História Love Me Daddy - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Babykink, Bangtan Boy, Bts, Imagine, Incesto, Namjoon, Sugar Daddy
Visualizações 327
Palavras 1.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong Bolinhos de Silla~~

Leiam escutando If You de NU'EST

Capítulo 30 - Aborto


Eu sei que a vida é curta.
E que todos nós somos frágeis feito papel
Que dobra e rasga, mas quando a gente perde alguém,
Não quer nunca ouvir que é natural.
(Saudade - Supercombo)

Min-Su on

Depois de assistirmos um filme, eu e Jin fomos comprar um sorvete - porque eu estava querendo um sorvete, vontade estranha mas okay...

— Qual sabor? – Pergunta me encarando.

— Flocos – Encaro outro ponto que não fosse seu rosto.

— Um de flocos e outro de morango – Faz o pedido.

Fomos nos sentar numa mesinha perto de uma fonte que jorrava água naquele horário.

— Então, vocês vão embora daqui a quatro semana? – Assenti levando uma colherada até a boca – Porque está tão inquieta? – Paro de saborear meu sorvete.

— Quer parar de me interrogar como se eu fosse uma criminosa – Me levanto da mesinha.

— Calma eu só queria saber se...

— Não, não está tudo bem okay?! – Olho para sua cara e ele não demonstrava nenhuma expressão, acho que isso me deixa um pouco irritada – Sabe a onde tem uma farmácia por aqui!? – Ele assente se levantando.

— Posso te levar, claro se você quiser – Aceito a proposta.

...

Sabe quando você entra no banheiro e não quer mais sair pois a realidade é uma droga? Pois bem eu não quero mais essa realidade, muito menos ter um filho junto do Hoseok, ele nem ao menos gosta de mim, quem dera ele começar por causa dessa criança que está no meu útero.

— Está tudo bem aí!? – A voz calma de Seokjin me acalmava, me senti num aquário de tubarões.

— Está sim – Respondo tampando a boca e abafando um grito.

— Não está não – A porta se abre e de lá passa o senhor certinho que tranca a porta do banheiro logo em seguida – Porque está chorando? – Franze o cenho.

— Não é da sua conta – Rebato e acho que isso não mudaria o fato de ele se aproximar de mim.

— Vamos parar com essa ignorância toda – Se abaixa já que eu estava sentada do chão do banheiro – Garotas deveriam ser legais sabia?? – Revirei os olhos debochando.

— Meu quer parar – Limpo meu rosto.

— Só vamos sair daqui quando você me disser o que está acontecendo – Bufei.

— Eu estou grávida, feliz? – Me levanto olhando para o espelho.

— Oh céus, é do Hoseok? – Fica com os olhos arregalados.

— Não, é do Namjoon – Acho que ele acreditaria até que é dele.

— Sério? – Rio.

— Seok, você é muito idiota – Me virei – Acredita em tudo que falo parece que tem cinco anos – Me encosto na pia.

— Uma criança de cinco anos não faria isso – Avança seu rosto contra o meu selando nossos lábios.

Eu não queria ceder, mas meu desespero foi maior e me fez aceitar ser conduzida por ele. Minha lágrimas rolaram ainda mais, pelo menos me sentia protegida por ele estar perto.

— Eu posso assumir seu bebê – Diz assim que nos separamos.

— S-Seok n-nã...

— Eu serei um bom pai, eu juro – Limpa meu rosto com o polegar.

— Mas eu não quero ter – Seus olhos fixaram nos meus.

— Está pensando direito nisso? Não é porque é dele que seu bebê tem que morrer! – Abaixo a cabeça – Mas saiba que eu estou te apoiando em qualquer decisão – Coloca sua mão esquerda em minha cabeça.

Acho que eu já tenho uma decisão, não sei se você vai me apoiar em tudo Jin, mesmo eu não sentindo nada por você acho que me esforçarei para sentir...

...

Passou se uma semana, ficamos sabendo por meio das redes sociais que a nossa escola está em reforma, o que isso segnifica??? Isso mais um mês de férias... Mas certamente teremos que ir de sábado para repor as aulas...

Estou em dúvida do que sentir agora, ignoro Hoseok a maioria das vezes que ele se aproxima de mim. Seokjin está no quarto enquanto S/N, Tsc essa eu nem sei a onde está mas okay.

— Vamos Min – Jin aparece me dando um leve susto e me pegando no fraga assaltando o armário...

— Pra onde? – Franzo o cenho falando com a boca cheia.

— Um lugar... – Passa a mão na sua barriga.

— Está tudo bem? Sente dor? – Tombo a cabeça para o lado.

— Ér... Consultório – Me levantei da cadeira.

— Ah sim – Capito a mensagem seguindo o mesmo.

— Fica um pouco afastado de locais urbanizados, mas é seguro eu tomei essa precaução – Assenti.

Fomos com o carro do mesmo, os quilômetros percorridos me deixavam agitada como se eu estivesse me libertando do inferno.

O lugar era extremamente peculiar, parecia mais abandonado do que cachorro sem dono. Desci do carro depois que Seok me informou que me esperaria perto de uma árvore, para ser mais específica, do outro lado da rua.

Tomei coragem o suficiente para entrar no condomínio, tinha no máximo duas mulheres esperando e pela barriga estavam de dois (meses) para cima. Fui até uma mulher que estava atrás do balcão.

— Com licença – Seu olhar pairou em mim.

— Min-Su? – Assinto – Pode se sentar você é depois da loira – concordei me sentando no sofá.

O cheiro era incrivelmente nojento, como se ao esgoto era aquele próprio lugar. A garota do cabelo loiro entrou faz pouco tempo e pelos gritos estou assustada.

— Se acalme, nem dói tanto – Diz a mulher do meu lado – É minha terceira vez aqui – Relata.

— E como se sente? – Pergunto.

— Depois que se aborta parceria que tudo muda, seu mundo muda e até mesmo você fica leve – Seguro forte minhas mãos.

— Não se sente culpada depois? – Nega.

— Pense como se estivesse se livrando de uma doença, logo você esquece que fez isso – A porta se abriu.

Eu gelei inteira, me levantei e como se minhas pernas não me obedecesse eu sai correndo do lugar.

Seok vai me amar não é? Ele disse que me amaria mesmo o filho não sendo dele não é? Eu não posso fazer isso, ele é parte de mim, não posso simplesmente impedir que ele veja as estrelas e me chame de mamãe...

Eu vou amar ele nem que para isso eu precise sofrer.

— MIN CUIDADO – Virei o rosto e depois de ver uma luz acabo apagando.

Eu vou te amar...

Continua...


Notas Finais


Espero que não xinguem a Min-Su, pois ela é corajosa...

Jal-ga...


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