História Love No Youkai - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Rukia Kuchiki
Tags Fantasia, Gravidez, Ichigo, Princesa, Rukia, Youkai
Exibições 130
Palavras 2.905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura amores!😝

Capítulo 1 - Sangue e gostosuras!


Fanfic / Fanfiction Love No Youkai - Capítulo 1 - Sangue e gostosuras!


Rukia…..

Desde pequena consigo vê-los. Youkais, é assim que os chamam. Não é um dom, mas sim uma maldição da qual não consigo me livrar. Minha vida é resumida a hospitais e constrangimentos horríveis, mas tenho esperança que algum dia tudo acabe. Uma promessa ele me fez, meu amigo de infância me prometeu que tudo iria ficar bem quando voltasse para me buscar. Sim, ele viria me buscar para ser sua princesa. Sua rainha.

Foi isso que ele me confidenciou, naquela tarde antes que saísse da minha vida completamente.

“- Espere por mim Rukia.  – sorriu para mim segurando minha mão com força.  –  Vou voltar assim que puder, vou ficar forte para poder acabar com essas coisas.  –  ele abanou as mãos sobre minha cabeça espantando um youkai que pairava.

–  Vou esperar você. Ichigo-kun!  –  falei entre lágrimas e nariz escorrendo.”

Olhei a professora começar o assunto no quadro e todos automaticamente abriram seus cadernos de forma mecânica. Voltei- me para a janela enojada com a criatura deformada de olhos grandes saltados das órbitas que se arrastava no vidro deixando um rastro de gosma vermelha. Os olhos saltados e vermelhos encaravam-me, percebendo meu enjoo. Levei as mãos para boca tapando-a com força, eu senti algo subir pela minha garganta pedindo para sair. Droga. Sem conter, prostrei-me para baixo deixando tudo sair.

–  Professora.  –  ouvi o garoto da cadeira em frente a minha gritar levantando os pés com rapidez para não sujar o seu sapato. -A Kuchiki vomitou de novo.

A mulher veio correndo ao meu socorro pulando da poça de vômito ao me puxar para longe da nojeira.

–  Vá para a enfermaria agora Kuchiki.  –  ela berrou com as mãos na cabeça e a expressão de nojo hilária. Tirei um pano dos bolsos da saia de pregas e limpei minha boca, saindo da sala.

–  Ela é esquisita, que nojo.  –  ouvi alguém sussurrar ao fechar a porta atrás de mim. O corredor iluminado abrigava muitos desses bichos esquisitos. -Merda! - Senti um calafrio tremer meu corpo. Apressei o passo, queria chegar logo à enfermaria. Precisava de companhia, não podia ficar sozinha por muito tempo, era inevitável algo de ruim me acontecer.

Desci as escadas correndo chegando finalmente ao primeiro andar, faltava algumas portas para chegar finalmente à enfermaria.

–  Kuchiki-san?  –  May se assustou com a minha entrada abrupta quase me jogando sobre ela. May era a nova enfermeira, havia começado aqui na escola a algumas semanas atrás. Ela já me conhecia o suficiente para pensar que minhas faculdades mentais não eram boas.

–  Por que esse espanto May-san?  –  sentei-me na cama fechando a cortina. Controlei minha respiração fechando os olhos com força e rir alto. Deitei quando a vi me oferecer um copo d’água, recusei com um aceno me virando de lado, fitando a parede branca.  –  Tem muitos hoje.  –  sussurrei.

–  Muitos o que Kuchiki-san?  –  ela me perguntou curiosa cruzando os braços e franzindo a testa. Olhei-a de canto olho.

–  Não é nada.  –  falei fria, não queria conversar, minha cabeça começava a latejar.

–  Ok! –  ouvi quando ela fechou a cortina e sair.

Nunca tinha sido assim!  –  pensei, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. Estavam piores hoje, agressivos e estranhamente me afetavam fisicamente. Olhei o curativo no meu dedo indicador na mão direita. Era tudo inédito para mim hoje. Será possível que meu aniversário tinha algo a ver com esses acontecimentos? Pude conviver com essas coisas muito bem até agora. Tinha algo errado.

–  May-san?  –  levantei-me com dificuldade sentindo certa tontura. Não tive resposta dela, eu abri a cortina de uma vez olhando em volta, mas ela não estava ali.  –  Estranho.

Ela nunca saía da sala sem me avisar. Não liguei porque não era obrigação dela me avisar de tudo que iria fazer. Eu sai dali com dificuldade escorando nas paredes.

–  Rukia-chan.

Virei-me para olhar quem me chamava.

–  Você está bem?

–  Estou sim Kai-san. -ele me olhou com pena.

–  Precisa de ajuda?  –  me perguntou segurando minha mão com força. Meu corpo sentiu um choque elétrico. Puxei minha mão da dele sorrindo sem jeito.

–  Não precisa se incomodar Kai-san.  –  falei tentando me afastar, mas ele me bloqueou.  –  Kai-san?

–  Calma Rukia-chan...eu só… -ele gaguejou desviando o olhar do meu. -Por favor venha comigo para o jardim.  –  pediu, eufórico, quase gritando.

–  Okey!  –  eu o segui constrangida com a situação. Omura Kai era o garoto mais popular da escola, seus cabelos escuros e olhos azuis eram exóticos para um japonês comum. Todas tinham certa queda por ele, eu por sinal também estava nessa lista. Chegamos ao jardim na ala botânica da escola, tinha pouca gente ali no momento, todos deveriam estar nos refeitórios duplos. Ele parou repentinamente debaixo de uma árvore sakurá que estava florida cheia de flores rosadas. Kai segurou minhas mãos entre as suas que tremiam um pouco. Meus olhos o fitavam corar. Não, não podia ser! Ele não iria fazer isso.

–  Kuchiki-chan...meus amigos disseram que sou louco por estar tentando te pedir em namoro, mas… -ele coçou a cabeça tímido. Meu coração acelerou. O suor correu frio nas minhas costas.

–  Kai-san...eu não… -tentei dizer algo, mas as palavras faltaram. Ele me olhou esperançoso, pedindo com o olhar que eu o correspondesse.

“Espere por mim Rukia...por que você é a minha…”

A voz dele soou em minha mente alto e bom som.

–  I-Ichigo.  –  sussurrei, soltando a mão quente do Kai, que abaixou a cabeça constrangido.

–  Rukia-chan já gosta de alguém? -perguntou com a voz trêmula, sem me olhar.

–  Não, eu não tenho ninguém. -falei sincera, era verdade. Eu queria esperá-lo, Ichigo. O único que eu queria era ele. Ichigo.

–  Que bom então.  –  sua voz saiu grossa.  –  Assim será mais fácil.

Kai lentamente levantou a cabeça revelando um olhar sombrio. Enfiou a mão direita no bolso da calça xadrez retirando algo pontudo. Me afastei em pânico. Com força ele agarrou meu pulso, marcando minha pele. Puxou meu corpo de encontro ao dele, jogando-me contra o tronco de uma árvore, que tremeu com o choque de meu corpo. Gritei de dor.

–  O que você está fazendo?  –  perguntei atordoada, engatinhando para longe, rasgando os joelhos nos galhos secos.

–  Vem aqui!  –  gritou furioso, agarrando meu cabelo, puxando os fios com força. Meu corpo pendeu para trás. Tentei soltar sua mão em vão.  –  Você será meu lanche.

–  Por favor Kai-san…  –  tentei implorar, mas sua mão esquerda apertou meu pescoço, parando minha respiração por alguns segundos. Suas unhas rasgavam minha carne do pescoço me fazendo ficar de joelhos.  –  Por que está fazendo isso?

–  Não é óbvio?  –  ele gargalhou alto.  –  Vou comer você.

Gritei ao senti-lo rasgar minha coxa. O cheiro de sangue impregnou o ar quente.

–  Droga, superficial demais. –  ele me largou no chão. Minha respiração ofegante ecoou pelo vento, tentei recuperar o fôlego. A garganta ardia e lágrimas molhavam meu rosto quente.  –  Preciso cortar mais fundo.  –  finalmente eu vi o objeto nítido. Era um estilete. Puxou minha mão, virou meu pulso, mirando minha veia pulsar.

–  Não, por favor…  –  minha voz saiu num fio rouco.

–  É seu destino. “Fruto da eternidade”.  –  ele disse, liberando a lâmina que brilhou em contato com os raios do sol.

–  Por favor, alguém me ajuda!-gritei com o fôlego que me restava. Em vão.

–  Pode gritar Kuchiki-chan.  –  seus olhos brilharam em um vermelho assustador.  –  Me certifiquei que ninguém nos incomodasse. Tive a sorte de encontrar você primeiro antes daqueles idiotas. Fruto da eternidade.

–  Do que está...está falando? –  tentei ganhar tempo, pensar em alguma saída. Kai soltou meu pulso e disse.

-Você é comida para nós youkais. A cada cem anos nasce uma humana como você. E se um youkai beber seu sangue ele vive até certa idade.  –  ele falava vitorioso.  –  Se comer sua carne ele viverá pela eternidade, mas se lhe tomar como esposa trará prosperidade ao seu clã.

Com dificuldade e dores excruciantes me levantei sustentando meu corpo com dificuldade. Meus pés bombearam. Fugir! Era a única coisa que passava pela minha cabeça.

–  Na maioria das vezes você é comida.

Suas mãos grandes puxaram meu cabelo, arrancando fios. Eu senti a lâmina fria tocar meu pescoço.

Não! Eu não podia morrer agora. Eu tinha de encontrá-lo tomando o tempo que fosse. Eu esperaria por ele. Ichigo.

–  Pronta para morrer?  –  ele me perguntou, pressionando a lâmina com força.

–  Não... não, ICHIGO!  –  gritei entre lágrimas.

Uma rajada de vento levantou as folhas, agitando a atmosfera sangrenta.

–  Ei!  –  eu senti que Kai se virava bruscamente.  –  Solte ela agora.  –  a voz estranhamente surtiu efeito nele. Seu corpo pareceu tenso contra o meu.

–  Sai fora, essa já tem dono.-Kai gritou nervoso apertando os dedos contra meus cabelos.

Eu ouvi um sorriso alto ecoar pelo vento. Tentei ver quem era, mas Kai me impedia.

–  Solte-a agora.  –  falou autoritário.  –  Rukia é minha noiva.

Meu coração gelou, será que...será que era ele? Ichigo finalmente veio me salvar? Me salve por favor. Ichigo-kun!

                                      

                                        …….. Ichigo……..

Finalmente. Finalmente tudo está nos eixos certos, era chegado a hora de voltar para ela. Rukia. Como seria sua reação afinal? Bom ou ruim? Demorei demais para me preparar, ela estaria me odiando agora.  Ainda conseguia ver seu rosto vermelho pelo choro, as lágrimas rolando pelo seu rosto quando acenava para mim dando adeus.

Tudo estava igual  –  pensei comigo mesmo, andando por aquela casa da minha infância. Abri a porta de correr tendo a visão do jardim onde tanto brinquei com ela. O lago de karpas ainda estava ali muito bem cuidado. Os servos fizeram um bom serviço cuidando desse lugar. Olhei para o sol que nascia iluminando aquele jardim me fazendo lembrar que eu iria vê-la depois de todos esses anos.

–  Kurosaki-sama, tudo está pronto.  –  Hanatarou disse, fazendo uma breve reverência formal. Ele era o único que havia vindo comigo de imediato sem pestanejar, como meu servo particular era seu dever estar onde seu amo está,sempre de prontidão para tudo que eu necessitasse.

–  Obrigado.  –  respondi, logo me virando para olhá-lo.  –  Que horas irei para a escola?

–  Amanhã Kurosaki-sama.  –  gestilhou sorridente.  –  A hime-sama irá ficar muito feliz.

Passei por ele entrando a passadas longas enquanto ele me seguia logo atrás. Abri a porta de correr do quarto tipicamente japonês. Era grande em espaço como eu havia pedido. A decoração neutra me agradava. Uma cama baixa a poucos centímetros do chão coberto por lençóis brancos com detalhes em escuro nas beiradas, um armário grande e lustres antigos de cor vermelha decoradas.

Hanatarou abriu o guarda roupa me tirando um quimono simples com o emblema do meu clã pintado no ombro esquerdo.

–  Esse lhe agrada Kurosaki-sama?  –  perguntou-me, estendendo a roupa a minha frente.

–  Está ótimo.  –  Ele sorriu agradecido.  –  Prepare um banho rápido... quero vê-la antes dela sair para escola.

–  H-Hai Kurosaki-sama.  –  falou calmo se retirando me deixando entre meus pensamentos. Finalmente irei ver aquela cabeça dura. Sorri para mim mesmo começando a me despir.

–  Droga!  –  resmunguei andando até o grande espelho na parede. Franzi a testa ao passar a mão numa cicatriz no meu peito. Era grande o suficiente para chamar a atenção de qualquer um. Soquei a parede. Queria está para ela, para Rukia, eu tinha lido nessas revistas de adolescente que garotas gostam de homens com tudo no lugar, fortes e musculosos. Sem cicatrizes estranhas. Bufei de raiva, tirando o resto do quimono preto.

–  Kurosaki-sama?  –  ouvi hanatarou me chamar do outro lado da porta.  –  O banho está preparado. A Kuchiki-sama sairá para a escola às sete e meia, ainda são seis e meia senhor.

–  Ok, serei breve. - falei enrolando a toalha na cintura cobrindo minha nudez. Podia perfeitamente tomar uma ducha rápida no chuveiro do quarto, mas a fonte termal da casa era a melhor escolha. Iria me acalmar o suficiente para falar com ela. Rukia.

A água estava no ponto certo. Mergulhei a cabeça subindo para pegar fôlego. Rukia, a imagem dela me veio a cabeça, saudade era pouco para descrever o que eu sentia. Estiquei a mão pegando uma pequena caixa de veludo azul, a abri retirando um cordão de ouro com um pequeno pingente em forma de diamante com pequenas pedras de cor negra que brilharam ao meu toque. Ela ia gostar, tenho certeza. Guardei-o de volta saindo da água. Já banhei o suficiente.

Minutos depois lá estava eu encostado no portão ansioso para o nosso reencontro. Lá estava ela. Meu coração acelerou no meu peito, a mão suou de imediato, a boca secou. Merda, eu tinha de tomar coragem. Não sou a porra de homem medroso, muito menos tímido. Essa fase havia passado. Andei até ela.

Seus cabelos finos dançavam ao menor toque do vento, seu corpo era perfeito, pequeno e magro, seios pequenos na medida. Seus olhos...não conseguia ver. De cabeça baixa ela fazia um curativo desleixado no dedo. Finalmente ela levantou o rosto. Sorri bobo olhando aquela pele lisa que me parecia macia ao toque. Faltava apenas uns passos para toca-la.

–  Filha ande logo. - uma mulher gritou para ela ligando o carro logo em seguida. Rukia reclamou e correu agitando a saia curta xadrez em pregas. Abriu a porta do carro com força entrando reclamando sobre algo que não consegui ouvir.

Observei o carro se distanciar.

–  Kuchiki Rukia. -passei as mãos pelos cabelos ainda molhados, bagunçando-os. Observei que o seu cheiro, antes imperceptível estava maior, muito maior. Um calafrio subiu pelo meu pescoço anunciando que algo já estava a espreita-la. O número de youkais havia aumentado drasticamente. Fechei meus olhos para logo abri-lo liberando o ar ao redor revelando os youkais asquerosos naquela rua, grudados em toda parte da casa de Rukia. Fiz um kidou rápido limpando a área em segundos.

Meu peito se apertou. Tinha algo de errado.

Corri para dentro chamando hanatarou.

–  Me prepare uma roupa humana, irei sair agora. Seja rápido.

Hanatarou correu pelo corredor desaparecendo. Estava decidido, eu tinha de averiguar.

Uma hora depois eu a olhei sair da enfermaria. Era o que eu temia. Eles a estavam a afetando, tentando matá-la. Isso explicaria o curativo de hoje de manhã. Eram youkais razoavelmente fortes, nada com o qual eu poderia me preocupar.

–  Mas o que…  –  observei com cautela, ficando em pé no muro alto, escondendo minha presença dos humanos. Ninguém podia me ver.  –  Quem é aquele desgraçado?  –  bufei, estreitando meus olhos. Algo estranho subiu pelo meu peito ardendo como fogo. Ciúme.

Ela o seguia para trás da escola em algo que parecia um jardim. Fechei os punhos irado quando ele lhe segurou as mãos. Ela corou? Merda Rukia.

Me virei para sair, não conseguiria ver mais daquela cena. Ela tinha seguido a vida. Tinha um namorado. Demorei demais. Não era culpa dela, eu que a dei de bandeja para aquele humano idiota e magrelo. Será que ela gostava de homens magros? Droga, até nisso eu errei? Porra, Rukia! - exclamei, tentando conter minha ira.

–  Não... Ichigo!  –  a voz dela soou dentro de mim. Seu grito de dor me acertou como um soco direto no coração.  –  ICHIGO!

Pulei para dentro dos limites da escola e corri até ela. Segui seu cheiro gostoso que logo fora substituído por um cheiro ferroso de sangue. Rukia!

Ainda correndo pude distinguir duas silhuetas uma em pé e outra encostada debilmente em uma cerejeira. Foquei minha visão e chegando perto pude vê-la ser agarrada pelos cabelos com força pelo desgraçado.

–  Ei.  –  falei, chamando a atenção do garoto que se virou revelando olhos vermelhos e dentes pontudos. Um possuído.   –  Solte-a agora.

–  Sai fora! essa já tem dono. -ele apertou o estilete no pescoço alvo dela, enfiando a ponta em sua carne. Vou matar! Matá-lo! A voz soou em minha cabeça. Mate-o Kurosaki!

–  Me salve por favor... Ichigo.  –  ela gritou mais uma vez desistindo. Seu rosto vermelho me fez ficar pior. Era meu dever protegê-la.

– Solte-a agora... é a última vez que te pedirei com educação.  –  falei, me aproximando devagar. Ele estava de certa forma no comando, seu eu fizesse besteira ela poderia morrer.

–  Chegou tarde.  –  ele gritou.

–  Rukia é minha noiva.  –  falei sério. O vento soprou forte agitando as árvores espalhando flores. Ele recuou, jogando-a contra o chão com força. Ela gemeu de dor.  –  Seu miserável!  –  invoquei minha espada com tamanha agilidade o surpreendendo.

–  Uma lâmina negra? - o youkai pareceu cambalear ao sentir minha pressão espiritual. Fraco.  –  Você é um Kurosaki…

Antes que ele terminasse a frase sua cabeça rolou ao chão, cuspindo sangue no ar, manchando o rosto de minha princesa que me olhou assustada, arregalando os olhos azuis violáceos quando eu me aproximei.

–  Por favor... não...não me mate. -ela estava visivelmente em choque, com as mãos em frente o corpo. Praguejei culpando a mim mesmo pelo acontecido.  –  Tenho de viver pelo Ichi... Ichigo.  –  desmaiou sucumbindo as dores e a exaustão.

–  Rukia… me desculpe.  –  abaixei pegando-a no colo com cuidado, não queria fazê-la sentir mais dor. Tinha de curar esses ferimentos.



Continua…….





Notas Finais


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