintados e mesas espalhadas pelo local, tinham instaladas luzes de néon, assim como os tetos e a pista de dança. 

— Vem amiga! —  Hana falou por cima da música, me arrastando com ela. 

Seguimos para uma área mais restrita da boate. Hana falou algo no ouvido do enorme segurança, o fazendo liberar a nossa entrada para o segundo andar. Quem quer que seja esse amigo dela, parecia ter dinheiro. Subimos a escada, e eu sentia que algo ruim estava prestes a acontecer. E eu não estava errada. Fiquei petrificada no meu lugar quando o vi. Sim, esse amigo dela tinha muito, mas muito dinheiro.  Já que era o G-Dragon. 

Eu olhei para ela, surpresa. — Ele praticamente me obrigou a vir e te trazer comigo. Me desculpe, amiga. — ela sussurrou, segurando meu braço e me levando em direção a ele. 

G-Dragon estava sorrindo abertamente para mim, sentado como um rei no sofá de couro. Pelo que pude reconhecer, sua namorada Mizuhara Kiko era a que estava sentada em uma de suas pernas e os dois outros homens sentados à sua volta, eram T.O.P e Daesung. 
O poder da internet hoje em dia, ainda mais para conhecer famosos, era de fato muito útil.

Suspirei. Desde o acontecido da lavanderia, Ji Yong tem me tratado como se nada tivesse acontecido, com total indiferença. Mas  eu havia apreciado isso, pois era melhor daquele jeito. Mil vezes melhor. Eu não queria ser notada de forma alguma por Ji Yong, porque eu sentia no meu mais profundo ser, que ele poderia ser a minha ruína.

Me curvei para todos os presentes em forma de cumprimento. T.O.P e Daesung me olharam de forma divertida, como se soubessem de algo ao meu respeito que nem eu mesma sabia.

— Vocês estão lindas essa noite. — T.O.P nos elogiou com sua voz rouca, analisando a mim e a Hana. 

— Concordo. —  Ji Yong falou, me fitando. 

— Obrigada. -— disse olhando diretamente para T.O.P e ignorando o homem que estava tirando o meu sono ultimamente.  Me sentei  no outro sofá de couro, enquanto Hana me entregava uma bebida. 

— Você me paga, Hana. — falei baixo o suficiente para os outros não escutarem. 

— Não foi minha culpa! —  ela respondeu igualmente baixo. 

Parecia que eu ia ter um ataque de nervos a qualquer momento.  
Eu nunca coloquei uma gota de álcool na minha boca, mas por toda essa situação louca e constrangedora, acabei virando toda a bebida que Hana me deu. O gosto era doce e forte, fazendo com que de imediato já pudesse me sentir um pouco tonta. Senti o olhar pesado de Ji Yong sobre mim e um calafrio percorreu minha espinha. Ele me causava medo, medo de despertar em mim sensações e sentimentos que eu nunca havia sentido antes. 

Eles começaram a conversar sobre algo que eu não estava prestando o mínimo de atenção, quando Kiko se sentou ao meu lado. Ela sorriu para mim, um sorriso que não chegava em seus olhos castanhos de forma alguma. — Toma. — ela me entregou outra bebida, fazendo questão de brindar comigo. — Então, soube que você é empregada do Ji Yong. Só que eu não entendo uma coisa… — suas palavras eram pronunciadas arrastadas, como se estivessem cheias de veneno. — Por que você está aqui? 

— Quem me trouxe foi Hana, e na verdade, eu não sabia que vocês estariam aqui. 

— Hum… Entendo. Seu vestido é bem caro para ser comprado por uma mera empregada. Provavelmente você não deve conhecer sobre marcas, mas é um vestido da Chanel. — ela me olhou da cabeça aos pés. O nojo era nítido em sua expressão. 

Eu virei novamente o copo de bebida que estava em  minhas mãos, como se isso fosse diminuir minha vergonha e meu nervosismo. Por que? POR QUE? 

— Está sendo incomodada, amiga? —  Hana voltou sua atenção para nós. 

— Ah, você logicamente é a outra empregada, certo? — Mizuhara disse com desprezo, como se estivesse falando com um inseto. — Eu pensava que esse club era apenas para as pessoas nobres. Mas pelo visto estou enganada.  

Eu não sei se foi a bebida fazendo efeito ou se foi a raiva que senti quando a vi menosprezando minha amiga daquele jeito, mas eu me levantei igual um vulcão e peguei outro copo cheio de bebida. Não pensei duas vezes e derramei todo o líquido sobre o cabelo de Mizuhara Kiko. 

Escutei um arfar atrás de mim, enquanto via Mizuhara se levantar e me fuzilar com os olhos.  — Você está louca?! —  gritou, com tanta raiva que parecia que viria para cima de mim a qualquer momento.

Antes que uma confusão maior pudesse acontecer, alguém me puxou pelo braço e me tirou dali rapidamente. Eu prendi a respiração ao ver Ji Yong me arrastando para o terceiro andar. Ele abriu a porta de um quarto e puxando-me para dentro, nos trancou. 

Eu estava um pouco tonta e fiquei chocada quando G-Dragon começou a rir. Tragou seu cigarro, enquanto caminhou a passos lentos para se sentar na cama. — Você me saiu melhor do que eu esperava essa noite.  Está de parabéns, Melissa. — ele riu novamente, o cinismo quase que palpável.  

O nervosismo que eu sentia virou pura raiva. Tentei respirar mais lentamente e fechei os olhos, tentando me acalmar. Mas foi uma tentativa inútil, já que Ji Yong voltou a fazer seus comentários.  — Aliás, esse vestido ficou perfeito em você.  Eu sabia que ficaria assim. Gostou? 

— O que? —  perguntei, tentando me controlar. 

— Você realmente achou que foi a Shimizu que comprou? — Ji Yong riu. — Você é mais inocente do que eu pensava. 

Porra, já era mais do que o suficiente para mim! —  Abra a porta, por favor. 

Ji Yong me analisou, parecendo satisfeito consigo mesmo. Parecia que era isso que ele queria: tirar a minha paz.  — Abra a maldita porta! AGORA! — Meu coração se acelerou ainda mais  quando G-Dragon veio em minha direção. Prendendo os meus pulsos acima da minha cabeça e pressionando o meu corpo na parede, o cheiro de cigarro misturado com bebida que vinha dele deixou-me inebriada.  

— Não ouse gritar comigo novamente, entendeu? 

— Me solta! Você é louco?!

— Talvez eu seja. 

E então ele me beijou. 



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