História Love Like You - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Gustavo Stockler (Nomegusta), Kéfera Buchmann, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Malena "Malena0202" Nunes
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Malena0202
Tags Kesta, L3ddy, Malepok
Visualizações 283
Palavras 1.537
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal
Esse é o capitulo de hoje
Agora estou mais livre para postar
Já acabou as provas
E eu fui bem
Entao meu celular continua em minha posse
É isso
Sem enrolação
Vamos lá

Capítulo 11 - Protector Angel


P.O.V. Kéfera
( Dia Seguinte)
Meus braços ainda doiam, eu chorava inconsolavelmente no peito daquele que fora sequestrado comigo.
Eu estava apenas rezando na minha mente, e agradeci a Deus quando o agressor saiu daquela sala de tortura.
Eu ficava pensando quem seria esse amigo, se ele estava sofrendo nesse momento com o meu sumiço, e o que se passava na mente dele.
O que mais me preocupava era a Malena, ela era uma pessoa tão doce e sensível, espero que estejam confortando-a nesse momento.
Eu sempre vi na TV as pessoas que eram sequestradas, nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo, eu não tenho o minimo preparo psicológico para esse tipo de situação, eu apenas choro excessivamente.
- Pare de chorar- O índio dizia tentando me fazer sentir melhor- Assim você está machucando ainda mais meu coração.
- Isso foi fofo- Eu dei um pequeno sorriso.
- Temos que ser fortes em situações desse tipo- Ele fica acariciando meu cabelo( Eles ainda se abraçavam, ela de costas para ele).
- Eu só consigo pensar no pioe as pessoas que eu amo sentiriam minha falta- Eu dizia com um ar bem triste.
- Você não devia pensar essas besteiras, não prometi que nada vai acontecer?- Ele dizia com uma voz bem angelical.
- Mais não já aconteceu?- Eu dizia com um tom irritado- Olhe meus braços- Eu dizia e ele me apertou mais ainda naquele abraço que já tinha longa duração.
- Pense em várias outras coisas bem piores que podiam ter acontecido conosco, o importante para tudo ocorrer bem é que fiquemos unidos- Ele diz ainda me acariciando carinhosamente, aquilo era por puro conforto, não havia malicia em seus toques, ele era cuidadoso com tudo que me incluía.
- Gusta- Eu disse e ele se abaixou para olhar bem em meus olhos.
- Gusta?- Ele pergunta estranhando o apelido.
- É… Posso te chamar assim?- Eu questiono e ele assente com a cabeça.Eu me viro de lado, fazendo com que sua face ficasse ainda mais próxima da minha- Promete que não vai me deixar sozinha?.
- Nunca- Ele segura meu rosto com a ponta dos dedos- Vou te irritar o resto da sua vida- Ele diz e logo após me beija com ternura.
Era um beijo calmo e doce, sempre que eu o beijava eu fazia questão de prestar atenção em cada movimento, no lugar, até mesmo nas roupas que eu usava, as quais ficavam com aquele intenso perfume masculino, e com vontade de repetir tal ato diversas vezes.
Separamos o beijo por falta de ar, permanecemos abraçados por um longo tempo, até ouvirmos a o barulho da porta sendo destrancada, eu me encolhi em seus braços com medo do que viria dessa vez.
- Acalmem-se pombinhos, só vim trazer comida- Ele diz deixando uma bandeja a uma certa distancia de nós dois.
Ele se vira e sai sorrindo como sempre. Fico imaginando se a mãe dele nunca reparou em sinais de psicopatia nele.
O Gusta se aproxima da bandeja e pega metade da comida para ele, e começa a comer, fiquei o observando enquanto estava perdida em meus pensamentos sobre o Paulo
- Não vai comer?- Ele pergunta me fazendo sair de meu transe.
- Estou sem fome- Digo abraçando meus joelhos, porém o Gusta me puxa de lado e me abraço, me fazendo sorrir- Sabe, foi bom você ter sido sequestrado comigo, assim tenho quem abraçar.
- Sabe… - Ele me faz deitar em seu colo, me fazendo olhar em seus olhos- Você vai comer por bem ou por mal- Ele diz colocando uma torrada em minha boca.
- Ai você é muito chato- Digo mastigando.
E assim ele me forçou a comer algo naquela manhã, já estávamos naquele cubículo desde a noite retrasada, passamos o dia de ontem, e agora de manhã.
Ontem eles nem nos deram comida, e nem na noite em que chegamos, apenas hoje de manhã, vamos acabar morrendo de fome um dia desses.
Gosto de ficar olhando nessa janela, eu fico pensando nas pessoas que devem estar nos procurando, na minha melhor amiga, e no causador de tudo isso.
P.O.V. T3ddy
Hoje começamos o 2° dia de procura pelos dois desaparecidos, saímos eu, o Luba e mais um grupo de 5 pessoas, então juntando tudo, saíram vários grupos de 7 pessoas.
Eu mal ando dormindo desde a noite que os dois sumiram, tenho uma suspeita de quem tenha feito isso, o Paulo anda saindo muito, principalmente de noite, se eu descobrir que foi ele… Eu não respondo por meus atos.
Na floresta, andávamos cautelosamente, se encontrassemos o sequestrador, tínhamos que estar preparados.
Ouvimos um barulho de algo se locomovendo, o que fez todos cessarem seus passos e escutarem aquele barulho.
Eu fui o diferente e sai correndo na frente de todos, até me aproximar do barulho, chego em um lugar com algumas plantas e pulo nelas.
Eu agarrei alguem, não consegui ver quem era, pois nós dois saímos rolando, já que eu tinha subido um lugar com o relevo alto.
Quando paramos de rolar, pude perceber que essa figura era o Paulo, ele sorria como sempre, para me provocar.
- O que você estava fazendo no meio da floresta sozinho?- Eu perguntei com uma voz bem assustadora.
- Não é da sua conta- Ele sai andando, porem eu o seguro fortemente.
- Já te aviso- Eu digo olhando em seus olhos- Se você tiver alguma coisa a ver com o sumiço dele, você vai se ver comigo.
- Ta… Ta… Agora me deixa em paz- Ele sai andando, indo em direção a onde estávamos acampados.
P.O.V. Malena
( De Noite)
Eu estava sozinha na minha barraca, observando as estrelas junto com algumas poucas pessoas que não saíram em busca dos desaparecidos.
Era uma noite calma, nó céu brilhavam estrelas que iluminavam toda a floresta, esse lugar é realmente lindo.
O Spok foi junto com o pessoal procurar, já que eu insisti muito para ir,ele disse que eu não estava em condições para fazer isso, e que ia no meu lugar.
Ele levou todas as minhas amigas( lâminas).
Depois que se passou um tempo, entrei dentro da barraca, para esperar ele chegar, ele anda sendo tão companheiro comigo, é tão bom tê-lo ao meu lado.
Peguei um caderninho pequeno, no qual o desenho da capa continha um panda, um lápis e uma borracha.
Comecei a desenhar traços, eu não sou a pessoa mais talentosa nesse quesito mais  tinha que admitir, que aquele desenho estava ficando bom.
Eu estava desenhando uma pessoa, que tinha nas mãos um pequeno ursinho. O personagem apresentava características de um anime.
Quando terminei, fiquei observando o desenho por alguns momentos, precisava de cores, abri a barraca com a intenção de ir até outra barraca, de uma pessoa que tinha lapis de cor.
Porém antes mesmo de sair dei de cara com o Paulo, ele me impediu de sair e ainda por cima foi me empurrando para dentro.
- P-Paulo…O Q-que -V-você E-está -F-Fazendo- Eu gaguejava, eu tinha um certo medo dele.
- Só quero entrar, princesa- Ele dizia sorrindo, enquanto passava a mão em minha coxa,com segundas intenções.
- Para… Por favor- Eu dizia com os olhos marejados, eu estava muito sensível, aquele momento todo só me deixava apavorada.
- Vamos… Eu sei que você gosta de mim- Ele dizia tentando retirar minha blusa, mais eu não permitia.
- Socorro!!- Eu gritava
- Shh- Ele tapou a minha boca e sorriu novamente- Prometo que não vou te machucar, ele diz ficando por cima de mim.
- Alguem me ajuda- Eu chorava muito, ele havia colocado a mão na barra da minha blusa e a retirado- Por favor, para…
- Pare com isso… Não me diga que ainda é virgem- Ele disse e eu assenti- Bom, vou ser bonzinho.- Ele sorri
- Não…- Eu soluçava e chorava muito.
- Larga ela- Ouvi uma voz conhecida, porém mil vezes mais assustadora que o normal dizer.
- E quem é você- Paulo se vira, e se apóia em meus braços, ele era pesado, aquilo doía muito.
- Vou te falar quem eu sou- Spok diz pegando Paulo pela gola da camisa e o puxando para fora da barraca.
Ele batia muito no Paulo, provavelmente já havia feito aulas de alguma luta antes.
Eu queria intervir na luta, mesmo estando com muita raiva do Paulo eu sabia que bater não ia ajudar em nada.
- Spok!!- Eu gritei e ele parou. Olhou para mim e me segurou pelo rosto.
- Ele te machucou? Fez alguma coisa com você- Ele disse com um ar preocupado.
- Eu to bem, ele só tirou minha blusa- Eu disse o abraçando fortemente.
- Me desculpa, por deixar você sozinha, eu sabia que..- Eu calei sua boca com um beijo profundo e necessitado, que só foi separado pela querida falta de ar.
- Não foi culpa sua- Eu digo o puxando para dentro da barraca e deitando em seu colo.
- Obrigado por me proteger- Digo baixinho, mais para ele ouvir.
- Farei isso sempre- Ele puxou meu rosto e me roubou um selinho.
Passei aquela noite mais tranquila, eu pensava em como minha amiga poderia estar, mais pensava principalmente, naquele anjo que me protegeu


Notas Finais


Gostaram?
Espero que sim
Comentem o que acharam
Beijos!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...