História Love in the midst of calamity - Capítulo 5


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Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Daikoku, Iki Hiyori, Kazuma, Kofuku, Kugaha, Kuraha, Mayu, Nora, Rabou, Tenjin, Yato, Yukine
Tags Bishamon X Kazuma, Drama, Hiyori X Yato, Kazubisha, Kazuma X Bishamon, Noragami, Romance, Universo Alternativo, Yato X Hiyori, Yatori
Visualizações 61
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A frequência de capítulos vai diminuir, pois voltei a estudar. Mas essa fanfic não vai ser muito grande. Acho que no máximo 10 capítulos. Boa leitura.

Capítulo 5 - Estudante


Fanfic / Fanfiction Love in the midst of calamity - Capítulo 5 - Estudante

O quarteto foi para uma praça movimentada da cidade para por o plano em prática. Yukine estava preocupado com o bem estar dos humanos, tentou interferir, mas nada mudava o pensamento maléfico de Yato. Ele atrairia Bishamonten para a morte. Daikoku se transformou em um leque. Kofuku fez uma pequena rajada de vento com o shinki e no meio da praça uma luz roxa invadiu o céu. O portal prisma fez com que vários Ayakashis saíssem para a Terra. O caos foi trazido.

– Yato! Várias pessoas vão morrer! – Yukine pensou em Hiyori.

– Isso não importa! – Gritou de volta, sendo o único jeito de se comunicar ao meio da calamidade.

Kofuku e Daikoku se despediram e voltaram para casa, não querendo entrar na treta. Yato achava que Hiyori estava em casa, segura, mas ele não sabia que a morena tinha saído de casa. Ela estava voltando quando viu a luz incandescente tingindo o céu como um raio laser. Por estar muito tempo convivendo com Yato, ela conseguia ver o que humanos normais não conseguiam. Ela não sabia o que estava acontecendo. Mas sabia que algo deste nível não aconteceria do acaso, alguém tinha feito aquilo. Hiyori pensou em Yato, talvez o deus pudesse acabar com aquele portal de Ayakashi. O porém era que ela não fazia ideia de onde o azulado estava.

– Yato... – Fitou os grandes Ayakashis destruindo prédios e possuindo pessoas. – ...onde você está?

A garota correu pelas ruas, no intuito de procurá-lo. Pelo que lembrava, ele estava treinando com Yukine não muito longe dali. Se não o achasse, iria direto para onde estava o portal, talvez ele estivesse lutando com Ayakashis lá.

[...]

A linda colegial saiu de seu colégio tirando suspiros de todos os outros garotos. Ela tinha aula de música todo sábado e não gostava de faltar aos seus compromissos. Depois de deixar o portal do colégio, foi cercada por seus companheiros que vestiam roupas bem formais.

– Bishamon-sama, está havendo uma tempestade de Ayakashi estrondosa por perto. – Sua shinki de cabelos róseos disse com desespero.

A loira alta olhou para o horizonte e lá estava o portal, não muito longe. A praça era bem perto da escola.

– Isso é obra de um deus. – Bishamon cerrou os olhos com raiva.

– Veena, o que faremos? – Kazuma chegou do lado da deusa.

A voz calma do moreno acalmou Bishamon. Ele tinha um certo poder sobre ela.

– Mataremos todos os Ayakashis e fecharemos o portal, novato. – disse Kuraha.

Kazuma tinha a ciência que Bishamon era uma deusa mesmo quando era vivo. Mas como não lembrava nada de sua vida passada, ainda era uma incógnita o que tudo aquilo significava.

– Kazuma – Bishamon segurou na mão do novo shinki com gentileza. – Deixe tudo comigo, certo?

– Hai. – Respondeu abaixando a cabeça para esconder as bochechas coradas.

Kuraha se transformou em um grande leão e Bishamon pulou em suas costas. Rapidamente chegou na praça onde estava a concentração de Ayakashi. Yato, que estava sentado em um banco esperando pela a chegada da deusa da guerra, se assustou quando um leão pulou por cima de sua cabeça, indo para o centro da praça. Mesmo de costas ele conseguiu reconhecê-la. Era Bishamonten – fazendo cosplay de estudante.

– Porque diabos ela está com essa... – Yato ia continuar sua frase quando os dizeres de Kofuku invadiram sua mente. – Então esse é o segredo da ninfomaníaca? – Yato deu gargalhadas, caindo do banco. – Sekki!

Após Yukine se transformar em uma espada, o deus da calamidade correu para cortar o pescoço da loira. Antes que a lâmina de sua espada pudesse cortar a pele sedosa e os cabelos dourados de Vaisravana, a mesma jogou longe Yukine com sua espada dez vezes maior. Ela chamou por todos os Shinkis ali presentes e se equipou para a batalha.

– Yatogami. – Berrou. – Como ousa me atacar?

– Hoje será o acerto de contas! – Yato estendeu a mão e Yukine veio a ele. – Não sabia que era gostava de dar uma de humana nas horas vagas. – Provocou.

– Você não tem nada haver com a minha vida, desgraçado! – Bishamon bateu com o chicote no chão, causando um abismo entre os deuses.

– Você também não tinha quando me dedurou para o paraíso! Agora veremos quem irá sobreviver. – Dizendo isso, Yato se teletransporta para a casa de Kofuku.

A deusa da guerra ignora o que houve ali e começa a fazer seu trabalho, protegendo os humanos. Enquanto isso, Kofuku leva Yato para o paraíso, era o único jeito dele entrar no local, já que foi expulso.

– Yato, não iríamos lutar com a Bishamon-sama? – Yukine fitava o paraíso boquiaberto.

– Ainda vamos, mas hoje só iremos dar um pouco do gostinho de sangue. Sekki.

Yato empunhalou Yukine e correu nos vastos campos até a mansão de Bishamonten. Era lá que o massacre começaria. Ele invadiu a casa da deusa, matando todos os Shinkis indefesos que não podiam se proteger. Quando seu trabalho estava feito, ele voltou para a Terra junto de Kofuku.

– Nossa, Yato-chan. Está coberto de sangue. Como irá voltar para casa? – A rosada questionou fazendo cara de nojo.

– Tem razão. Vamos, Yukine.

O loiro estava arrasado. Ele tinha vontade de desabar em lágrimas e lamúrias por ter matado tantos outros Shinkis inocentes. Ter ajudado com a maldade de seu mestre sem poder mostrar a sua verdadeira vontade. A experiência que teve não foi nada boa.

Quando saíram da moradia da deusa da pobreza, Yato pôde perceber que Bishamonten já tinha acabado com todos os Ayakashis e fechado o portal. Logo, logo ela iria descobrir a razão dele desaparecer de sua frente. Yatogami era um homem de palavra.

Os dois passaram por uma loja e compraram roupas novas. Yato ficou com um conjunto de moletom e Yukine com um casaco verde. Voltaram para casa e Hiyori estava correndo de um lado para o outro com o celular na mão.

– Y-A-T-O! ONDE VOCÊ ESTAVA! – Hiyori vociferou.

– Por aí... – Preferiu não entrar em detalhes.

– Mas... – Ela olhou para a feição chorosa de Yukine e correu para ampará-lo.

– Aconteceu alguma coisa?

Yukine nada respondeu.

Hiyori fitou Yato e puxou o menor para seu quarto. Algo ele tinha feito, talvez tivesse haver com a tempestade de mais cedo.

– Yato, hoje você dorme no quintal. – disse chateada.

Entrou no quarto, sendo seguida por Yukine. Se Yato não iria contar a ela o que fez, o mais novo iria.



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