História Love of Hate - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, One Direction, Paul Wesley
Personagens Barbara Palvin, Louis Tomlinson, Paul Wesley, Personagens Originais
Tags Amor, Ódio, Vingança
Exibições 4
Palavras 1.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei mas cheguei, sinto muito meus amores, meu outro celular queimou e bom deu merda, to estudando feito uma condenada mas ta ai o capítulo♡♡♡

Capítulo 27 - I'll kill you


Fanfic / Fanfiction Love of Hate - Capítulo 27 - I'll kill you

Mayson acordou sentindo uma dor de cabeça um tanto considerável, ainda estava fora de si, sequer conseguia identificar o que era aquilo, piscou algumas vezes e teve a sensação de mãos amarradas com seus pés junto delas.

Acabou por deparar-se com homens encapuzados nos bancos dianteiros, só assim notando que estava dentro de um carro em movimento. Notou também que estava amordaçada. Um dos homens falava ao telefone em uma língua que Mayson não conhecia.

Depois de algum tempo, o carro onde Mayson estava acaba por parar na frente de uma mansão, certamente a maior que nossa garota havia visto na vida! Um homem de cabelos castanhos claros e terno preto passa pela porta e sorri de lado, ao longe a garota pôde ver suas covinhas. Um dos caras encapuzados desce do carro e abre a porta traseira. Segura nos ombros de Mayson e a puxa sem nenhuma delicadeza, arrastando-a pelas escadas. A garota tentava se debater mas era um tanto difícil, o homem de terno simplesmente levantou uma das mãos, deduz-se que ordenando que este parasse, até porque foi o que ele fez, quando o homem de terno finalmente chegou perto deles, tirou da boca de Mayson a mordaça, sorriu e olhou para seu capanga/ serviçal ou seja lá o que eles são, acenando logo em seguida para que o mesmo saísse.

Umedeceu seus lábios e segurou o queixo da garota fixando seus olhos nos dela. Preto no Azul. Seus dedos puderam acariciar a face da garota enquanto a mesma franzia o cenho desejando arduamente chamá-lo por todos os nomes possíveis, mas não tinha certeza se ele entenderia portanto não haveria graça nenhuma falar.

Mas por fim ele se pronunciou, sorriu de lado ao olhar para Mayson com aquela expressão raivosa.

– És realmente mais bela que pensei! Claramente pelo que soube de você, esperava menos. – disse ele

– Ah, mas é mesmo? Bem interessante. Mas isso não me importa! – sorriu cínica – quero mesmo é saber o que estou fazendo aqui! – perguntou entre dentes.

Toda aquela audácia, bem conhecida por nós, fez com que o homem soltasse uma risada alta e fizesse que não com o dedo.

– Não irá demorar muito até que você saiba. – disse soltando as pernas da mesma. – Eu tinha outros planos para você, mas eles acabaram de mudar. – sorriu e segurou a mão da garota a puxando para cima.

[...]

"É claro que tinha uma parte de mim que queria voltar atrás e mudar as coisas. Mas não é assim que a vida funciona. Você não pode voltar atrás. Escolhas foram feitas, e coisas acontecerão por causa delas."

__________________________

Enquanto Mayson permanecia sob os cuidados do rapaz ainda não identificado, Alec buscava uma maneira de ficar calmo. Afinal, ele havia conseguido o que queria, Cleo. Quando Mayson viu aquela cena, Cleo vinha da casa de Louis, de onde havia sido expulsa. Ambos se aborreceram e Cleo acabou tocando e três assuntos delicados. Os senhor e senhora Tomlinson, ela ter ido embora e Mayson tê-lo trocado tão facilmente por Alec, porque ele era fraco.

Ela teria dito mais, mas para Louis aquilo bastava. Foi o suficiente para fazer a mais velha apanhar, ser expulsa e correr para os braços de Alec onde sabia que teria refúgio. E Blaine, por sua vez, quando a viu esqueceu-se da garota, lembrou quando a noite fixou fria demais sem o corpo caloroso dela enquanto dormia com uma pedra de gelo envolvida por seus braços. Enquanto as semanas iam se passando, Alec tentava não se culpar por ter deixado Mayson ir embora, sequer sabia o que havia de ser dela.

Do outro lado da cidade, Louis se sentava na cama de Mayson e idealizava a mesma ainda adormecida como quando chegou ali e então, na cama onde diversas vezes dormir com a garota, adormecia abraçado às roupas dela.

[…]

Após passarem oito semanas, já não aguentando mais, mesmo sabendo que encontraria com Cleo naquele lugar, resolveu se aprontar e ir ao "La Donna" mas não por Cleo, por Mayson.

Alec estava acordando e sorriu ao ver sua "amada" ainda adormecida, Louis adentrava o local, cumprimentando Star e seguindo. Andou até o quarto de Alec e deu dois toquesna porta recebendo um "estou indo" como resposta"

Passado alguns minutos a portase abre revelando Alex.

– O que quer aqui Tomlinson? O que fez com ela não foi o suficiente?

– Apesar de não ter sido mesmo o suficiente, depois de tocar no nome do meu pai e da minha mãe, eu diria que isso não foi nada. Mas eu não vim aqui falar sobre isso, quero saber de Mayson.

Alec perdeu a cor, foi no inferno e voltou. Sequer sabia onde ela estava, e bom se tem uma coisa que o amedronta, é ver Louis apavorado, irritado e preocupado de forma desesperada. Nem se meteria no assunto quanto a Cleo falar sobre certo de que ele faria o mesmo. Mas finalmente o foco era outro, havia voltado para a Mayson e Alec não sabia o que dizer.

– Desaprendeu a falar, Alec?– perguntou Louis impaciente.

– Eu não onde ela está. – disse num sussurro.

– Como é? – disse Louis entre dentes, torcendo para ser mentira, e se arrependendo de ter dito para Mayson que não tinha medos, porque o pior deles estava se realizando.

– EU NÃO SEI, nós brigamos e ela sumiu.

– Por que diabos vocês brigaram? Que horas ela saiu daqui?

– Não, você não entendeu. Na noite anterior a sua briga com Cleo, estávamos eu, uns amigos e a Cleo, bebendo. Mayson estava de cama e eu transei com Cleo, Mayson ouviu por toda a madrugada. No outro dia, eu a encontrei desmaiada numa poça de sangue e quando ela acordou e me viu, ela estava com tanto ódio. Louis, ela se levantou, suja de sangue mesmo, e andou. Eu, mais tarde resolvi ir atrás, mas Cleo chegou me beijou e eu não pude deixá-la, a vi toda machucada mas estava feliz em vê-la. Eu só ouvi o portão bater e entrei, não tinha mais ninguém lá.

– MAYSON ESTÁ DESAPARECIDA HÁ QUASE TRÊS MESES E VOCÊ AINDA TEM CORAGEM DE ME DIZER QUE NÃO FOI ATRÁS OU SEQUER MANDOU ALGUÉM IR, POR CAUSA DESSA VAGABUNDA QUE SÓ TE METE CHIFRE E TE MANIPULA? – respirou fundo – e está dormindo na porra da cama com ela, enquanto Mayson está desaparecida sabe-se lá onde ou com quem E TA MESSA TRANQUILIDADE? VOCÊ TA MALUCO? – disse Louis pronto para partir para cima de Alec.

– NÃO BATE NELE LOUIS. – disse Star revirando os olhos. – parece duas crianças seus idiotas.



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