História Love is an Evanesce - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Skip Beat
Personagens Kanae Kotonami, Kyoko Mogami, Personagens Originais, Ren Tsuruga, Sho Fuwa
Tags Drama, Romance, Skip Beat, Tragedia
Exibições 7
Palavras 645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uma história diferente, mais profunda, e mais emocionante.

Ato 1 - Tragédia

Capítulo 1 - Ato 1 | Tragédia


Fanfic / Fanfiction Love is an Evanesce - Capítulo 1 - Ato 1 | Tragédia

POV - KYOKO 

Nossa, é tão frio, tão sórdido, meus pais se fingem de casados para manter a forma da família perfeita, e eu só assisto de fora, cada vez que eles brigam, se machucam, apontam a faca da culpa um pro outro, as vezes assusta.

O sangue ainda corre nas minhas veias, apesar de eu retirá-lo todos os dias com a lâmina que fica escondida debaixo de um livro de folhas velhas e de capa dura. As vezes eu acho que a lâmina é minha única amiga, já que com a dor dos meus pulsos e pernas, eu posso esquecer o sentimento de tristeza que corre em meu coração. Leio livros de comédia sobre famílias que se tratam como amigos, mas choro, pois não tenho este tipo de coisa em casa. As vezes acho forçado.

Continuo lendo o livro e ouço a voz da minha mãe chamando pelo meu nome:

- Kyoko! - gritava.

Aquela voz arranhada de tanto esguelar-se com meu pai, que como sempre, não estava em casa, provavelmente ele estaria em um puteiro curtindo algumas acompanhantes enquanto minha mãe bebia wisque em casa. 

Dessa vez ela estava sóbria e me chamara por conta de meu namorado, Sho, que estava a minha espera, queria ele me levar para mais um jantar "animador" para melhorar o meu abalado humor:

- O Sho está aqui, por que demoras a descer? - perguntou.

Eu não queria ser arrogante numa hora dessas em frente ao meu namorado, mas eu precisava. Vi que ela se preparava para virar um gole de vodka na boca, então disparei:

- E por que tu bebes tanto? Vai tomar tua vodka e vê se tu me deixas em paz! - disparei.

Minha mãe me olhou com os olhos da besta, e quase ia dizer para eu ir me fuder, mas eu resolvi manter a forma e seguir caminho com Sho.

Coloquei uma blusa preta de mangas longas para não mostrar os ferimentos no meu braço, Sho havia de me engolir com os olhos da besta e me dado uma lição de moral. Diria que eu estava retirando a minha vida. 

Coloquei meus fones de ouvido e comecei a ouvir "The Second Part of Life" da minha banda favorita, "The One". Meus encontros com Sho eram assim, o silêncio, mas Sho era única pessoa que eu amava certamente, sem dúvidas. Ele retirou meus fontes e se sentiu constrangido por não tomar a fala:

- Desculpe-me! Eu não queria deixá-la com tanto tédio a ponto de por seus fones. - disse ele.

Achei fofo, mas eu não queria evitar que ele percebesse as minhas feridas, então tive que despistá-lo de um jeito rude, eu sou tão boba:

- Por que retirastes meus fones? - perguntei de forma sutil:

- Eu só queria conversar contigo. - ele respondeu de forma calma, mas eu não me controlei e mais uma vez tive um ataque de "Kyoko":

- Você é patético Sho! Se eu coloquei meus fones, é porque não quero conversar contigo. - disse-lhe.

Acontece que essa não era à primeira vez que eu tratava-o com desprezo em um encontro, eu sempre fazia isso. Desta vez, Sho não aguentara meus desaforos e arrogâncias, ele se cansara de tudo aquilo, e resolveu responder-me de mesma forma:

- Tu és tão repugna! Por que estas sempre a gritar comigo? - perguntou-me.

Eu não aguentei vê-lo assim, então pela primeira vez em muitas discussões, eu resolvi pedir desculpas, mas havia algo de diferente nele, que fazia-o ficar fora de mente, a ponto de ir para o meio da rua gritar comigo:

- Sho, o que fazes? - perguntei a ele:

- Eu não aguento mais ser tratado como um socador. Procure outro paspalho para fazer este papel! - gritou ele.

Foi minha a culpa, se eu não tivesse tratado-o daquela forma repugna, o meu mundo não teria caído naquele exato momento em que um carro vermelho de duas portas teria o atropelado e retirado a sua jovem vida.



Notas Finais


Love is an Evanesce | Ato 1 - Fim |

Trecho - Ato 2 -

"Sua voz suave sumia, como um devaneio, mas seria esse o fim de sua vida? Sim seria! Era o fim e com um lábio sorridente, Sho partia para aonde aquele cara lá de cima queria"

Ato 2 | Desaparecer

Espero que tenham gostado. 🍁


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