História Love, Hate or Lust? - Capítulo 7


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Categorias Big Bang, G-Dragon
Tags Big Bang, Drama, G. Dragon, Hentai, Personagens Originais, Romance
Exibições 171
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Você me fez perder a cabeça, a maneira que você me estimula. Nunca desista, garoto, mesmo quando eles nos tentarem. Você e eu contra o mundo, com você esta noite, pro que der e vier"
GBOY, BIG BOY hahah espero que gostem desse capítulo!!

Capítulo 7 - Sensações


Fanfic / Fanfiction Love, Hate or Lust? - Capítulo 7 - Sensações

                Eu senti minhas mãos suarem e meu coração acelerar em meu peito ao escutar o pedido de Ji Yong. Estava me sentindo nervosa e transtornada por toda aquela horripilante situação, mas dentre esses desesperadores sentimentos, o pior de fato era a dor esmagadora que me corroía ao vê-lo tão ferido. — Eu vou cuidar de você. — o respondi, limpando as lágrimas de meu rosto e tentando manter a maior calma possível. Não podia perder o fio de lucidez que ainda me restava. Suspirei, de certo modo me sentindo culpada. Eu sabia que Ji Yong havia arriscado a própria vida por mim, ao ter enfrentado sozinho os outros dois homens que estavam do lado de fora da mansão. Se não fosse por esse ato tão corajoso, eu realmente não sabia o que poderia ter acontecido comigo. 

— Eu sei o que você está pensando. — Ji Yong disse com sua voz grave, sem desviar os olhos da direção. — Se você continuar se sentindo culpada dessa forma, tomarei como uma ofensa direta contra mim. — nunca havia o visto falando tão sério daquela maneira. 

— Me desculpe. Não foi a minha intenção. — disse pausadamente, tomando cuidado para não gaguejar pelo nervosismo. A última coisa que ele precisava agora, era me ver descontrolada como eu estava há pouco. 

— Não se desculpe. — a expressão em seu rosto se suavizou. — Apenas continue se acalmando. 

Ji Yong me levou para um luxuoso prédio que havia em outra parte nobre da cidade de Seul, estacionando pôr fim a Lamborghini no estacionamento subterrâneo. Antes de sairmos de seu carro, vestiu rapidamente um casaco de couro por cima da camisa ensanguentada e logo em seguida colocou um boné para não evidenciar os ferimentos em seu rosto. 
Como medida extrema de segurança, o elevador que havia no estacionamento dava diretamente para o lobby do prédio, onde havia seguranças vigiando a pouca movimentação. Passamos diretamente pelas recepcionistas, onde ouvimos um rápido “Boa noite senhor Kwon”. 

O apartamento ficava na cobertura do prédio e quando o adentramos, não consegui reparar nem no mais grotesco detalhe devido a minha mente que estava repleta de preocupações. Ji Yong rapidamente me puxou para dentro de um dos quartos que havia no corredor, e sentou-se na enorme cama de casal. Respirou pesadamente, retirando o boné e o casaco. — Me ajude a tirar a camisa, Melissa. —  percebi que seus lábios estavam pálidos e eu não hesitei nem por um segundo em atender seu pedido. Ji Yong fixou os seus olhos nos meus, observando-me enquanto eu retirava com cuidado a camisa por cima de seus ombros. Quando eu desviei meu olhar para baixo, abri minha boca em tremendo terror e espanto.

— Ji Yong! Por que você não me disse antes?!

Ele sorriu de forma preguiçosa, como se aquele grave corte abaixo de sua cintura não fosse nada demais. —  Um dos infelizes estava com uma faca. Mas não está tão feio, né? — eu sabia que ele estava tentando esconder a dor para não me preocupar ainda mais, o que estava tendo exatamente o efeito oposto. Oh céus, era por isso a camisa dele estava tão ensanguentada. — Só preciso limpar todos esses ferimentos. E dar ponto nesse corte. — se levantou e a passos lentos foi para o banheiro que havia no quarto. Eu o segui de imediato e o vi pegando um kit de primeiros socorros que havia dentro do armário. — Você sabe costurar roupa? 

— S-sim. — falei nervosa. Eu estava tremendo, mas repreendi-me mentalmente por isso. Ele precisava da minha ajuda. — Eu faço para você. 

— Ótimo. — disse, se sentando na beirada da banheira. O que me fez lembrar-me da vez que o vi parcialmente nu com a mulher ajoelhada a sua frente, no quarto da mansão. Prendi a minha respiração, sentindo meu rosto esquentar. — Vai ficar parada aí?

—  D-desculpe! — me movi rapidamente, me agachando a sua frente. Senti seu olhar sobre mim, analisando cada gesto que eu fazia. Suspirei, abrindo o kit de primeiros socorros e pegando os itens certos para começar. Quando comecei a limpar corte - que por sorte não estava muito profundo - com o remédio, senti Ji Yong ficar rígido. — Está doendo muito? —  perguntei aflita. 

— Digamos que sim —  me respondeu com dificuldade entre uma respiração pesada e outra.  
Tentei me manter firme, não podia deixar as emoções tomarem conta de mim ou se não seria ainda pior para Ji Yong. Apreensão me tomou por completo quando terminei de limpar o corte. Agora viria a parte mais difícil. Limpei a minha mente ao pegar a agulha e a linha em minhas mãos. Olhei para cima, encontrando aqueles penetrantes olhos negros me encarando. Ji Yong estava mordendo o lábio inferior, como se estivesse se preparando para a dor que viria logo em seguida, e por fim balançou a cabeça em afirmativa para que eu pudesse continuar. 

Quando eu perfurei a pele dele e dei o primeiro ponto, Ji Yong soltou um alto grito. — Puta que pariu! — xingou em um tom angustiante, enquanto eu dava o segundo ponto. Definitivamente odiava vê-lo sentindo dor. Senti uma intensa vontade de matar o desgraçado que o havia ferido desse jeito. Por um breve momento fechei os meus olhos e os abri, me concentrando ainda mais para não fazer nada de errado. 

Quando terminei de dar todos os quatro pontos, senti seu corpo relaxar em puro alívio sob o meu toque. Coloquei um curativo por cima para finalizar, me levantando logo em seguida. 

— Obrigado. — Ji Yong me agradeceu e um sorriso se formou em meus lábios. Ele parecia estar genuinamente grato, o que me deixou com um bom sentimento de dever cumprido. E alívio, já que tudo havia corrido bem. 

— Agora vamos limpar esses ferimentos do seu rosto. — disse, ficando ainda mais próxima dele.

Ji Yong sorriu satisfeito, o que me fez prender o ar ao perceber a situação em que me encontrava. Eu estava tão perto dele agora, que conseguia sentir sua quente respiração acariciando meu rosto. Ele estava me olhando de forma intensa, fazendo com que imediatamente eu desviasse o olhar e começasse a limpar o ferimento em sua sobrancelha. 

— Então, esse apartamento também é seu? — perguntei quebrando o silêncio constrangedor que havia se instalado. 

— Sim, é. — respondeu de forma curta, o nervosismo vindo à minha superfície. — Por que o interesse repentino?

—  P-por nada. —  merda, por que tinha que gaguejar logo agora?!

— Está nervosa com algo? — senti a malícia em sua voz, tão palpável como o pano em que segurava em minhas mãos.

— Claro que não. — ri soprado, terminando de limpar sua sobrancelha. Quando peguei outro paninho umedecido e fora passar no canto de seus lábios, Kwon Ji Yong sorriu. 

E meu coração parecia que iria explodir em meu peito, o calor começando a percorrer por cada parte do meu corpo. Foco, Mel! Continuei não o olhando nos olhos, e logo terminei de limpar o pequeno corte que ali havia. 

— Pronto. Agora é só tomar um antibiótico por causa dos pontos. 

Eu já estava preparada para me afastar e sair dali, quando Ji Yong segurou em meu pulso, me impedindo. — Aonde pensa que vai? 

— Como assim? Eu já terminei. —  cometi o enorme erro de olhar em seus profundos olhos negros, que me aprisionaram no mesmo instante. Suspirei, sentindo-me completamente atraída por ele. Quem eu queria enganar? Aquele homem tinha tanto poder sobre mim, sobre o meu corpo, que até mesmo eu não estava conseguindo suportar.

— Eu pensei ter ouvido você dizer que cuidaria de mim. Escutei errado? — ele me puxou para mais perto, fazendo com que eu ficasse entre suas pernas e colando os nossos corpos. 

Eu estava tão cansada por tudo que havia acontecido essa noite. Tão cansada de tentar entender esses confusos sentimentos que Ji Yong despertava em mim. Tão cansada por fugir e tentar me afastar inutilmente. A dura verdade era que eu sempre fui louca por ele, desde o primeiro dia em que coloquei os meus pés em sua mansão. Desde aquele sorriso cheio de segundas intenções que ele havia direcionado a mim, e que eu propositalmente escolhi deixar passar despercebido. Agora tudo estava tão claro… Eu sempre fui a presa. E Ji Yong sempre foi meu caçador. 

— Escutei errado, Melissa? — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha e me causando arrepios. O ardor em minha intimidade já se fazendo presente, molhando a minha calcinha. 

— Não... Não escutou errado. — falei fracamente, sendo o suficiente para Ji Yong. 

— Boa menina. — disse com voz repleta de luxúria, e tomou-me ferozmente a boca sem esperar um segundo sequer.  

Os lábios de Ji Yong se moviam duros sobre os meus, havendo um extremo desejo incontido entre nós e deixando tudo mais intenso. A urgência que tínhamos um do outro era nítida, e o calor febril me queimava o corpo. Eu o agarrei pela nuca, afundando minha outra mão em seus macios fios e aprofundando ainda mais aquele beijo delicioso. A língua de Ji Yong brincava com a minha sem pudor algum, transformando o beijo em puro erotismo e me deixando ainda mais louca de tesão.  

Eu estremeci quando senti o grande volume em sua calça, tão duro que o senti latejar mesmo sob o tecido da roupa. Ji Yong passeava suas grandes mãos pelo meu corpo, agarrando minha bunda de forma brusca e puxando meu corpo ainda mais para si. Parecia que ele queria me devorar por inteira. Ele interrompeu o beijo para logo em seguida chupar e lamber o meu pescoço, os gemidos saindo de forma involuntária de meus lábios entreabertos.

— Ji Yong… — gemi seu nome, louca pelas sensações que me invadiam.

De imediato Ji Yong me privou de seus deliciosos lábios em meu pescoço, meu corpo implorando por mais. Ele me olhou nos olhos, o tesão estampado em sua feição. E então sem me dizer uma única palavra e surpreendendo-me, ele rasgou minha fina blusa em um forte movimento. 

— Puta que pariu... — sussurrou, rapidamente conseguindo se livrar do meu sutiã. Ele sorriu de forma pecaminosa ao ver meus seios expostos, e sem mais delongas, os apertou mais juntos para logo em seguida abocanha-los. Eu soltei um alto gemido, aquilo já estava sendo demais para suportar.

Minhas pernas fraquejaram, fazendo com que eu tivesse dificuldade em me manter em pé e fazendo com que me apoiasse ainda mais nele. Era uma poderosa explosão de sensações que até então eram desconhecidas por mim, e percebendo meu estado, Ji Yong prendeu minhas pernas ao redor de sua cintura, levantando-me sem esforço algum e saindo do banheiro. Me colocou deitada na cama, tirando minha calça nesse processo e deixando-me completamente à sua mercê, vestindo apenas uma pequena calcinha. 

Ji Yong estava em pé, olhando cada parte do meu corpo como se quisesse me devorar. Suspirei quando o vi tirando lentamente o cinto de sua calça, e ele deu um lento e lascivo sorriso ao ver como inconscientemente apertei minhas pernas. 

— Calma, querida. — ele falou com sua voz rouca, deixando-me ainda mais molhada. — Essa noite eu vou te foder até você não aguentar mais. 

 

 



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