História Love me before it falls - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Personagens Originais, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black
Tags Aluna Severo Snape, Personagem original SsPo
Exibições 86
Palavras 2.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas. Vim aqui postar minha Fanfiction que, pelo que as pessoas que eu mandei e boa (Bom hehe hehe não posso falar que eu não gosto né?) Desde já, vou agradecendo vocês... Respondo a todos os comentário (se tiver algum), se não tiver, tá bom também né? Me desculpe o troca troca de Pov's... Bom... Vou parar de enrolar... Vamos a fic:

Capítulo 1 - Condenada


Fanfic / Fanfiction Love me before it falls - Capítulo 1 - Condenada

As leis bruxas eram muito mais estreitas do que as trouxas comuns, e Snape sabia disso mais do que ninguém. Ele sabia boa parte de tudo sobre as leis e consequências bruxas. Muito mais, além disso, sabia que seu caso era desesperador.

Era muito mais do que constrangedor estar sentado àquela sala grotesca, sendo observado por vários membros do ministério, incluindo o próprio ministro, em quanto Dumbledore balbuciava várias coisas em defesa de Snape que ele mesmo preferia não ouvir.

_... E devido a todos os fatores que lhe apresentei Ministro, devo concluir que a pena de Snape seja reduzida a algo mais compreensível. - Snape se forçou a ouvir, mesmo que a decisão que era entre duas, uma pior que a outra, queimasse sem piedade seus ouvidos.

-Como devem saber -O ministro olhou por de baixo dos óculos atentamente Snape. -Há muitos aqui, senhor Snape, que concordam com sua condenação a Azkaban. - Ele disse em um tom rouco e calmo. – Mas como sabe, Professor Dumbledore, existe uma saída para esta situação conturbada. - Ele disse.

-Estou ciente disto. -Dumbledore bufou, em rendimento. - Dê-me o máximo de tempo que puder, resolveremos isso.

- Dumbledore, meu amigo, -O homem mordeu os lábios, com um pouco de receio nos olhos. -, sabe que não posso usufruir de nossa amizade para lhe dar mais tempo.

_Sim, eu sei. - Disse Dumbledore um pouco ofendido. - Quero lhe dizer, o máximo que a lei nos permite.O ministro jogou os ombros para trás, e abaixou o olhar até um pedaço de pergaminho. 

_ O máximo que posso lhe oferecer são apenas... - Ele conferiu seu documento. -  Dois dias. Sinto muito.

Snape trincou os dentes. Sabiam exatamente do que falavam, e a humilhação que estavam o propondo além do curto tempo lhe dado.

Dumbledore deu dois tapinhas decepcionados nas costas de Snape, o sugerindo que levantasse. Assim Snape fez, seguindo o velho homem até a porta, em seguida parando no corredor negro.

 

 

 

 

 

 

POV’s Snape

 

Olhei furiosamente para Dumbledore, que apesar da expressão um pouco decepcionada com o curto tempo, sorria alegremente.

_Foi ótimo, não acha? - Ele perguntou, alargando mais ainda aquele sorriso impertinente. Respirei profundamente, tomando todo folego que meus pulmões conseguiam prender.

_Como assim, ótimo? Seu velho palerma, acha isso bom?! Além de me tirar no meio do ano letivo em Hogwarts, você me sujeita a isso?! Preferiria ir pagar minhas dividas com as leis em Azkaban, do que com. Essa porra da outra decisão, não acha?!- Era extremamente raro que eu usasse uma palavra de ofensa como aquela, mas a situação a qual me encontrava não só pedia o uso das mesmas, quanto me pedia para meter-lhe a mão na cara daquele velho caquético Droga, porque um dos únicos amigos que realmente considerava era aquele velho hipócrita que continuava a sorrir alegremente mesmo com minhas duras palavras? - Escute aqui, a humilhação que você, Dumbledore, me propôs é pior do que a própria morte. Porque não me consulta a fazer decisões que vão afetar drasticamente minha vida, não acha? Sua insolência está maior do que antes de você e eu morrermos. - Disse, zangado.

_Ora Snape, sabe muito bem que não a nada pior que Azkaban. – Disse Dumbledore ainda sorrindo. - E sabe também que este é o único modo. -Dumbledore ergueu uma sobrancelha, despindo de seu sorriso que dera lugar a uma expressão de curiosidade. - Afinal, é o que querem... Não pode ficar assim, Severus, você aceitou. Você disse que faria de tudo para continuar.

-Ele está louco! -Revirei os olhos. - Como conseguiu fazer com que o ministro o fizesse?! -Eu já sabia a resposta para tal pergunta, mas continuava indignado por tal sentença, apesar de já saber desde antes do começa das audiências que seria esta a sentença. Era o que My Lord queria. Não poderia ir para Azkaban. 

_Será uma ótima experiência para você, se associar a alguém do sexo oposto. Ainda mais jovem! Aposto que irá desfrutar muito da companhia e do corpo da companheira. Olhe a hora! Devo ir encontrar a seus amigos, Remus e Sirius. - Disse Dumbledore, me irritando muito mais do que seria aconselhável.

_Não são meus amigos, seu débil-mental. Somos colegas de trabalho, entenda isso de uma vez por todas. - Disse ríspido e estourando minha cota. Ignorei Dumbledore e segui pelo corredor, pisando duramente, sem sequer tentar esconder a raiva que sentia.

Escutei Dumbledore gritar algo do tipo “Amanhã lhe apresentarei sua nova esposa. Severo. Ainda a escolherei hoje, não se preocupe, escolherei cautelosamente.”

 

 

POV’s Narradora.

Dumbledore bateu a porta da casa de Sirius, pacientemente, observando o prédio a volta. Remus abriu a porta. Seus olhos eram puras olheiras, e seu corpo demonstrava total cansaço.

_Oh, olá Dumbledore. -Comprimentou desanimadamente o senhor a porta.

_Quem é, Aluado? – Gritou Sirius de algum lugar, extremamente irritado e ignorante. Remus fechou os olhos fortemente, respirou fundo e os abriu novamente, fitando os olhos azuis de Dumbledore.

_Ninguém, almofadinhas. – Ele berrou de volta, irritadíssimo com aquilo. - Vamos, entre. Desculpe a arrogância como Sirius e eu estamos nos tratando. Estamos passando por alguns probleminhas. – Disse Remus, se sentando na poltrona, observando Dumbledore fazer o mesmo. - Então, o que devo a honra de sua visita, Professor?

_Bom, como deve saber, hoje foi a audiência de Snape, e as decisões, apesar de agradáveis, para a cabeça de Snape foi humilhante. -Ele fez uma pausa.-Mas como ele não tem escolha, preciso de sua ajuda com a noiva para Snape , e ainda hoje. Soube que estão ajudando duas jovens. –Dumbledore deu uma piscadela para ele e  o rosto de Remus de descontraiu, e logo o cansaço deu lugar a um sorriso prazeroso em ajudar Dumbledore. -Lhe informarei sobre tudo.

 

 

O dia que se seguiu depois da audiência fora deveras calmo para Snape, em partes. Ele passara o dia quase que todo sentado em sua poltrona, lendo “As trevas em poções" de Marcy Muntonck.

Sua calmaria se cessou ao ouvir o bater da porta. Snape revirou os olhos sabendo exatamente o que lhe esperava assim que abrisse aquela maldita porta. Snape bufou.

_Entre. - Ele disse, voltando a olhar o livro, fingindo lê-lo.

 

 

POV's Snape

As vestes de Dumbledore esvoaçantes passaram por mim e logo em seguida, ele se sentou a poltrona a minha frente, sério. Abaixei o livro, e o observei calado, porém muito irritado. 

Dumbledore fez sinal para a porta. Eu sabia muito bem o que significava o sinal e o que viria a seguir.

Uma moça entrou pela porta. Tinha os cabelos cacheados que ultrapassavam o meio de suas costas. Os olhos verdes folha seca, da pele morena. Tinha os seios fartos um corpo violão. Tenho que confessar, apesar de gay, Dumbledore tinha um ótimo olhar físico para mulheres, me fazendo concordar com sua perspectiva de um belo corpo a qual havia mencionado depois da audiência. Ela usava um tênis escrito All Star e uma uma blusa de frio amarrada na cintura. Era claramente roupas trouxas, mas ela não era trouxa, pois havia uma varinha em seu bolso. Ela se sentou ao lado de Dumbledore.

“ Que garota insolente.” -Meus pensamentos questionavam severamente sua aparente falta de educação.

_Está é Larissa Bonns, sua noiva. A primeira parte da cerimonia é imediata e emprestarei minha casa na praia de Limoeiro para os dias que as Núpcias Bruxas se seguirem a segunda parte da cerimônia. - Dumbledore foi direto. - Lhes darei uma hora para se conhecerem. - Disse Dumbledore se levantando e dando dois tapinhas em suas vestes. - Aparato aqui quando o tempo acabar. –Assim como ele, não queria perder tempo algum para concluir aquilo logo.

Dumbledore deu longos passos até passar pela porta de entrada da minha casa, se tornando a cada vez mais silenciosos até não serem mais ouvidos.

Abaixei minha sobrancelha que por algum motivo estava erguida, e em seguida levei o livro até a frente de meu rosto, ignorando a presença petulante daquela garota. Pareci frustrar as boas esperanças da pirralha, pois ela deu um duro suspiro.

_Eu sou... Larissa. - Ela disse tímida. Respirei profundamente tentando não ser tão arrogante como queria, mas uma fala daquelas merecia algum tipo de ignorância de minha parte.

_Eu sei, garota burra. –Murmurei irritado.- Dumbledore lhe avisou sobre minha “incrível capacidade de ser alguém frio, arrogante, ignorante e cruel.”, assim como notou durante os anos que lhe dei aula. – Disse voltando a ler meu livro, mas ela era irritantemente insistente.

_Olha, eu...- Ela bufou, desanimadamente tímida. - Eu vou me casar com você. Posso pelo menos lhe fazer algumas perguntas.- Trinquei meus dentes, mas me contive em dar alguma resposta que a faria sair correndo dali agora chorando me animou. Abaixei meu livro, o fechando e colocando no braço da poltrona que me encontrava. Ela parecia tentar criar alguma coragem, mas seus olhos denunciavam seu nojo por ser forçada a se casar comigo.

_Pelo visto, desaprendeu a falar.- Ri mais irritado que antes. Ela hesitou ao abrir a boca pela milésima vez, e eu voltei meu olhar para o livro.

_ Sobre este casamento... O senhor...

_Este casamento? -Ri ironicamente a interrompendo. Ela tinha alguma duvida sobre o que eu pensava sobre aquele casamento?- Me surpreendo com a pouca capacidade de seu cérebro. Acha mesmo que me agrada esse casamento?! Você é uma pirralha que ainda nem saiu das fraudas direito! -Ela se encolheu, e eu sorri.

_Bom, era isso ou Azkaban...

_Preferiria mil vezes ir para Azkaban do que casar com alguém tão burra e insolente quanto você, se tivesse alguma escolha. - Disse voltando meus olhos para o livro diante de meu rosto. Não precisava olha-la para saber que lágrimas tímidas rolavam por seu rosto.

_Então vá para Azkaban, a vontade. Mas faça isso depois de casado comigo. - Ela disse com a voz tremula mas firme.- Pois tanto quanto ao senhor, posso ir pra lá se este casamento não se realizar. -As palavras cortaram a sala, e eu, com a sobrancelha erguida abaixei o livro.

_E porque uma garota tão bondosa e educada- Disse mais irônico do que me lembrava jamais ter sido- foi condenada a casar-se comigo ou ir pra Azkaban? - Perguntei, mas não queria saber, e nem esperava que ela me respondesse, portanto voltei meu olhar ao livro.

_Não lhe diz respeito!... - Ela disse mas a vacilou a firmeza no ultimo instante- Ainda... -Ri, rouco sem olha-la.

_Ora, "querida", muita coisa daqui a poucos dias realmente me fara respeito, e muito mais que isso.- Ela bufou e se concertou despojada ao meu sofá fazendo as palavras “Posso fazer uma pergunta?” ecoar insatisfatoriamente por minha sala. Respirei profundamente, revirando os olhos.

_Como é realizado o casamento? -Larguei o livro desanimado, e entrelacei meus dedos a frente de meu corpo. Ela parecia temer o que eu poderia fazer ou dizer a ela.

_A primeira parte é feita somente com o casal e uma pessoas de extrema confiança de ambas as partes, onde entrelaçamos nossas almas a vista e ajuda do terceiro. A segunda parte da cerimônia pode ser feita até uma semana após a primeira, pela pessoa escolhida anteriormente. O pai, ou o mais próximo de um pai que a parte feminina tem, tem que estar presente para dar o objeto que representaram a continuidade do amor, que no nosso caso, do casamento. A pessoa de confiança une agora por completo nossas almas através do objeto. E por fim viajamos por dois dias a um lugar escolhido pela pessoa de nossa confiança e consumamos nosso casamento. -Disse, e aquela ultima frase pareceu a perturbar, mas não consegui desfrutar do assombro da garota pois um "Ploc" foi ouvido e Dumbledore apareceu a minha porta. Ele adentrou a sala e parou entre nós, olhando para a garota.

_Poderiam decidir quem realizará o casamento? –Ele perguntou um pouco severo, olhando ambos. 

_A única pessoa que confio extremamente é você, Dumbledore. -Disse rápido. Não gostava de admitir aquilo, mas as circunstâncias não permitiam mentiras.

 

 

POV's Narradora

_Dentre um número razoável de pessoas você também Dumbledore. -Ela disse, fitando o chão desconfortável.

_Então devemos fazer esta parte agora. - Dumbledore disse, sacando a varinha.

_Agora?- Larissa perguntou surpresa.

_Estou certo que seja o melhor. Quanto mais rápido, mais proveitoso para ambos. Certo, Severus?-Dumbledore perguntou calmo.

_Certo. -Snape disse desagradavelmente, se pondo de pé.

_Levante-se, por favor. - Pediu a ela, e imediatamente se pois de pé. - Dêem as mãos.

Ela olhou para Snape apreensiva. Snape a olhou e esticou a mão. Larissa a agarrou cautelosamente e entrelaçou seus dedos nos dedos compridos de Snape. Eles olharam para Dumbledore que segurava a varinha.

Ele murmurou algo e uma linha azul, quase transparente voou de sua varinha até as mãos entrelaçadas, se movendo sobre a pele de ambos, encontrando as duas pontas e se fechando, mas ainda se movendo.

_ A partir deste momento, suas almas se entrelaçaram. A partir desta, suas almas estarão ligadas até um motivo tão forte que consiga separar suas almas, ou que a própria morte o faça.

A corda azulada se partiu novamente e se enterrou dentro do pulso de Snape e em seguida o de Larissa. Parecia sugar algo de ambos. Algo que se ligou no meio da corda, que desapareceu. Dumbledore sorriu, dizendo calmamente “Está feito.”

_ Ontem estava preparada pra ir pra Azkaban e hoje eu estou parcialmente casada. É tão estranho, porque decidi isso hoje... - ela disse a Dumbledore que sorriu.

_Amanhã voltarão os dois a Hogwarts. -Disse Dumbledore.

_Voltaremos? Não espera que chegue no mesmo dia em que ela, não é? – Snape indagou irritado.

_Não se preocupe. Sua imagem não se abalará por chegar no mesmo dia em que ela. -Dumbledore se levantou sem dar a ninguém a chance de dizer algo. Larissa o acompanhou até a porta, feliz por não ser obrigada a dividir mais seu tempo com Snape naquele dia.


Notas Finais


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