História Love, Hate or Lust? - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Tags Big Bang, Drama, G. Dragon, Hentai, Personagens Originais, Romance
Exibições 170
Palavras 2.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom, relendo os capítulos até aqui, percebi que preciso melhorar e muito minha escrita. Agradeço por quem vem acompanhado e principalmente deixando comentários e peço para que não desistam de mim. Os comentários me dão forças para prosseguir, então novamente, muito obrigada. Minha primeira vez escrevendo hot, então peguem leve que a tendencia é só melhorar uahauh Boa leitura e espero que gostem ♥♥

Capítulo 8 - Sensações II


Fanfic / Fanfiction Love, Hate or Lust? - Capítulo 8 - Sensações II

Eu engasguei em minha própria saliva ao ver Ji Yong inteiramente nu. Ele ainda estava em pé, sorrindo de forma maliciosa e me olhando implacavelmente com seus olhos negros como a noite. As tatuagens espalhadas pelo seu delicioso corpo o fazia parecer ainda mais perigoso, um tipo de perigo que dava a intensa vontade de tocar com a própria língua.

— Está vendo como você me deixa, Melissa? Estou tão duro assim por você. — Ji Yong começou a tocar seu pênis sem pudor algum, tão grande e grosso que me fez suspirar pesadamente. — Você quer que eu te toque?

— Sim… — eu estava descontrolada com o forte calor queimando a minha pele, o ardor em minha intimidade era tão quente que eu mal conseguia respirar direito. Necessitava dele.

— Então implore. 

— Por favor, por favor me toque… — ele sorriu ainda mais, a luxúria presente em cada traço de seu rosto. Ele se deitou ao meu lado, tomando-me os lábios brevemente para logo em seguida os descer para meus seios. Eu soltei um alto gemido quando ele passou os dentes no bico de um seio, enquanto apertava cuidadosamente o outro. Ji Yong lambeu lentamente, ora mordiscando, ora chupando. Ele estava me levando para a borda da insanidade. 

— Você é deliciosa… Porra. — murmurou roucamente, tomando em sua boca o outro seio que havia negligenciado. Meus dedos se afundaram nos fios desgrenhados dele, meu corpo se movendo inquieto sob seus lábios e meus gemidos ecoando pelo quarto. 

— E-eu preciso de mais… Por favor. 

— Você precisa de mais, querida? — ele tocou por cima da minha fina calcinha em minha intimidade, me fazendo arfar por necessidade. Ele sorriu de forma travessa ao ver a resposta de meu corpo, mas não se movimentou nem por um centímetro. Ele estava me torturando

— Por favor, por favor… 

Ji Yong observou-me satisfeito ao ver minhas reações quando descia os beijos pela minha plana barriga, para logo depois tirar lentamente minha calcinha com a boca. Como ele havia prometido. Ele respirou sobre minha intimidade, o ar quente me tocando como se fosse a mais leve das carícias e em um movimento rápido abriu minhas pernas. 

— Você é tão gostosa porra...  — minha intimidade estava latejando ao vê-lo entre minhas pernas… Eu estava tão aberta para ele agora, tão despida de vergonha que apenas conseguia pensar em um jeito de aliviar aquele feroz desejo que me possuía. Arqueei um pouco meus quadris em um pedido silencioso para Ji Yong prosseguir, não aguentando mais aquela infinita tortura.

Ele deu a primeira lambida como se estivesse me provando, tão lenta que levou-me a loucura. — Seu sabor é delicioso… —  a voz rouca dele juntamente com as chupadas que agora ele me dava, me deixava completamente tonta com o quente e puro prazer. Ji Yong penetrou lentamente um dedo em minha intimidade, enquanto mordia levemente os lábios que já  deveriam estar inchados a essa altura e explorando por fim meu sexo com crua vontade. Ele brincou com o meu clitóris, a língua escorregando de cima a baixo em meu centro molhado e me deixando insana com as sensações esmagadoras que ele me causava. Eu revirei os meus olhos de prazer quando Ji Yong enfiou o dedo mais profundamente, me chupando com mais intensidade e deixando-me ofegante ao sentir os espasmos de um intenso prazer percorrendo meu corpo, tão bom e indescritível que fechei os meus olhos para aproveitar cada segundo. Ele deu um baixo grunhido em aprovação, mas ao invés de parar, continuou friccionando sua língua em meu clitóris sensível até me causar a segunda onda de espasmos, meus gemidos se transformando em palavras desconexas que saiam perdidamente pela minha boca.

— Eu acabei de te dar dois orgasmos, Melissa. Está preparada para o terceiro? — eu abri os meus olhos ao escutar aquela voz maliciosa e suspirei quando o vi colocar a camisinha em seu ereto pênis. Ele se posicionou sobre mim, o corpo dele cobrindo o meu e nossas peles nuas fazendo contato direto. Fiquei tensa, o medo e o prazer misturando-se dentro de mim. — Eu sei que você é virgem. —  ele sussurrou no meu ouvido e devagar começou a me penetrar, com cuidado para não me causar dor e paralisando de imediato ao escutar meu grito. Ele me olhou nos olhos, com a respiração desregulada e me acariciou no rosto tentando me acalmar.  — Quer que eu pare?

Ele era grande demais, grosso demais e eu estava tentada a desistir ao sentir tanto incômodo. Mas não podia. — P-pode continuar. 

Ele respirou pesadamente, enfiando mais fundo dessa vez e rasgando-me por dentro. Eu fechei os meus olhos ao sentir a dor intensa, para logo em seguida os lábios de Ji Yong cobrir os meus em um calmo beijo. Em um lento movimento de vai e vem, o senti pulsar dentro de mim, meu corpo se acostumando ao seu tamanho e a dor começando a dar lugar para o prazer. O beijo foi ficando mais voraz a cada segundo que se passava e suas estocadas cada vez mais profundas, até que senti ele se unir completamente a mim. Ele parou de se mover por um momento, ainda enterrado dentro de minha intimidade, como se estivesse se segurando para não perder o pouco controle que ainda lhe restava. 

— Você é tão apertada… — Ji Yong grunhiu entre o beijo, deixando-me atordoada com o devastador prazer que me inundou quando ele voltou a dar lentas estocadas. — Caralho… Que boceta gostosa… 

Eu estava tremendo com tantas deliciosas sensações, minhas mãos passeando pelas costas dele e o arranhando enquanto ele me invadia, os gemidos saindo desenfreadamente pelos meus lábios. Elevei meus quadris para o receber ainda mais dentro de mim e ele rosnou ao estocar mais forte, mais intenso. Ji Yong gemeu roucamente de prazer, nossos corpos tão unidos como se fôssemos um só. 

— Ji Yong… Mais rápido… — acatando o meu pedido de imediato, ele me penetrou mais rápido e com mais urgência, as estocadas deixando-me a beira de um precipício e levando-me loucura. Ji Yong ferozmente tomou meu seio em sua boca, mordendo meu bico e o chupando enquanto metia sem descanso. Eu gritei de prazer, meus sentidos nublados pelos espasmos deliciosos e intensos que convulsionaram todos os meus músculos. Eu suspirei, tentando tomar o ar que me faltava e o vendo se perder como um louco dentro de mim. 

— Porra! — e com uma última profunda estocada, Ji Yong caiu sobre mim, a respiração ainda afetada pelo prazer. 

Eu sorri, meu coração acelerado como um tambor em meu peito. Ji Yong me olhou ao escutar as batidas do meu coração, sua feição tomada pela satisfação. Roçou os lábios nos meus antes de levantar-se, o suor escorrendo pelo seu sensual corpo nu e senti minhas bochechas esquentarem ao pensar em tudo que acabou de acontecer.  

— Agora é hora do banho. — ele sorriu de forma travessa, me puxando para o banheiro. Retirou a camisinha usada e a jogou no lixo. Ele não se cansava? Eu já estava me sentindo exausta, ainda mais por ser a minha primeira vez. 

Ele encheu a enorme banheira de água quente, me dando a visão de suas costas largas e agora arranhadas. 

— Hum… Eu te arranhei… — disse sem jeito, enquanto ele entrava dentro da banheira. Eu o segui para dentro, meu corpo relaxando ao sentir a água quente me envolvendo.

— E você acha mesmo que você está sem marcas? — ele indagou como se estivesse achando divertido a minha timidez. Me puxou para seu colo, beijando meus lábios gentilmente para logo em seguida cobrir minhas nádegas com suas mãos. O senti ficar duro abaixo de mim, o beijo se aprofundando ainda mais e se tornando cheio de segundas intenções. Ji Yong me impulsionou lentamente para frente e para trás fazendo com que minha intimidade roçasse em seu pênis e um gemido baixo escapou por entre meus lábios. Ele sorriu durante o beijo, e me levantou cuidadosamente para unir novamente os nossos corpos. Ofegamos juntos com o íntimo contato, o desejo se alastrando pelo meu corpo como uma brasa viva. Pele com pele, me fazendo ir ao paraíso e voltar. Envolvi meus braços ao redor do seu pescoço, enquanto sem saber ao certo o que fazer, comecei a me movimentar sobre ele. 

— Está aprendendo rápido… — ele murmurou cheio de tesão, apertando bruscamente minhas nádegas enquanto eu aumentava o ritmo e ele impulsionava ainda mais os nossos corpos juntos. A água já saia para fora da banheira com os nossos movimentos, os nossos gemidos e suspiros tornando o momento ainda mais quente. 

Uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes… Havia perdido as contas das estocadas profundas que estávamos dando e não demorou muito para que o meu orgasmo chegasse, lavando meu corpo já cansado com o intenso e pecaminoso prazer. Debrucei sobre ele quando o mesmo repentinamente me levantou para gozar fora, seu corpo tremendo em um doloroso alívio. 

         Narração em terceira pessoa 

Kwon Ji Yong estava na varanda de seu luxuoso apartamento, apreciando a vista para a ponte Seosang e tragando o cigarro que segurava entre os dedos. Bebeu um longo gole do whisky em seu copo, o sentindo queimar sua garganta e suspirou em plena satisfação ao se lembrar da quente noite que teve com Melissa. Sentiu o pênis endurecer de imediato ao se recordar do sabor delicioso dela, das suas curvas que eram como bálsamo para os sentidos de Ji Yong e dos infinitos gemidos que ela havia soltado de modo tão desenfreado. Melissa estava tão entregue a ele como nenhuma outra mulher já esteve antes, apesar de ser a primeira vez dela. E aquilo o satisfez tanto ao ponto do mesmo quase perder o controle ao entrar nela pela primeira vez, tão molhada e tão apertada que Ji Yong se perdeu nela feito louco. Transaram tantas vezes que ela teve que pedir para parar, tão cansada e satisfeita que mal conseguia se mover direito, o exótico rosto corado por toda a intimidade que haviam provado juntos. Por pouco os pontos abaixo de sua cintura não abriram devido ao esforço físico e agora podia sentir a dor latejante o afetando. Mas Ji Yong faria tudo de novo se pudesse, incluindo dessa vez um sexo mais agressivo e selvagem.  Ele tinha certeza que ela iria enlouquecer quando ele lhe ensinasse sobre isso.

Ji Yong fora tirado de seus pensamentos pecaminosos ao escutar o celular tocando no bolso da calça de moletom que usava, e seu corpo ficou rígido ao ver o nome na chamada. Pensou momentaneamente em rejeitar. Mas não poderia dar indícios que estivesse fazendo algo de errado. 

— Diga. — Ji Yong falou friamente ao atender, não apreciando nenhum pouco aquela ligação.

— Ji Yong, você está louco? 

— Por que?

— Como você não me ligou para avisar da invasão que ocorreu nessa noite na mansão?! Você por um rápido momento pensou que eu não fosse descobrir?! E EU SEI QUE ELA ESTÁ EM SEU APARTAMENTO AGORA! 

Ji Yong prendeu a respiração e paralisou brevemente pela infeliz surpresa. Pensou que havia tomado suficiente cuidado para não deixar aquilo acontecer, mas ele já deveria saber que nada escapava do conhecimento dela. 

— A traga para mim amanhã pela manhã.  E se eu descobrir, Kwon Ji Yong, que você tocou nela mais uma vez… Ela perderá todos os direitos sobre a minha herança e farei da vida dela um inferno! — e dizendo isso, a avó de Melissa desligou a ligação. 
 

         Fim da narração em terceira pessoa 

Os relâmpagos rasgavam o céu negro acima de mim, e a tempestade estava tão forte que me causava um intenso medo e angústia. Eu estava com frio pela roupa leve que vestia e meus pés doíam ao tocar o chão cheio de pedras daquela enorme floresta. As folhas das gigantes árvores que me rodeavam se moviam de forma assustadora devido a chuva, o som tão sombrio que me fez perder o fôlego. Aonde eu estava? Eu abracei meu próprio corpo frio, o vento estava tão violento que chicoteava dolorosamente e impiedosamente minha pele. Eu caminhei lentamente, com cuidado para não rasgar meus pés descalços e consegui ver a sombra de um homem parado mais a frente. Meu coração estrondou em meu peito e uma esperança brilhou em meu interior. Aquele homem iria me tirar daqui. Eu apressei os meus passos até ele e prendi a minha respiração ao ver Ji Yong. Eu gritei por ele, mas ele correu para longe de mim, adentrando ainda mais naquela floresta obscura. Eu tentei o seguir, correndo o mais rápido que conseguia e sentindo o sangue quente escorrer pelos meus pés feridos. Mas ele se foi, me deixando sozinha na mais profunda escuridão.

 

 

 

 

 

 

 



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