História Love Issues - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
Personagens Cameron Dallas, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes
Tags Jack Gilinsky, Melanie Falk, Nash Grier, Nate Maloley, Nina Maloley
Visualizações 330
Palavras 3.497
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


LEIAM AS NOTAS FINAIS
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Boa leitura :)

Capítulo 8 - Busted


Fanfic / Fanfiction Love Issues - Capítulo 8 - Busted

Nina

Dessa vez os olhares que estavam em mim enquanto eu andava pelo corredor não me incomodavam. Eu estava usando um cropped de manga comprida preto, uma saia cintura alta branca e preta e uma bota cano curto preta com salto e cadarços(1). Eu realmente estava me sentindo bem e bonita hoje. Deve ser porque fiz as pazes com Jack, mas isso é apenas uma suspeita. Encontrei minha melhor amiga encostada em meu armário, provavelmente me esperando. Eu dispensara sua carona hoje.

- Bom dia – eu parei em sua frente com um sorriso.

- Uau, você finalmente voltou a sorrir – disse Melanie – O que aconteceu ontem? – recebi um olhar malicioso dela. Revirei os olhos.

- Se você está me lançando um olhar malicioso é porque já suspeita – falei. Mel deu um gritinho de surpresa e animação, atraindo a atenção de algumas pessoas que passavam pelo corredor.

- Mentira – exclamou com a mão na boca – Isso é sério?

- Sim, Melanie – respondi dando um risinho com sua expressão feliz.

- Meu casal! – ela gritou. Novamente, senti olhos em nós.

- Quer parar de gritar? – coloquei a mão em sua boca. Melanie riu.

- Desculpe, é que...

- Bom dia meninas – ouvi uma voz masculina. Mel olhou para mim e para o homem atrás de mim com um sorriso. Tentei segurar uma risada e me virei para ele.

- Bom dia professor Gilinsky – eu disse. Jack me lançou um olhar malicioso. Apenas mordi meu lábio inferior, contendo um sorrisinho.

O sinal tocou.

- Vejo vocês na terceira aula – Jack disse. Nós duas assentimos.

- Como você consegue se segurar? – ela sussurrou para mim. Dei de ombros.

- Não faço ideia – entrelacei meu braço no dela.

 

O fato de Melanie ser minha parceira de laboratório em química, tornava a aula um pouco mais suportável. Mas eu realmente odiava ouvir aquela professora velha falando em reações. Minha vontade era de pegar meu caderno e jogar em sua cabeça, mas isso faria com que eu fosse para a sala do diretor e eu não estava com o mínimo de paciência para trocar uma palavra sequer com Monte.

- Senhorita Maloley – sua voz irritante invadiu meus ouvidos – Você está me escutando?

- Infelizmente – murmurei para mim mesma, mas a velha parecia não ser tão velha assim, já que me escutou.

- Como é? – perguntou com os braços cruzados. A sala inteira estava me encarando – Vamos Gionina, repita.

- Eu disse infelizmente! – falei alto.

- Se eu ouvir sua voz mais uma vez, você vai parar na sala do diretor mais rápido do que você conseguiria falar a palavra “química”.

- QUÍMICA! – eu gritei. Todos me encaravam com os olhos arregalados e bocas abertas.

- Tudo bem, Maloley! Vá para a sala do diretor! – apontou para a porta.

Levantei-me do banquinho.

- Seria um honra – eu disse e fiz uma referência.

Sra. Paterson me fuzilava enquanto eu possuía um sorrisinho. Saindo da sala, pude ver a silhueta de Jack de costas para mim, conversando com um cara que, de longe, parecia ser muito atraente. Andei até eles e parei ao lado de Gilinsky.

- Olá professor Gilinsky – eu disse. Ambos me encararam e eu pude ver que o cara que Jack estava conversando me olhou dos pés à cabeça.

- Jack, quem é essa beldade? – o desconhecido perguntou. Senti um leve toque de Jack em minha cintura, se segurando para não me abraçar possessivamente.

- Esta é Gionina. Gionina, este é Samuel – Gilinsky nos apresentou.

- Pode me chamar de Sam – Samuel disse após pegar minha mão e dar um beijo breve. Dei um sorrisinho e senti minhas bochechas ficarem vermelhas.

- Prazer em te conhecer, Sam – chamei-o pelo apelido para provocar Jack, que me deu um leve beliscão no braço – Me chame de Nina.

- Tudo bem, Nina – ele sorriu.

Caralho que sorriso lindo.

- O que você está fazendo aqui, Samuel? – perguntei, ignorando totalmente o olhar fuzilante de Gilinsky.

- Sou o seu novo professor de matemática – respondeu.

- Nossa, e eu aqui odiando matemática. Parece que estou prestes a mudar minha opinião.

- Nina – Jack me chamou. Olhei para ele com uma expressão inocente.

- Sim?

- Venha comigo, preciso conversar com você em minha sala.

- Tudo bem – olhei para Samuel – Até a última aula.

Fui arrastada brutalmente pelo braço para dentro da sala de literatura. Ou seja, eu havia alcançado meu objetivo: deixar meu namorado com ciúmes. Jack fechou a porta e a trancou. Eu estava de costas pra ele e possuía um sorriso perverso no rosto.

- O que deu em você? – perguntou. Respirei fundo e mordi minha língua para não dar um risinho. Virei-me para ele com a expressão mais inocente que consegui.

- Do que você está falando? – Gilinsky travou o maxilar.

- Por que você estava dando em cima de um professor? – soltei uma risadinha com a ironia – Por que está rindo? – percebi que ele estava bravo por conta de seu tom de voz.

Droga, esse homem consegue me excitar mesmo estando bravo!

- Só achei irônico você ficar bravo porque dei em cima de um professor. Você não achou? – caminhei em sua direção e comecei a ajeitar o colarinho de sua camisa social. À proposito, ele estava muito gostoso hoje.

- Nina, eu estou falando sério – disse. Dei alguns passos para trás

- Por quê? Está com ciúmes? – o provoquei ainda mais.

- Você ainda pergunta? – Jack me olhou no fundo dos olhos – Claro que estou com ciúmes.

Antes que eu pudesse responder, um sorriso enorme se instalou em meu rosto.

Dei alguns passos para frente, enquanto possuía os braços para trás. Queria parecer tímida como tudo o que estava acontecendo, mas na real, eu nunca fui uma pessoa muito tímida. O barulho de meu saltos era a única coisa a ser ouvida. E confesso que o olhar bravo de Jack em mim estava deixando-me molhada. Eu realmente teria de parar de ficar excitada quando ele ficava bravo comigo ou não sabia o que estava acontecendo. Gilinsky possuía os braços cruzados e observava cada movimento meu.

Dirigi minhas mãos em seu colarinho novamente e fiquei nas pontas dos pés para falar em seu ouvido.

- Você está muito gostoso com essa blusa de botões – sussurrei. E comecei a descer minha mão sobre seu peito.

- Nina... – Jack gemeu. Olhei em seus olhos com a mesma expressão inocente que possuía anteriormente, porém o caminho que minha mão tomava não demonstrava inocência nenhuma.

Ao chegar em sua virilha, apertei seu membro e o senti ficar rígido em minha mão. Dei um sorrisinho para ele enquanto minha boca estava praticamente na sua. Gilinsky soltou um gemido quase inaudível. Colei sua boca na minha e o mesmo dirigiu as mãos para minha cintura. Continuei com a mão apertando seu volume, e isso fazia com que ele continuasse a soltar gemidos em meus lábios.

Antes que pudéssemos fazer algo, o sinal tocou. Sorri, separando nossos lábios. Jack bufou e tirou suas mãos que estavam em baixo de minha saia. Suas mãos tocando minha bunda descoberta causava arrepios tão bons.

Sai da sala arrumando os cabelos e minha saia, enquanto me misturava na multidão de pessoas que lotava o corredor. Fui até meu armário e lá estava Melanie, guardando alguns livros em seu armário. Coloquei-me ao seu lado e observei a foto que estava colada na porta. Uma foto nossa há um ano atrás, tirada no campo da escola por Jasmine. Jas sempre teve jeito para fotos.

- Você foi para a sala do diretor? – perguntou, fechando o armário. Encostei o ombro nos armários ao lado e cruzei os braços, lançando um olhar de descrença para ela – Não né? – neguei com a cabeça – Sabia – soltou um risinho.

- Você não acredita no professor gato que entrou na escola – eu exclamei, lembrando-me de Samuel.

- Gilinsky? – perguntou com um sorrisinho, para me provocar. Revirei os olhos.

- Não, idiota – dei um empurrão em seu ombro – Ele é o professor de matemática. Puta merda, que cara gato!

- Ei! Deixe um professor para eu poder comentar o quão gostoso ele é sem me sentir culpada – exclamou. Gargalhei.

- Você poderia pegar ele, não é? Ai seriamos duas – brinquei.

- Nem pensar – Melanie balançou a cabeça algumas vezes, provavelmente tentando afastar os pensamentos pornográficos de sua mente – Eu estou com Nate – revirei os olhos – E eu ainda nem vi esse tal professor. Vamos combinar que seu gosto para caras não é um dos melhores – disse.

- Você acha Gilinsky feio? – cerrei as sobrancelhas.

- Gilinsky não, nem um pouco – Mel disse – Mas os caras que você pegou antes dele não eram muito bonitos...

- Vai se foder, Melanie – ri – Olha ele ali!

Apontei para o mesmo cara que eu conversei há alguns minutos e Mel olhou.

- Puta que pariu! – exclamou – Retiro o que eu disse sobre o seu gosto. Ele é maravilhoso!

- Eu disse! – respondi convencida.

Percebi que Samuel começou a vir em nossa direção. Fiquei um pouco confusa, porém continuei firme.

- Olá Nina – Sam disse. Sorri.

- Olá Sam – respondi educadamente.

- Você conhece a escola? Gostaria de ir para a sala do diretor.

Samuel percebeu que eu estava com uma expressão desconfortável no rosto. Ele possuía as sobrancelhas arqueadas.

- Algum problema? – perguntou. Balancei a cabeça algumas vezes e dei um sorrisinho.

- Não, é que...

- O pai dela é o diretor – Melanie disse. Lancei-a um olhar de repreensão – O quê? Você preferia que ele ficasse confuso?

- Relação ruim com o velho? – ele dirigiu a palavra a mim. Apenas dei um sorrisinho de canto.

- Pior do que você pensa, na verdade – respondi. Respirei fundo – Então, vamos?

- Quer ir mesmo assim? Posso pedir para outra pessoa...

- Não, sem problemas – sorri – Melanie, venha conosco.

Minha melhor amiga assentiu e começamos a andar pelo corredor. Várias pessoas nos encaravam com as sobrancelhas arqueadas e algumas garotas olhavam para Sam com desejo.

“Outro gato pra darmos em cima”, era isso o que elas deviam estar pensando.

- Então – comecei a dizer, atraindo a atenção dos dois que estavam ao meu lado -, você é solteiro?

- Nina! – Mel exclamou com os olhos arregalados.

- Tudo bem – Samuel soltou um risinho – Sim, sou solteiro.

- Qual sua idade? – agora era a vez de Melanie perguntar.

- Tenho 24 – disse – E vocês?

- Melanie tem dezoito – comecei a dizer – Eu farei dezoito segunda-feira.

- Ah! – Sam sorriu – Parabéns então.

- Obrigada – dei um sorrisinho – Aqui estamos.

- Tudo bem – ele sorriu – Obrigado meninas.

Sam entrou na recepção e então fomos embora para o campo.

- Você tem planos para o sábado? – minha melhor amiga perguntou enquanto caminhávamos em direção para o gramado da escola. Pensei um pouco.

- Não que eu saiba – dei de ombros – Por quê?

- Minha mãe e meu irmão vão visitar meus avós na Austrália. Ai eu vou ter a casa só pra mim e...

- Você quer que eu fale pro Nate ir pra sua casa? – perguntei com as sobrancelhas arqueadas. Mel soltou um risinho e balançou a cabeça negativamente.

- Não, eu quero saber se você quer dormir em casa – falou, sentando-se ao lado de Nash e Jasmine.

- Claro, pode ser.

Melanie

Eu estava sozinha em casa, já que minha mãe estava no trabalho e o insuportável do meu irmão mais novo estava na casa de um amigo. Vestida apenas com um moletom que quase cobria minha bunda. Quase. Meus olhos eram fixos nas palavras do livro de biologia, porém eu não entendia metade das coisas que estavam escritas de lá. Eu realmente não sou de biológicas.

Ouvi alguém batendo na porta, franzi o cenho. Eu não estava esperando ninguém. Será que era Nina? Mas se realmente fosse, ela teria subido pela escada. Pensei um pouco e dei de ombros. Sai do quarto e andei até a porta. Nem me importei em olhar no olho mágico. Abri a porta e dei de cara com Nathan. Meu coração se acelerou e minhas pernas bambearam quando o mesmo me olhou dos pés à cabeça.

- Nate? – finalmente falei – O que faz aqui?

- Nina saiu de casa e eu estava sozinho – deu de ombros – Você está sozinha?

- Minha mãe está no trabalho e Ryan está em um amigo – respondi – Por quê?

- Pensei em ficar aqui com você... se não for um incomodo.

- Não – limpei a garganta – Claro que não.

Dei espaço para ele entrar e tranquei a porta.

Caminhei até meu quarto, sendo acompanhada por Nathan. Fechei a porta e sentei em minha cama.

- Quarto legal – ele comentou.

- Valeu – sorri – Quer beber alguma coisa?

- O que você estava fazendo? – perguntou, mexendo em minha escrivaninha.

- Estudando para minha prova de biologia

- Quer ajuda? – ele me lançou um olhar malicioso.

Eu não entendi muito bem o que aquilo significava, na verdade, criei uma hipótese em minha mente, mas não tinha certeza se era isso mesmo. Só fui ter certeza quando senti seu lábio colado no meu. Suas mãos começaram a me inclinar para trás, ao sentir minha cabeça tocar o travesseiro, comecei a ficar nervosa. Não sei como Nate iria reagir ao saber que eu sou virgem. Meu coração estava acelerado. Eu não tinha certeza se estava realmente pronta. A única coisa próxima de sexo que já fiz foi dar uns amassos e só isso. Mas minha consciência falou mais alto.

Eu poderia não ter nunca mais essa oportunidade, eu deveria aproveita-la. Suas mãos foram para a barra de minha blusa. Nathan percebeu que eu estava nervosa, portanto disse:

- Você quer fazer isso?

- Eu... – pensei mais um pouco antes de responder – Só... Vai com calma – ele sorriu e assentiu.

Sua boca foi de encontro com a minha novamente e suas mãos tiraram minha blusa. Minhas mãos percorriam por suas costas, que estava sendo cobertas pelo pano de sua camisa. Tirei sua camisa rapidamente e comecei a arranhar suas costas delicadamente. Já as suas mãos não eram tão delicadas; Nate fazia questão em deixar apertões em minha bunda.

Separei nossas bocas e comecei a distribuir beijos de seu maxilar até seu pescoço. Ao sentir suas mãos desabotoarem meu shorts, dei uma mordida um tanto forte em sua pele por conta do nervosismo. Sem contar que eu havia cravado minhas unhas – não tão grandes – em suas costas. Mas aquilo não o impediu de me deixar de lingerie. Dirigi minhas mãos – que estavam um tanto tremulas – ao botão de sua calça. Ao perceber que eu estava tendo um pouco de dificuldade em tira-la, Nate fez isso por mim.

Nathan não hesitou em abrir o fecho de meu sutiã no momento que tirou a própria calça. Ao perceber que eu estava sem nenhuma peça de roupa na parte de cima de meu corpo, meu primeiro instinto foi cobrir meus peitos, e isso fez Nate parar de me beijar e olhar fixamente em meus olhos. Aquilo me deixou ainda mais envergonhada. Ele desceu os olhos para onde minhas mãos estavam e as tirou de lá cuidadosamente, em seguida dando um sorrisinho. Sua boca foi para o meu pescoço, deixando alguns chupões em minha pele.

Enquanto nos beijávamos, eu podia sentir seu membro roçando em minha intimidade. Aquilo podia não ser proposital, mas estava me deixando excitada e menos nervosa. Nathan foi passando sua mão por toda a minha barriga, até chegar em minha calcinha. Ao sentir suas mãos prestes a descer minha única peça que me impedia de ficar nua, eu rapidamente dirigi minhas mãos nas suas, fazendo-o me olhar igual fizera antes. Ele deu um sorrisinho e me beijou por mais alguns segundos, logo voltando a atenção para minha calcinha. Assenti com a cabeça, e esse sinal foi o responsável por me deixar pela primeira vez nua na frente de um garoto.

Nate tirou sua cueca e se esticou até sua calça, provavelmente para pegar a camisinha. Eu estava com vergonha de encara-lo nu, mas eu tinha uma certa curiosidade. Sempre quis saber como era Nathan sem qualquer peça de roupa. Quando eu finalmente tenho a oportunidade de tirar essa dúvida, tenho vergonha de olhar. E então olhei para ele, que abria a embalagem da camisinha.

Quando ele finalmente conseguiu abrir e colocar em seu membro, nós voltamos para a posição anterior. Antes de senti-lo dentro de mim, nossas bocas foram de encontro uma com a outra ferozmente. Como um aviso, Nate apertou minhas coxas e então o senti dentro de mim. Fechei os olhos com força e finquei as unhas em suas costas. Os movimentos de vai e vem que ele fazia, pararam de ficar dolorosos e começaram a ficar prazerosos. Até soltei alguns gemidos em alguns momentos.

Assim que chegamos ao ápice, Nathan se jogou ao meu lado e puxou o cobertor, nos cobrindo.

(...)

Desci para o apartamento de Nina às dez horas da noite. Ela estava deitada em sua cama mexendo no celular, dei duas batidas no vidro de sua janela e a mesma me olhou. Minha melhor amiga se levantou da cama e abriu a janela para mim.

- Oi – disse, dando-me passagem para entrar.

- Aconteceu uma coisa hoje de tarde, enquanto eu estava sozinha em casa – eu disse.

- Conta – Gionina disse após fechar a janela.

- Seu irmão apareceu lá e....

- Você deu pra ele? – perguntou com os olhos arregalados.

- Sim! – eu disse com um sorriso. Porém minha melhor amiga não parecia estar tão feliz assim.

- Não Melanie, por quê? – franzi o cenho.

- Você não está feliz por mim?

- Sim. Quer dizer, não – ela andava de um lado para o outro, nervosa – Estou feliz porque você perdeu sua virgindade, mas triste por ter sido com Nathan.

- E qual o problema? Eu gosto dele! – dei um sorrisinho, na intenção de tranquiliza-la. Ela apenas pareceu ainda mais preocupada.

- Não Melanie! Não. Não. Não.

Ok, eu estava confusa. A primeira coisa que eu imaginei que aconteceria quando eu contasse para Nina que perdi a virgindade, seria nós duas pulando animadamente enquanto gritávamos. Essa foi a reação que eu menos esperara por toda a minha adolescência.

- O que deu em você? – perguntei confusa.

Ela soltou um suspiro breve e desviou o olhar.

- Nina? – chamei sua atenção novamente. Observei-a se sentar em sua cama e bater ao seu lado, indicando que era para eu a acompanhar.

Sentei ao seu lado e encarei seus olhos azul tempestade profundamente preocupados.

- Depois que eu voltei da casa de Jack ontem, Nate começou a falar coisas estranhas...

- Que coisas? – perguntei com os braços cruzados.

- Primeiro ele me perguntou se você era virgem – cerrei as sobrancelhas – E quando respondi que sim, ele disse que já tinha planos para te comer e que só queria saber se precisaria ser cuidadoso ou se poderia ativar o foda-se. Eu fiquei muito puta e Nathan me disse que gosta de você, que te acha gostosa e tudo mais, porém a última coisa que ele quer agora é uma namorada.

Senti meus olhos arderem.

- Sinto muito, Mel – sua voz emanava pena.

Eu não disse nada, apenas levantei de sua cama e caminhei em direção ao quarto de seu irmão. Bati na porta, nada. Quando percebi que ele não estava muito afim de abrir a porta, comecei a socar a madeira.

- Que foi caralho? – ele abriu com uma expressão nervosa – Melanie?

Entrei em seu quarto e o encarei com os braços cruzados.

- O que foi? Quer mais? – percebi um tom de deboche em sua voz.

- Você queria saber se precisaria ser cuidadoso ou se poderia simplesmente ativar o foda-se? – perguntei nervosa.

- Eu vou matar a Nina... – disse abrindo a porta.

- Você não vai fazer nada – fechei a porta novamente – Eu quero explicações!

- O que você quer que eu diga? Que é mentira? – elevou o tom de voz – Por que não é mentira. Sinceramente, não estou entendendo o porquê de você estar puta com isso. Você preferia que eu simplesmente tivesse sido grosso e te machucado?

- Eu queria que você me perguntasse, Nathan. Queria que você fosse sincero comigo!

- Eu estou sendo!

- Se eu soubesse que você só queria me comer, eu não teria cedido – eu disse mais para mim mesma, porém ouvi-o respirar fundo – Nathan eu sou apaixonada por você desde os meus treze anos de idade. E isso não mudou – sua expressão mudou de brava para surpresa – É, pois é. Eu sou apaixonada por você e eu quero ouvir você dizer o mesmo – minha voz já estava falhando. Não chora, não chora.

- Eu...

- Se você não disser, eu saio por essa porta e você não irá precisar mais fazer esforço para me deixar à vontade. E não irá mais se preocupar com minhas palavras dirigidas à você.

- Não posso...

- Foi o que pensei – senti meus olhos se encherem de lágrimas.

Abri a porta de seu quarto brutalmente e sai de seu apartamento. Não estava afim de conversar com Nina, não agora.


Notas Finais


(1): https://ton.twitter.com/1.1/ton/data/dm/794656383505461251/794656357068787712/rIuYH72x.jpg
E ai? Quem vocês acham q a Melanie deveria ficar? Não vou dar minha opinião, não quero influenciar ninguém hehehe.
O que acharam de dois capitulos seguidos com hot? E da roupa da Nina? Tô apaixonada pelos dois.
Espero que tenham gostado.
Comentem, isso faz com que eu não demore tanto para postar e também faz com que a fic continue.
Meu twitter: https://twitter.com/stiIesovoid


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