História Love, Love, Love - Capítulo 30


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), EXO, Lee Dong Wook, Lee Jong Suk
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Minji, Park Bom, Personagens Originais, Sandara Park, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Dara, Exo, Hetero, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris, Lay, Lee Dong Wook, Lee Jong Suk, Lu Han, Luhan, Minzy, Park Bom, Park Min-woo, Romance, Sandara Park, Sehun, Seo Kang-joon, Suga, Suho, Taehyung, Tao, Xiumin
Exibições 98
Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - We Don't Talk Anymore


Nós não nos falamos mais

Nós não nos falamos mais

Nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

 

 

Não demoramos muito para chegar na minha casa. Yixing dirige muito rápido — mais rápido do que qualquer outro rapaz com quem já peguei carona — e quase me matou do coração.

Assim que entramos em minha casa, pedi para ele aguardar um momento na sala e fui deixar minha bolsa no quarto. Também aproveitei para lavar o rosto no banheiro e fingir uma confiança que claramente não tenho agora para encarar a conversa que não faço a menor ideia sobre o que irá tratar.

Quando desci as escadas encontrei Yixing observando algumas fotos de quando eu era criança que minha mãe insistiu em espalhar pela casa assim que voltei a morar com ela.

— Preciso me lembrar de pedir a ela que tire essas fotos daqui — comento, me aproximando dele.

— Por que? — acho que a expressão no meu rosto de "é óbvio o porquê" o fez dar risada. — Você era uma graça quando mais nova.

— Quer dizer que agora não sou? — indago e Yixing ri mais ainda.

— Me deixe melhorar a frase — ele arruma a postura e põe as mãos no bolso — Você era e ainda é uma graça. Acho que faz parte do seu charme.

— Meu charme? — mas que conversa estranha. Até parece que eu tenho algum charme.

— Sim — a expressão de Yixing se torna brincalhona. — Ou você acha mesmo que fez dez rapazes se apaixonarem por você apenas um com sorrisinho normal?

Fecho a cara para Yixing. É sério que ele precisa mesmo tocar nesse assunto? Na verdade, ele veio aqui para o que?

— Tá, tanto faz — o clima amistoso de antes parece se desfazer, mesmo que Yixing continue com a mesma expressão no rosto. — Você disse que queria conversar...

— Ah, claro! É verdade! — ele bate na própria testa e aponta para o sofá — Vamos sentar?

— É algo rápido? Porque se for podemos conversar em pé.

— Você sempre é assim quando querem conversar com você?  — Yixing ignora o que digo e se joga no sofá. Reviro os olhos e me sento não muito próxima a ele.

— Assim como?

 

Nós não nos amamos mais

Para que foi tudo isso?

Oh, nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

 

— Recuada, fechada para os outros — seus olhos fixam-se nos meus por uns instantes antes de voltar a observar a sala. — Você devia ser mais solta, sabe. Não ser tão brusca, nervosa. Aproveitar mais a vida, já que só temos uma.

— Olha, duvido que você veio aqui só para me dar sermões. Diga logo o que quer, porque se você não tem, eu tenho mais o que fazer.

Yixing me olha como se dissesse "o que foi que eu disse?". Quando estou prestes a mandá-lo para aquele lugar ele se arruma no sofá e suspira.

— Estou aqui pelo Minseok. Pensei que fosse óbvio.

Não, com certeza não é óbvio.

— O que tem ele? — contenho minha expressão para que eu não faça nenhuma careta.

Yixing fica em silêncio e parece me ver por inteiro nesse tempo.

— Você tem algo contra ele.

— Não tenho!

— Tem.

— Não tenho.

— Claro que tem.

— Você não sabe de nada, Yixing — grunho, começando a ficar nervosa com essa conversa. — Se eu disse que não tenho é porque não tenho, droga.

— Se você admitisse logo, seria tão mais fácil — ele suspira e passa a mão no rosto e cabelo. — O Minseok gosta de você. Não só no sentido amoroso, mas em todos os sentidos possíveis. Você sempre foi a menina dos olhos dele... — tento o interromper, mas Yixing não deixa. — Mesmo quando agimos como idiotas no passado, ele sempre foi o que mais se importou. Você não se lembra como nos conheceu? Ele que te apresentou a nós.

Dessa vez sou eu que suspiro. É claro que lembro, contudo não é como se fosse uma coisa que eu goste de ficar falando ou lembrando.

— E daí? Não temos mais nada, não sou amiga dele.

— Exatamente — Yixing estende o braço e segura minha mão, a apertando de leve. — Você não tem mais nada com nenhum de nós. Todavia, isso não me impede de segurar sua mão e ter uma conversa animada com você. Você briga com Sehun por ele dar em cima de você, mas não se importa de verdade. Aceita as provocações de Yifan, Jongdae e ouso dizer que até de Luhan e Kyungsoo. Mas quando Minseok quer conversar com você, às vezes até comentar simplesmente sobre o tempo, você se fecha.

 

Acabei de ouvir que você encontrou quem você estava procurando,

quem você estava procurando

Quem dera eu soubesse que essa não era eu

Porque mesmo depois de todo esse tempo eu ainda me pergunto

Por que não posso seguir em frente

Do jeito que você fez tão facilmente

 

— Isso não é verdade.

— Claro que é. Veja, você não negou minha carona ou nossa conversa.

— Não fiz isso porque não é educado — onde ele está querendo chegar?

— Não, Alexia. Você não fez isso porque não se importa de verdade. É uma garota de gênio forte, se não gostasse ou não quisesse algo negaria na hora. Não sei porque, mas aparentemente de todos nós, é o Minseok de quem você mais tem rancor. E isso o afeta, sabe? Sei que te magoamos de um modo inimaginável, mas eu duvido que ele consiga seguir em frente se você não o perdoar.

— Yixing...

— Por favor, só pense nisso, está bem? — Yixing solta minha mão,  não sem apertá-la antes mais uma vez, e se levanta. — Vou deixar você livre para fazer as coisas que quer fazer e... — ele pega um cartão do bolso da calça. — Esse é o meu número. Se precisar de algo, pode me ligar.

Seguro o cartão que ele estende para mim, ainda sem saber muito bem o que falar. Yixing vai embora minutos depois, deixando-me apenas comigo mesma e várias perguntas na mente.

 

Não quero saber

Que tipo de vestido que você está vestindo esta noite

Se ele está segurando você tão apertado

Da maneira que eu fiz antes

Eu tive uma overdose

Deveria saber que seu amor era um jogo

Agora eu não consigo tirar você do meu cérebro

Oh, é uma pena

 

— Como estou? — Yoora perguntou, segurando a barra do vestido de Maid.

Peço para que ela dê uma voltinha no mesmo lugar. Yoora o faz e eu balanço a cabeça, numa falsa decepção.

— O que? Está tão ruim assim? — as sobrancelhas de Yoora compõem uma expressão triste que aparece em seu rosto, deixando-a extremamente fofa.

— Pensei que poderia ficar feia de algum jeito, mas creio que isso não seja possível — digo, contendo a risada que ameaça sair. — Você está uma verdadeira Barbie, Yoora.

— Ela tem razão — Hyun ao nosso lado bufa e aponta para as esbeltas e longas pernas de Yoora. — Veja isso, devia ser um crime possuir pernas tão bonitas assim.

— Concordo — a expressão chateada de Yoora se esvai e logo um enorme sorriso está se abrindo em seus lábios.

— Vocês duas são tão dramáticas — Yoora revira os olhos. Sua expressão fica séria segundos depois — Estou com medo de tudo dar errado e perdemos de lavada.

 

Que nós não nos falamos mais

Nós não nos falamos mais

Nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

Nós não nos amamos mais

Para que foi tudo isso?

Oh, nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

 

Ficamos em silêncio. Desde aquele dia em que Yixing conversou comigo sobre Minseok, eu só me distanciei mais dos rapazes. Até mesmo de Tao. Fiz isso para poder pensar melhor e conseguir chegar à alguma conclusão. É claro que atribui isso ao festival que teria e meu espírito competitivo em querer ganhar. Hoseok e Jimin foram fundamentais durante esse tempo pois o primeiro praticamente cuidou de tudo sozinho — apesar de aceitar minha ajuda e das meninas — e o segundo se dispôs a ensaiar comigo a música que eu dançaria com Sehun. Por conta disso, passei várias tardes aguentando piadinhas de Jimin.

Confesso que também estou com muito medo de perder, mesmo confiando nos meus dotes culinários e nas habilidades de Hoseok e Hyun — nós ficamos encarregados de preparar as comidas com mais alguns alunos.

Yoora, Sehun e mais cinco alunos ficaram encarregados de atender as pessoas e o resto ficaria andando pela escola convidando qualquer um a visitar nossa sala.

— Temos que pensar positivo — diz Hyun, afagando o braço de Yoora. — O pessoal criou uma mini cozinha excelente aqui nos fundos e a decoração da sala está linda. Todos deram o seu melhor e eu garanto que a comida vai estar boa.

— Mas eles tem o Kyungsoo...

— E nós temos a mim! E a Alexia, Hoseok... vai dar tudo certo, Yoora. Só acreditar — Hyun riu e se esticou na ponta dos pés para apertar a bochecha de Yoora — Só você servindo as comidas já vai ser uma ótima propaganda.

Damos risadas e Yoora nos abraça antes de sair da mini cozinha. Segundos depois Hoseok entra com o resto do pessoal que vai ajudar na cozinha.

— Está na hora, gente! — ele grita, bem animado. — Vamos abrir as portas agora, então espero que todos nós trabalhemos como uma equipe. Se alguém reclamar da comida, juro que esgano o pescoço de vocês.

— Que animador — Hyun sussurra para mim. Dou um empurrãozinho nela que ri baixinho.

O cardápio feito por mim e Hoseok após várias discussões ficou assim: fritas com maionese artificial como entrada,  Ratatouille e Bibimbap para os pratos principais, Bel Air Soja, Rock 'n Roll, Diner e Hoseok Burger — invenção de Hoseok — sendo os lanches disponíveis, para bebidas limonada de baunilha, milkshakes de três sabores diferentes, refrigerante ou suco. Já para a  sobremesa pode escolher torta de maçã ou holandesa e brigadeiro de colher.

Eu fiquei responsável pelo Ratatouille e as sobremesas — essas que tive que preparar ontem com ajuda da minha mãe para deixar prontas para hoje. Hyun pela a outra entrada e os lanches juntos com o Hoseok.

Ficou combinado que assim que ficasse mais a tarde — horário em que os visitantes vinham mais — eu e Sehun nos apresentaríamos.

Tentei não pensar muito nisso quando Yoora chegou com os primeiros pedidos.

 

~*~

 

— Tem certeza de que vocês não vão precisar de mim?

Hyun revira os olhos e Hoseok nem ao menos presta atenção no que digo. Não o culpo, já que ele é basicamente o mais ocupado de todos.

— Vai logo! Aproveita que a Bom conseguiu um tempo para sair, assim você vai ser bem mais rápida.

— Se você diz... — respiro fundo e deixo o pano de prato que seguro nas pequenas e macias mãos de Hyun — Me deseje sorte.

— Como se você precisasse.

É claro que preciso, penso mentalmente enquanto saio da mini cozinha.

Sentado na fileira de mesas perto da janela, Yifan encontra o meu olhar. Ele faz menção de se levantar, mas o ignoro e passo rapidamente pela porta da sala.

Má ideia, sussurro quando passo ao lado de Luhan que está prestes a dizer meu nome. Finjo que não o vejo e continuo andando, encontrando Jongdae parado perto da porta da sala de Kyungsoo e Jongin conversando animado com alguém.

Tento passar despercebida por ele e acabo sem querer batendo num corpo bem maior que o meu.

 

Eu só espero que você esteja deitado ao lado de alguém

Que sabe amar você como eu

Deve haver uma boa razão para que você tenha ido

De vez em quando eu penso que você

Poderia querer que eu apareça na sua porta

Mas eu estou com muito medo de que eu esteja errada

Não quero saber

Se você está olhando nos olhos dela

Se ela está segurando em você tão apertado do jeito que eu fiz antes

Eu tive uma overdose

Deveria saber que seu amor era um jogo

Agora eu não consigo tirar você do meu cérebro

Oh, é uma pena

 

— Me desculpe...ah, Oi Alexia — por sorte, esse corpo bem maior é o de Minwoo. Estremeço só de pensar que poderia ser o Chanyeol. — Está tudo bem?

— Na verdade, mais ou menos —  as sobrancelhas de Minwoo se juntam e eu dou uma risada nervosa — Minha apresentação vai ser daqui uma hora. Tenho exatamente esse tempo para ir até em casa, tomar um banho e trocar de roupa.

— Nossa, que corrido. Quer uma carona?

— Eu ia pegar uma carona com a Bom... — me sinto sem graça em recusar, mas o que posso fazer?  — Se eu achá-la.

— Quanto a isso... — Minwoo parecia indeciso, como se estivesse ponderando se contava algo importante ou não para mim — Acho que vai ser meio difícil agora. Ela acabou de sair com o Dongwook.

Meu queixo vai ao chão.

— Ela pode fazer isso?

— Eu sei, é quase confraternizar com o inimigo, mas os professores estão no horário de folga agora. Eles aproveitaram e foram comer algo.

— Por que não comeram aqui? — Bom não facilita as coisas, fala sério.

— Acho que não queriam provar a comida da concorrência — ele ri da própria frase. Eu não. Minwoo pigarreia. — Então, vai querer uma carona?

— Você não ia fazer algo agora? Não quero te atrapalhar.

— Só ia ver a Yoora.

— Isso parece importante — digo, ficando frustrada. Não seria certo interromper o que poderia gerar algo num futuro próximo.

Minwoo começa a dizer algo sobre como isso não o atrapalharia de forma alguma e que ele sabe o quanto a apresentação é importante e quer que a sala de Yoora ganhe. Porém, minha atenção não estava nele.

Parado a poucos metros de nós, Minseok observa a pintura exposta de uma sala.

Sinto que essa é exatamente a chance que eu tanto queria.

Precisava dar um jeito em tudo. Ignorar os rapazes já se mostra quase impossível e preciso tirar esse peso de cima de mim e dele.

Peço licença ao Minwoo e ando até Minseok.

 

Que nós não nos falamos mais

(Nós não nós não)

Nós não nos falamos mais

(Nós não nós não)

Nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

Nós não nos amamos mais

(Nós não nós não)

Para que foi tudo isso?

(Nós não nós não)

Nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

Como costumávamos fazer

 

— Hey… — me aproximo parando ao lado dele como quem queria analisar a pintura também.

— Hey — Minseok não tira os olhos da tela ao falar. O fito de canto de olho e vejo seus olhos observarem cada centímetro da obra. Me sinto frustrada. Se fosse qualquer um dos outros rapazes agora, já teriam iniciado uma conversa comigo. Balanço a cabeça repreendendo esse pensamento. Compará-lo não é correto.

— Interessante essa pintura —  digo, realmente achando interessante. O quadro retrata a manhã de quatro mulheres colhendo flores no jardim de manhã.

— É uma releitura da obra de Monet, não ficou idêntica, é claro, mas ficou boa — ele diz, ainda sem olhar para mim. Agradeço mentalmente Alice por ter me dito quem era Monet quando morava com ela e meu pai.

— Impressionismo, não é? Legal — sei que meu comentário parece bem pouco perto do que eu poderia falar com ele sobre, contudo, meu tempo não é grande. E ele ainda não me olhou. — Minseok, eu gostaria de te pedir algo…

— Pra mim? Tem certeza? — ele ri sem humor e finalmente se vira em minha direção, a expressão um pouco chateada — Por que não procura o Yixing ou Sehun? Sei que se dá bem com eles.

— Ah, por favor.

— Estou falando sério, Alexia. A ficha caiu e compreendi que você não quer minha amizade, então não fique tentado uma conversa quando ambos sabemos que você não gosta de mim — dito isso, ele bufou e saiu andando.

Demoro um pouco para absorver o que aconteceu. Suspiro e saio correndo atrás dele, após alguns passos consigo alcançá-lo.

 

Não quero saber

Que tipo de vestido que você está vestindo esta noite

Se ele está dando a você tudo certo

Da maneira que eu fiz antes

Eu tive uma overdose

Deveria saber que seu amor era um jogo

Agora eu não consigo tirar você do meu cérebro

Oh, é uma pena

 

— Minseok, por favor! — paro em sua frente, tocando em seu abdômen com esperança de que ele pare de andar. Ignoro os músculos firmes por baixo da camisa e encaro fundo em seus olhos que me fitam desanimados —  Vamos conversar. Eu tenho algo para te falar e sinto que você vai querer ouvir. Juro que se depois disso você não quiser mais olhar na minha cara, eu entendo. Mas só me escute.

Ele morde o lábio inferior numa clara demonstração de nervoso e então balança a cabeça algumas vezes.

— Tudo bem. Mas fale logo, eu tenho um compromisso mais tarde.

Abro meu maior sorriso e me distancio um pouco dele para o clima não ficar estranho.

— Tudo bem — ele permanece parado, como se esperasse algo. — Ah! Não é aqui, é na minha casa. À propósito, você poderia me levar até lá?

Sorte a minha que sou bem cara de pau.

 

Que nós não nos falamos mais

(Nós não nós não)

Nós não nos falamos mais

(Nós não nós não)

Nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer

Nós não nos amamos mais

(Nós não nós não)

Para que foi tudo isso?

(Nós não nós não)

Oh, nós não nos falamos mais

Como costumávamos fazer


Notas Finais


Obrigada por todos os favoritos e comentarios


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