História Love me... - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Suho
Tags Almas Gêmeas, Casamento Por Contrato, Casamento-forcado, Dom/sub, Exo, Junmyeon, Kyungsoo
Visualizações 51
Palavras 2.518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite pessoas 😍

Como estão?

Estou aqui antes da hora pq né 🖒🖒

Então, tenho algo a dizer nas notas finais ☻☻☻

Boa leitura e até daqui a pouco 😗😗😗

Capítulo 26 - 25 - vinte e cinco.


Fanfic / Fanfiction Love me... - Capítulo 26 - 25 - vinte e cinco.

Capítulo 25


Ao terminar de pentear os cabelos, Camila deixou a escova em cima de sua penteadeira e se olhou no espelho por um momento.

Havia se passado um mês desde o incidente que a fez chorar como uma criança desesperada. Naquela noite em que Suho disse as palavras, algo dentro de Camila pareceu quebrar, foi simplesmente dolorido e por mais que quisesse falar que não estava cobrando fardos de um verdadeiro marido, não conseguiu, e os dias decorreram, dias que quase não o via.

A verdade era que, parecia estar morando sozinha, os encontros pela manhã eram raros, mesmo que estudassem na mesma faculdade, Suho tinha lhe dito que não poderia levá-la pois sempre passaria na empresa antes de ir para as aulas, então, Camila ia com o motorista. Já a tarde, não o via nem que quisesse, pois Suho voltava para a empresa e ficava lá até tarde da noite.

A situação era insuportável, uma vez que, estava nítido que era proposital, doía toda vez que abria a porta do apartamento e encontrava nada mais que o silêncio. 

Era triste e desesperador às vezes, quando pensava que não tinha o que fazer, quando sabia que não adiantaria fazer nada.

Tinha conversado com Isa sobre o ocorrido, e ao invés da reação que esperava – escândalo – a amiga simplesmente mandou Camila se esquecer do garoto, porque não valia a pena. E Camila queria escutar a garota, mas não conseguiu, chegava a ficar brava consigo mesma, por ser tão “trouxa”. Entretanto, não conseguia controlar os seus sentimentos ou o seu coração que se acelerava como louco ao encontrar Suho no corredor vez ou outra.

Saiu de seus pensamentos quando ouviu o soar suave das batidas na porta.

- Bom dia Srta Camila, o café está pronto. – disse Chen após se curvar.

- Bom dia Chen, já estou indo. – falou Camila suave, se levantando.

Chen passou a vir três vezes por semana ao apartamento, por ordem de seu pai, que se preocupou demais ao saber que não iriam contratar funcionários fixos.

Camila foi para a sala de jantar e se sentou à mesa, logo sendo servida como de costume, e tinha que confessar que se sentia melhor quando tinha a companhia de seu antigo mordomo, mesmo que não ficassem conversando como amigos, já era uma presença no apartamento e não era segredo que a garota não gostava de ficar sozinha.

Após terminar a refeição, Camila seguiu para a faculdade, onde encontrou Isa debruçada sobre a carteira, sorriu e se aproximou da amiga.

- Bom dia Isa! – falou Camila.

- Bom dia... – disse Isa num tom baixo.

- O que houve? Está tudo bem? – perguntou Camila preocupada com o comportamento da garota.

- Está tudo bem, só estou grávida e vou me casar com Kai na semana que vem em caráter de urgência, pois a mãe dele está tão eufórica que não quer esperar mais nem um segundo. – respondeu Isa sem emoção.

- A-a Is-so é... Meu Deus! – exclamou Camila com os olhos arregalados.

- Pois é, e desde ontem eu estou morando na casa dele temporariamente até a “nossa casa” ficar pronta... – disse Isa num tom tedioso.

- Isso é ótimo não é? Por que está assim? – perguntou.

- É ótimo sim, mas eles estão me sufocando, ficam em volta de mim como se eu fosse quebrar em mil pedaços só de pegar um copo de água, e Kai... Meu Deus! Desde que ficou sabendo ontem da notícia, não me largou por um segundo, acredita que ele queria entrar no banheiro comigo? Tipo? – respondeu Isa gesticulando com as mãos sua indignação.

- Mas isso significa que ele se importa com você – falou Camila.

- Eu sei, mas é que “enche o saco”! – ditou Isa parando no mesmo momento.

Camila não respondeu e apenas sorriu um pouco sem graça, pois um pequeno ponto de inveja se formou em seu interior.

- Me desculpe... Não é que eu estou reclamando... – disse Isa.

- Você não precisa pedir desculpas, mas acho que deve ter mais paciência e aceitar os cuidados, eles só querem o seu bem. – falou Camila pegando nas mãos da garota.

- Eu sei... Eu vou tentar. – disse Isa.

- Ah, meus parabéns! Eu quero ser a madrinha se você quiser, claro. – falou Camila sorrindo.

- É lógico que eu quero! Obrigada Camila! – disse Isa, abraçando-a.

- Hum... Então que tal passarmos no shopping para ver o primeiro conjuntinho da minha afilhada ou do meu afilhado? – falou Camila.

- Ótima ideia! – disse Isa alegre.

- Combinado então! – falou Camila, se ajeitando na carteira.

Ambas pararam de falar ao ver o professor entrar na sala e começar a ministrar a aula que se passou lentamente.

.

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Camila fechou a porta de entrada do apartamento e ouviu o silêncio costumeiro pairar no ambiente. Já era inicio da noite e nem tinha percebido até Isa receber uma ligação de Kai preocupado, o que fizeram as duas amigas se separarem e cada uma seguir para seu caminho.

Adentrou o apartamento e deixou a bolsa em cima do sofá, seguindo para a cozinha e pegando uma garrafa de água na geladeira. 

Estava tomando o líquido quando sentiu uma presença e se virou vendo uma silhueta parada ali, fazendo-a se engasgar.

- Srta Camila! – disse Chen se aproximando preocupado.

- Chen! O-o quê? – falou Camila tossindo.

- Me desculpe, não era minha intenção assustá-la. Estava organizando algumas coisas em seu quarto e no do Sr Kim. – disse Chen acariciando suas costas.

- Está tudo bem... – riu após se recuperar. – Eu só pensei que... – parou Camila negando com a cabeça.

- Eu era algum louco? – disse Chen sério.

Camila sentiu um gelo percorrer sua espinha e engoliu seco.

- Na-ão... – gaguejou.

- Estou brincando. – sorriu suave. – Eu tomei a liberdade de pedir o jantar no seu restaurante favorito, mas acredito que irá demorar um pouco, então, aconselho a Srta tomar um banho e relaxar um pouco antes. – falou Chen no tom suave de sempre.

- Ah, tudo bem, vou fazer isso... – disse Camila deixando a garrafa de água em cima da bancada e seguindo para seu quarto.

Camila entrou no banheiro, vendo que a banheira já estava preparada para o uso e se viu um pouco assombrada pela eficiência do mordomo. 

Tinha se assustado na cozinha pois a silhueta dele a fez se lembrar do homem da máscara por um breve momento, fazendo as lembranças ruins retornarem numa intensidade brusca. 

Sentiu seu coração se apertar desconfortável dentro do peito e suspirou profundamente, tentando afastar a sensação ruim que queria se instalar.

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Suho encostou-se ao encosto de sua cadeira e fechou os olhos, massageando as têmporas, sentindo a dor de cabeça irritante, que já era de costume do último mês, se manifestar. 

Estava cansado, a rotina que impôs para se afastar de Camila o máximo possível, estava lhe matando aos poucos, já que saia bem cedo de casa e só voltava quando tinha certeza que a garota já tinha se recolhido, ou seja, na madrugada. 

Mesmo assim, havia dias que a encontrava sem querer, deixando-o com o coração dolorido.

Na noite em que voltou do apartamento de Milyah e disse aquelas coisas, não conseguiu dormir, pois ouviu de seu quarto o choro sofrido de Camila na sala, aquilo fez sua alma arder torturante, sentiu na pele a dor se manifestar intensamente. E desde então, seu mundo parecia estar vazio.

Encontrava-se com Milyah durante a semana, mas a sensação de estar fazendo algo de errado não o abandonava e aquilo lhe custou várias noites “frustrantes”, não era sempre e não tinha deixado de gostar da mulher, mas quase todas vezes, a imagem de Camila chorando, o freava.

Abriu os olhos ao ouvir o telefone da mesa tocar.

- Oi. – atendeu Suho.

- Sr, o Sr Kai está aqui. – disse seu secretário.

- Pode deixar ele entrar. – falou Suho, se ajeitando na cadeira.

Não demorou muito para que seu amigo entrasse na sala com um sorriso enorme estampado na face, o contagiando brevemente.

- Parece que alguém viu o passarinho azul. – disse Suho sorrindo.

- Pois é cara, só que não foi o passarinho azul e sim a cegonha. – falou Kai rindo e se sentando na cadeira em frente à sua mesa.

- Cegonha? – perguntou Suho.

- Cegonha. A Isa está grávida! – disse Kai eufórico.

Suho arregalou os olhos e ficou estático no lugar.

- Sabe, no começo eu fiquei que nem você, mas depois, sei lá a paternidade “desceu” em mim. – riu. – Só sei que sou o cara mais feliz desse planeta. – disse Kai.

- Entendi. – riu também. – Bom se é assim, meus parabéns. – falou Suho.

- Obrigado. Queria ter te contado na faculdade, mas como você não foi. – disse Kai, dando os ombros.

- É que o meu orientador não estaria lá, então nem adiantaria, por isso vim direto pra cá. – falou Suho.

- Entendi, ah! Esqueci de falar, mas eu estou te declarando oficialmente o padrinho do meu filho ou filha e do meu casamento. – disse Kai.

- Olha só quem vai casar, e me magoaria se não me declarasse. – falou Suho sarcástico.

- Que lindo você. – riu. – Mas falando sério agora, como está? – disse Kai num tom sério.

- Estou bem, o mesmo de sempre. – falou Suho desviando o olhar.

- Ainda está tendo “problemas”? – disse Kai.

- ... – assentiu. – Está ficando cada vez mais difícil... – falou Suho com a voz cansada.

- Cara, eu não falei isso porque achei que era outra coisa, mas depois de ver você no último mês, não tem mais como negar. – suspirou. – Está na cara que está caidinho pela Camila. – disse Kai.

Suho olhou para o amigo e suspirou. Kai tinha razão, estava sentindo algo pela garota dos olhos de mel, não deveria, mas estava e não era tão tapado para não perceber. Estava confuso no começo, mas seu comportamento na lua de mel e o que sentiu depois de dizer as palavras para afastá-la de si, diziam claramente isso. Mas e o que sentia pela Milyah então? Pensou.

- É complicado. – falou Suho.

- Não, não é. Você está complicando isso, eu sei que você ainda gosta da Milyah, mas eu sei que esse sentimento deve ser só carinho e respeito pelo tempo que passaram juntos. Até porque ela não fez nada para estragar o relacionamento de vocês. – se ajeitou na cadeira. – A partir do momento em que você trava na hora H com a sua namorada por pensar em outra, já era. E você sabe disso. – disse Kai com a sobrancelha arqueada.

- Eu sei é? – perguntou Suho.

- Sabe, e só está com ela ainda porque é “correto demais” para aceitar que começou a gostar de outra mesmo estando em um relacionamento. – respondeu Kai convicto.

As palavras de Kai entraram em si como uma facada e Suho ofegou.

- E não tem nada de errado nisso, não controlamos o que sentimos. Seria errado se você decidisse ficar com as duas ao mesmo tempo. – disse Kai sério.

- Jamais faria isso... – falou Suho.

- Eu sei, eu te conheço muito bem. – riu. – Bom, pensa no que te falei, eu vou atrás de Isa que foi passear no shopping com Camila e não deu notícias até agora. – disse Kai, olhando para o relógio preso em seu pulso.

- Vou pensar. – falou Suho, acenando brevemente para o amigo que saia da sala.

Talvez Kai tivesse razão, Suho gostava de ser correto sobre estas questões, achava repugnantes as pessoas que não tinha respeito pelo parceiro e o traía alegando ter perdido a razão, por isso se sentiu tão mal por ter beijado Camila na lua de mel.

Saiu de seu devaneio quando, novamente o telefone de sua mesa tocou.

- Alô – atendeu.

- Sr, o presidente está na linha. – falou seu secretário.

- Tudo bem. – disse Suho, esperando a chamada ser passada para si.

- Fiquei sabendo que está trabalhando feito um condenado. – falou a voz rígida de seu pai.

- Tem bastante coisa para fazer por aqui. – disse Suho.

- Não por hoje, vá para casa e descanse, não quero ver ninguém desmaiar nesta empresa. – ditou Hyungjoong firme.

- Ainda tenho alguns relatórios para terminar. – falou Suho.

- Não me interessa, só vá. Isso pode ser entregue amanhã. – disse seu pai.

- Tudo bem. – falou Suho vencido.

- Mande lembranças para Camila. – disse Hyungjoong, encerrando a chamada.

Suho suspirou e então salvou os arquivos em seu computador e o desligou, logo saindo da sala e seguindo para casa. Estava realmente cansado e talvez uma boa noite de sono caísse bem.

Alguns longos minutos depois, saía do elevador de seu prédio e começava a digitar a senha da porta de entrada. Abriu a porta e conseguiu ouvir a TV ligada, então seu coração se acelerou brevemente, Camila estava acordada, obviamente, pois era cedo ainda.

Adentrou devagar e passou pelo corredor em silêncio, ao entrar na sala de estar parou e franziu o cenho. O mordomo jovem estava agachado em frente à garota, acariciando o rosto dela, enquanto esta, dormia serena no sofá.

- O que está fazendo? – disse Suho num tom gélido.

Viu o mordomo se virar brusco e se levantar rapidamente.

- Bem vindo de volta Sr Kim, estava confirmando se ela estava dormindo para levá-la para o quarto. – falou o homem olhando o diretamente nos olhos.

- Eu faço isso, inclusive, já pode ir. – disse Suho seguindo em direção de Camila

- Como quiser. O jantar está na cozinha, é só esquentar. – falou o mordomo se curvando e saindo do local.

Suho se voltou para a garota e a fitou brevemente, fazia um tempo desde que a viu pela última vez. Seu peito se apertou brevemente e então suspirou, se agachando na frente da garota e a pegando no colo. 

Ajeitou-a melhor em seus braços e seguiu para o quarto principal, encontrando no caminho Chen.

- Estou indo, qualquer coisa é só me ligar. – disse o homem com um sorriso suave, mas que para Suho pareceu ser cínico, no rosto.

Suho apenas assentiu e segurou Camila com mais força, esperou um momento até ouvir a porta de saída se fechar para continuar o caminho. 

Entrou no quarto e a depositou na cama suavemente, cobrindo-a em seguida.

“Sabe, e só está com ela ainda porque é “correto demais” para aceitar que começou a gostar de outra mesmo estando em um relacionamento.”

A voz de Kai soou em sua mente, fazendo-o se sentar na beira da cama para fitá-la. 

Camila era uma garota que não via maldade nos outros, sempre sorria e encantava as pessoas ao redor. No começo, achava realmente que ela era uma menina mimada e fútil, mas essa tese logo foi derrubada nas primeiras horas de conversa, onde deixou o seu preconceito de lado.

Tinha sido um babaca desde o começo com ela e continuava sendo, enquanto ela sempre foi gentil com ele, nunca menos que isso.

- Me desculpe. – disse Suho baixo.

Ficou mais alguns minutos vigiando o sono dela até se levantar decidido. Não podia mais segurar seus sentimentos, estava apaixonado por Camila e estava nítido agora.

Precisava conversar com Milyah...


Notas Finais


É foi isso ☻☻

Tivemos uma passagem de tempo, só para o Suho perceber que gosta mesmo é da Camila 😆😆

E esse mordomo estranho aí? Que horror 😱😱

Mas então, vamos para o aviso 😀😀

Talvez na semana que vem eu não atualize 😐

Assim, eu vou me dar um tempo pra dedicar à faculdade pq tô precisando, mas se por acaso, baixar o santo da escritora aqui em mim esqueça o que acabei de falar 🤗🤗

Assim sendo, até daqui duas semanas ou não 😂😂

Bjus 😘😘😘😘😘


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