História Love, Lust, Faith, Dreams - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Tags Creepypastas, Jeff The Killer, Nina, Slender
Exibições 14
Palavras 654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Voltei rapidin, capítulo curto mas preciso que prestem atenção.
Kissus!

Capítulo 2 - You are so good to me


Fanfic / Fanfiction Love, Lust, Faith, Dreams - Capítulo 2 - You are so good to me

Levantar da cama foi uma das piores coisas que eu podia ter feito, a dor tomou meu corpo e cai no chão sem forças nas pernas, eu era só uma criança. Fiquei sentada ali por um tempo até conseguir me mexer novamente, quando pude, levantei-me e tomei um banho, vestindo um vestido rosa rodado, era uma das poucas opções do meu guarda-roupas. Tive que aprender a me virar sozinha porque meu padrasto não deixava minha mãe se aproximar de mim.

Quando abri a porta do quarto escutei um grito vindo do andar de baixo da casa e corri naquela direção. O grito tinha vindo da cozinha e a cena que eu veria era muito forte para uma criança. Minha mãe estava chorando ajoelhada no chão da cozinha, que estava coberta de sangue, haviam dois corpos despedaçados ali. Meu padrasto e o amigo dele. Um sorriso involuntário se formou no meu rosto quando vi o que estava pintado com sangue nos armários.

“PRINCESAS MERECEM SER AMADAS E NÃO MACHUCADAS”

Minha mãe me abraçou e chamou a polícia. Os policiais chegaram pouco depois, tirando foto de tudo aquilo e falando com minha mãe logo depois. Quando eles foram embora levando os corpos minha mãe disse que ia me mandar para a escola e limparia tudo aquilo. Peguei minha mochila e sai da casa, a escola era no outro quarteirão.

...

Voltei à tarde sozinha porque minha mãe tinha se esquecido de ir me buscar, a porta estava aberta e ela estava sentada no sofá.

- Mamãe, você esqueceu...

- Desculpe, minha princesa. Fui procurar um emprego, precisamos nos virar agora. – ela fez um sinal para que eu fosse até ela e sentei ao seu lado no sofá – Agradeço a quem quer que tenha feito aquilo com aqueles monstros, eles mereceram.

Encostei minha cabeça em seu peito e me aconcheguei. Ninguém nos faria mal e eu tinha que agradecer ao homem sem rosto quando ele voltasse. Subi as escadas mais tarde e comecei a fazer minha atividades, minha barriga e meu corpo ainda doíam e meu abdômen estava cheio de marcas roxas e minhas pernas também. A maior dor era aquela que eu estava omitindo: as lembranças da agressão; minha mãe não fazia ideia do que tinha acontecido e eu não contaria porque sabia que só seria mais uma coisa ruim em sua vida.

A noite não tardou a chegar. Jantei com minha mãe, escovei meus dentes e coloquei meu pijama, abri a janela e me deitei, esperando o homem alto voltar. Estava quase adormecendo quando escutei um barulho e virei, lá estava ele novamente, me sentei e esperei que se aproximasse.

- Como você está, menininha? – ele sentou na cama ao meu lado e eu virei para ficar encarando-o

- Melhorando. Meu nome é Nina, não menininha. – escutei uma risada, mesmo não podendo ver sua boca – Foi você que fez aquilo com os caras maus?

- Eles tinham te machucado, me desculpe por ter visto aquilo. Meu nome é Slender.

-Não peça desculpas, eu gostei, eles mereceram. Na verdade eu que deveria agradecer. – fiquei de joelhos e dei um abraço nele, demorou um pouco até que ele me abraçasse de volta – Você deve ser meu anjo da guarda. Por que você não tem rosto?

- Eu tenho sim, posso ser quem eu quiser. – ele se distanciou um pouco e seu rosto começou a tomar forma, agora ele parecia comigo e não pude evitar a risada – Viu? Posso virar uma princesa linda.

Ele continuou a mudar de rosto e conversar comigo durante toda a noite, ele era o mais próximo de um melhor amigo que eu tinha. Ele estava lendo um livro para mim e eu já estava com sono quando resolvi falar de novo.

- Slender, você é tão bom pra mim. Quando eu crescer quero casar com você.

Antes de finalmente dormir, consegui escutar a voz dele mais uma vez.

- Eu também, minha princesa.



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