História Love In The Dark - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias John Mayer, Katy Perry
Personagens John Mayer, Katy Perry, Orlando Bloom
Tags Jaty, John Mayer, Kabloom, Katy Perry, Orlando Bloom, Traição
Exibições 38
Palavras 1.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Notas finais...

Capítulo 8 - Chapter 08 - Him


O tempo nos passou voando. Em menos de duas semanas ele já estava indo embora, e estaria novamente sozinha com meus pensamentos.

Os exames estariam prontos amanhã, pensava comigo mesma, apenas uma última noite revirando sem sono em minha cama e eu saberia o rumo que minha vida iria tomar.

Estava o observando enquanto mexia em sua bagagem. Meus pensamentos se voltaram novamente para o John. A culpa volta e meia me corroía, sempre nos momentos mais inoportunos.

Sai do quarto para tentar pensar em outra coisa, seguindo em direção a cozinha para tomar um copo de água, precisava relaxar, tirar um tempo para mim, para botar novamente a minha vida nos eixos.

Era a minha escolha. Esse pensamento era a única coisa que parecia me acalmar. Era a minha escolha. Eu continuava a repetir mentalmente.

Em um susto, Sinto dois braços fortes me abraçando, sei exatamente quem é, dou um pequeno sorriso um tanto amarelado e evito olhar-lhe nos olhos

 

- Já acabou? – tento me livrar de suas mãos.

 

- Sabia que você fica linda com esse vestido? – ignorou minha pergunta, olhando para o meu corpo enquanto eu seguia seu olhar analisando cada movimento seu.

 

Era um vestido simples, bastante solto com sua saia rodada e estampa floral, ideal para qualquer ocasião informal.

 

- Ele é tão simples. – evitava seu olhar novamente, enquanto sua insistência me arrastava para um jogo incessante.

 

- Você fica linda de qualquer jeito. - deu um beijo em meu pescoço, o ato me faz arrepiar. - Mas eu prefiro você sem ele. - completou ao pé do meu ouvido.

 

- Eu não est... – mal tive tempo de lhe dizer que não estava no clima, e ele logo me calou com outro beijo.

 

Seu beijo era sedento, suas mãos ávidas foram logo em direção a minha bunda apertando bruscamente. Um calor começou a subir por meu corpo e não tive outra escolha além de me entregar, era seu último dia aqui, o que me custava agradá-lo uma última vez.

 

Com um impulso pulei cruzando minhas pernas em sua cintura, as mãos dele escorregaram para a minha coxa para conseguir me sustentar e nos guiou até a grande mesa de carvalho que eu mantinha na sala de jantar, o cômodo mais perto, me colocando sentada em sua superfície gelada. O frio contra minha pele quente me arrepiou novamente enquanto ele trilhava seu caminho por todos os lados. Era nítido o volume que pulsava timidamente contra minhas coxas. Por um momento me peguei imaginando como seria se em seu lugar, fosse o John ali, me beijando, que estava enlouquecendo. Pensando nele enquanto estava com outro.

Orlando livrou minha boca e seguiu com uma trilha até o alto dos meus seios que estavam expostos pelo meu decote. A peça não demorou muito tempo em meu corpo, assim que ele conseguiu me despir, deixando-me apenas com meu lingerie, voltou a me beijar ainda com mais voracidade e desejo. Minhas pernas estavam cruzadas por trás da sua. Suas mãos foram em direção ao fecho do meu sutiã que abriu rapidamente abrindo caminho para meus seios, onde sua boca me atiçava, enquanto suas mãos os acariciavam.

Meus olhos estavam fechados e curtindo as sensações que eles estava me proporcionando, ‘Ah John’ Eu pensei.

Merda.

Eu disse John?

Katheryn presta atenção!

Ele me pressionava contra a mesa e novamente me beijava, suas mãos ágeis percorriam todo o meu corpo até parar em meu sexo que a essa altura estava pronto para ele. Assim que seus dedos me tocaram, soltei um pequeno gemido interrompendo o beijo.

 

– Por favor. – supliquei, ansiando por mais.

- O que você quer que eu faça? – disse com seu sorriso malicioso mantendo sempre a pressão sobre meu sexo, sua voz estava rouca de excitação o deixando mais sexy. - quer que eu te toque? te chupe? te foda? - disse cada palavra olhando em meus olhos. - Me diz Katheryn, o que você quer? - pressionou um pouco mais forte o meu clitóris por cima do fino tecido da única peça que me restava, o ato me fez soltar um gemido falho.

 

- Eu quero... - soltei um suspiro. - Eu quero tudo.

 

Ele assentiu com um ar vitorioso e logo em seguida retirou minha calcinha, me deixando completamente exposta para ele. Não demorou muito para ele se ajoelhar no chão e seus lábios preenchendo meu sexo. A sensação era maravilhosa, sua língua quente e macia estava me levava à loucura, e não demorou muito para que eu me desmanchasse em sua boca.

Meus olhos estavam fechados o tempo todo, minha cabeça me pregando peças, eu já não ouvia mais sua voz, eu já não sentia mais o seu cheiro. Tudo que eu podia ver, ouvir e sentir, era a imagem que eu tinha da última noite que passei com John. Como poderia ser ele? Pisquei os olhos diversas vezes e ele continuava ali.

Ele estava se despindo de sua camiseta branca deixando seus músculos a mostra. O que ascendeu uma chama imensa dentro de mim.

Me sentei na mesa, ainda me recuperando do meu último orgasmo e com as poucas energias que eu tinha e fui em direção aos seus lábios enquanto Minhas mãos corriam em direção ao botão de sua bermuda, despindo-o rapidamente e junto com sua box branca, deixando seu membro completamente livre.

O segurei e massageei delicadamente ouvindo um gemido rouco em meu ouvido, adorava ouvir ele arfar com meu toque.

 

- Agora... - começou a dizer, mas dei uma leve apertada no topo do seu membro.

 

Tudo era muito real para mim. A voz que eu conhecia, rouca e delicada, era a única coisa que eu podia ouvir. Eu sabia que nada daquilo era real. Eu sabia perfeitamente, e ainda assim não conseguia me livrar dessa fantasia. Eu estava entregue demais para voltar atrás.

 

- John... - disse com uma voz quase inaudível quando ele me penetrou.

 

O sentia cada vez mais fundo na minha entrada e cada segundo que passava eu queria mais. Eu precisava de mais. Ele começou estocar mais rápida e violentamente, arrancando murmúrios de mim.

Puxei sua boca em direção aos meus lábios, lhe dando um beijo quente, batalhando entre o ritmo de nossas línguas e de nossos quadris se chocando um contra o outro, esse era um dos únicos barulhos ouvidos no cômodo, além de nossos gemidos que ecoavam entre as paredes.

Nossos corpos já estavam suados, minhas unhas deixando trilhas por suas costas definidas. Meu quadril já não ficava parado, não conseguia me controlar, até que senti seu membro pulsar e logo em seguida, ele soltava um gemido rouco e extasiado se despejando dentro de mim, o ato me fez gozar automaticamente, me agarrando fortemente em suas costas e enterrando minha cabeça em seu pescoço.

Assim que consegui me acalmar e o senti saindo da minha intimidade, me fazendo soltar um suspiro de frustração, desenterrei minha cabeça de seu pescoço e seus cabelos loiros platinados agora eram a única coisa que eu podia ver.

Minha mente estava confusa, antes eu podia ver o John na minha frente transando comigo, agora ele estava lá novamente, com sua simpatia ainda me encarando.

 

****

 

Quando estacionei meu carro em frente ao grande prédio, meu estomago se revirou por um momento. Eu estava pronta. Caminhei lentamente até o elevador que me levou para o andar onde o futuro me aguardava. Com os pequenos frascos de vitamina guardados em minha bolsa, aguardei em silencio até que sua voz suave chamou por meu nome. Era visível o desespero no fundo do meu olhar. Tomei meu tempo para respirar e caminhei hesitante até sua sala.

 

- Eu tenho o seu resultado – ele me disse sorrindo – e devo admitir que foi surpreendente.

 

Me sentei a sua frente um tanto confusa. Buscava ao meu redor por qualquer pedaço de papel que se parecesse com um resultado, até que meus olhos se focaram em suas mãos. Ali havia um pequeno envelope já aberto e uma folha praticamente em branco. Algumas palavras que eu não conhecia e números, muitos números.

Alcancei em minha bolsa três frascos pequenos que continham minhas medicações diárias. Quando recebi sua mensagem, naquela mesma manhã, a qual me pedia que trouxesse qualquer medicação que eu mantinha em uso continuo.

 

- Srta. Hudson, nós temos um pequeno probleminha que precisamos descobrir. Seu exame é negativo, segundo esse papel, sua gravidez não passa de uma coincidência e mera má sorte. - eu estava pasma, escutando palavra por palavra e tentando digerir toda essa informação – O problema é que hoje em dia, um falso positivo é tão raro quanto um falso negativo. Os testes de farmácia estão cada vez mais precisos e alguma alteração hormonal causou o seu resultado.

- Então... Eu não estou gravida? Foi tudo um alarme falso? – eu tentava ao máximo esconder meu sorriso mas ao mesmo tempo era como se eu finalmente pudesse respirar de novo, após duas semanas perdida – mas, como?

- Aí que entram esses medicamentos – ele apontou para os três frascos em minha frente – todos são extremamente comuns mas este, possui uma quantidade significante de hCG em sua formula, o que é extremamente comum entre os remédios para ansiedade e muitos dos tranquilizantes, o que é o seu caso. Enquanto o seu sistema ingeria o medicamento, os hormônios também eram processados.

 

Nós passamos por volta de uma hora por lá, desvendando de vez por todas tudo que me trouxera até ali. Até mesmo os enjoos inesperados tinham uma explicação. Gastrite nervosa, causada pelo estresse emocional o qual vem me atormentando nos últimos meses.

Finalmente minha consciência estava limpa, ou nem tanto. Eu havia largado tudo por desespero, e o mínimo que podia fazer era concertar o maior de todos os erros. No final das contas, John merecia saber a verdade, mas eu não tinha a coragem para contar-lhe, não depois de tudo o que havia dito.

Comecei meu caminho de volta para casa quando me deparei com um pequeno pub que eu jamais havia reparado, e se não fosse minha atual situação talvez jamais ousasse a reparar. Ele estava localizado a menos de 2 quadras do consultório e parecia me chamar. Seu pequeno letreiro piscava em um neon deslumbrante que me atraiu como uma armadilha.

O cheiro de licor e madeira envelhecida exalavam desde a porta. Um lugar aconchegante com um clima singular. Os poucos que ali estavam, pareciam absortos demais em seus próprios pensamentos para notarem minha chegada.

Assim como aqueles ao meu redor, logo achei meu canto e me afundei em meus pensamentos. Um copo. Dois. Cinco. As horas se parraram e o anoitecer chegou sem ao menos perceber, fui me afundando mais e mais até o ponto em que me peguei buscando em meu celular as memorias que tanto me assombravam. Mensagens, fotos, músicas. Seu contato piscava em minha tela com a mesma foto antiga que me pegava de surpresa toda vez. Chamando... ‘Oh merda! Eu estou ligando para ele’

 

- Katy? – ouvi sua voz ecoar de um dos alto falantes ‘Droga’ era tarde demais

- John... eu não ia te ligar, foi só... me desculpe.

- Você está bebendo? – Droga, ele percebeu – Katy, você não pode... Fique aonde está! Eu vou te buscar

 

Antes mesmo que eu pudesse protestar tudo que me restava era o toque do outro lado da linha. Ele estava vindo, eu sabia que ele estava. Ele ia dar um jeito de me encontrar.

Minhas mãos molhadas com o suor agora me apoiavam contra o balcão enquanto eu pensava inutilmente sobre como explicar-lhe a verdade. Tê-lo de volta não era uma opção, mas ele merecia ouvir de mim a verdade. Que eu não estava gravida, que eu ainda o amava, que eu sempre o amei. Eu não podia aguentar a sensação de ter-lhe causado tanta dor, e eu precisava concertar tudo antes de seguir em frente. 


Notas Finais


Queria deixar aqui meus agradecimentos para a @KatherynHudson

Eu não sei nem o que dizer manas... Apenas mantenham os olhinhos BEM atentos ao que está por vir porque agora eu lhes convido a entrar nessa montanha russa de acontecimentos e emoções que vai ser essa fanfic


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