História Love Is Not Over - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 2.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, peoples. Desculpe demorar para postar esse capítulo, mas cá estou eu.
Pelo título do cap já deu pra sacar o que vai rolar mais ou menos aqui, né?
Jiyong ou Jimin? Escolha difícil, hein.
Aproveitem o capítulo.

Capítulo 7 - De novo esse Jiyong?


Capítulo 7 - De novo esse Jiyong?

Dahyun franziu as sobrancelhas confusa e Yerim estava quase desmaiando. Enquanto isso Sungoh havia entrado na grande sala onde Sohye trabalhava com Hoseok. A mulher ergueu o olhar, confusa pelo filho estar ali. Jimin não disse que o buscaria na escola? Será que o deixara lá ao invés de deixa-lo com Lucy como sempre?

- Filho, o que faz aqui? – perguntou Sohye.

- O papai me trouxe.

- Ah sim. Ele voltou para a empresa?

- Não, está conversando com a tia. Mãe, o Minsoo pode ir lá em casa?

- Conversando com...a Yerim? – Sohye levantou da cadeira, ignorando a pergunta de Sungoh.

Hoseok parou o que fazia e fitou a amiga, vendo o olhar angustiado dela. Ele sabia o que ela estava pensando, Dahyun estava junto com Yerim então era óbvio que Jimin e ela já haviam se encontrado.

- Sim, mãe. O Minsoo pode...

- Hobi, vigia o Sungoh.

Sohye saiu da sala feito uma bala, deixando Sungoh aos cuidados de Hoseok. Ela atravessou a loja com o coração aos pulos, sem entender por que Yerim não havia corrido para avisá-la. Então Sohye parou ao ver Jimin e Dahyun abraçados. Yerim parecia sem graça ao lado deles e foi a primeira a notar Sohye.

- So. – ela disse, atraindo a atenção dos outros dois.

- Jimin, o que faz aqui? – perguntou Sohye séria. Dahyun notou pela primeira vez o desconforto da mulher e afastou-se de Jimin.

- Sungoh quis vir, então o trouxe.

- É mesmo? Ele quis vir?

Claro que era uma desculpa. Jimin sabia que Dahyun iria à loja, é lógico que ele ia arranjar um jeito de vê-la. Como ele era insensível de usar Sungoh como pretexto para ir até ali.

- Ele quer falar com você.

- Podíamos conversar em casa.

- Ele queria agora.

- Você não tinha que estar na empresa?

- Não é você que me cobra tanto para passar mais tempo com ele? Agora que eu faço isso você reclama?

Sohye abriu a boca surpresa com o modo grosso que fora tratada. Por que Jimin estava falando com ela daquele jeito? Por que na frente de Dahyun? Ela engoliu o bolo na garganta e Jimin notou a decepção no olhar dela. Na hora se arrependeu do que dissera, ela era uma ótima mãe para Sungoh e não merecia ouvir aquilo.

- Tudo bem, você tem razão. – ela disse se rendendo como sempre. – Me desculpe.

- Sohye...

- Mãe! – interrompeu Sungoh, correndo na direção da mulher. Hoseok veio atrás desesperado.

- Sungoh! Como você consegue correr desse jeito? – dizia o Jung cansado.

A chegada de Sungoh cortou o clima tenso que havia se instalado. Sohye desviou sua atenção para o filho, que tinha o rosto emburrado.

- Você nem me ouviu. – resmungou o pequeno de braços cruzados.

- Desculpe, filho. O que você quer me dizer?

- Minsoo pode ir lá em casa brincar comigo? – o rosto bravo transformou-se em sorriso, ansioso pela resposta da mãe.

- Quem é Minsoo?

- Meu amigo, oras.

- Ele é sobrinho do Jiyong. – falou Jimin.

Yerim e Hoseok abriram a boca em surpresa. Não podia ser, era coincidência demais ele cruzar o caminho de Sohye novamente. Jimin viu o olhar de Sohye ao ouvir o nome de Jiyong, era surpresa misturada com alegria. Será que ela gostava dele?

- Kwon Jiyong?

Foi Dahyun quem perguntou, chamando a atenção dos demais.

- Sim. Você o conhece?

- Ele vai ser meu padrinho de casamento. É amigo do Jungkook.

- COMO É?

Yerim socou Hoseok no braço pela indiscrição e sorriu sem graça.

- Hoseok, vem me ajudar a organizar os tecidos. – a mulher saiu puxando o Jung.

- O Jiyong vai ser seu padrinho? – perguntou Sohye sem acreditar.

Jimin lembrou que na frente da escola de Sungoh, Jiyong dissera que estava em Seul para o casamento de um amigo. Ele nunca imaginaria que esse amigo fosse Jungkook.

- Sim. Jungkook o conheceu quando ele estava em Busan e ficaram bastante amigos. Você o conhece? – Dahyun fitou Sohye curiosa. A outra desviou o olhar.

- Ele estudou na mesma universidade que eu.

- Então, mãe, você deixa o Minsoo ir lá em casa? – Sungoh perguntou nem ligando para aquela conversa. Ele só queria brincar com o amigo.

- É claro, filho. Ele será muito bem-vindo. – sorriu Sohye.

- Eu quase esqueci, Jiyong te mandou um “oi”. – Jimin falou com certa ironia.

- Pelo visto ele lembra de você, Sohye. – sorriu Dahyun deixando a mulher corada. – Jungkook e eu vamos dar um jantar no domingo, por que vocês não vêm?

- O quê?

- Claro! – Jimin sorriu, deixando Sohye irritada.

- Que ótimo. Eu preciso ir agora, mas passo o endereço depois pela Yerim, também vou convidá-la.

- Estou ansioso para o jantar. – disse Jimin beijando a mão de Dahyun. Ela sorriu envergonhada.

- Er, eu vou indo. Tchau, Sohye.

- Tchau.

- Tchau, Sungoh. Adorei te conhecer. – ela sorriu, fazendo Sungoh sorrir também.

- Tchau, tia.

Dahyun caminhou para a saída da boutique, sendo seguida pelo olhar apaixonado de Jimin. Nossa, como ela estava linda. Jimin sentiu seu coração bater fortemente, como só acontecia quando estava com ela, seus sentimentos não mudaram em nada.

- Por que aceitou ir ao jantar? – ele ouviu Sohye perguntar.

- Você não quer ir?

- Essa decisão deveria ter sido nossa, não sua.

- Você está fazendo o vestido dela, ela só quer ser gentil. Vai fazer essa desfeita?

- Jimin…o que está havendo com você? – perguntou Sohye chateada. Jimin não entendeu.

- O que está havendo com você, Sohye! É apenas um jantar, ela vai convidar a Yerim também, quem sabe até o Hoseok. Você vai estar entre amigos.

- A Dahye não é minha amiga.

- Mas com certeza o Jiyong deve ser.

- O que o Jiyong tem a ver com isso?

- É óbvio que ele vai estar lá também. Vocês aproveitam pra matar as saudades, porque com certeza ele está louco pra te ver.

Sohye não estava acreditando no que ouvia. Do jeito que Jimin falava, fazia parecer que ela e Jiyong tinham alguma coisa. Sungoh não estava gostando da discussão entre seus pais, ele podia ser uma criança, mas sabia que tinha algo errado.

- Jiyong e eu nem sequer nos falamos. – respondeu Sohye ríspida.

- Uma ótima oportunidade para se falarem então.

- Jimin, não acredito que...

- V-Vocês estão brigando?

A atenção dos adultos voltou-se para o filho, que tinha os olhos tristes. Sohye odiou vê-lo daquele jeito e Jimin também, ele não precisava presenciar aquilo.

- Claro que não, Sungoh. – falou o Park.

- Mas parece que sim.

- Filho, não é nada disso. Hã, seu pai e eu só estávamos conversando.

- Não gostei dessa conversa. – murmurou o garotinho.

Sohye e Jimin se olharam, naquele momento não valia a pena continuar com aquela discussão. O Park se aproximou do filho, abaixando-se à sua frente e dando-lhe um sorriso enquanto bagunçava seus cabelos.

- Ei, campeão. Sua mãe e eu estamos bem. – disse Jimin segurando a mão de Sohye. – Viu só?

Sungoh fitou a mãe, vendo um sorriso nos lábios dela, como se dissesse que era verdade. Ele sorriu também e assentiu, abraçando o pai em seguida.

- Tudo bem. – falou.

Jimin correspondeu o abraço do filho e ergueu o olhar, mirando Sohye. Ela desviou o olhar e soltou sua mão, entrelaçando os dedos em frente à barriga.

- Eu preciso voltar para a empresa. Vamos?

- Eu quero ficar com a mamãe. Lá em casa é tão chato quando só tem a Lucy.

- Sua mãe está ocupada.

- Deixa, Jimin. Sungoh nunca me atrapalha. – sorriu Sohye, passando a mão nos cabelos do filho.

- Então tudo bem. – Jimin se ergueu. – Vou indo.

- Tchau, papai.

- Tchau, filho. – ele fitou Sohye. – Até mais.

- Até.

Ela assistiu, junto de Sungoh, Jimin ir embora. Ele não lhe dera nem um beijo, no rosto ou na testa. Ela pôs a mão sobre o peito, sabendo que nada mais seria igual à partir daquele momento.

...

No sábado, Sohye ficou em casa para descansar e se preparar para o dia seguinte. Jimin já havia ido para a empresa e ela estava na sala, escrevendo algo em sua agenda de trabalho. Ela ouviu a campainha tocar e se levantou para atender, já que dispensara Lucy naquele dia.

Os olhos de Sohye se arregalaram ao ver Jiyong e ele sorriu ao ser atendido por ela. Desde que a encontrara em Tóquio ele não conseguiu esquecê-la, sabia que era um amor impossível, mas não desistiria se ela lhe desse uma chance.

- Jiyong.

- So. – ele pronunciou, fazendo-a sorrir. – Vim trazer o Minsoo.

Sohye fitou pela primeira vez o garotinho ao lado de Jiyong, ele sorria com as bochechas coradas. Ela acariciou os cabelos do pequeno, deixando-o mais envergonhado.

- Seja bem-vindo, Minsoo.

- Obrigado.

- Vou chamar o Sungoh. – Sohye foi até o pé da escada e apoiou-se no corrimão. – Sungoh, o Minsoo está aqui!

Ouviu-se passos apressados e Sungoh apareceu na escada com um sorriso enorme estampado no rosto.

- Vem, Minsoo. Vamos jogar videogame no meu quarto.

- Tchau, tio. – Minsoo acenou para Jiyong e correu escada acima com Sungoh.

Sohye virou-se para fitar Jiyong e o homem tinha a mão no bolso da calça enquanto sorria para ela. Era um sorriso sincero e muito bonito, Sohye lembrou-se que Jimin costumava sorrir daquela forma para ela, mas depois só o viu destinar aquele sorriso para Dahyun. Ela afastou esses pensamentos.

- Ah, desculpe. Deixei você aí fora. Entra. – ela convidou e Jiyong entrou, fechando a porta atrás de si.

- Estou feliz em te ver. Gostou das flores?

- São lindas. Eu adoro rosas. – sorriu Sohye.

- Então estou no caminho certo. Estava ocupada?

- Não, não. Eu tirei o dia de folga.

- Dei sorte, então. Confesso que trouxe o Minsoo porque queria muito ver você. – Jiyong disse aproximando-se dela.

- Jiyong.

- Eu sei, eu sei o que vai dizer, mas eu não posso evitar sentir o que sinto. Você sabe dos meus sentimentos.

- E você sabe que eu sou casada.

- So... – Jiyong a tocou no rosto, fitando-a intensamente. Sohye não se afastou. – Você acha que não te conheço, mas conheço. Eu posso ver em seus olhos que não está feliz.

Sohye desviou o olhar, pois não aguentava ter os olhos de Jiyong sobre si. Parecia que ele podia ver sua alma e ela se sentia transparente perto dele, com medo porque Jiyong sabia de suas fraquezas.

- Se eu fosse seu marido, nunca deixaria você com esse olhar. – falou o homem, detestando vê-la daquela forma. Jimin era um babaca.

- O Jimin não tem nada a ver com isso. Estou apenas cansada.

- Mentiras não combinam com você.

- Por que está fazendo isso? – perguntou Sohye franzindo o cenho. A mão de Jiyong abandonou seu rosto e buscou pela sua. – Por que não desiste e segue sua vida?

- Eu já tentei. Mas por mais que eu me esforce e queira muito, não consigo tirar você da minha cabeça. Não consigo me sentir bem olhando pra você desse jeito, sabendo que não está feliz. Seus olhos nem sequer brilham mais, So. A garota que eu conheci está perdida aí dentro, mas eu sei que posso encontrá-la.

Jiyong a fitava, percebendo que Sohye queria chorar. Seu peito doeu com aquilo, ele queria bater em Jimin por ter apagado a doce garota que conhecera.

- Eu não posso. – ela disse, sentindo uma lágrima cair. – Não posso fazer isso.

- É claro que pode, só basta querer.

- Jiyong, eu amo o Jimin. – aquilo dilacerou o Kwon por dentro. – Eu sei que ele tem defeitos, sei que não estamos na nossa melhor fase, mas é ele que eu amo. O Jimin é o homem da minha vida.

- Eu nunca forçaria você a nada, Sohye. Eu só desejo o seu bem.

- Eu agradeço.

- Mas você está tão cega. – Jiyong suspirou. – Só não esqueça que eu vou estar aqui se precisar.

Jiyong beijou a mão de Sohye enquanto sua outra mão enxugava uma lágrima que caíra do olho esquerdo dela. Talvez se as coisas tivessem tido outro rumo no passado, Sohye pudesse estar com Jiyong naquele momento. Mas seu coração havia escolhido Jimin há muito tempo.

- Obrigada, Jiyong. Por tudo.

O homem sorriu e puxou-a para perto, lhe abraçando e fechando os olhos enquanto sentia o perfume vindo de seus cabelos. Ele queria tanto estar com ela, abraça-la pela manhã e lhe dar um beijo todos os dias, para que ela soubesse o tanto que ele a amava.

Sohye estava na ponta dos pés, abraçando as costas de Jiyong com delicadeza, sentindo o coração dele bater forte contra seu próprio peito. Ambos estavam tão distraídos naquele abraço que não notaram Jimin entrando na casa. O Park estancou na porta e franziu as sobrancelhas, cerrando o punho.

- O que significa isso?

Sohye e Jiyong se afastaram com o susto. A mulher abriu a boca ao ver Jimin ali, ele deveria estar trabalhando. Já Jiyong olhou para o Park e irritou o mesmo ao sustentar um sorriso de canto.

- Jimin.


Notas Finais


Será que vem treta por aí?
Mas fala sério, quem recusaria um abraço de Kwon Jiyong, minha gente?
Sortuda é a Sohye, nós somos apenas esforçadas.
Encontro vocês no capítulo seguinte.


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