História Love Of Hunter - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Anjos, Castiel, Dean, Demonios, Destiel, Drama, Gabriel, Hentai, Hot, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Lily Collins, Lucifer, Mistério, Romance, Sam, Supernatural, Taylor Lautner, Winchesters
Exibições 34
Palavras 2.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O.k, eu demorei um pouco, mas é que eu pisquei e já tinha se passado mais de uma semana, sério, o site é doido.
Boa leitura.

Capítulo 9 - S01EP09


Eu não podia, EU NÃO QUERIA ACREDITAR, que Castiel havia nos “traído”, bom, eu não sei se essa seria a palavra certa para descrever o que ele fez. Apertei os olhos tentando controlar as lagrimas. Ouvi a porta do quarto, ser aberta, mas não dei atenção, devia ser Bobby, tentando me fazer comer, mas eu não queria, não estava com fome.

 

— Hey. – disse se sentando na cama. Me virei para olha-lo. Seu sorriso sereno me fazia absorver toda àquela calma. – não vai comer?

 

— Não estou com fome, Sam. – ele sentou encostado na cabeceira da cama e esticou sua mão pra mim.

 

— Vem cá. – me levantei devagar sentando em seu colo. Ele colocou suas mãos na minha cintura, me dando um beijo calmo em seguida. – nós também estamos mal por causa do Castiel, mas você precisa comer.

 

Eu não queria discutir com ele, já estava cansada de todas essas brigas. Fui até a pequena bandeja, tinha um copo com suco de goiaba, torrada com nutella e um pedaço de bolo de chocolate. Peguei a torrada mordendo um pedaço e tomando um gole do suco, mas meu estomago não aceita a comida e eu, simplesmente coloco tudo no lugar.

 

— Não consigo. – suspirei. Comer é uma coisa que eu gosto muito e nem isso estou conseguindo fazer. Mas que droga! Se Castiel respondesse minhas orações, eu ficaria feliz, claro, que com tudo o que ele fez, eu ainda estou um pouco bolada. Mas PENSEM; se vocês precisassem disso para proteger sua nação de um arcanjo idiota sem escrúpulos, vocês fariam, independe de quem vocês precisassem se aliar para fazer isso, ele só estava confuso. – Sam...

 

— Alyssa, não tente tocar nesse assunto de novo.

 

— Tudo bem, ninguém nunca me escuta nessa porra.

 

Levantei da cama saindo pela porta, batendo a mesma com força. Desci pelas escadas pisando duro no chão. Dean estava jogado no velho sofá, bebendo.

 

— Resolveu descer?

 

— Se foder.

 

Abri a porta e saí para o ferro velho. Qual é. Eles vacilam o tempo todo comigo e eu sempre perdoo eles, por que não podem fazer isso com o Cas? Peguei um velho taco de beisebol e acertei um velho Galaxy que tinha ali, não me preocupei em olhar os outros detalhes, só queria descontar minha raiva. Primeiro o capô, depois os vidros, até o carro ficar completamente um bagaço. Permite-me chorar, era disso o que precisava.

Me sentei no chão com os joelhos para cima e deitei minha cabeça no mesmo. Por que eles tinham que ser assim? Alguém tocou minha cabeça. Levantei os olhos devagar e encontrei Sam.

 

— Ei.

 

Ele me levantou calmamente segurando minhas mãos e me abraçou. Estava parecendo que alguém tinha morrido, mas eu estou mal, não sei por que isso me afetou tanto. Eu acho que eu considerava Castiel como um filho, mas chega a ser estranho, porque ele tem milhões de anos.

 

— Alyssa. Eu sei o que você ia propor, mas entenda que ele nos magoou. Nós também sentimos falta dele, mas você tem que ver o que ele fez. – me soltei rapidamente dos seus braços.

 

 — Eu entendo, Samuel, entendo muito bem o que ele fez, sei que foi errado, mas poxa, e todas as vezes que vocês me magoaram? Eu perdoei vocês.

 

— Mas é diferente.

 

— Você me abandou por um demônio, não vejo muita diferença – ele se calou, não tinha o que falar – ele não sabe o que está fazendo, ele só está tentando proteger a nação dele.

 

— Mas ele podia ter nos procurado! – gritou bravo.

 

— E o que nós podíamos fazer? – meu tom de voz era calmo, mas firme – me fala; o que nós, quatro mortais, podíamos fazer? Nada, Sammy, não podia e nem podemos fazer nada.

 

— Tentaríamos, pelo menos. – ele ainda estava exaltado.

 

— E falharíamos, estamos falando de Raphael, o arcanjo. Qual é. Um estalar de dedos e nós sumiríamos da face da terra.

 

— Mesmo assim, nós íamos dar um jeito, sempre damos!

 

— Mas nem sempre fazem a coisa certa, estão sempre preocupados com vocês, no que tudo isso causou a vocês, mas nem se dão conta de que ele fez isso para o bem de vocês ao mesmo tempo! Você sabe que se Raphael assumir o controle do céu, seria um caos total, enquanto vocês estão aí, preocupados com o cu de vocês e em aumentar a raiva por Castiel, ele está lutando contra um arcanjo, um ARCANJO. Que é 10x mais forte que ele, isso para nos proteger, e proteger o mundo onde vivemos. – parei para encara-lo e respirar um pouco. – mesmo se tentássemos, nós acabaríamos mortos. De qualquer forma, não ajudaríamos muito.

 

Dei um sorriso de canto e saí de lá, encontrando Dean parado, depois de um carro. Ouvindo conversa dos outros? Bonito, que bonito hein. O encarei, ele permaneceu me olhando por mais algum tempo, até eu sair de lá. Entrei calmamente encontrando Bobby na cozinha, com uma bacia de cereais na mão. Me senti fraca por algum tempo e a sensação de estar caindo tomou conta de mim.

 

— Lyssa. – ele sussurrou. A imagem de Bobby aos poucos ia se desvaindo. Tudo ficou escuro.

 

(...)

 

— Eu errei – ouvi a voz de Sam longe – eu sempre erro, principalmente com você... Se eu soubesse que tudo isso aconteceria, que eu sentiria essas coisas por vocês, coisas que nem eu consigo explicar.

 

— Até parece que eu vou morrer. – sorri. Abri meus olhos devagar e olhei ao redor. – por que estou num hospital?

 

— Estávamos perdendo você. – ele desviou o olhar por uma fração de segundos – como consegue? Digo, quase morrer sempre que pode e voltar como se nada tivesse acontecido?

 

— Eu lá sei. Sei lá, Deus me ama – sorri. Ele sorriu de volta. A porta se abriu Dean e Bobby, entraram por ela. Dean tinha o olhar serio e Bobby preocupado. Uma figura usando sobre tudo apareceu na porta, sorrindo para mim.

 

Me Levantei rapidamente esquecendo o soro que tinha no meu braço e sangue... Por que tinha sangue? Pulei no pescoço de Castiel com os olhos marejando.

 

— Cas...

 

Ele retribuiu o abraço me apertando forte contra ele. Ele afagou meus cabelos calmamente e me olhou sorrindo depois que desfizemos o abraço. Seu olhar era triste, preocupado, alegre. Um turbilhão de coisas.

 

— Senti sua falta, bebê.

 

— Eu também.

 

— Meu Deus, é você mesmo?! – perguntei analisando cada parte do rosto dele.

 

— Eu estou bem, só me acostumei com isso. – ele desviou o olhar e suspirou triste olhando para trás. – escute, eu preciso ir ok? Mas volto assim que der.

 

— Ok. – bufei irritada e agarrei seu peito, ele deitou a cabeça dele sobre a minha e depois me deu um pequeno beijo na testa – credo. Não estou acostumada com você desse jeito.

 

Dei um pequeno beijo na bochecha dele e logo ele sumiu. Merda. Virei-me para trás. Dean me encarava desapontando, se ele acha que eu iria ter toda a raiva que ele tinha, estava muito engado. Eu sou muito amorzinho para ficar com raiva de alguém. Bobby não me encarava ele olhava uma revista qualquer e Sam... Possessivo sim ou claro?

 

“Todas as opções anteriores.”

 

 

Com certeza. Voltei para a cama e me sentei nela, me sentia incrivelmente bem. Amém Castiel. Sam me encarou, mas eu só baguncei seus cabelos.

 

— Vejo que já se sente bem. – um homem de jaleco branco e com uma prancheta na mão disse.

 

(...)

 

Sair do hospital não foi nada fácil, ele queria me deixar por mais tempo, eu tinha quase morrido era normal que ele quisesse isso, mas graças a algumas macumbas do velho Singer eu consegui sair, odeio hospital, não aguentaria ficar lá por mais tempo. Bobby estava estacionando o carro, preferi voltar com ele, já que os irmãos Winchesbobos estavam de cara feia. Quando ele parou eu saí correndo do carro, meu apetite tinha voltado. Corri para a cozinha e encontrei pizza lá.

 

— Pedi pra trazerem. – Sam disse se sentando na cadeira.

 

Murmurei um obrigado e comecei a comer. Dean entrou na cozinha e conversava algo com Sam, parei de ouvir a partir do momento em que ele pronunciou “Lisa”, nada contra né, mas ele me deixou só por ela, e, sinceramente, ele só bagunça a vida dessa menina.

 

— Você vem? – ele perguntou.

 

— Melhor não – Bobby disse surgindo na cozinha – ela está fraca o medico recomendou repouso.

 

— Tem razão. Eu preciso ir logo, Ben me deixou preocupado.

 

Olhei ao redor e só então percebi que Sam não estava mais ali. Larguei o pedaço da pizza lá e fui atrás dele, ele estava em seu quarto arrumando a mala. Dei duas leves batidas e entrei mesmo assim. Ele me encarou por alguns segundos, mas depois ele desviou. Fui até ele e o encarei.

 

— Quer parar?

 

— Não estou dizendo nada.

 

— Mas está aí, todo cheio de chilique. – ele revirou os olhos, me segurei para não dar na cara dele.

 

“Quebra a cara dele, miga.”

 

Cala essa boca.

 

— Samuel. – peguei as roupas das mãos deles e joguei no chão.

 

 

— Por que fez isso? – ele tentava manter a calma, mas não estava dando certo.

 

— Você vai fazer a famosa glicose anal até quando? Pelo amor do santo Deus, não me enrola dizendo que tu não tem nada, porque tu tem sim!

 

— Okay. – respirou fundo – vocêdamaisatençãoaqualquerpessoamenospramim.

 

— Hein? – ele falou tudo tão rápido que eu tive dificuldade pra entender, mas associei as coisas. Virei ele pra mim e o joguei em cima da cama, subindo em cima dele. – Dramático. É claro que eu dou atenção pra você, não fale besteiras.

 

Depositei um beijo calmo em seus lábios, ele me olhou depois, seu olhar não transmitia mais tanto ciúme. Dei um selinho rápido nele, porque Dean abriu a porta e nos viu num momento trágico. Traumatizamos o garoto, mentira, não estava fazendo nada demais, estava apenas beijando ele. [N/A: aquela carínea]

Sam saiu com sua mala em seguida e eu me joguei na cama. Fechei os olhos tentando relaxar um pouco. Em vão, algo me angustiava e eu não sabia o que era. Me levantei por fim e fui tomar um banho. Senti uma certa ardência abaixo do peito, olhei o que era mais não havia nada lá. Terminei meu banho e saí pegando a primeira roupa que vi. Me deitei na cama e acabei dormindo.

 

[...]

 

Havia algo de errado comigo, não comigo, bem, é como se fosse, a verdade é que eu estava com uma sensação estranha. Levantei-me coçando meus olhos e desci as escadas. Hum. Muito estranho.

 

— Bobby...? – chamei, sem respostas – Singer?

 

Desci todos os degraus olhando em volta. Nada. Estava parecendo filme de terror. Andei pela sala e não tinha nada também. Fui até a porta da cozinha e vi pés no chão. Bosta. Peguei uma barra de ferro do lado e entrei na cozinha. Tinha um Bobby com uma faixa na cabeça e uma moça com os cabelos cobrindo a cara parada na porta. A ardência em baixo do peito aumentou e por incrível coincidência ela estava com um pequeno-nem-tão-pequeno assim, sangramento embaixo do peito. Mirei a barra de ferro pra ela e parei ali mesmo.

 

— Ele está bem.

 

— Nevy? Sua cretina, o que aconteceu com você?

 

— Um tiro aconteceu comigo.

 

Fui até ela a ajudando a se equilibrar direito. Seus olhos estavam baixos e um pouco sem vida, uma fraqueza estranha tomou conta do meu corpo. A mesma sensação que eu senti a primeira vez que nos vimos, eu tive agora, mais a falta de algo dentro de mim, mais ardência embaixo do peito, igual a: O QUE CARALHOS ESTÁ ACONTECENDO COMIGO?

Ajudei ela com um curativo, mas antes tentei acordar Bobby, em vão. O levei até o quarto e deixei ele deitado na cama, não sei de onde eu tirei aquela força.

Enfiei a agulha com a linha pelo corte mais uma vez, fazendo-a soltar um pequeno gemido por conta da dor. Okay. O gemido dela foi extremamente sexy, tenho que admitir...

 

— Meu Deus do céu. – reclamou pela milésima vez – pegue leve, eu tive que lutar com um Bobby Singer enquanto sangrava feito uma louca.

 

Revirei os olhos também pela milésima vez. Enfiei a agulha uma ultima vez e depois joguei um pouco de bebida em cima. Ela trincou os dentes por conta da dor e me deu um tapa.

 

— De nada. – revirei meus olhos.

 

“Impressão minha ou...”

 

A olhei confusa e, ela me encarou assustada. Ao que parece eu tenho acesso aos pensamentos dela. Arqueie a sobrancelha. Ela apenas revirou os olhos.

 

— Ou...? – insisti.

 

— Está... – ela bufou.

 

— Rolando um clima? Deixe de bobagem, mas até que você é gostosinha.

 

Ela arqueou as sobrancelhas e sorriu travessa. Revirei os olhos apenas. Continuamos conversando por mais algum tempo até Bobby acordar e descer. Eles conversaram e Bobby parecia à vontade.

 

— Só tô tentando dizer que não precisa me acertar com aquele vaso. Doeu – esse merece o drama do ano.

 

Revirei os olhos pela milésima vez e fui até a cozinha fazer algo para comer. Dean. De repente ele me veio à cabeça... Uma sensação estranha tomou conta do meu corpo. Bobby e Nevy riam de algo na sala, ignorei. Peguei meu celular e disquei o número de Dean. Deixe seu recado...

 

— Uh, oi. Não se preocupe, não aconteceu nada. Está... Uh. Está tudo bem por ai? Sei lá, não estou com uma sensação muito boa. Mande noticias.

 

Desliguei e voltei para a cozinha. Parece loucura, mas estou com um pressentimento ruim. Me sentei entre Bobby e Nevy a fim de afastar esses pensamentos, mas foi em vão.

 

%

 

— Mãe! – gritou. – Dean, ajude ela. Mãe.

 

O garoto se ajoelhou ao lado da moça caída. Tentei ver os rostos, mas não estava dando certo. Aproximei-me do garoto, ele correu em minha direção.

 

— Lys. – ele implorava chorando – não me deixei também.

 

Fiquei parada tentando entender tudo aquilo. Quem era?

 

%

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Li "A culpa é das estrelas" finalmente. OLHA, SUPER INDICO


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