História Love Is Everything ||Jason McCann|| - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Brenda Song, Cameron Dallas, Carly Rae Jepsen, Chaz Somers, Cody Simpson, Dua Lipa, Elizabeth Gillies, Frankie J. Grande, Justin Bieber, Nick Jonas, Pattie Mallette, Ryan Butler, Sam Smith
Personagens Ariana Grande, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber
Tags Ariana Grande, Justin Bieber
Exibições 23
Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ficção, Musical (Songfic)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oin szsz
Como eu disse, estou tentando postar rápido szsz
Boa leitura!!

Capítulo 9 - I Wanna Have Sex With You


Fanfic / Fanfiction Love Is Everything ||Jason McCann|| - Capítulo 9 - I Wanna Have Sex With You

~ Jason POV ~

(…)

Acordei no dia seguinte com o meu celular tocando. Abri os olhos e fui tateando o criado mudo até achar meu celular. Assim que o peguei, vi que era o Michael ligando de novo. Apertei o botãozinho e aproximei o celular do meu ouvido.

— Alô.

— McCann, hoje você tem que ver os papéis que sua mãe assinou!

— Ohhhh saco. Nem tenho paz. Ok, em vinte minutos eu estou aí.

Eu com certeza vou levar mais que vinte minutos.

Não demora, McCann! — dizendo isso, desligou.

Desbloqueei o celular e fui nos meus contatos, apertando no número de Twister. Mal chamou. Bufei e larguei o celular em cima da cama.

Levantei-me da cama e fui direto para o banheiro, indo até o box e ligando o chuveiro. Dormi sem roupa ontem à noite, e acho que não vou precisar tirar o que eu não usei. Entrei debaixo do chuveiro e comecei a tomar meu banho.


Terminei o banho e peguei a toalha, enrolando-a na minha cintura. Fui para a pia e escovei os dentes. Saí do banheiro e fui até meu closet, abrindo o mesmo e procurando alguma roupa legal, e acabei pegando uma camisa branca, uma outra xadrez das cores vermelha e preta, e uma calça jeans clara. Me vesti, sem pressa, e calcei meu Supra branco. Passei um pouco de perfume no corpo, para não dizer o contrário, afinal, eu praticamente tomo banho de perfume.

Peguei meu celular, minha carteira no criado mudo e saí do quarto. Fui até as escadas, e desci na maior calma, não gosto de me apressar para nada.

Cheguei na sala, peguei as chaves de casa e do carro, e saí de casa, trancando a porta e indo em direção ao meu carro. Entrei no mesmo, fechei a porta, encaixei a chave na ignição e liguei o carro, dando a partida.

(…)

Em menos de 15 minutos cheguei no local. Saí do carro e caminhei até a empresa da minha mãe. Que coisa enorme.

Não me lembro de ser tão grande assim. Mas de qualquer jeito, está ótimo.

Adentrei no local, e fui imediatamente parado por um guarda.

— Onde você acha que vai desse jeito? — pergunta ele, me olhando dos pés a cabeça, e eu revirei os olhos.

— Entrar? — respondi com sarcasmo.

— Desse jeito? Não é adequado. — o guarda respondeu, e eu cruzei os braços.

— Quem é você para dizer o que é adequado para mim ou não? Para a sua informação, minha mãe é dona disso aqui. McCann passando. — murmurei, adentrando no local sem esperar resposta. Pode ter soado metido, mimado, arrogante ou qualquer merda, mas eu não ligo.

Assim que passei pelos corredores, encontrei Michael.

— McCann, você demorou. — disse Michael.

— Uh. Quem eu tenho que matar hoje?

— Ninguém em especial. — murmurou Michael, me conduzindo até o escritório da minha mãe. Entramos lá, e eu me sentei, olhando todo o lugar.

Tinha fotos dela na parede, fotos minhas, desenhos de vestidos, muita coisa.

Eu me lembro de vir aqui quase todos os dias, eu e meus irmãos, depois que minha mãe tomou juízo e finalmente largou meu pai. Eu e meus irmãos sempre brincávamos de correr pelos corredores. Sinto saudades deles, afinal, foram seis anos sem vê-los.

Não me lembro de esse lugar ser tão grande assim, mas como dizem, o tempo passa e as coisas mudam. Agora eu não entendo, por que a maioria das pessoas aqui não se lembram de mim. É confuso.

Levantei-me de onde estava sentado e fui até Michael, que jogou uns papéis em cima da mesa e apontou com a cabeça. Peguei os papéis, Michael me deu uma caneta, e eu comecei a ler, não assino nada sem ler antes.

(…)

Depois de resolver tudo, fui direto para o restaurante junto com Michael, um restaurante ótimo, que ficava ali perto.

Chegamos no local, e eu saí do carro. Dei a volta, e Michael saiu também. Entramos no restaurante e nos sentamos.

Enquanto procurava algo no cardápio, tentava ligar pela milésima vez para Twister, que não atende a droga do celular. Que raiva.

Larguei o celular na mesa, e o garçom chegou. Fizemos nossos pedidos, e ele assentiu, indo para uma outra mesa.

Olhei meu celular, e o peguei de novo, apertando novamente o número de Twister.

— Aqui é Twister, deixe sua mensagem após o "bip". Vá se ferrar! "Bip".

— Uh, Twister será que você pode atender esse celular? Eu já liguei um milhão de vezes, pelo amor do Pai, atende isso, babe.

Bloqueei a tela do celular quando os pratos chegaram.

(…)

Já são 19:58 da noite, e nós acabamos de resolver as coisas na empresa. Tentei ligar de novo para Twister, mas ela não atendeu. Eu odeio quando me ignoram.

Deixei Michael na casa dele, e agora eu estou na minha casa, tomando banho. Eu estou necessitado de uma cama, minhas pernas e costas estão acabadas. Vou deixar para falar com Twister amanhã.

De repente, meu celular vibrou em cima da pia, provavelmente uma mensagem. Decidi ignorar, mas e se for Twister?

Interrompi o banho e peguei o celular.

Twister: Será que você pode vir aqui em casa? Por favor

Pensei um pouco, e resolvi responder.

Eu: Uhum, tudo bem.

Twister: Ótimo, mas vem rápido!

Bloqueei o celular novamente, fiquei mais um pouco no chuveiro, e depois terminei. Peguei a toalha, me enxuguei, saí do banheiro e fui até o closet, abrindo o mesmo. Peguei uma bermuda preta, uma camisa branca, uma boxer da mesma cor e um chinelo que eu nem sabia que estava lá. Me vesti, passei o perfume e finalmente saí do quarto. Fui para as escadas, desci até a sala e peguei as chaves do carro e de casa.

Saí de casa e fui até meu carro. Entrei, encaixei a chave na ignição, liguei o carro e dei a partida, indo em direção à casa da Twister.


Cheguei lá rápido. Saí do carro e fui andando em direção à casa de Twister, e parei na varanda. Abaixei e peguei a chave embaixo do vaso de plantas. Abri a porta e entrei na casa dela. Fechei a porta e observei a casa.

Ela é bem cuidadosa. A casa é grande, mas está bem arrumadinha.

Subi as escadas e parei em frente à porta do seu quarto, que estava fechada. Pus a mão na na maçaneta e a girei, abrindo a porta, e olhando para aquela menina linda, parada em frente a porta, seminua, com uma lingerie branca rendada. Foi impossível segurar o queixo praticamente caído.

Twister veio em minha direção, e passou as mãos em meu ombro, me puxando pelo mesmo e sussurrando no meu ouvido:

— Eu quero fazer sexo contigo.


Notas Finais


Hmmm Twister safadona, será que rola?
Sobre o supra ser mencionado: Eu sei q ele não estava usando supra, mas eu gosto de supra szszsz
Ily, até o próximo cap!


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