História Love, Lust and Liars - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 4
Palavras 4.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi!!!
Hoje, tem lemon.
Boa leitura.

Capítulo 5 - Cadê?


Acordei abraçado com Andy, levantei-me com amor e carinho e comecei a me trocar, ouvi o despertador tocar e Andy levantou, coloquei uma jaqueta. Ela me olhou.

- Bom dia.

- Bom dia. - Andy responde bocejando, logo se levanta e já começa a se trocar.

Não vou dizer que nunca vi Andy sem nenhuma roupa, percebi que suas coxas também tinham cortes.

- Quando você fez esses cortes? - Aponto para suas coxas.

- Faz um tempinho já. - Ela coloca a calça e se embrulha em duas jaquetas. Sai de seu quarto e fui até a cozinha, encontrei dois copos de cappuccino feitos.

- Pode pegar, Loui. Um deles é para você. - Fala o pai de Andy.

- Bom dia, tio.

- Bom dia, Loui. - Peguei o cappuccino. - Posso te fazer uma pergunta?

- Até duas. - Ele me olhou com raiva.

- Marcelle me disse que tinha dois garotos que ela não conhecia aqui ontem, quem eram?

- Jason e Charlie.

- Jason é aquele garoto que Andy odeia.

- Odiava, ultimamente eles estam conversando.

- Quem é esse tal de Charlie?

- É um cara que conhecemos em um bar.

- Você traz um cara desse para dentro da minha casa?

- Ele está fazendo bem para Andy. Bem mais do que Caleb.

- Pera, Andy terminou com Caleb?

- Caleb terminou com ela e ainda disse que ela foi um atraso na vida dele, eu estava lá e ouvi tudo. - Toquei-me que Andy ainda não tinha falado para ninguém.

- Caleb não faria isso.

- Ele ameaçou Andy.

- Caleb era um menino tão bom, Andy deve ter feito algo.

- Pera, você está duvidando da sua filha? - Fiquei muito puto.

- Não estou duvidando, mas sei que Andy pode ser ruim quando quer.

- Eu também sei disso.

- Quantos anos tem esse tal de Charlie?

- 27.

- Isso é pedofilia.

- Só quero lembrar que Andy tem 18 anos.

- Queria saber o por que vocês falam da minha vida sem eu estar por perto. - Vejo Andy. - Pai, não é pedofilia porque eu já tenho 18 anos. E Caleb não é todo esse santo que o senhor pensa. - Andy pega o cappuccino dela.

- Mas ele é muito mais velho.

- Engraçado, qual é a diferença de idade entre minha mãe e o senhor?

- 19 anos.

- Do seu pai e da sua mãe? - Continua Andy.

- 25 anos.

- Entre eu e Charlie são apenas nove anos. E outra, nós ainda nem saímos, não tenho certeza se vou namorar, casar, ter dois filhos, chamados respectivamente de Akhlys e Thermopoclis.

- Andy. - Começa o seu pai.

- Estou indo para a escola. - Ela coloca a mala nas costas e saí andando.

- Idade maldita.

- Eu vou indo, caso contrário perco a primeira aula. - Levanto-me e pego a minha mochila na sala e procuro por Andy, fui andando até a escola e quando cheguei lá não vi nenhum sinal dela.

 

Onde ela se enfiou?

 

Peguei meu celular e mandei diversas mensagens. Nenhuma resposta. Uma resposta veio como uma luz na minha cabeça.

 

Caleb.

 

Corri atrás daquele infeliz durante cinco minutos, quando o achei, empurrei-o com tudo contra a parede.

- Que porra é essa, Loui? - Pergunta Caleb.

- Cadê a Andy?

- Oxi, o que te leva a crer que eu sei? - Vejo um sorriso em seu rosto.

- Não brinca comigo, Caleb.

- E o que você vai fazer? Chupar meu pau? - Ele começa a rir. Acerto um soco no seu nariz.

- Cadê a Andy?

- Eu não sei. - Ele continua sorrindo. Dei outro soco.

- Cadê a Andy?

- Eu já disse que não sei. - Soltei-o e sai andando, olhei para trás.

- Se eu souber que tem algo a ver com isso, eu juro que vou tirar esse sorrisinho da sua cara. - Continuei andando. Cheguei na minha sala e sentei, não estava com cabeça para ter uma aula sobre designer agora. Deixei minha mochila lá e fui até o banheiro, joguei água no rosto, senti alguém me abraçar por trás, olhei pelo espelho e vejo Jason.

- O que foi? - Ele me pergunta.

- Andy desapareceu. - Trocamos olhares. E ele saiu em disparada do banheiro. Sequei o rosto na jaqueta e sai correndo atrás dele. Jason era muito explosivo quando alguma coisa acontecia. Vi-o virar o corredor e fui atrás, depois o achei subindo as escadas mais rápido que uma leoa caçando a presa, fui atrás, vi que Jason achou o seu alvo o qual curiosamente foi o mesmo que o meu. Jason agarrou Caleb pelas costas e começou uma chave de braço.

- Cadê a Andy, Caleb?

- Até você, Jason.

- Cadê a Andy?

- Eu não sei.

- Sabe sim, você pode enganar a esta escola inteira, mas a mim você não engana, Caleb. Vou perguntar uma última vez. Cadê a Andy?

- Eu não sei. - Jason apertou mais.

- Senhor Marshall o que está fazendo com o senhor Tiffan? E você senhor Hill por quê não interveio? - Vejo a coordenadora. - Os três para minha sala, AGORA. - Jason soltou Caleb, os dois se levantaram e seguimos a coordenadora. Jason estava muito puto, peguei sua mão.

- Por favor, se acalma. - Jason aperta minha mão.

- É difícil com quando isso envolve Caleb. - Entramos na sala da coordenadora.

- Senhor Marshall, tire o boné. - Jason o fez de mau gosto.

- Pronto. - Fala.

- O que aconteceu aqui? - Encaro a coordenadora.

- Bem, isso não começou aqui. Na sexta-feira, Caleb terminou com Andy.

- Só um minuto, quem é Andy?

- Anbriegdie. - Andy odeia o seu nome, mas eu fui obrigado a dizê-lo

- Ok, continue.

- Caleb terminou com Andy de uma maneira horrível, no domingo, para conseguir alegrar Andy, levei-a ao parque. Jason apareceu lá e um amigo nosso, nós jogamos um pouco, mas depois Caleb apareceu e começou a falar um monte para Andy. Eu decidi que seria melhor levar Andy embora, ontem e segunda, Caleb começou a encher o saco da Andy, resultando em duas brigas e Caleb mandou isso para mim, para Jason e para o nosso amigo. - Peguei o celular e mostrei as ameaças. Agora que estou jogando a merda no ventilador, vou ir até o fim. Mostrei também os prints da conversa do Jason/Caleb e Charlie/Caleb. - Caleb bateu em Jason e ameaçou raptar Andy. Hoje de manhã, Andy saiu primeiro de casa e quando eu fui procurá-la não a achei no caminho, nem na escola.

- Senhor Tiffan terei que chamar a polícia, os limites aqui foram ultrapassados. - Ela pega o telefone e liga para a polícia, em menos de dez minutos eles chegam e nos levam.

- Que merda que você fez dessa vez, Caleb? - Fala o policial.

- Não fiz merda nenhuma. Estão me acusando injustamente.

- Injustamente? Olha o soco que você me deu, as ameaças que fez a Loui, o sumiço da Andy. - Fala Jason.

- Continua sendo injusto. - O silêncio caiu novamente, chegamos na delegacia e sentamos nos bancos, o delegado chamou um por um. Quando chegou na minha vez, eu me levantei e fui até a sala. Pedi licença e ele me mandou sentar. Fiz o que ele mandou.

- Conte as sua história, filho. - Peguei o celular e procurei as mensagens. Contei a mesma história que havia contado para a coordenadora. O delegado me olhou e olhou para as mensagens. - Você bateu nele?

- Só para saber onde está a minha amiga.

- Vou mandar uma equipe atrás dela, mas você sabe que pode ser preso por agressão.

- Mas ele me ameaçou.

- Isso eu percebi, mas de qualquer jeito eu deveria te prender. Acho que não será necessário. Pode sair. Afinal foram apenas socos. - Levantei e caminhei para fora da sala a tempo de ver Caleb sendo algemado a cadeira e Jason estar também sendo liberado. Decidimos ir para a minha casa, não iria voltar para a escola. Mandei uma mensagem para Michelle:

 

Mi, pega a minha mochila e a de Jason, por favor.

Loui, 09h21min.

 

Subimos as escadas, afinal era um daqueles prédios de quatro andares e eu morava no terceiro.Sentei no sofá e olhei para Jason.

- Quer assistir algum filme? Está com fome?

- Não, obrigado, Loui. - Levantei.

- Jason, você está pálido. - Comecei a tocar seu rosto a procura de alguma temperatura alta, mas nada.

- Eu estou bem. - Ele apoiou a cabeça no meu ombro. - Só quero chorar, mas que seja perto de você.

- Não sabia que você sabe ser fofo. - Falo.

- Tive uma ótima professora. - Ele fala no meu ouvido. Senti uma pitada de ciúmes.

- Quem é essa vagabunda? - Sinto Jason sorrir no meu pescoço.

- Michelle. - Dou um soquinho em seu braço.

- Você disse que queria chorar, certo?

- Sim. - Desencostei sua cabeça do meu ombro.

- E que queria ficar perto de mim, correto?

- Sim.

- Vem, vamos para o meu quarto. - Andamos no máximo seis passos até o meu quarto. Deitei e Jason fez o mesmo. Minha mãe não havia entrado no meu quarto durante a noite então o edredom estava ali, puxei-o e nos cobri.

- Loui, quero te pedir desculpas por Caleb.

- Não faça isso, vamos não falar dele, por favor. - Jason abaixa os olhos. - Tira as jaquetas, assim não vamos torrar dentro do edredom. - Levantei e tirei todas as jaquetas e as coloquei na cadeira que girava, Jason fez o mesmo, deitei novamente e Jason tirou seu moletom, como nunca percebia que esse moleque nunca ia de camiseta para a escola?

Vi seu tórax liso e meio queimado pelo sol que deve ter sido tomado no verão. Um abdômen quase definido.

- Para. Não gosto que as pessoas me encarem assim. - Ele cruza os braços.

- Desculpe, mas você é quase um deus grego.

- Quando as pessoas vão ficar comigo por conta da minha inteligência? - Ele pergunta deitando do meu lado.

- E eu já não estou? - Pergunto enquanto subo por cima de seu tórax, passando uma perna de cada lado do seu corpo.

- Você não viu o olhar que você acabou de me lançar.

- Jason, você era, até domingo, o pior inimigo da minha melhor amiga, então eu era meio que obrigado a te odiar também. Acha que realmente foi só por causa do seu corpo que eu estou aqui com você? Vamos ressaltar uma coisa: eu nunca te vi sem roupa. - Jason estava muito vermelho.

 

Seu pescoço está tão vulnerável. Seria uma pena mordê-lo agora.

 

- Está fazendo aquele olhar de novo.

- Desculpa, se quiser eu ponho uma venda.

- Então eu serei o Christian Grey.

- Nada feito, não gosto de apanhar. - Deito do seu lado e Jason apoia a cabeça no meu peito. Passam-se 30 minutos. Pensei que Jason tinha dormido.

- Loui. - Ouço a voz fraca de Jason.

- Fala. - Faço um cafuné em seus cabelos.

- Desculpa ter sido tão agressivo naquela hora. - Jason não levanta o olhar para mim. - Eu percebi que você ficou assustado.

- Não pensei que você fosse quase matar Caleb. Só fiquei com medo de um desmaio por duas horas ou mais.

- Desculpa. - Sinto algo pingar na minha camiseta.

- Tudo bem.

 

Será que ele está chorando?

 

Continuei o cafuné, senti os dedos de Jason passarem pelos passadores da minha calça.

- O que foi, Jason? - Pergunto.

- Porra, o meu melhor amigo me bateu, está sendo preso agora, você queria que eu estivesse como? Tudo isso por causa de uma garota. - Ele soltou um soluço. - Nós tínhamos prometido que não brigaríamos por conta de uma garota e olha agora. Caleb e eu fomos criados juntos. - Eu entendia Jason, seria o mesmo que eu e Andy brigarmos, embora eu ache que eu voltaria atrás para nada acontecer com ela.

- Jason.

- Eu amo Caleb. É por causa dele que eu entrei no time de basquete. Tudo bem que eu sou um lixo, mas ninguém precisa saber disso.

- Você não é tão ruim assim.

- Eu sou uma merda.

- Para com isso. - Continuei o cafuné e ele continuou a chorar, até que ele para e percebo que Jason estava dormindo, peguei com cuidado o meu celular e coloquei os fone. Continuei o cafuné com uma mão enquanto com a outra escolhia a música. Acabei por escolher Blur - We Came As Romans.

 

Oh, I feel over exposed
I picked your lens perfect but now it's just a blur
You got me feelin' like oh, oh oh, oh oh, so over exposed
I picked you light perfect but now I know
That I don't focus, 'cause your just a blur

 

 

Acabei dormindo também, sonhei umas coisas estranhas, acordei com o refrão de Your Love Is A Lie - Simple Plan.

 

You can tell me that there's nobody else

(But I feel it)

You can tell me that you're home by yourself

(But I see it)

You can look into my eyes and pretend all you want

But I know, I know

Your love is just a lie (lie), lie (lie)

It's nothing but a lie (lie), lie (lie)

You're nothing but a lie

 

Olhei para baixo a tempo de ver Jason me olhando. Ele tirou um dos meus fones.

- Bom dia. - Ele fala. Aperto o botão do celular e vejo que já eram 15h00.

- Porra, dormimos bastante.

- Está animadinho, hoje. - Olho para Jason sem entender.

- Não estou, olha a minha cara de quem acabou de ser atropelado cinco vezes.

- É o seu amiguinho aqui. - O joelho de Jason encosta no meu pau.

- Com você respirando perto do meu mamilo é óbvio.

- Você é muito tarado, Loui.

- Só por você. - Mando um beijo para ele que sobe na cama e encosta nossos lábios. O beijo se intensifica e começo a apertar Jason, principalmente suas coxas e sua bunda e porra, que bunda. Seus gemidos eram audíveis algumas vezes.

- Seu pervertido, nem tivemos nosso primeiro encontro. - Fala Jason quando desço pelo seu pescoço.

- Não gosto do romantismo e esse já é o nosso segundo encontro. - Mordo seu ombro.

- Pode parar, eu gosto do romantismo. - Ele tira a minha face do seu ombro.

- Jason, tanto faz. Você quer tanto quanto eu.

- Eu não sei se estou preparado.

- Mas está todo animadinho também. Ouve o que eu estou te falando, é só prazer desde quando começa até a hora em que termina. - Mordo seu pescoço de novo e passo por cima de Jason que começa a tirar a minha roupa. - Depois sou eu o pervertido.

- Mas você é mesmo. - Jason tirou toda a minha roupa. Deitei e ele veio por cima de mim, tirei sua roupa e o fiz deitar novamente, beijei sua boca e comecei a descer, mordi seu queixo, assoprei na orelha e mordi a pontinha de leve, fui descendo pelo seu pescoço e dei algumas mordidas, beijei seu ombro esquerdo.

Seus gemidos estavam deliciosos. Cheguei em seu peito e comecei a lamber seu mamilo, depois mordi e chupei até ficar vermelho. Fiz o mesmo com o outro enquanto Jason se debatia e gemia alto de dor e prazer. Adoro quando isso acontece. Fui descendo e quando cheguei em sua cueca, olhei para trás e passei a tranca na porta, comecei a beijar uma de suas canelas e a outra eu somente passava a mão, fui subindo e encontrei sua coxa, a qual mordi até deixar uma marca, comecei a mexer perto da sua virilha. Jason estava mais ofegante e arranhava o lençol, olhei para sua cueca cinza e a puxei pelas pernas. Seu membro foi liberado e Jason ficou um pouco mais vermelho. Comecei pelo seu saco, o qual chupei ouvindo Jason gritar de prazer. Olhei para o seu pau.

 

Acho ele que vai querer meter em mim hoje. Continue sonhando.

 

Comecei a beijar toda a extensão de 15cm de seu pau e comecei a engolir. Jason arqueava o corpo a cada sugada, deliciei-me um pouco antes de ouvir.

- Loui. - Um gemido. - Para, eu vou gozar. - Sua voz saía entrecortada e comecei a tirar da boca, desci para o seu cú e comecei a lambê-lo, inseri um dedo e Jason grunhiu.

- Só estou te abrindo. - Comecei a mexer na sua coxa para ele se distrair um pouco, coloquei outro dedo e depois mais um. Olhei para Jason. Mais e mais gemidos, tirei os dedos e deitei do seu lado.

- Acabou?

- Não, vou te ensinar uma coisa.

- Ai meu deus que medo. - Seus olhos me encaram.

- Você vai aprender a chupar, flor.

- E se eu vomitar?

- Você não vai, e eu não irei gozar na sua boca. - Mexi em sua bochecha e deu um selinho nele, Jason foi direto para o meu pau e começou a fazer o mesmo que eu tinha feito nele. Ele tentou colocar tudo de uma vez. - Ei, calma. Coloca só a cabeça. - Ele o fez e começou a lamber, chupar, conforme foi ganhando confiança ia descendo, puxei sua cabeça e deitei sob ele.

- Loui. - Percebi o medo em sua voz.

- Prometo que vou devagar, preciso que você respire fundo e me deixe te levar ao paraíso.

- Tudo bem. - Mexi em sua entrada e o comecei a penetrá-lo, Jason era virgem e muito sensível, então demorou quase dez minutos para eu estar dentro dele. Beijei sua boca e rodei o quadril.

- Vou devagar. - Ele concordou e comecei a movimentar lento dentro dele. Logo suas mãos já unhavam minhas costas e gemia alto, porém roucamente. Ele gozou primeiro, depois gozei dentro da camisinha, deitei do seu lado e o puxei para o meu peito, já fazendo um cafuné em seus cabelos.

- Obrigado, Loui.

- Tem algo doendo?

- Parece que um caminhão passou por cima de mim.

- Anotou a placa?

- Sim, começa com Loui. - Abri um sorriso para ele.

- Quer ir tomar banho?

- Eu não sei se consigo andar.

- Eu te levo. - Pego Jason no colo e vamos para o chuveiro, coloco uma água morna.

- Você vai me emprestar alguma roupa sua?

- Sim, mas antes vamos tomar banho. - Coloquei Jason debaixo do chuveiro e fui dando banho nele, que não parava de se contorcer e rir. Saímos e o enrolei em uma toalha, fomos para o meu quarto e emprestei uma calça para ele enquanto Jason colocava seu moletom, coloquei o meu pijama e troquei o lençol da cama. Encarei Jason que já estava me encarando.

- Para. - Ele fala me tirando do transe.

- Com o que?

- Com esse olhar. - Reviro os olhos.

- Está com fome?

- Só um pouco. - Ando até a cozinha com Jason em meu encalço e começo a fazer um miojo para cada um de nós, quando termino, coloco o prato dele na mesa enquanto pego o meu e os talheres, sentamos a mesa e começamos a conversar sobre nada mais, nada menos do que política.

Vou ser sincero, nunca entendi muito sobre política, não vou dizer que não me importo, mas somente não gosto, mas sei que é muito importante, Jason tinha uma opinião para tudo o que acontecia no mundo, desde um terremoto no Japão até o fato do Trump ser eleito nos Estados Unidos. Realmente ele é muito inteligente, uma pena que com números é e sempre será um total desastre.

Estava me perdendo no que ele falava, estava começando a ficar com medo de Jason, porra ele não parava de falar e gesticular.

-  Jason, que tal assistirmos a um filme?

- Qual filme?

- O qual você quiser.

- Não sei.

- Posso te fazer uma pergunta?

- Já fez. - Reviro os olhos e Jason ri. - Pode.

- Você luta?

- Jiu-jitsu; Muai Thay e um pouco de Karatê. Por que?

- Só para saber. - Continuo mantendo o contato visual com Jason o qual começa a corar. - Você é muito fofo.

- Talvez. - Ele fala tomando um gole de seu suco.

- Eu estou afirmando, porra. - Falo de maneira séria.

- Ui, está nervosinho? - Percebo o sarcasmo em sua fala.

- Sim, estou e decidi qual filme vamos ver.

- Eu não tenho direito de escolher?

- Não, dei-te cinco minutos para pensar.

- Fala logo, então.

- 300.

- A paródia?

- Pode ser. - Eu queria dar risadas nesse dia, fomos para a sala e comecei a procurar pelo filme, esperei o baixar e coloquei o cabo da televisão na própria e peguei o cobertor, abri o sofá para ele se tornar em uma cama, Jason sentou e quando o filme fez o download eu o abri e começamos a assisti-lo, deitei e Jason fez o mesmo, estávamos de conchinha e quanto mais ríamos, mais nossos corpos se roçavam. O filme infelizmente acabou.

- Quer ver a paródia de Crepúsculo?

- Sim. - Falo ainda rindo enquanto faço o mesmo procedimento que tinha feito com o outro, deitamos novamente e rimos mais, durante o filme eu fazia carinho na mão de Jason. O filme também acabou e a campainha tocou, corri até a porta e abri, Michelle já foi entrando.

- Ai, menino. Tá um puta frio lá fora e você me faz trazer a sua mala e do Jason até aqui. Que fim de mundo. Tem um copo d’água? Ah, oi, Jason. - Michelle era sempre assim, fui pegar o seu copo d’água e ouvi Jason dar um “oi” para ela. Dei o copo para Michelle. - Estou atrapalhando algo? - Ela fala.

- Não, por que?

- Certeza? - Olho para baixo e vejo o meu amiguinho animado.

- Desculpa, Mi. É vontade de mijar.

- Sei. - Ela fala, claro que não era, mas todos poderíamos nos fazer de inocentes. Fui ao banheiro e mijei durante um tempo e quando saí Michelle já tinha ido.

- Caralho, diga que ela deixou o copo na pia.

- Eu o coloquei lá, agora.

- Obrigado, Jason. - Ando para a cozinha.

- Loui. - Ouço Jason me chamar e eu volto uns seis passos.

- Diga. - Falo já o encarando.

- Eu vou indo para casa.

- Pegou suas coisas no meu quarto?

- Estava indo lá agora. - Jason foi para o meu quarto e voltou com a mão cheia de jaquetas e blusas, ele foi as colocando. - Amanhã, eu te devolvo a calça.

- Não tem problema. - Falo para ele enquanto ele colocava o tênis.

- Até amanhã, Loui. - Ele me fala depois que se levanta e joga a mochila em suas costas.

- Até. - Jason passa por mim e eu o puxo para dar um beijo nele, alguns simples selinhos, mas que foram de grande valia, acompanhei-o até a saída da portaria. Jason seguiu seu caminho e eu fiz o de volta. Cheguei em casa e desfiz a cama e coloquei a como sofá, fui até a cozinha e lavei a louça que tínhamos sujado, andei até o computador e coloquei algumas músicas para tocar enquanto eu arrumava o meu quarto e trocava os materiais.

A música que tocava era The Drug In Me Is You - Falling In Reverse.

 

I've lost my god damn mind
it happens all the time.
I can't believe I'm actually
meant to be here,
trying to consume.
The drug in me is you
And I'm so high on misery,
Can't you see?


Terminei de arrumar meu quarto e fui para a sala, desliguei a música e comecei a assistir umas séries, minha mãe chegou e jantamos, minha preocupação com Andy ainda existia, mas não adiantava mais, sabia que se ela tivesse sumido por conta de Caleb a polícia iria achá-la. Fui dormir com peso na consciência.


Notas Finais


AVISOS:

>> Sobre essa fanfic:
Já estou começando um outro capítulo para postá-lo sexta.

>> Sobre a outra fanfic (para quem não sabe "Um Dia Que...")
Sexta tem capítulo duplo, com a volta do cara que tanto amamos.

>> Sobre as duas fanfics:
Depois dos capítulos de sexta, só voltarei a postar depois do dia 18 de dezembro, mas se acalmem, eu irei voltar.
Estou fazendo uma correção ortográfica, então não me matem quando virem um "novo" na frente do capítulo.

Obrigada, people.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...