História Love is not over - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~Mahpons

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Exo, Hunhan, Kaisoo, Sulay, Taoris, Xiuchen
Exibições 193
Palavras 2.984
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Love is not Over está quase acabando!
Provavelmente esse será o antepenúltimo capítulo; muito obrigada por quem acompanhou a história até aqui, e muito obrigada também pra quem lê as notas que deixamos aqui <3~
Mesmo com a demora, espero que tenham gostado da histórias- se você percebeu, são duas pessoas que escrevem a fanfic... Mas parece que é só uma (a coautora), porque a outra demora D E M A I S (na verdade ela esquece que tem uma fanfic a escrever)
Enfim, boa leitura!

Capítulo 22 - MyungSoo



POV. CHANYEOL


O clima de tensão dominava toda a área do hospital. Fazia uns quinze minutos que a mãe do Bark havia me ligado e me advertido sobre o nascimento do meu filho. Fora tão de repente; meu coração quase não aguentou a pressão. Não sabia quantas roupas eu enfiei dentro da mala que eu segurava, devido ao meu desespero na hora. Quando cheguei no recinto, me falaram que Baekkie estava tendo contrações, mas como ele é um homem, as dores estavam duas vezes piores. Se a dor de uma contração normal é horrível, imagine a dor duplicada.
Preocupação era a única coisa que eu conseguia expressar. Sun-Hee estava sentada ao meu lado, olhando para todas as direções muito nervosa, enquanto apertava o tecido de sua calça, parecendo muito tensa. Ela ligara para todos os amigos de Baekhyun, não sei porque, para comparecerem ao hospital. Talvez tenha sido um desejo de seu filho, obviamente, e como eles são bons amigos, vieram. O primeiro a chegar fora o Luhan, que puxava seu namorado Sehun pelo braço, que carregava um rosto sem expressão, diferente do melhor amigo do Baek, que levava o semblante mais tenso do hospital todo.


— Aonde está o Baekhyun? — Seu grito desesperado ecoou pelo corredor, o que chamou a atenção de alguns enfermeiros, que o silenciaram no mesmo momento. — Ele está bem? MyunSoo já nasceu? — Luhan sussurrou dessa vez, se sentando ao meu lado. Sehun sentou ao lado de Sun-Hee, que lançou um olhar discreto de nojo para o garoto, que felizmente não percebeu.

— Os médicos disseram que não se pode entrar visitas enquanto o paciente estiver tendo contrações, sei lá o porque. Se ele está sentindo dor, eu tenho direito de aliviá-la. — Murmurei, cruzando meus braços, sentindo um arrepio passando pela minha espinha. Luhan apenas concordou com a cabeça, e pasmo, também cruzou os braços, mordendo os lábios impaciente.


De repente um barulho estridente foi emitido na entrada do hospital, e sem precisar olhar, já sabia quem havia chegado; ZiTao. Parecendo muito revoltado com alguma coisa, adentrou o hospital já gritando com todos os enfermeiros, que não compreendiam a raiva de Tao. Kris apareceu segundos depois, tentando acalmar seu namorado, que impacientemente soltou um suspiro rascante e colocou-se a ficar quieto.


— A bicha do Baek me coloca em desespero e ainda nem pra gente poder ver a viada! Eu to revoltadíssima! — Tao gritou enquanto esperava Yifan se sentar, do lado de Sehun, e logo após a ação se sentou sobre o seu colo. — Tive até que chamar uma babá pra cuidar da minha filhinha! Que ódio!


Enquanto Tao continuava a reclamar da sua vida, chegaram Xiumin e Chen, carregando expressões muito preocupadas. Minseok apertava muito forte o braço de seu namorado, enquanto seus olhinhos ficavam lacrimejantes. Antes de qualquer um dos dois falar qualquer coisa, Tao aumentou o tom de sua voz.


— Agora me chega a freira e o padre! Me-re-ço.


Chen arregalou os olhos, muito indignado.


— Como assim "padre e a freira"? Como ousa chamar eu e o meu amado assim?


— É disso que eu to falando! Ninguém em pleno século vinte e um chama o mozão de "amado". Sua freira! — ZiTao continuou caçoando Chen, que apenas respondeu com uma virada dos olhos e um suspiro impaciente, logo se sentando ao lado de Luhan, que começou a bater as pernas muito nervoso. Minseok sentou ao lado de Jongdae, olhando para as suas próprias mãos trêmulas.


— Ah, que pressão! Quando poderemos ver se Baek está bem ou não? — A voz de Xiumin titubeou.


— Não muito tarde. Eu espero que as contrações não estejam muito elevadas — cochichei muito apavorado. Não queria que meu Baekhyun estivesse sofrendo. Quanto mais tempo esperávamos, mais um silêncio assustador dominava o corredor. Suho e Lay chegaram dez minutos depois, e antes de qualquer coisa, Junmyeon se aproximou de Sun-Hee e apertou suas mãos, murmurando algumas palavras reconfortantes para a mulher. D.O e Kai chegaram logo depois, também acolhendo a mãe do garoto.


Depois de uma hora, quando eu achava que iríamos apodrecer sobre essas cadeiras, uma enfermeira veio em nossa direção e falou que, finalmente, podíamos ver Baek. Sem hesitar me levantei da cadeira, correndo pelo corredor do hospital, procurando pela sala em que meu amor poderia estar. Os outros me seguiam também preocupados. Quando finalmente encontrei, abri a porta sem pensar. E lá estava Baekhyun.


Deitado sobre uma maca, apertava fortemente o tecido do lençol, aparentando respirar muito pesado naquele momento. Utilizava as roupas do próprio hospital, que por algum motivo estavam muito molhadas. Logo percebi que Baek estava suando muito. Até estava sem as cobertas fornecidas, devido a pressão da dor sobre ele. Quando Baekkie fixou meus olhos aos meus, percebi o brilho da alegria preenchendo todo o seu olhar. Corri rapidamente em sua direção, me jogando ao chão, apertando muito forte sua mão.


— C-Chanyeol... — Ele sussurrou com a voz rouca, gentilmente colocando sua outra mão sobre a minha. Percebi que ele estava tremendo muito. — Você está aqui... T-Todos vocês estão... — A sala começou a ser preenchida por todos os seus amigos, e seus sorrisos iluminaram a consciência pesada de Baek. — Eu estou... Tão feliz...


— Ah! Meu filho... — Sun-Hee se ajoelhou ao meu lado, também colocando suas mãos sobre as nossas. Ela apoiou sua cabeça contra a maca, parecendo de repente respirar muito forte. Deve ser devido a pressão do desespero, que antes nos pressionava na sala de espera. — Eu também estou feliz! Chegou finalmente esse momento tão esperado... O processo pode ser dolorido, mas acredite, valerá a pena. Quando você pegar pela primeira vez MyungSoo em seu colo... Não existe momento melhor na vida.


— E estaremos aqui para apoiar você, Baekkie! — Tao gritou lá da distância, antes de ter se aproximado do outro lado da cama do garoto, o olhando intensamente. — Somos todos seus amigos, não somos? Fala aí, geral!


Os outros responderam sim em um coro. Vi os olhinhos de Baekhyun brilharem de emoção, e muito feliz, soltou um sorriso muito grande, que mal cabia em seu rosto. — O-Obrigada, pessoal... Vocês são os melhores amigos que eu poderia ter — sua voz perdeu o foco devido a uma forte respirada. Por um momento, Baek ficou em silêncio, apertando minha mão e a mão de sua mãe com força, mas logo pareceu recuperar o fôlego. — Espero que vocês continuem a me apoiar, até o final.


Por mais que o clima de felicidade estivesse dominando a sala, sei que Baekhyun está sentindo muita dor. Fitei profundamente em seus olhos, e o que eu consegui enxergar além da felicidade foi a agonia. Mordendo meus lábios nervoso, deixei um selo em sua bochecha e logo me levantei, me afastando da maca.


— Baek, você precisa descansar e se preparar — murmurei muito preocupado, olhando para as minhas próprias mãos. — A chegada de MyungSoo está mais próxima do que imaginamos. Daqui a pouco as contrações serão muito fortes, e eu não quero ver você sofrendo-
Não sabia mais se minhas palavras tinham nexo, porém fui silenciado pelo próprio Baek, com sinal de mãos vindo dele mesmo. Seus olhos lacrimejantes não conseguiam se manter abertos devido ao cansaço. — Chanyeol. Essa dor é necessária. Você não precisa ficar triste por mim; saiba que, depois dessa dor, haverá felicidade. E eu quero você feliz, agora e depois.


O diálogo de Baek foi cortado quando um médico adentrou a sala e se aproximou do garoto, olhando atentamente para ele. Me aproximei dos outros, junto a Sun-Hee, mal conseguindo respirar. Apertei fortemente a mão de sua mãe, enquanto conseguia escutar sussurros desesperados vindo de Mineok, D.O e Luhan. Tao continuou onde estava, imitando o médico, mas logo foi expulso de perto pelo mesmo.


— Hum... — O enfermeiro, após uma longa observação, murmurou enfim, fazendo um carinho no cabelo de Baek. — A dilatação já ta ótima para o parto. Você está pronto, Byun Baekhyun? — O médico lançou um olhar de soslaio para mim. Senti o meu coração quase parar de bater com aquele olhar. Era agora. Era naquele momento que MyungSoo iria nascer. Antes de eu falar qualquer coisa, subitamente o garoto sobre a maca começou a ter uma contração; uma muito forte, por sinal, o que desesperou a todos naquela sala.


— Abram alas para o viado! — Tao gritou enquanto puxava todos para fora da sala, exceto eu, que me aproximei da maca de Baek e fiquei ao seu lado, apertando sua mão. O médico chamou por outros enfermeiros do hospital, e eles começaram a empurrar a cama rapidamente para outra sala. Fui andando no ritmo da maca, apertando com muita força a mão do meu garoto. Seu olhar já me dizia tudo.
 

 

 


Estava na sala de espera, junto com os meus amigos, depois de três horas acompanhando o parto. Ainda me encontrava tenso devido a pressão que os médicos colocaram sobre as minhas expectativas, no entanto apreciei muito a força de vontade de Baek em suportar toda aquela dor. 


Ainda sentia a sensação de suas mãos apertando as minhas. Parecia que a sua respiração desesperada ainda ecoava pela minha cabeça. Porém, além dessas recordações, um único pensamento ficava em destaque: quando eu, finalmente, poderei ver o meu filho? Só de imaginar ele em meus braços, meus olhos se encheram de lágrimas.


Não fazia ideia de que horas eram. Talvez umas duas, três da manhã? Devia ser muito tarde mesmo, pois o Lay estava dormindo praticamente de cabeça para baixo nas cadeiras da sala de espera, com o pé na bochecha de Suho, que mal parecia se importar, pois também tirava um cochilo. Kris também adormecera, então ZiTao aproveitou-se e pediu uma caneta para a recepcionista, desenhando algumas coisas estranhas em seu rosto.


Xiumin e Chen escutavam em um fone de ouvido alguma música juntos, fora desse mundo. D.O e Sun-Hee conversavam com expressões muito preocupadas. A mãe de Baekhyun estava muito apavorada; ela deve saber muito bem a dor de um parto, e como seu filho é um homem, a dor devia ser muito pior. Como a mulher chorava, Kai se sentou ao seu lado e lhe ofereceu um copo de água. Sun-Hee beijou sua testa em agradecimento. 


Luhan e Sehun, por mais incompreensível que fosse, estavam se beijando no meio do hospital, naquela hora tarde da noite. Da onde se viu trocar amor em um lugar onde pessoas possam estar morrendo? Além disso, Baek acabou de ter um filho. Onde está o respeito?
A vontade de dar um sermão nos dois era imensa, entretanto consegui mantér a calma. Não podia me estressar nesse dia tão perfeito. Apenas me juntei a Sun-Hee, D.O e Kai. Esperançosos, esperávamos pelas notícias de Baek. 


Não foi necessário esperar mais de dez minutos, pois de repente uma figura famíliar apareceu pelo corredor, e de cara pude reconhecer o médico que ajudou no parto de Baek. Abrindo um sorriso nos lábios, me levantei e me aproximei muito curioso do homem, que apenas carregava uma expressão séria. Quando menos percebi todos os meus amigos estavam ao meu lado, inclusive Sun-Hee. 


—Está tudo bem? Como está Baek? Ou MyungSoo? — As palavras escapavam de minha boca. Kris me cutucou e sussurrou em meu ouvido para que eu ficasse calmo, porém não consegui levar a sério o conselho com todos aqueles desenhos ridículos pelo seu rosto. 


—Ocorreu tudo bem, sim. MyungSoo é um bebê saudável e muito fofo. —O médico respondeu gentilmente. —Byun Baekhyun está descansando, junto ao bebê. Você pode vê-los, mas MyungSoo logo será temporariamente levado para outro lugar.


Fingindo que estava interessado, concordei freneticamente com a cabeça e fui correndo em direção ao quarto que Baekkie se encontrava. Os outros me seguiam mais lentamente, porém com a mesma quantia de curiosidade. Quando finalmente cheguei, tive que parar por um momento para aguentar o ar da pressão; a pressão do alívio. Soltei um suspiro breve, e adentrei na sala. 


Lá estava Baekhyun novamente. O garotinho estava abraçado a um pequeno homenzinho enrolado em um pequeno pano. Os dois estavam em silêncio perene. Me aproximei cautelosamente, e meus olhos brilharam de afeto quando apreciei os traços delicados e relaxados de Baek enquanto ele dorme. O pequeno MyungSoo não parecia estar adormecido, mas não estava chorando. Sem aguentar a fofura cutuquei levemente Baek em seu braço para que ele acordasse.


Baekkie abriu um pouco seus olhos, aparentando estar muito cansado, logo me fitando com muita intensidade. Um sorriso pequeno, mas verdadeiro, se abriu em seus lábios, e antes que ele pudesse dizer alguma coisa, MyungSoo começou a chorar. Desesperado aproximiei minhas mãos do pequeno garoto, o abraçando fortemente, com todo o amor que eu possuía. Fixei meus olhos em seu pequeno rostinho, logo passando meu grosso polegar pela sua face. Meus olhos não suportaram mais segurar. Eu comecei a chorar. O bebê de repente parou de chorar. 


—Baek... Amor! Isso é íncrivel! —Murmurei com a voz muito tremula. A medida que fitava o meu filho, o meu tão esperado filho, sentia que minhas pernas não eram mais minhas. Parecia que eu não iria me aguentar mais em pé, tamanha minha felicidade. As lágrimas queimavam o meu rosto; acho que fora o momento que eu mais derrubara elas na minha vida. —Eu... Eu não tenho palavras para descrever esse momento. Eu estou tocado. 


Me joguei ao chão e aproximei o bebê novamente ao colo de meu amor, logo colocando meus ante-braços da ponta da cama, deitando minha cabeça próxima as pernas esticadas de Baek. O garoto aproximou seu braço tremulo de meus cabelos e começou a fazer um cafune, fechando os olhos gentilmente, soltando um sorriso triste. 


—Eu ainda não consigo acreditar que alguém como eu pôde suportar toda aquela dor —sua voz era um fiapo de cansaço. —Sabe... Enquanto eu passava por aquilo... Eu imaginava o nosso futuro. Eu imaginava eu e você, andando por aí, com MyungSoo segurando a sua e a minha mão. Eu pensei na nossa futura casa, nos planos que iriamos ainda planejar... Com todos os pensamentos, as vezes a dor ia embora., e eu me sentia muito feliz. Parece que toda a força de vontade que eu tenho vem de você, Chanyeol. Obrigado... —Baek soltou uma risadinha, passando seus dedos sobre minha bochecha. —Eu te amo. 


Não respondi, apenas quis aproveitar aquele momento prazeroso com a minha nova família. Nossos amigos entraram e nos encararam em silêncio, sem implicar com nada. Depois de um tempo, finalmente os permiti tocarem em MyungSoo e em Baek. Sun-Hee foi a primeira a se aproximar, quase soltando um grito. 


—Baekkie! Que alívio! Me diga, como foi? Está tudo bem? MyungSoo está bem? —A mulher enchia o pequeno garoto de perguntas. 


—Mamãe... Não imaginei que a dor seria tamanha. Mas eu estou bem agora —ele pegou nas mãos de Sun-Hee. —Deu tudo certo, sim. MyungSoo... Ele é perfeito. —A voz de Baek adquiriu um tom mais doce quando mencionou o nome do nosso filho. A mulher soltou um sorriso enorme e beijou as mãos de seu filho, logo se aproximando do bebê, que se encontrava no colo de Tao. 


Meu coração quase explodia de tanto medo. Uma pessoa como ZiTao segurando um bebê... Isso não poderia ser bom.


—Ahnnnnnnn... MyungSoo é tãoooo fofo! Gucci Gucci Gucci! —Ele aproximou seu nariz do nariz do pequeno menino. 


—Eu peguei a referência da loja, viu, Tao? —Lay murmurou enquanto se aproximava de Baek, junto a Suho.


—Quem é você pra pronunciar o meu nome? —ZiTao falou exasperado, logo voltando sua atenção a MyungSoo. —Ah! Ele é a cara do pai, não é? Antes que vocês encham o meu saco, sim, tem dois pais, eu sei. Tem o pai feio e o pai bonito. Óbvio que a bicha Chanyeol é o feio, e sim, o bebê tem a cara dele. —Abri uma expressão de ódio. —Porém com os traços maravilhosos de Baek misturados a sua feiura, ele ficou realmente muito fofo! Eu adorei!


Antes que Tao falasse mais alguma baboseira, peguei meu filho em meu colo e deixei com que os outros o vissem em meus braços mesmo, sem toca-lo. Xiumin quase chorava de emoção junto a Luhan, que não cabia em si de tamanho orgulho pelo seu melhor amigo. D.O primeiramente fora falar com Baek, e Kai obviamente o seguiu. 


—Parabéns, Chanyeol! —Por mais que eu não tenha certa intimidade, Chen me cutucou pelas costas e falou realmente muito feliz. 


—Obrigado Jongdae —murmurei agradecido, porém percebi uma coisa estranha no olhar do garoto; bem no fundo de seus olhos, eu enxergava tristeza. Ele está triste pelo nascimento de MyungSoo? Ou será que aconteceu alguma coisa com ele? Fiquei realmente com vontade de perguntar, porém odeio me interferir a assuntos pessoais. No entanto não foi necessário perguntar. 


—Chanyeol... Eu queria ter a sorte que você tem —de repente sua voz ficou em um tom melancólico. —Sabe... Xiumin nunca faria ou imaginaria algo assim. Ele nunca troca afeto comigo, ele pensa que é algo errado. Eu queria que nossa relação fosse profunda igual a de vocês... —Chen soltou um suspiro rascante. —Enfim. Eu o parabenizo novamente. Parabéns pelo nascimento de MyungSoo! 


Soltei um sorriso contente como agradecimento, portanto fiquei com um peso na consciência. Coitado de Jongdae. Não consigo imaginar a dor que ele deve sentir por ter um namorado que acha que é errado ama-lo. Tentando ignorar essa dor, continuo a apresentar MyungSoo a todos naquela sala. 


Depois de termos visitado Baek, todos tiveram que se retirar, devido ao horário tarde e o fato do médico ter que levar MyungSoo para outra sala, por algum motivo. Por mais que eu vá me formar em medicina, não sei quase nada sobre o processo de um parto. Eu tenho muito que aprender. Apenas eu e Sun-Hee ficamos junto a Baek na sala do hospital, aproveitando silenciosamente a chegada do mais novo membro da família. Deram um remédio a Baekhyun, talvez para aliviar algumas dores, e assim ele acabou adormecendo. Sua mãe também dormiu ao seu lado, segurando sua mão.


Eu apenas permaneci ali, sentando ao chão, chorando em silêncio. Chorando de felicidade, obviamente. 
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado~~~~~;;


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