História Love, Hate or Lust? - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Tags Big Bang, Drama, G. Dragon, Hentai, Personagens Originais, Romance
Exibições 166
Palavras 2.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, eu tenho que dizer que ADORO quando vocês comentam. Sério, não parem. Muito obrigada por quem vem favoritando, e espero que gostem desse capítulo. Boa leitura ♥♥♥

Capítulo 5 - Borboleta


Fanfic / Fanfiction Love, Hate or Lust? - Capítulo 5 - Borboleta

Todos ficaram surpresos com a reação furiosa de Ji Yong, e o clima que antes era tão leve, agora havia ficado pesado por demais. —  O que significa isso? — Mizuhara perguntou, em um misto de raiva e confusão. Parecia ter se sentido ofendida e mesmo eu a achando desprezível, não tirava sua razão. G-Dragon a ignorou por completo, sustentando de modo firme o olhar de Seung Hyun. 

— Me solta! —  tentei soltar meu pulso, o que fez com que ele aumentasse ainda mais o aperto. Quem ele pensava que era?!

— Você não escutou o que ela disse? — Seung Hyun perguntou para Ji Yong, a seriedade estampada em seu belo rosto. Parecia que a qualquer momento uma briga iria estourar entre eles dois, e Daesung que antes estava apenas observando ao lado de Hana, agora se posicionava ao lado de T.O.P, tentando o acalmar.

— Hyung, você está bêbado. —  Daesung tentou o persuadir, e parecia que estava escolhendo as próximas palavras com cuidado para não piorar a situação. — Não se esqueça do que foi confidenciado a nós. 

Alguns jovens que ainda estavam pela rua, pareceram curiosos sobre o que estava acontecendo. Se alguém filmasse e vazasse para a mídia, sem dúvidas alguma os Bangs estariam em sérios problemas. — Tudo bem. — Seung Hyun disse por fim, se dando por vencido. — Me desculpe, Ji Yong. — e dizendo isso, se curvou em forma de despedida e fora embora.

O aperto de Ji Yong se afrouxou em meu pulso, porém a fúria ainda estava presente naqueles olhos penetrantes. — Kiko, mais tarde conversamos. —  disse de forma seca, sem margens para questionamentos. —  Daesung, leve elas duas para casa, tudo bem? E Shimizu, tire o seu dia para descanso.  

G-Dragon nem ao menos me deu tempo para me despedir de Hana e de Daesung, e praticamente me arrastou para dentro de seu carro luxuoso, sob o olhar muito descontente de Mizuhara Kiko. O caminho para mansão fora silencioso, e eu estava com tanto sono que não me atrevi a perguntar o que significava tudo aquilo. Minhas pálpebras ficaram pesadas pelo cansaço que me possuía, e meu corpo havia sido tomado pelo relaxamento. Acabei adormecendo por ali mesmo. 

**

Eu estava sozinha em um enorme jardim, com árvores gigantes que pareciam ser feitas de magia pela tamanha beleza que possuíam, juntamente com as lindas flores que percorriam por toda a paisagem. O céu estava limpo e o sol estava tão brilhante que sentia minha alma sendo aquecida. Era tão bom. Inesperadamente, gotas cristalinas de uma leve chuva começaram a cair sobre mim, e o cheiro de orvalho inebriou-me os sentidos. Eu estava em um paraíso? Olhei para mim mesma, e prendi minha respiração ao ver o lindo vestido branco que cobria meu corpo. Parecia ter sido cuidadosamente feito à mão, com detalhes em pérolas e tão leve como a mais pura seda. Eu caminhei lentamente, sentindo a macia grama sob meus pés descalços e o calmo vento tocando o meu rosto. A paz se fazia presente em meu peito, e sentimentos como dor e medo não pareciam mais existir. Os baixos sons dos pássaros que cantavam, deixaram-me ainda mais maravilhada, e suspirei quando vi uma doce borboleta pousando em meu ombro nu. Onde eu estava? Eu tentei tocar a  majestosa borboleta com a ponta de meus dedos, mas ela voou para longe, livre. Livre como o vento, livre como as gotas de chuva que me lavava a alma, livre como esse paraíso. Eu queria ser como ela

— Você está tão linda… — eu reconheci de imediato aquela voz. Eu me virei, e meu coração rugiu em meu peito ao vê-la parada diante de mim. Os seus olhos tão verdes como os meus, transmitiam o mais glorioso amor. Ela sorria para mim, de forma tão doce e calma, que fora inevitável segurar as lágrimas que agora caiam livremente pelo meu rosto. — Vejo que minha doce menina cresceu. — eu tinha tantas coisas para falar para ela, mas eu simplesmente não conseguia abrir os meus lábios. As palavras fugiam da minha mente ao vê-la tão próxima. — Eu sei de tudo, minha querida criança. Eu sempre estive por perto. Eu sempre a protegi. — e então ela me abraçou. E eu desabei em seus braços, chorando por toda a saudade que eu senti dela durante todos aqueles anos, chorando por toda a implacável dor que havia me destruído quando ela se foi. 

— Eu senti tanto a sua falta, eu te amo tanto mãe! Por favor, não me deixe sozinha de novo. Por favor — eu implorei entre lágrimas e soluços, fazendo com que ela apertasse ainda mais seus finos braços ao meu redor. Era tão quente, tão aconchegante. O perfume único dela, fazia perfeita sintonia com as flores ao nosso redor.  

— Você nunca esteve sozinha, minha doce menina. — a voz de minha mãe soava como uma calma música aos meus ouvidos. — E nunca vai estar. Eu sempre viverei em seu puro coração. 

**

Quando eu acordei em meu quarto escuro, eu senti meu rosto molhado pelas lágrimas. Meu coração apertou ao saber que tudo fora apenas um sonho, e senti novamente a grande dor costumeira se instalar em meu peito. Tudo fora tão vívido, tão real. Minha mãe estava tão perto. Eu sorri de saudade, ao lembrar-me de suas palavras e de seu reconfortante abraço. Suspirei, decidindo tomar como força o que ela havia me dito. Mesmo sendo tudo um sonho. 

Acendi as luzes e pulei de susto quando vi Ji Yong sentado em uma poltrona no canto do meu quarto, me observando. Meu coração se acelerou e tudo o que havia acontecido ontem veio a tona em minha mente. Desviei meu olhar, a vergonha me tomando por inteira. Agora que eu estava sóbria, era difícil de o encarar. — O q-que o senhor está fazendo aqui? — eu estava esperando sorrisos cínicos e palavras desconcertantes, mas não fora isso o que eu recebi logo em seguida. 

— Você estava sonhando com a sua mãe, certo? — perguntou suavemente. — Você chamou por ela essa noite. 

Eu olhei para ele, completamente surpresa ao ver que ele realmente estava falando sério. Ele era tão imprevisível que me deixava desconfortável. — Você está aqui há muito tempo? — indaguei, mudando de assunto. Não queria falar sobre minha mãe com Ji Yong. Na verdade, não gostava de falar sobre ela com ninguém. 

— Sim. Estou aqui desde que te dei banho e te coloquei na cama. — olhei para baixo e fiquei surpreendida ao me ver com uma enorme camisa masculina. Meu coração se acelerou ainda mais, e senti meu rosto pegando fogo. 

— Q-que loucura é essa?! — vi um relâmpago de diversão passar pelos olhos de G-Dragon, mas a seriedade logo em seguida voltou para a expressão em seu rosto. — Você fez alguma coisa? 

— Se eu fizesse, Melissa, você estaria bem acordada. Não tenho interesse por mulheres desmaiadas devido ao alto consumo de álcool. — Ouch! Ji Yong 1 x Melissa 0. 

— T-tudo bem. — disse, cada vez ficando mais envergonhada. 

— Você perdeu sua mãe com quantos anos? — voltou a tocar novamente no assunto, a suavidade ainda estando presente em sua voz. 

— Por que você quer saber? 

— Curiosidade sobre você, Melissa. — Ji Yong me respondeu de forma sincera, em nenhum momento deixando de me olhar nos olhos. 

Suspirei, e percebi que ele estava determinado em saber sobre isso. Sentei em minha cama de frente para ele. — Ela se foi quando eu tinha oito anos. 

— Entendo. Deve ter sido difícil para você. — Ji Yong disse, mas eu percebi que ele não havia falado por pena. Pelo contrário, havia uma certa admiração em seu tom de voz. — Foi por ela que você aprendeu a falar coreano? 

— Eu nunca te disse qual dos meus pais era coreano. Como sabe disso? —  Ji Yong ficou surpreso, parecendo que havia sido pego em algo. Mas rapidamente se recompôs. 

— Sua avó me contou. — ele me disse, desviando os olhos para o relógio de ouro que usava em seu pulso. Por que meu instinto me gritou que havia algo de muito errado nisso tudo? Me lembrei de imediato de Daesung falando para Seung Hyun “Não se esqueça do que foi confidenciado a nós”. 

Ji Yong limpou a garganta, tomando-me a atenção de volta e mudou drasticamente de assunto. — O que te deu na cabeça em se agarrar com Seung Hyun daquela forma? 

Vergonha novamente subiu em minha superfície, e eu queria ter um buraco no qual eu pudesse me enfiar. Respirei fundo, não o deixaria se intrometer na minha vida. Se eu não fosse firme, Ji Yong provavelmente passaria por cima de mim com sua personalidade forte. — Desculpe senhor, mas eu sou apenas sua empregada. Parece que está havendo algo bem distorcido aqui. 

Ele sorriu. O cinismo que já era tão familiar estava de volta em sua expressão, e seu olhar passou desde minhas pernas nuas, até a minha boca. — Então me diga, Melissa, se é normal uma empregada gemer para o patrão como você gemeu ontem para mim. 

Eu me arrepiei ao escutar aquelas palavras sujas, e o calor que parecia puro fogo se instalou entre minhas coxas. Como aquele homem tinha tanto poder sobre mim, sem nem ao menos me tocar? —  S-senhor, peço para que esqueça isso. Foi apenas um erro, além do mais, o senhor está em um relacionamento. — eu soltei, tentando não me embolar e tentando não demonstrar o quanto Ji Yong me afetava. 

-— Quando eu te levar para a cama, ainda vai me chamar de senhor? Hum... Eu gosto disso. — a luxúria estava presente em seus profundos olhos, e finalmente eu pude entender que G-Dragon era o pecado em pessoa.  

Inconscientemente eu apertei minhas pernas, o que chamou de imediato a atenção dele. O seu sorriso aumentou, e Ji Yong me deixou chocada quando levou a própria mão para o volume que havia se formado em sua calça. — Eu te deixo molhada, não deixo? E você me deixa duro. — apertou seu volume, me deixando boquiaberta.

Definitivamente Ji Yong era um homem perigoso. — P-por favor, pare com isso! — disse, enquanto sentia minha intimidade latejar. Eu estava ficando louca, ele estava me deixando louca! 

— Sabe, eu acho que você precisa de um corretivo, por ter sido tão levada ontem. Você me deixou furioso, o que devo admitir, é uma surpresa até mesmo para mim. — ele apertou ainda mais o volume que tinha entre as pernas, a devassidão pintando cada palavra que saia de seus lábios. — O que você acha de eu abrir suas longas pernas agora, e te chupar até você gritar o meu nome? 

Aquilo fora demasiado para eu aguentar. Eu corri com minhas pernas bambas para o banheiro que havia em meu quarto, e me tranquei ali mesmo. Eu o escutei soltar uma sonora gargalhada, para logo em seguida falar com sua voz rouca. — Nossa conversa ainda não terminou, Melissa. — e saiu, batendo levemente a porta do quarto.  

Eu suspirei aliviada, porém estranhamente me sentia incompleta. Pela primeira vez em minha vida, eu desci meus dedos para minha intimidade com a intenção de me satisfazer, mas frustrantemente eu não sabia como fazer para aquele ardor febril ir embora. 

              Narração em terceira pessoa

Kwon Ji Yong estava sentado no jardim, fumando um cigarro enquanto pensava nos últimos acontecimentos. Não entendia de forma alguma como havia se descontrolado daquela maneira perante a todos. Nunca se importou com nenhuma das mulheres que passaram por sua vida, na verdade, nunca havia ficado furioso se visse alguma delas serem tocadas por outros homens. Elas eram apenas meros brinquedos para Ji Yong, tão fácil de trocar como era para respirar.  Mas com Melissa… A beleza exótica dela o encantava, juntamente com a personalidade inocente que a mesma possuía. Ora insegura, ora segura de si mesma. Mesmo ela tendo passado por uma perda tão difícil enquanto era apenas uma criança, Ji Yong sentiu admiração genuína pela capacidade de Melissa em conseguir seguir em frente. Ainda assim, estava nítido que ela desconhecia como o mundo era de fato, desconhecia a liberdade, e até mesmo os prazeres de uma quente noite de sexo. Mas Ji Yong estava disposto a ensiná-la, iria fazer ela gozar tanto que a mesma acabaria perdendo os sentidos.

Ji Yong riu em puro divertimento ao se lembrar de como ela havia ficado corada, quando o mesmo disse que havia dado banho nela. Ji Yong não se atreveria a tal coisa, e havia mandado a empregada o fazer em seu lugar. Fez questão de que Melissa fosse vestida com uma de suas camisas, porque sabia que ela se sentiria envergonhada e confusa quando acordasse. Gostava de a provocar. Gostava tanto que levou Melissa ao limite no quarto dela, fazendo com que o pau de Ji Yong ainda estivesse duro por aquele feito. Ele iria com calma para não a assustar ainda mais, e iria apreciar cada momento disso. 

Ji Yong deu mais um trago em seu cigarro, quando uma linda borboleta pousou em seu ombro. Ficou surpreso pela forma graciosa com que ela batia as asas, e tentando a tocar com a ponta de seus dedos, a borboleta voou para longe. Livre como o vento. 

 

 

 



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