História Love Of Hunter - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Anjos, Castiel, Dean, Demonios, Destiel, Drama, Gabriel, Hentai, Hot, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Lily Collins, Lucifer, Mistério, Romance, Sam, Supernatural, Taylor Lautner, Winchesters
Exibições 63
Palavras 3.158
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Att em comemoração da nova seasonnnnnn. Quem ai tá ansioso? Mishamigos, eu tô, eu tô e muuuito.

Capítulo 7 - Frontierland


 

— Achei. – disse fechando o diário de Samuel Colt

 

Eles desviaram a atenção dos livros e me olharam. Abri na pagina que falava sobre a Phoenix e li o conteúdo para eles. Dean me olhou sorrindo como uma criança quando ganha doce. Por que eles teriam que voltar no tempo, velho oeste, para ser mais especifica e Dean adora essas coisas. Revirei os olhos sorrindo.

 

— Por mim, tudo bem. – disse dando de ombros.

 

— Certo.

 

Ele se concentrou e rezou a Castiel, do jeito Dean Winchester. Me pergunto o que seria da minha vida sem Dean, tá, ele vacila de vez em quando, mas parece um bebê. Sorri da cara que ele fez depois que encerrou a oração. Ele esperava por Castiel ansioso, mas se decepcionou ao ver uma loira aguada nos olhando da porta.

 

— Castiel...? – perguntei confusa.

 

— Não, Castiel está ocupado. – eu não gosto dessa loira. Seu olhar era de desprezo, nojo, e se meu palpite estiver certo, ela não gosta do Winchester e, consequentemente, de mim. – ele tem mais o que fazer do que ficar fazendo as vontades de garotos mimados, repugnantes, como vocês.

 

— Se empolga não, fofa. – disse com desdém. Ela me olhou irritada.

 

— Castiel pega ela? – Dean sussurrou para Sam.

 

A mulher lhe lançou um olhar mortal, fazendo Dean, arquear as sobrancelhas com ironia.

 

— Credo, Dean, não ofenda meu bebê de tal forma. – disse. A mulher veio em minha direção em fúria. Lhe lancei um olhar transmitindo calma, por algum motivo, ela parou de andar e me olhou com serenidade.

 

— Rachel. Chega. – Castiel disse surgindo atrás dela.

 

— Mas Castiel... – ela tentou protestar.

 

— Eu cuido deles, não se preocupe.

 

Os meninos explicaram o plano a Castiel e eu fiquei na minha, não estou me sentindo muito bem. Castiel concordou numa boa, mas só podia lhes dar 24h, mais um motivo para eu não ir.

 

— Eu não vou. – disse entediada.

 

— Por quê? – Sam perguntou.

 

— Por que não quero.

 

“O...que houve?”

 

Me sinto cansada, Nevy. Não estou me sentindo bem e meu humor está um cu.

 

— Está me ouvindo? – Dean perguntou estalando os dedos na minha frente.

 

— Estou, vão vocês. Castiel não esta nos melhores dias, um a menos deve facilitar o trabalho.

 

Eles pareciam pensar. Esses meninos só tem beleza. Eles aceitaram numa “boa”. Castiel foi dar uma volta pelo céu e Dean saiu sem dizer para onde ia. Fui para a cozinha fazer algo para comer.

 

— Você está bem? – Bobby disse brotando do além.

 

— Ai! – disse colocando a mão no peito – você me assustou, Singer.

 

— Singer? – perguntou arqueando as sobrancelhas desviando a atenção para meu antebraço. – onde conseguiu isso?

 

— Me queimei outro dia.

 

— Isso eu sei. Perguntei onde.

 

— Numa panela de água quente, Bob. – disse revirando os olhos.

 

“Está escondendo algo?”

 

Não.

 

“Deve me preocupar?”

 

Não, Dean Winchester. Bobby me olhou por mais algum tempo. Subi para o meu quarto, peguei meu celular, meus fones e me joguei no velho sofá que tinha ali. Ouvi batidas na porta, não dei atenção.

 

— Educação mandou oi. – Sam disse entrando. Ah, que ótimo. – o que está rolando?

 

— Nada. – disse tirando os fones. Ele se posicionou no meio de minhas pernas. Entrelacei minhas pernas em sua cintura.

 

— Tem certeza?

 

— Sim. – disse seca.

 

— E por que está tão seca?

 

— Porque não sou rio para estar molhada. – disse irritada.

 

Ele revirou os olhos e me deu um selinho longo. Não estou com paciência nem para ele. Me encarou franzindo o cenho, apenas revirei os olhos.

 

— Você tem algo sim. – disse se sentando em cima de meus pés, minhas pernas não estavam mais entrelaçados em sua cintura.

 

— Tá doendo, filho da puta. – ele riu. Aquilo não era engraçado. Ele se levantou o suficiente para eu tirar meus pés de lá e me sentar.

 

Bufei completamente irritada. Mas que merda está acontecendo comigo? Eu estava “ótima” até ontem. Tá, tudo bem que esses pesadelos veem acabando comigo de um jeito que eu não consigo explicar.

Nevy você está bem?

 

— Quer me dizer o que está rolando? Nós vamos sair e eu não quero deixar você desse jeito.

 

— Desculpe-me, papai.

 

Levantei-me dali com certa dificuldade, já que uma dor de cabeça, seguida de uma puta tontura resolveu me atingir. Me apoiei em algo que encontrei por perto e apertei os olhos com força. Nevy?

 

“E-u não estou con... seguindo me manter por perto.”

 

A dor de cabeça aumentou e eu apertei meus olhos ainda mais. Senti minha cabeça girar, abri os olhos vendo apenas borrão na minha frente. Os braços de Sam rodearam minhas pernas, em seguida me pegou pela cintura.

 

P.O.V. Sam Winchester;

 

 

O que estava acontecendo com ela? Durante toda essa semanada estive analisando-a, no dia-a-dia e quando ela ia dormir. Algo a perturbava, mas o que? Coloquei deitada na cama, analisando o seu antebraço, havia uma queimadura ali.

 

— Bobby! – gritei.

 

Ouvi fortes pisadas na escada, não demorou muito e Bobby entrou no quarto com sua arma. Ele olhou assustado para os lados e ficou pálido ao ver Alyssa deitada na cama. A essa altura a mesma já estava branca demais.

 

— O que aconteceu, Sam? – disse indo até ela.

 

— Eu não sei, nós estávamos conversando e ai, ela ficou mal.

 

— Bosta. – sussurrou indo até o pulso dela. – ela está fraca. Precisamos leva-la a um hospital.

 

— Talvez não resolva. Precisamos de Castiel.

 

— Precisam de ajuda, rapazes? – Me virei encontrando Crowley a minha frente.

 

— Não de você. – Bobby respondeu firme.

 

— Mas como não me importo, vou ajudar. – ele sumiu da porta, aparecendo ao lado de Alyssa. – o que aconteceu aqui?

 

Ele se aproximou e colocou a mão sobre a testa de Alyssa. A expressão era seria, ele se sentou ao lado dela e fechou os olhos. Não demorou muito e ela abriu os olhos devagar. Sua expressão foi de susto ao ver Crowley ao seu lado.

 

P.O.V. Alyssa Parker;

 

É muita audácia dessa barata desprezível aparecer aqui, isso tudo depois do que ele fez, depois de sequestrar meu pai e me ameaçar! Me levantei rapidamente subindo em cima dele.

 

— Sua barata desprezível dos infernos – esbravejei distribuindo tapas por seu rosto.

 

— De nada por salvar sua vida.

 

O olhei com ódio, apertando seu pescoço com certa força. Ele começou a dar tapas em meus braços, a única coisa que eu queria era matar esse demônio de vez. Senti braços me puxarem pela cintura, comecei a me debater tentando me soltar. Crowley se levantou e me encarou com raiva, consegui me soltar e fui novamente para cima dele, arremessando ele na parede.

 

— Winchester. – ele gritou. – controle seu animal!

 

Ele disse aquilo e só aumentou minha raiva. Eu não tive tempo de torturar ele, mas agora eu vou quebrar a cara dele. O joguei no chão, distribuindo socos por todo seu rosto.

 

— Não se mexa. – disse e ele fez.

 

Comecei a socar toda sua cara, estava começado a me cansar, o sangue jorrava por seu nariz, mas aquilo me estimulava a bater mais nele. Os braços de Sam me rodearam novamente e me puxou para mais perto dele. Arfei ofegante, olhando Crowley com muito, muito ódio.

 

— Eu venho aqui salvar sua vida e é assim que me agradece? Mal agradecida.

 

Rosnei, ameaçando ir para cima dele novamente, mas Bobby apareceu na minha frente. Seu olhar era serenidade. Respirei fundo, absorvendo toda a calma dele.

 

— Me solte. – disse mais calma.

 

— Está mais calma? – Sam perguntou. Apenas assenti. – eu acho melhor você ir, Crowley.

 

— Daqui eu não saio.

 

— Não me faça perder o fiasco de paciência que me restou, MacLeod. – ele me encarou arqueando as sobrancelhas. Ameacei ir para cima dele, mas Sam me segurou.

 

— Eu salvo sua vida e é assim que me agradece?

 

— Pro inferno. – disse me soltando dos braços de Sam e saindo de dentro do quarto.

 

“Ly...ssa.”

 

— Nevy?

 

“E-eu... estou fraca.”

 

Senti minhas pernas desequilibrarem. Apoiei-me no corrimão da escada descendo lentamente. Isso tem haver com essas coisas que estou sentindo? A irritação, o cansaço?

 

“Eu ach...”

 

Nevy? Oh, porra. Merda, merda, merda. O que eu vou fazer agora? Não faço ideia de como ajudar ela. Apertei os olhos com força, sentindo minha cabeça latejar.

 

— Lyssa? – a voz doce do anjo ecoou pela cozinha. Ele se aproximou e tocou minha testa – você está fedendo a demônio.

 

— Muito obrigado – disse irônica. Peguei a garrafa de cerveja e fui para a sala, me jogando no sofá.

 

Castiel veio até mim e se sentou no sofá em que eu estava deitada. Ele me encarou daquele jeito fofo, isso às vezes me incomoda, é como se ele estivesse numa tentativa falha de invadir minha cabeça. Peguei a garrafa e coloquei na testa, fechando os olhos.

 

— Você está bem? – Abri o olho esquerdo analisando o individuo a minha frente. Ele estava com uma expressão extremamente fofa, suas sobrancelhas estava baixa. Seu olhar era sereno e preocupado.

 

— Estou bebê. – sorri. Ele sorriu revirando os olhos e levou um leve tapa nas costas – já devia ter acostumado

 

O barulho de passos na escada chamou minha atenção, olhei para ela vendo Sam, Bobby e Crowley descer. O que ele ainda faz aqui? Castiel o encarou confuso e ele apenas arqueou as sobrancelhas.

 

(...)

 

Dean chegou com umas roupas ridículas de velho oeste. Graças a Deus, eu não vou. Depois de muito insistir Sam topou coloca-la, até que ele ficou sexy. Eu subi para o meu quarto depois que percebi que Crowley permanecia ali, Dean estava tão entusiasmado que nem ligou o fato DELE ESTAR ALI.

 

— Por que essa barata ainda está aqui? – perguntei.

 

— Os bichinhos não têm culpa da merda que Crowley é não os compare. – Bobby disse de uma maneira fofa

 

— Finjam que não estou aqui. – disse visivelmente irritado

 

— Você não devia nem estar aqui. – disse me sentando ao lado de Castiel, o encarando com indiferença.

 

Ele nada falou apenas estalou os dedos e saiu dali. Desci lá para baixo junto dos meninos e de Cas, Sam não estava nada feliz, eu também não estaria se estivesse usando essas roupas. Ele me olhou irritado, pela milésima vez, por eu estar rindo da cara dele, apenas lhe mandei um beijo. Ele se levantou do outro sofá e veio em minha direção. Estou fodida.

 

— Você está muito calada. – ele disse se sentando ao meu lado.

 

— Impressão sua, Sammyço.

 

— Não é o que parece.

 

— Se foder. – Me levantei do sofá, mas ele me segurou pelo braço e me puxou, fazendo-me sentar em seu colo. Tentei me levantar, mas ele me segurou pela cintura. – me solte.

 

— Não ganho beijo de despedida? – a essa altura, Dean, Cas e Bobby tinham ido para o além.

 

— Podem nos ver, imbecil.

 

— E qual o problema? – me olhou sorrindo malicioso.

 

Adentrei meus dedos no cabelo dele, puxando sua cabeça para perto de mim levemente. Iniciamos um beijo calmo, mas intenso. Sam encerrou o beijo com selinhos e nos encaramos por um longo tempo até ouvir o barulho do que parecia ser tosse. Sam olhou para trás de mim com olhar de surpreso meio assustado, presumi ser Castiel, aquele barulho era inconfundível. Saí de cima do colo de Sam e encarei o anjo a minha frente. Aquilo era... Ciúme.

 

— Eu disse. – sussurrei para Sam, que apenas riu.

 

Dean apareceu na porta, impedindo Castiel de falar qualquer coisa. A expressão de Dean é épica, ele parece uma criança que acabou de ganhar um cupom da sua loja preferida de doce. Falaram mais algumas coisas até Bobby chegar na sala. Castiel colocou os braços no ombro de cada um e sumiu com eles. Bobby se sentou na cadeira e me olhou. Ele queria saber sobre Nevy, tenho certeza.

 

— Pergunte logo Singer.

 

— O-que? Como sabia.

 

— Bom, não precisa perguntar, eu sei o que você quer saber. É complicado, mas há algum tempo, antes dos portões do inferno, eu ouvi uma voz estranha, achei ser só coisa de minha cabeça, mas não era, porque ela me mandava fazer as coisas, no sentido bom, claro. – ele me olhou por algum tempo tentando absorver tudo aquilo – bom, eu sei que parece louco, mas eu consegui esconder isso por algum tempo, mas tudo ficou fora de controle pois dava alguns deslizes as vezes.

 

— Sam e Dean descobriram?

 

— Quase isso, eu contei a eles porque estava cansada, a parte mais difícil era contar a você e eu ia fazer isso, só faltava à coragem chegar, até semana passada, quando você descobriu.

 

— Foi totalmente louco... – ele disse incerto – sabe, ver você se levantar dizendo que era Nevy, depois aquela luz branca entrar na sua boca e depois sair. Não tem muito o que falar.

 

— Realmente – sorri. Ele sorriu de um jeito amigável e me puxou até ele me dando um longo abraço.

 

Me separei dele ao ouvir barulhos de asas. Me virei para trás encontrando Castiel totalmente acabado, fui até ele de o ajudei a sentar no sofá. Tinha sangue em todo seu nariz, o cansaço estava estampado na cara dele. Ele tentou se levantar diversas vezes, mas eu não deixei.

 

— Você vai descansar!

 

Ele me olhou irritada, mas logo se rendeu e deitou-se. Bom para ele. Fui até a cozinha fazer algo para ele comer, fiz uma tigela de sopa e levei até Castiel que estava cochilando. Ele ronca que gracinha. Já citei que ele parece um bebê? Ele parece. Cutuquei ele duas vezes, o suficiente para ele acordar e lhe dei a sopa. Eu trato ele como um bebê, meu deus!

 

— Eu sei tomar sozinho. – disse rindo.

 

— Problema seu, agora cala essa boca e deixa eu terminar de dar a sopa.

 

(...)

 

 

Castiel ainda estava dormindo no sofá, que era muito pequeno para ele. Ele roncava, ficava ainda mais fofo ainda. Estava jogada na poltrona lendo um livre velho sobre armas angelicais que nunca foram faladas, não descreve nenhuma delas, mas falam de possíveis armas criadas para grandes coisas, nem mesmo os “profetas” se é que existem, sabem da existência delas, esse livro é apenas relatos de um idiota que tem “motivos” para saber da existência delas.

Bobby chegou na sala comendo uma tigela de cereais, a saúde dele deve ser incrível. Ele me olhou curioso e eu apenas larguei o livro na mesa.

 

— Por que tu tem uma porcaria dessas? – apontei para o livro.

 

— Ora, você tem aquela porcaria – apontou para Castiel.

 

— Como se atreve? – perguntei chocada.

 

— Eu estava zoando, apenas – riu.

 

Ele foi até o anjo e o chacoalhou levemente, tentei protestar, mas Bobby me ignorou. Eles discutiram sobre Castiel estar fraco demais para trazer Bobby, a questão, é que ele tem que tocar a alma de um humano para se fortalecer. Bobby se ofereceu, mas eu o impedi. Não é por nada, mas eu tenho mais chances de sobreviver do que ele. Sem ofensa. A verdade é que eu queria saber qual a sensação, eu vi ele tocar Sam e aquilo me excitou, sei lá, acho que sou doente. Saudades de Nevy, ela me zoaria de masoquista ou algo do tipo.

 

— Sei exatamente o que está pensando. – ele disse. – mas eu posso fazer isso.

 

— Deixe de ser chato – sorri feito criança – eu posso fazer isso.

 

Ele suspirou aceitando numa boa, sorri, apenas. Me sentei na cadeira, vendo Castiel ajeitar a manga do sobretudo, no seu braço esquerdo. Ele começou a tirar a gravata e ele podia fazer um stip aqui mesmo. Jesus o que estou pensando.

 

— Acho melhor morder isso – ele colocou a gravata na minha boca e em nenhum momento desviei o olhar do dele.

 

[~]

 

O que está acontecendo comigo? Fui de mal humorada, para tarada nível hard. Aquilo não podia doer tanto. Ele perguntou se eu estava prepara, apenas assenti. Castiel me olhou inseguro, apenas assenti levemente. Ele se apoiou no meu ombro e com a mão livre ele a enfiou na minha barriga. Eu pensei que não doeria tanto, mas era horrível, era algo agonizante. Meus gritos eram abafados pela gravata. Me lembrem de nunca mais fazer isso. A dor é uma horrível.

Ele tirou sua mão lentamente olhando para mim preocupado. Respirei ofegante quando ele tirou sua mão. Ele ajeitou as mangas do sobretudo e me encarou preocupado.

 

— Estou bem, Castiel.

 

— Certo. – desviou o olhar para Bobby – acho que posso ir busca-los.

 

 

Bobby assentiu e eu me joguei no sofá, relaxando. Estou me sentindo estranha, é como se faltasse algo dentro de mim. Isso parece quando Sam estava sem alma. Olhei para Castiel antes de ele ir, eu queria perguntar, mas não podia. Eu preciso falar com ele. Ele assentiu, apenas. O encarei confusa e ele sumiu, reaparecendo depois com os meninos. A expressão deles era de desapontamento e surpresa.

 

— Não, não – Dean murmurou.

 

— Onde estão as cinzas? – Bobby perguntou depois que eles se levantaram.

 

— Não deu tempo pegar.

 

— Isso é serio? – perguntei chocada – vocês lá para nada?

 

A campainha tocou, impedindo qualquer de responder. Sam foi abrir e enrolou algum tempo por lá. Eles foram lá para nada, se não conseguiram as cinzas, não adianta nada. Sam voltou com uma caixa velha, muito velha.

 

— Quem mandou? – perguntei.

 

Ele apenas fez uma cara de “sei lá” e foi abrir a caixa. Tinha palha dentro e algumas coisas que não fiz questão de ver o que era. Ele pegou um papel que tinha lá e leu para ele mesmo. Sorriu para mim e eu fiquei sem entender.

 

— Não fomos para nada. – disse confiante

 

(...)

 

Acabei de tomar meu banho e saí do banheiro enxugando os cabelos. Tirei a toalha do meu corpo e a joguei em cima da cama. Já era tarde e eu queria muito dormir. Peguei uma blusa grande que tinha dentro da mala e me deitei. Já que sairíamos amanhã para matar Eve, tinha feito à mala. Respirei fundo, sentindo a estranha sensação de faltar algo dentro de mim. [~]

 

— Oi – Sam sussurrou em meu ouvido, mordendo o lóbulo de minha orelha. Fechei os olhos sentindo a excitação me consumir.

 

Me virei para ele, colocando meus braços em volta do seu pescoço. Ele me segurou pela cintura e iniciou um beijo calmo, mas logo depois evoluiu para selvagem. Senti o macio da cama em minhas costas. Sam direcionou seus dedos até meu sexo e começou a brincar com ele, seus dedos faziam movimentos circulares em meu clitóris, me deixando extasiada.

 

— Sam – disse manhosa. – me fode logo.

 

— Nem precisa pedir duas vezes.

 

Abri os olhos vendo Sam tirar sua cueca, seu pau saltou para fora. Ele subiu em cima de mim e entrelaçou minhas pernas em sua cintura, gemi ao sentir a cabeça de seu membro em contato com minha entrada. Ele me penetrou forte, contive um alto gemido, não queria que alguém nos escutasse. Suas estocadas eram fortes e fundas, me deixando completamente molhada. Arranhei suas costas, fazendo-o arfar. Ele soltou um gemido rouco, estava quase gozando. Inverti as posições, deixando-o deitado, comecei a cavalgar e rebolar em cima de seu pau, ele apertou minha cintura com força e me estimulou a ir mais rápido. Senti minha intimidade se apertar em volta de seu pau, gemi alto sentindo meu ápice chegando mais algumas estocadas e Sam também gozou, me joguei ofegante na cama, me aconchegando nos braços dele. Odeio esse menino!


Notas Finais


Vão lá no twitter tá rolando uma tagzinha "SPN TODAY" JÁ APROVEITEM E ME SIGAM @PudeanPotter, apareçam lá já que não aparecem aqui, ou não...
Eu só queria dizer que eu não pretendia mandar Alyssa junto com eles mesmo. Hoje ia ter att dupla, mas eu enrolei e não escrevi o outro cap ontem, mas se acabar a tempo, posto ainda hoje


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