História Love Letter ❁ tae+kook - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Vkook, Yaoi
Exibições 3
Palavras 1.322
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou atrasada? Não sei, só sei que amei esse capítulo

Capítulo 4 - Três - Omma


Fanfic / Fanfiction Love Letter ❁ tae+kook - Capítulo 4 - Três - Omma

— Sejam bem-vindos a minha humilde casa! – Jungkook disse enquanto jogava sua mochila pelo chão da sala. 

— Eu já estive aqui – Jimin deu um peteleco na cabeça do maknae e foi até o sofá, que no entanto estava vazio, até ele se jogar entre as almofadas. Taehyung permanecera parado e calado, não sabia como agir dentro da casa de outra pessoa, principalmente quando acabara de conhecê-la. Mas isso se desenvolvera há anos, desde sua infância.

[Flashback]

TaeTae! – sr. Kim o pegou no color acariciou suas pequeninas bochechas. — Você sabe que o appa quer te ver feliz, não sabe? 

— Nee. Appa, estou feliz! 

— Meu pequeno não sorri desde que chegamos em Busan... – o homem fizera um pequeno biquinho, que logo se desfez ao ver o sorriso retangular do mais novo. — Assim está ótimo.

— Appa... – o pequeno Tae abaixou a cabeça e desmanchou o sorriso. Sentiu as mãos de seu pai acariciar seus cabelos. — Onde vamos morar? Na rua, igual ao vovô? 

Ele se lembrara de seu avô que passou a morar na rua por falta de emprego, era o que seu pai dizia sempre. Taehyung gostaria de ter o conhecido, mas apenas ele faleceu, deixando sua avó sozinha. Pelo menos ela, tinha como viver bem na sua própria casa. 

— Claro que não. Vamos morar com a tia Hye, você acha ela legal, não acha? – Taehyung nunca havia falado com a moça, era um pouco tímido com adultos, em exceção de seus pais. — Ela tem um pequeno filho chamado Jungkook, você pode brincar com ele. 

— Ah é? Então ele deve ter brinquedos! – começou a se animar, mas ainda havia uma pontada de hesitação. 

— Pode chamar ele de Jeon. 

— JEON, PEGA A PIPOCA!

Os gritos de Jimin fez Taehyung acordar dos pensamentos. Eles estavam aprontando um filme pra assistir àquela tarde, antes do trabalho começar. Jeon fazia a pipoca, Jimin escolhia o filme e... Taehyung nada.

Ele foi até o sofá e sentou ao lado de Jimin, que estava esparramado pelo móvel. 

— E aí? Você gosta do Jeon? – Jimin iniciou uma conversa — Brincadeira, ninguém gosta dele. Quer dizer, além do Bangtan e as meninas da escola. 

Taehyung estava com os olhos saltados, arregalados, enormes, quase capazes de sair de seu rosto. 

— Ué? – Jimin indagou enquanto o olhava — Ah, você entendeu errado! Tô falando sobre amizade. Tirando as meninas, claro. – Taehyung suspirou de alívio. 

— Sim, eu acho ele legal, pelo menos com o que nós já conversamos – com 'conversar' ele se referia à pouca coisa, pouca coisa mesmo. 

— Somos dois. O maknae as vezes pode ser meio calado, mas é porque ele é tímido, não subestimado. Pelo contrário, ele é muito sensível. – Jimin o olhou e sorriu. 

— OLHA A COMIDA – Jeon apareceu na sala, com um balde gigante e cheio de pipoca, obviamente. 

— AAAH, COMIDA – Jimin correu até seu maknae e roubou o alimento. Se sentou no chão e começou a comer, de forma calma pra quem estava faminto. 

— Ya, sei que você não lanchou mas não precisa exagerar. Vou fingir que só você tá com fome – Jeon foi ate o sofá e se sentou ao lado de Taehyung. 

[...]

— Jimin-ah, você tá pintando errado! – Taehyung tirou o lápis das mãos de Jimin e botou a mão livre na testa, com uma cara indignada. — A bandeira da Inglaterra é azul e vermelha, não verde – Jimin riu de forma fofa, era o que ele usava quando seus hyungs brigavam com ele, mesmo que tenha feito uma besteira grande, os mais velhos não ousavam bater nele.

Depois de um bom tempo eles haviam terminado o trabalho; porém, a maioria das bandeiras que a professora pedira para eles colorirem, estavam com as cores erradas ou rasgadas. 

— Aish, que preguiça – Jiminie se jogou no chão, e fechou os olhos. Sim, ele acabara de deitar mas dormiu, diria que, muito preguiçoso? 

— Esse hyung, sempre me dando trabalho – Jeon foi até o mais velho e o pegou no colo. O levou até seu quarto e jogou-o na cama. Correu de volta pra sala e se sentou novamente. 

— I-isso... acontece com frequência? – Taehyung quebrou o silêncio. 

— Nee, sempre que ele vem aqui acaba adormecendo – Jeon balançou a cabeça negativamente enquanto cruzava seus braços.

— Ah... certo 

O famoso "silêncio-constrangedor" chegou àquela sala. Taehyung odiava quando isso acontecia, mas era raramente. 

— Eu queria te conhecer mais. Tenho certeza que isso vai acontecer mais pra frente... Você agora tá andando com o Bangtan, certo? – Jeon virou pra seu hyung e sorriu. 

— Claro! Gosto muito de vocês, mesmo que tenha conhecido apenas hoje, poderia dizer que são me excêntricos – ele riu e corou. Passou as mãos pelos cabelos loiros e se encostou no sofá. Sentiu suas mãos tremerem e abaixou a cabeça. 

— Tá... Tá tudo bem? – Jeon olhou a tremedeira de suas mãos e as segurou-as. Foi o suficiente pra fazer Taehyung ter um 'treco' e desmaiar. 

— QUE – ele ficou estático, encarando seu hyung adormecido. Tentou pegá-lo no colo, mas era alto e pesado demais. Com esforço, o menor conseguiu e o levou até o quarto de seus pais, assim, o deitando na grande e espaçosa cama. 

— Tá tudo bem, você vai ficar bem – Jeon fez cafuné nele e corou; sentia que mais alguém estivesse por lá, mas Jimin estava dormindo obviamente. 

Era o que ele pensava. Jimin estava na porta, sendo cuidadoso para não ser pego. Sorria, pois sabia que Taehyung gostava, dava pra perceber pelo olhar, como ele agia. Jimin correu cuidadosamente para não fazer barulho, até o quarto de Jeon, pois o mesmo estava voltando pra ver como seu hyung estava. Dormindo? Não mesmo.

O maknae pegou um edredom para cobri-lo e voltou pra sala, deixando tudo organizado.

Já estava anoitecendo e não sabia o que fazer em relação a Taehyung, pois estava desacordado e nunca passara por alguma situação assim. Depois que sua mãe ou seu pai chegassem, talvez poderia ter ajuda. 

[...]

O céu já estava escuro e Jimin havia ido embora. Seus pais ainda estava no trabalho e ficara o tempo todo ao lado de Taehyung. O que estranhava era que seu celular não havia recebido nenhuma ligação, nem mesmo de seus próprios pais. Será que eles sabem que o Tae tá aqui? 

— Kookie, cheguei! – uma voz suave saiu da parte de baixo da casa, precisamente da sala. Era sua mãe. 

Jeon correu até ela e pôde perceber o rosto preocupado do filho. 

— Omma, me ajude – ele a puxou até o quarto e ela viu um corpo sobre sua cama. 

— Ahn...? O que aconteceu? – ela se aproximou, mas quando viu o rosto de Taehyung, espantou-se. — Omo! 

— O que houve, omma? – Jungkook ficou mais preocupado, não poderia ter mais uma pessoa desmaiada na casa  

— Não é nada... Vá pra o seu quarto que eu cuido do resto. Você sabe o número dos pais dele? – ela havia perguntado apenas por preocupação, pois já tinha em sua agenda telefônica. 

— Não, eles nem sequer ligaram pra o Tae – foi aí quando Hye percebeu que era ele, realmente; mas se perguntara o porquê de seus pais não terem ligado para o próprio filho, principalmente aqueles que ela os conhecia tão bem. — Tenho que sair mesmo? – Jeon insistiu.

— Não, não exatamente. Esqueça. – ela pegou seu celular e tentou ligar para os pais de Taehyung, mas não fora eles que atenderam.

— Alô? – uma voz desconhecida falou do outro lado. 

— Alô, aqui é a Hye. Os pais do Taehyung estão? Preciso realmente falar com eles.

— Taehyung...? Senhora, eles faleceram há oito anos. 

A frase foi o suficiente pra fazer com que a sra. Jeon deixasse o celular cair ao chão; seus lábios começaram a tremer e as gotas salgadas desciam sobre a pele de suas bochechas, que no momento estavam rosadas. 

— Omma, o que houve? – Jeon se aproximou e tentou acalmá-la.

— Taehyung não tem mais pais.



Notas Finais


Qualquer erro, peço desculpas.
Espero que tenha gostado, seu feedback é importante.


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