História Love Mistake - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Auto-mutilação, Colegial, Depressão, Dipcifica, Mabill, Vida Escolar
Visualizações 198
Palavras 3.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi *Apanha*
AAAAH ME DESCULPA!
EU FALEI QUE EU IA POSTAR SEMANA PASSADA MAS EU NÃO CONSEGUI TERMINAR O CAPÍTULO ;-;
E eu não sei se vou conseguir postar no próximo Domingo, me desculpem, mas diferente do que eu pensei, as férias não me aliviaram muita coisa, e o que eu podia ter adiantado eu já adiantei, mas mesmo eu já estou atolada de novo ;-;
E OLHEM A AS NOTAS FINAIS! EU CONSEGUI ARRUMAR O PROBLEMA DAS IMAGENS! AGORA TEMOS A IMAGEM DA KIMY DISPONÍVEL PARA VOCÊS!
Eu Sugiro que vejam isso antes de começar a ler, afinal eu tenho certeza que vocês tem curiosidade para saber qual a aparência exata dela :3
É só isso mesmo!

Boa leitura, e vejo vocês nas notas finais!
o3o <3

Capítulo 8 - Nosso último dia


LEIAM AS NOTAS DO AUTOR

DIPPER POV OFF

NARRADORA POV ON

A garota ruiva saiu correndo, e enquanto corria uma única lágrima teimosa insistiu em fugir. Kimy entrou na sala de aula em silêncio, e obviamente os murmúrios começaram. Kimy ignorou todos e se sentou em sua cadeira com uma expressão que era uma mistura de raiva e tristeza. Um pouco depois os gêmeos entraram na sala, Dipper abriu a porta e a primeira coisa que fez foi olhar para o lugar de Kimy. A ruiva percebeu seu olhar e virou o rosto, ignorando-o. Os murmúrios triplicaram, e a professora finalmente fez alguma coisa.

Prof. –Todos quietos! Não quero ouvir nada! Temos duas aulas juntos, e durante todo esse tempo não quero que abram a boca nem para respirar! Só abram a boca se forem me perguntar alguma coisa ou para responderem as minhas perguntas!

As duas aulas que passaram foram ao mesmo tempo um alívio e uma agonia para Dipper. Precisava falar com Kimy. Realmente gostava da ruiva, era uma boa amiga, apesar de no começo ter tentado a ignorar de todas as formas possíveis.

Quando finalmente o sinal do intervalo bateu, Kimy foi a primeira a levantar e saiu da sala completamente calada. Dipper foi o segundo a sair, mas quando chegou ao corredor a ruiva já havia sumido entre a multidão. Seguiu para o refeitório para procurar a ruiva, mas nada. Quando Mabel o alcançou, segurou o irmão na tentativa de falar com ele.

-Dipper, me desculpe! Eu sei que você não odeia a Kimy, mas na hora... Eu não pensei para falar, me desculpe.

-Tudo bem Mabel, você não fez por mal, mas eu tenho que encontrar ela e explicar tudo.  E rápido.

Mabel o soltou e Dipper voltou a correr em busca da ruiva, e que no momento em que a encontrara sentada na sombra de uma árvore, na parte comum do jardim da escola. Não pensou duas vezes em correr até a ruiva, se ajoelhando logo em seguida. Kimy levantou um pouco a cabeça, apenas o suficiente para conseguir ver quem estava na sua frente, mas também suficiente para que Dipper visse as lágrimas em seus olhos.

-Vai embora.

-Kimy, eu preciso que me escute.

-Não, vai embora.

-Olha, a Mabel não fez por mal, ela só queria me ajudar, mas falou uma mentira. Eu não te odeio nunca te odiei, no começo eu te achava meio chata, mas nunca passou disso. Por favor, acredite em mim.

-Eu... Eu acredito. Até por que eu acho que você não ficaria perto de mim se me odiasse.

-Isso é fato. Agora vem, vamos voltar. –Kimy apenas consentiu com a cabeça e seguiu Dipper enquanto enxugava o rosto com a manga de seu casaco. Logo depois que Kimy saiu do banheiro –no qual entrou para lavar o rosto- o sinal bateu e ela e Dipper voltaram para a sala. Não conversaram durante as duas últimas aulas, eram aulas de história, e ambos adoravam a matéria, então os dois prestavam 100% de atenção nas aulas.

Na saída, caminharam juntos até o portão, onde o pai de Kimy a esperava dentro do carro. Kimy explicou que seu pai só estava ali por que depois da aula iriam à casa de sua prima de doze anos para o aniversário da menina, e não teria tempo de ir andando para casa. Kimy fez Dipper prometer que no dia seguinte a contasse a tal novidade que deveria ter a contado no intervalo de hoje.

Como todos os dias, Dipper e Mabel chegaram em casa e a mesma estava vazia. Passaram pela porta da entrada com um grande suspiro, em que a decepção de ver sua casa vazia mais uma vez já não era novidade. Dipper se jogou no sofá junto de Mabel. O mais novo tirou o celular do bolso e foi checar se havia alguma mensagem nova.

-Ah, é mesmo, meu celular ficou sem bateria no meio da aula. Você viu o meu carregador?

-Da última vez que eu vi estava no balcão da cozinha.

-Se eu não achar eu pego o seu –Disse risonha enquanto ia até a cozinha.

-Mas da ultima vez você estragou o fio do meu carregador!

-Shhh, você sabe que eu sou um anjo.

-Ata, só se for um anjo do mundo reverso!

-Hahahaha!

-E aí, alguma coisa nova na sua vida social super movimentada, estrelinha do grupo?

-Nah, calma ai que ainda ta ligando.

-Okay okay.

-Ah, olha, tem mensagem de três pessoas!

-Só? Normalmente tem mais de 20! De quem são?

-Brenda, Yuna e um número desconhecido.

-Olha a foto.

-Estou fazendo isso! –Mabel arregalou os olhos e o celular escorregou dae sua mão

-M-Mabel? O que foi? De quem é a mensagem? –Peguei o celular que estava caído no sofá e olhei o remetente da mensagem.

-Ele?

-C-como ele pegou meu número? Eu troquei meu número justo para ele não conseguir falar comigo, bloqueei nas redes sociais, eu fiz tudo para que ele nunca mais falasse comigo!

-Mabel, calma, se acalma. Não quer dizer que só por que ele pegou seu número que ele vai te encontrar ou voltar, se acalma.

-M-mas Dipper... –Seus olhos lacrimejando e o pânico visível em sua expressão eram intensos. Dipper abraçou a irmã e passou as mão em seus cabelos na tentativa de acalma-la.

-Eu sei, eu sei, mas eu vou te proteger, e dessa vez não vou pensar duas vezes para fazer isso. Esse canalha nunca mais vai encostar a mão em você, se acalme.

-Dipper... Eu não quero ver ele de novo...

-Eu sei, eu sei Mabel...

Passado on~

O motivo do desespero de Mabel? Era uma mensagem de seu último ex-namorado, Dyllan Mileway. Qual o problema desse ex em específico sendo que Mabel já teve vários? Foi o cara que fez Mabel sentir medo de namorar. Durante quatro meses e meio Mabel esteve em um relacionamento abusivo com esse cara. Machista, homofóbico, violento, abusivo, mulherengo, um completo babaca e preconceituoso de todas as formas possíveis. Quando eles começaram a namorar Mabel era a melhor amiga de uma garota chamada Violet, uma amiga lésbica, e assim que começaram a namorar Dylan a obrigou a cortar todo e qualquer tipo de contato com Violet, simplesmente pelo fato de ela ser lésbica, e também criticava o cabelo roxo dela com todas as forças. Dipper não gostava de Dylan desde o momento em que o conheceu. Ironicamente o garoto era ruivo, uma das questões físicas favoritas de Dipper, mas desde o começo Dipper não gostava dele. “Esse cara é problema” foi o que Dipper disse a Mabel desde o primeiro dia em que eles se conheceram.
Durante quatro meses e meio, esse cara controlou completamente a vida de Mabel, o que vestia, o que fazia, com quem interagia, tudo, absolutamente tudo. E Mabel foi completamente inocente, e por isso acreditou cegamente no que o namorado dizia, e ignorou o próprio irmão, que tentou a ajudar a sair do relacionamento. E Dipper se preocupava muito por ele ter 18 e Mabel 16 quando namoraram, já que Dyllan era o melhor amigo do álcool.
Parece completamente absurdo de se ouvir, mas isso realmente aconteceu. E já que os pais dos gêmeos nunca estiveram presentes, nem sabiam com quem, e quando Mabel estava namorando.

Como isso acabou? Quando Dyllan ultrapassou um limite que nem Dipper sabia que tinha como ser passado. Quando machucou Mabel. Foi num dia depois da aula, Dyllan estava esperando Mabel no portão, e Dipper estava conversando com Vanessa (os acontecimentos entre os dois ocorreram cerca de 15 dias depois), então disseram que iriam na frente e depois Dipper os encontrava em casa. Quando Dipper chegou em casa, estava tudo muito silencioso e vazio, então decidiu subir para o seu quarto, já que achou que os dois podiam ter parado no caminho para fazer alguma coisa, mas quando passou pela porta do quarto de Mabel, ouviu sons abafados, então olhou pela fechadura da porta e viu Dyllan prensando Mabel contra a parede, tirando sua roupa contra a vontade de Mabel.

“-D-Dyllan, para, eu não quero!

-Ah fica quieta, eu já esperei você querer isso tempo de mais!

-Eu não quero! Para! Para Dyllan!

-Pode gritar a vontade Mabelzinha, estamos sozinhos, ninguém vai te ouvir, a acústica do seu quarto é bloqueada graças essa sua mania de ficar cantando no karaokê!

-DYLLAN PARA!

-CALA A BOCA SUA VADIA!”

Tudo aconteceu muito rápido, toda essa cena não levou nem um minuto. E em um estrondo, a porta foi aberta e Dipper avançou para cima de Dyllan, o empurrando para o chão com um soco, começando a briga e logo foi puxado para o chão também por Dyllan. Mabel escorregou na parede e ficou sentada no chão, assistindo tudo o que acontecia em choque. Sua saia estava nos joelhos, a blusa jogada no canto do quarto e uma das alças do sutiã caídas.

“-NUNCA MAIS CHEGUE PERTO DELA, NUNCA MAIS ENCOSTE NELA SEU FILH DA PUTA DESGRAÇADO! VOCÊ NUNCA MAIS VAI APARECER NA FRENTE DELA E NEM NA MINHA! TENTAR FAZER ISSO COM ELA FOI O PIOR ERRO DA SUA VIDA! SAI DA MINHA CASA, AGORA! EU NÃO QUERO TE VER NUNCA MAIS, E NUNCA MAIS CHEGUE PERTO DELA!”

Dipper o deixou inconsciente no final da briga, e o arrastou até a porta de entrada do apartamento, o jogando para fora e a trancando. Voltou correndo para o quarto da irmã, onde a encontrou sentada no chão, encostada na parede em que havia sido prensada, em choque, com lágrimas escorrendo e uma expressão de medo maior do que todas que já vira no rosto da irmã. Dipper correu até a irmã e a abraçou, deixando a chorar em seu ombro, e a apertando com força, sentindo um alivio no coração por saber que chegou a tempo de salva-la. Depois que Mabel parou de chorar, Dipper pegou sua camiseta e a entregou. Mabel se vestiu rápido e abraçou o irmão novamente. Depois que estava calma, Dipper a levou até o banheiro, lavou o rosto da mais velha, arrumou a manga torta de sua blusa mal colocada, e a levou até a cama, onde ambos ficaram sentados.

“-Está tudo bem Mabel?

-S-sim, agora eu estou, obrigada. Muito muito muito obrigada Dipper, se você não tivesse chegado eu teria...

-Não fala disso, não aconteceu, está tudo bem, ele nunca mais vai chegar perto de você outra vez, eu prometo.”

Passado off~

(Imagem de um flashback da Mabel e do Dyllan nas notas finais)

Depois que o nervoso da mensagem recebida passou, Mabel bloqueou o número e ambos concordaram em ir dormir mais cedo hoje.

Break Time: 6 de Setembro, Sexta-Feira, sexto dia de aula.
Manhã seguinte, na entrada da escola:

Os gêmeos chegaram na escola e as coisas estavam como de costume, Mabel foi até as amigas e Dipper foi até Kimy, que estava o esperando encostada em uma das árvores da entrada.

-Heeeey Dipper!

-Oi Kimy.

-Tudo bem?

-Sim, mas, e você? Realmente nenhum ressentimento sobre ontem?

-Não, claro que não, eu sei que não era verdade e a Mabel não fez por maldade.

-Ah, que bom.

-Então, eu ainda quero que você me conte aquela coisa de ontem.

-O que?

-Aquilo que você ia me falar no intervalo, mas acabou dando problema.

-Ah, isso... Eu posso te falar no intervalo? O sinal já vai bater.

-Pode, mas dessa vez tem que falar de verdade!

-Ok, ok, eu prometo.

E logo o sinal bateu, e Todos os alunos foram para as suas salas de aula. Aulas foram chatas como de costume, durante o intervalo Dipper enrolou Kimy para poder contar a novidade para a ruiva na saída, e finalmente, a penúltima aula era educação física, só para deixar as coisas um pouco mais fáceis, e a última seria filosofia. O professor entrou na sala e mandou os alunos para o vestiário para colocarem o uniforme e depois subirem para a quadra de vôlei. Seria um jogo de feminino contra masculino, a divisão foi exata. O jogo começou e o primeiro jogo foi vitória do time masculino, e o segundo jogo foi para o time feminino. O terceiro round iria começar agora.

Professor –Ei, que moleza é essa Pines? –Ambos olharam para o professor, e a expressão de “Opa” no rosto do professor foi hilária. –Mabel Pines, o Mason está fazendo as coisas direito. –A maneira em que o professor disse o nome Mason foi tão casual que ninguém deu importância, apenas riram da confusão que o professor fez consigo mesmo e voltaram a se concentrar no jogo.

Kimy fez o saque, e a bola bateu no teto da quadra (E convenhamos, o teto daquela quadra de vôlei é muito alto) e bateu com todo o impulso do saque da Kimy e do teto no rosto de Dipper, que na verdade iria cair em Julian, um colega de classe de Dipper, mas outro garoto, Milo empurrou Dipper para que a bola batesse nele.

Kimy –DIPPER!

Professor –Willians! Eu vi isso! Você vem comigo para a diretoria agora! Srta. Brook, leve o Pines até a enfermaria, o nariz dele está sangrando!

-S-sim professor! –Kimy correu até Dipper, que estava estatelado no chão da quadra com o nariz sangrando –Me desculpa me desculpe me desculpa! Eu juro que foi sem querer!

-Uuuh –Foi a resposta que veio de Dipper, que não estava enxergando nada, e nem sabia o que estava acontecendo. Só sentiu que foi puxado e ser apoiado nos ombros de Kimy, que o levou até a enfermaria.

Quando Dipper estava 100% consciente novamente, se deu conta de que estava em uma das poltronas da enfermaria, com uma bolsa de gelo na cabeça e pedaços de algodão no nariz, vermelhos de sangue. E Kimy estava em uma cadeira ao seu lado, esperando o moreno acordar, enquanto olhava o celular.

-Kimy..?

-Dipper! Você acordou!

-O que aconteceu? Eu só me lembro de estar jogando vôlei na quadra, senti uma dor na cabeça e do nada tudo ficou preto.

-É... Então, sobre isso... Me desculpe, eu fui sacar a bola e ela rebateu no teto e foi direto no seu rosto, ia bater em outro garoto, mas um menino do seu time te empurrou e a bola pegou em você.

-Oh, nossa... Meu nariz esta sangrando? Esses algodões estão incomodando, eu pareço um cadáver que morreu por uma hemorragia nasal.

-Huuu... Acho que você já pode tirar, já faz tempo que você está ai.

-Quanto tempo?

-Meia hora...

-Ah droga! A aula de filosofia! Eu tenho que entregar uma coisa para o professor!

-Ei, não vai levantar se ainda não estiver bem!

-Eu estou, eu só quero ir para a aula agora, eu odeio perder aula.

-Sério? Mas você sai da sala com tanta frequência...

-É só quando eu preciso...

-Ah, o professor disse que quando você acordasse era para voltarmos para a sala, mas antes passar no vestiário e trocar para a nossa roupa normal.

-Ok, vamos logo, estamos perdendo aula.

Logo ambos já haviam passado no vestiário e trocado de roupa, e estavam entrando na sala de aula. Kimy bateu na porta  abriu a mesma, colocando apenas o rosto para dentro da sala de aula.

-Professor, podemos entrar?

-Kimy e Mason? –A expressão de incomodo no rosto de Dipper foi instantânea.

-S-sim.

-Podem entrar. –Os murmúrios começaram a se formar, mas felizmente, esta era a aula de filosofia. –E todos calados! Não quero ninguém falando sobre os colegas de vocês! Respeitem! E se continuarem eu tiro vocês da sala! –O silêncio foi completo, e mentalmente, Dipper não parava de agradecer o professor e seu pavio curto com fofocas e murmúrios.

A aula não durou muito tempo para acabar, afinal haviam chegado no meio da aula. Logo o sinal da saída soou e a aula havia finalmente acabado. Enquanto Dipper arrumava seu material para poder sair, Mabel o esperava com sua mochila já pronta e em mãos, e conversava com Kimy que também esperava o moreno. Os três saíram juntos, e quando já estavam do lado de fora da escola, encostados no muro conversando, Kimy parou, segurou o braço de Dipper e o olhou nos olhos.

-Dipper, o que você está enrolando para me contar desde ontem?

-Kimy, eu... Eu...

-Dipper, por favor, me fala. –Mabel estava parada ao lado, apenas observando a cena e jurando que ficaria quieta e deixaria Dipper contar a ruiva sobre isso.

-Eu vou falar, só não sei como.

-Seja direto.

-Eu vou me mudar amanhã, hoje é o meu último dia aqui.

-O... O que?

-Amanhã eu me mudo para o Oregon, eu e Mabel vamos nos mudar para a casa dos nossos Tivôs, graças ao divórcio dos nossos pais.

-Dipper, eu... –A expressão de tristeza e confusão no rosto de Kimy foi de apertar o coração, qualquer um que visse o rosto dela agora, se sentiria mal com isso.

-Me desculpe, eu não queria ter que te falar isso, eu vou sentir a sua falta Kimy.

-Dipper... E-eu... –Os olhos da ruiva começaram a lacrimejar, e a culpa que Dipper sentia aumentou. A ruiva o olhava no fundo dos olhos, não desviava o olhar por nenhum segundo.

-K-Kimy?

-Dipper... -A ruiva levou uma das mãos até o rosto de Dipper, e começou a o puxar lentamente para si, parando somente quando estava perto o suficiente do rosto do moreno para conseguir sentir a sua respiração -Leve isso com você –Disse num sussurro enquanto fechava os olhos, quebrando o espaço que ainda havia entre eles, selando seus lábios. Um choque percorreu o corpo de Dipper, mas quando a ruiva pediu passagem isso não o impediu de correspondê-la. Se separaram quando o ar fez falta, arfando e ambos muito, muito, muito vermelhos, e surpreendentemente, Dipper era o mais corado, criando um novo tom de vermelho.

-K-Kimy?!

-Eu... Gosto de você Dipper. Esse é... O meu presente de despedida.

-Mas nós... Provavelmente nunca mais vamos nos ver...

-Eu sei, mas... Eu ainda quis te dar isso. Guarde com carinho.

-E-eu vou. Eu prometo.


Notas Finais


Kimy: https://fefe-2003-fanfics.tumblr.com/post/163883045638/e-essa-%C3%A9-a-kimy-essa-%C3%A9-a-apar%C3%AAncia-da-nossa

Flashback Mabel e Dyllan: https://fefe-2003-fanfics.tumblr.com/post/163884226693/flashback-da-mabel-com-o-dyllan-imagem-feita-no

Só queria explicar uma coisa sobre o flashback: Essa não é nenhuma cena que foi descrita durante o capítulo, mas é uma cena que aconteceu, eu só não quis colocar aí agora, e é principalmente para mostrar a aparência dele.
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AAAAAAAAH EU FINALMENTE FIZ A CENA DO BEIJO DELES
EU TAVA TÃO ANSIOSA PRA FAZER ELA
AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH
EU SÓ QUERIA PULAR PRA ESSA CENA DE UMA VEZ E NÃO FAZER O MEIO DO CAPÍTULO
HASUAHSUAHUSHAUSHUAHSA
EU P R E C I S O VER OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS @U@

Eu percebi que era muito fácil resolver o problema das imagens, era só criar um blog no Tumblr e pegar os links :v
E sobre o que eu falei nas notas iniciais ainda vale: eu não sei se vou conseguir postar nesse domingo.
Eu sei que eu estou falhando com os horários, mas é que é muito difícil pra mim, me desculpem, eu juro que estou me esforçando!

E eu sou péssima com vocês, eu ainda não respondi vários comentários que eu queria responder, que são fantásticos mas eu fico enrolando ;-; *apanha de novo*
Tipo as da FanLI, do Subject17 e da MsSparks, me perdoem gente ; -;

Então, já vou indo, já plantei a semente da polemica de sempre com a Kimy, e é isso ai, não me odeiem, por favor 'u'

Até os comentários, e depois, até o próximo capítulo,
Bye~


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