História Love me - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin Ômega, Jungkook Alfa, Universo A/b/o
Visualizações 129
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não tive tempo para botar a capa que eu botei no capítulo 1 e 2. Sorry.

Capítulo 3 - Chapter 3


Park Jimin

O frio me preenchia, por mais que eu tivesse bem agasalhado, ainda conseguia sentir arrepios por todo meu corpo.

Alguns homens vinham contra minha direção, bem vestidos e engravatados, um pouco mais velhos, os olhares dos mesmos caiam sobe mim, mexiam seus narizes com rapidez – o que me fez afirmar que meu cheiro estava realmente forte.

Não que eu me preocupe de não poder engravidar, nem gosto de crianças. Sabe, não tive muito contatos com crianças – quando era uma, muito menos agora – então, tem a possibilidade de não poder engravidar não era um problema.

Cheguei na escola e logo subi os degraus para poder entrar na mesma.

Enquanto subia rebi vários olhares de Alfas, homens e até de algumas – raras -, Alfas do sexo feminino.

Revirei os olhos quando percebi alguns assobios de um grupinho de Alfas, e muito ódio vindo de umas Ômegas que tentava seduzi-los, patético.

Entrei na Escola e fui direto para minha sala, tentando ignorar ao máximo os assobios e chamadas.

Repousei na cadeira, pegando meu material e abrindo. Eu teria aula de Sociologia. Nada contra a professor, porém nada a favor também. Ela é neutra.

Percebi que havia poucas pessoas na sala, entre elas, Jeon JungKook. O olhar de Jeon era penetrante sobe mim. Me virei para frente rapidamente assim que percebi a situação. Várias pessoas começam a entrar na sala, que me fez deduzir que o sinal bateu e eu nem percebi. Logo depois, o professor entra na sala dando inicio a aula.

 

(...)

 

O sinal do intervalo já tinha batido, uma Beta acabou derramando um pouco de seu suco na calça de Jimin e isso resultou nele no banheiro passando água na mesma para deixar menos melado. Não, o menor não ficou com raiva, aliás viu o quanto a Beta estava arrependida, então apenas a perdoou sem guardas ressentimentos.

— Consegui! — Falou Park comemorando levando os bracinhos para cima em comemoração.

Em questões de segundos o mesmo já estava no chão se contraindo com a mão no ventre soltando alguns gemidos, logo lágrimas começaram a rolar pelo rostinho delicado do baixinho.

Do outro lado da porta, Jeon JungKook passava por ali até sentir um cheiro muito forte, ele sabia exatamente de quem era esse cheiro cítrico de Glicínia – umas das flores mais cheirosas do mundo e bem raras para um Ômega – Jeon também ouvia um choro bem alto, o Cio do baixinho tinha chegado.

Pensou bem antes de entrar, porém, seu lado protetor falou mais alto, sabia que Jimin  deveria estar sofrendo e tentaria ajudar.

Entrou no banheiro e engoliu seco tento a visão do Ômega no chão, com a mão no ventre chorando alto, foi uma cena sofredora.

— Por favor... me da meu remédio! — Suplicou Park apontado para sua mochila que estava na pia, o mesmo não conseguia levar.

Jeon arregalou os olhos.

— Mas... — Foi interrompido.

— Eu sei, por favor, me dê!

JungKook ficou preocupado, sabia que o menor poderia se arriscar a não ter filhos no futuro e é bem clichê todo Ômega querer ter filhos futuramente.

Foi até a mochila do menor e no bolso da frente viu a pirula, pegou.

— Tem certeza? — Perguntou com medo da resposta.

— Sim! Me dê logo, por favor.

Os gritos continuavam e Jimin suava muito o mesmo estava sentindo muito calor sendo que, o frio estava de matar naquela manhã.

Jeon foi se aproximando e percebeu o menor ficar assustado.

— Eu não vou te machucar, só... — Chegou mais perto e tirou uma água de sua mochila — Vou cuidar de você.

— Se afaste! — Gritou.

O mais alto ficou assustado e então percebeu que tinha começado a suar e seus hormônios ficarem a flor da pele, é instinto, preencher um Ômega quando o ver nesse estado.

Rapidamente, Jeon jogou a garrafa d’água e as pirulas para o menor, o mesmo tomou. JungKook apenas observava tudo, saberia dos riscos, mas foi um pedido e ele assim fez, também sabia que em alguns minutos o remédio fazia efeito.

O mais alto só não contava com uma coisa.

O menor caiu em um sono profundo.

Jeon logo se desesperou correndo até o Ômega e lendo as instruções, nelas constava que quem ingerisse sentiria muito sono e acabaria dormindo por horas. Isso mesmo, HORAS!

 

Jeon JungKook

 

Eu claramente não esperava por isso, para mim, o loiro apenas tomaria aquilo e depois de alguns minutos levantaria, me agradeceria como se nada estivesse acontecido.

Me enganei.

Agora o baixinho está aqui, basicamente “desmaiado” no chão em frente de sua mochila. Tentei pensar rápido, eu nem sabia onde o mesmo morava.

Eu poderia leva-lo para minha casa? E se alguém visse e tirasse conclusões erradas e tudo se espalhasse  pelas revistas de fofocas?  Droga. Tudo que eu queria era não ser notado, gostaria de ser invisível aqui, sem pessoas me puxando o saco e fingindo que me conhecesse.

Por que entrei aqui? Meu instinto de tentar ajudar falou mais alto, não posso negar.

Ah loiro. O que eu faço com você?

Peguei meu celular do bolso da calça, o motorista talvez poderia me ajudar e tenho certeza que o mesmo não falaria com meu pai, porque se falasse, Seungri começaria tomar para si conclusões erradas e ‘tuuudo isso acabaria em uma bela confusão.

 

(...)

— ‘Ok, obrigado — Disse desligando o celular.

Depois de explicar toda a história, ou pelo menos tentar de um modo que ele entenderia. Minzuky – cujo motorista -, concordou em nos buscar e sim, o loiro iria para minha casa.

Aliás, não sei nada sobre ele e não poderia perguntar a ninguém se não ficaria estranho e chamaria a atenção e tudo que eu quero é NÃO chamar atenção.

Observei o menor, o qual eu nem lembrava o nome.  

Seu rosto estava mais “normalizado” do que antes, suas pálpebras tapavam seus olhos escuros – que por sinal, eram lindos e hipnotizantes -, seu rosto parecia leve, seu nariz com um leve tão de vermelho assim como suas bochechas cheinhas, os lábios fartos do menor me chamavam a atenção. Ainda tinha alguns resíduos de lágrimas, entretanto no geral o menor era tão... fofo.

Peguei sua mochila e fechei passando o zíper e em seguida botei no meu outro ombro que estava vago. Ainda abaixado, passei meus braços pelas costas do baixinho e o segurando no estilo noiva. Sua face parecia mais tranquila e delicada, sem desespero igual a última vez que ficara acordado.

Fui até a porta, agora era só esperar Minzuky bater ali, caso contrario, continuaria trancada – sim, eu a tranquei -, os outros que esperem.

Agora é só esperar...

Continuei analisando o rosto de anjo do menor. Ceús aqueles lábios me atraiam de tal forma que eu só gostaria de possui-los.

O que estou pensando?

Eu posso estar bem enganada sobre sua personalidade calma e dócil, então vou tentar, só tentar, não me apegar.


Notas Finais


Escrevi esse texto as pressas, eu realmente estou 'cheeeeia de coisas para fazer, escola mata qualquer um né migos? Desculpa a quaisquer erros de português, depois eu reviso, juro. Bjos

Twitter: @beafran66


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