História Love on the weekend - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Lana Parrilla, Sean Maguire, Seana
Exibições 82
Palavras 3.234
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um chamego ❤

Capítulo 1 - You undress my soul


Fanfic / Fanfiction Love on the weekend - Capítulo 1 - You undress my soul

Estacionei a moto na rua da loja dela, um pouco distante para que ela não perceba que já estou aqui. Ela não gosta quando venho aqui observá-la, diz que a distraio quando ela percebe a minha presença e acaba se perdendo no que está fazendo. Eu não ligo, venho aqui sempre que posso, porém passei a tomar cuidado para que ela não me veja.  

Um sorriso se abre em meu rosto toda a vez que ela sorri. A loja era um sonho de longa a data que tive o prazer me compartilhar com ela os momentos até que ele se tornasse real. Desde então, ela cuida desse lugar com todo carinho e zelo.

É, enfim, sexta-feira. Mal tivemos tempo de conversar essa semana. Mesmo com todas as nossas manias, o cansaço falou mais alto todos os duas. A mania mais bonita que temos é que, mesmo que estejamos muito cansados, nós nunca dormimos antes do outro. Se um demora pra chegar em casa, o outro espera. Nós precisamos da certeza de que a última coisa que nossos olham vejam no dia, são nossos rostos. Clichê, talvez. Não dizem que sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras de carinho? Essa é a nossa forma de dizer tudo o que queremos. Eu não ligo de ser chamado de um eterno apaixonado. Já estamos junto há sete anos, e a cada dia me apaixono mais por ela. A cada dia ela me dá novos motivos para amá-la ainda mais.

Essa semana, pedi para que ela não abrisse a loja no sábado de manhã. Com muito custo, ela aceitou a proposta e ao fim estava até animada por poder dormir até mais tarde em um dia de sábado.

Só me dei conta quando os trinta minutos, que cheguei com antecedência, se passaram quando a vi apagar as luzes e olhar pela vitrine, checando se eu já estava a espera dela. Dei partida no motor e devagar fui me aproximando. Ao me ver, ela abriu o mais lindo dos sorrisos, acentuando a cicatriz que ela tinha no lábio superior, me fazendo sorrir de volta. Ela checou mais uma vez todas as fechaduras e ativou o alarme. Desci da moto e fui ao encontro dela

 

- Chegou faz quanto tempo? – Me perguntou enquanto caminhava em minha direção.

- Uns trinta minutos. – Dei de ombros, envolvendo-a em meus braços, selando nossos lábios em um selinho demorado.

- Estava aonde? Não te vi hoje. – Ela desfez o beijo e roçou o nariz pelo meu rosto.

- Em frente à cafeteria. – O estabelecimento ficava do outro lado da rua, três lojas à direita da dela.

- Você ainda não me disse por que teve que sair mais cedo do trabalho hoje. – Ela cruzou os braços envoltos do meu pescoço, beijando-me mais uma vez. – E também não falou que precisaríamos de malas. – Gesticulou com a cabeça, apontado os bagageiros na moto com duas malas, uma minha e uma dela.

- Ainda vai demorar um pouquinho pra você saber... – Ri com o enorme bico que se formou nos lábios dela. – Mas no caminho você descobre.

- Você sabe que eu odeio não saber das coisas. – Ela disse brava e cheia de manha. Não pude evitar rir daquela cena. – Não tem graça. – Ela deu um leve tapa em meu braço, rindo também.

- Quanto mais você me bater, mais vai demorar pra saber... Desmancha essa tromba e sobe aí. – Desfiz nosso abraço, pegando o capacete dela e entregando.

 

Antes que ela subisse na garupa, eu mesmo verifiquei se o capacete dela estava bem preso, e ela, como sempre, revirou os olhos. Ela reclama que a trato como criança em certos momentos, o que ela não entende é que segurança nunca é demais, ainda mais quando é a dela.

Assim que dei partida no motor, ela se agarrou a mim. Eu seria capaz de pilotar por um dia todo, só pra tê-la pertinho de mim por bastante tempo.

Nossos capacetes, que ela me deu de presente no meu último aniversário, possuem sistema de comunicação. Segundo ela, odeia viagens longas sem poder conversar com alguém, e como, quase sempre, viajamos com a moto, ela arrumou um jeito de tagarelar o tempo todo. Não que eu não goste, eu amo o jeitinho dela de comentar tudo o que vê.

 

- Sean... - Ela me chamou, já estávamos a meia hora na estrada, e eu a escutava contar sobre o seu dia no trabalho.

- Oi meu amor. - Respondi ao chamado manhoso dela.

- Você sabe que sou curiosa, não sabe?

- Sei. - Segurei o riso. Não saber para onde estávamos indo era uma tortura pra ela.

- Você não vai me contar para onde tá me levando? - Disse ela com uma voz muito pidona. Sorri ao imaginar o tamanho do bico que ela estava fazendo.

- Já estamos chegando. - Respondi, logo avistando o caminho por entre as árvores logo à beira da rodovia.

Logo no começo da trilha parei a moto e desci. Mesmo sem olhá-la, reparei no olhar confuso que ela tinha. Abri a mala dela e de lá tirei sua venda de dormir. Ela apenas acompanhando meus movimentos, morrendo de vontade de perguntar algo. Eu continuei sem olhá-la.

- O que está acontecendo? - Ela me perguntou quando tentei tirar o capacete dela, segurando-o na cabeça.

- Meu amor, amorzinho, coisinha mais linda desse mundo... - Comecei com todos os apelidos fofos possíveis. - Não estraga a surpresa. - Pedi, e ela me deixou terminar de tirar seu capacete.

- Acho bom essa surpresa ser muito boa, - Ela revirou os olhos antes que eu terminasse de vendá-la. - porque nesse exato momento a única coisa que quero é te bater. - Coloquei o capacete de volta nela.

- Te amo! - Ri quando desviei de um tapa sem rumo dela.

Voltei a trilhar nosso caminho, e não mais que 10 minutos depois - o que claro, pareceram 10 horas pra ela - chegamos ao nosso destino. Pela primeira vez desde que iniciei essa loucura de fim de semana, eu estava nervoso. Lana estava impaciente, a perna não parava de balançar em um ritmo incessante. Classic Lana. Revirei os olhos, a impaciência dela me deixava ainda mais nervoso. Mas acalme-se, Sean, vai dar tudo certo. Respirei fundo.

- Pronta? - Perguntei, retirando o capacete dela. - Opa, esse ainda não. - A impedi de retirar a venda, ela bufou. - Só mais um minuto.

- O que é um peido para quem tá cagado? - Ah, o sarcasmo dela.

 - Olha a boca, moça. - Repreendi, a ajudando a descer da moto.

Guiei-a até o local que julguei perfeito. Posicionei-a de frente para a "surpresa", dei uns passos para trás e dessa vez segurei a respiração. Não queria que ela percebesse meu nervosismo, mesmo sabendo que era impossível esconder isso dela. Repassei em minha cabeça, mais uma vez, o leque de possíveis reações dela, checando se eu havia pensado em resposta para todas elas.

- Sean... - Ela me chamou, despertando-me de meus pensamentos. - Já se passou um minuto.

- Até parece que não esperou nove meses para nascer... - Resmunguei e caminhei até ela, segurando a venda pela parte de trás.

- Nasci de oito meses. - Ela retrucou, e antes que ela pudesse reclamar mais uma vez, retirei a venda.

 

Ok, para essa reação eu não tinha resposta.

Ela não disse nada. Sabe o que significa Lana não ter nada a dizer? Ou ela tinha gostado muito, ou odiado muito. Eu estava morrendo de medo de encará-la. Mantive a distância entre a gente, deixando-a processar as informações naquela cabecinha teimosa. Ela respirava pesarosa, e nesse momento eu não fazia ideia do que pensar e muito menos como agir. Pela primeira vez, Lana era uma incógnita aos meus olhos.

Ela costuma dizer que eu desvisto até a alma dela, só de olhá-la. Ela diz que eu sou o único que consigo enxergá-la além do que todos enxergam. Eu a vejo e a enxergo por completo. Perto de mim, ela consegue ser quem ela é, sem disfarces, sem máscaras. Ela diz que foi esse o motivo por qual ela se apaixonou por mim. Ah, e esse, com certeza, foi o motivo por qual me apaixonei por ela.

 

- Parece a... – Ela virou-se para mim, os olhos marejados.

- Sua casa na árvore. – Respondi tentando não fraquejar e chorar ali junto com ela.

- Mas como você conseguiu isso? – Ela perguntou perplexa, não acreditando no que seus olhos viam.

- Eu construí. – Caminhei na direção dela, segurando-a pela mão e puxando-a em direção ao chalé. Parei diante a porta e a coloquei de frente para mim. – Feliz aniversário de namoro. – Roubei um beijo.

- Mas é só daqui um mês. – Ela sorriu, enxugando as lágrimas.

- Eu não conseguiria esperar até o mês que vem sem ao menos deixar escapar algo.

- É, eu sei. – Rimos.

- Pronta pra entrar? – Apertei ainda mais a mão dela, ainda entrelaçada a minha. Ela assentiu com um aceno, sorrindo para mim. Eu poderia parar o tempo ali naquele instante e vivê-lo nele para sempre. – Pé direito na frente! – Avisei, ela riu. Comecei a contagem. – Três, dois... UM!

 

Assim que entramos, ela soltou minha mão, retirou os sapatos, jogou-os no canto do sofá e começou a analisar cada detalhe da casa. Com as mãos pairando cada móvel, mas sem tocá-los, o sorriso não saía de seu rosto. Os olhos curiosos, gastando seu devido tempo em casa centímetro quadrado daquele lugar. O meu nervosismo, bom, ele tinha ido embora. O motivo dele era que aquilo era uma lembrança muito reservada de Lana. A casa na árvore havia sido construída por seu pai, e quando ele faleceu, a primeira coisa que ela foi destruí-la no impulso da raiva e da dor. Sei que aquele era um dos seus maiores arrependimentos na vida, se não fosse o único deles. Num ímpeto de nudez da alma e coragem, Lana me contou que o pai havia feito a casa exatamente do jeito que ela queria que a casa de “gente grande” dela fosse. Em alguns demônios dela, eu prefiro não mexer. Aquilo que não consigo enxergar eu deixo que ela me conte. Não faz muito tempo que fiquei sabendo dessa história, e assim que ela me contou, eu sabia que tinha que fazer isso.

Deixei-a aproveitando as lembranças que, com certeza, lhe estavam invadindo a cabeça, e fui buscar as coisas que ainda estavam na moto, colocando tudo em seu devido lugar.

 

- Seaaaaaaaaaan. – Ela gritou, provavelmente da escada.

- Oi Lana! – Respondi em mesmo tom, porém não tão desesperado.

- Porque o quarto tá trancado??? – Ela apareceu ao pé da escada, com uma mão no corrimão e a outra na cintura.

- Porque nele tem outra surpresa. – Respondi deixando de olhá-la e indo pra cozinha, tentando evitar outra sessão “você sabe que odeio não saber das coisas”.

- E eu não posso saber qual é agora? – Ela me seguiu.

- Não. – Beijei-lhe os lábios em forma de bico. – Vou começar a preparar o jantar. – Fui separando as panelas. – Mas antes, tem outra coisa que você precisa ver. Coloca os sapatos.

- Vai ter que andar muito? – Foi a minha vez de revirar os olhos. – Eu estou um pouco cansada... Queria dormir, sabe? – Ela disse, sentada no tapete e calçando os sapatos.

- Na verdade, você quer entrar no quarto. – A ajudei a levantar. – Conheço teus truques. – Ela riu. – E é logo ali que vamos. – Apontei em direção à porta e começamos a caminhar para fora da casa.

- Não corre! – Ela gritou quando eu adentrei as árvores em frente a casa.

- Vem com cuidado! – Alertei, já admirando a paisagem.

- Ai! – Ela trombou em mim, parando abruptamente.

- Vem cá. – Puxei-a, abraçando-a por trás e mostrando-lhe a vista incrível.

- Lake Louise. – Não podia enxergar seu rosto, mas eu podia jurar que ela estava com um sorriso incrível.

- Tantas histórias...

- Nosso primeiro beijo...

- Te pedi em namoro bem ali... – Apontei o local exato.

- Nossa primeira noite... – Encaixou-se ainda mais em meus braços.

- Como pode ficar ainda mais perfeito esse dia? – Indaguei.

- Só um teto com telhado de vidro logo acima da cama, para poder admirar o céu estrelado da noite... – Ela suspirou. – Porém, impossível. – Está ótimo assim.

 

Ficamos ali por alguns minutos, até que um barulho quebrou o clima.

 

- Foi minha barriga. – Ela riu.

- Então melhor voltarmos e prepararmos o jantar. – Entrelaçamos nossos dedos e voltamos para casa.

 

 

Enquanto eu preparava o jantar, ela arrumava a mesa. Depois terá a briga para ver de quem será a louça, e no fim lavaremos juntos: ela enxaguando, eu secando e guardando.

Quando, enfim, o forno apitou, informando-nos de que a lasanha estava pronta, Lana colocou o protetor térmico no centro da mesa, depois indo buscar um vinho na adega debaixo da escada.

 

- Muito inteligente isso aqui. – Ela apontou para o eletrodoméstico.

- Não tem muitas lojas por aqui... Muito menos uma que comercialize bons vinhos.

- Me conhece tão bem... – Ela disse se aproximando de mim, me dando um selinho. – Para que uma mesa tão grande, sendo que somos só nós dois?

- Para possíveis visitas, Lana. – Revirei os olhos.

- Achei que fosse um lugar só pra nós dois... – Ela provocou.

- O lugar é seu, pode fazer o que quiser com ele... – Disse em mesmo tom.

- É nosso, não só meu. – Ela sorriu, não pude evitar sorrir de volta.

 

Comemos entre risadas e mimos. E como eu já esperava, a discussão da louça terminou em espuma para todos os lados. Olhei o relógio, já era tarde. A única parte ruim de estar ao lado dela é que o tempo passa rápido demais... Mas se a gente tem a vida inteira junto, do que importa o resto?

 

- Acho que agora já está na hora de me deixar entrar naquele quarto, né? – Escorou-se na pia enquanto eu terminava de enxugar o chão.

- Foi um sacrifício esperar, né? – Imitei-a.

- Na verdade, você bem que me fez esquecê-lo por algumas horas. – Deu de ombros.

- Ponto pra mim? – Ri, indo em direção a ela e abraçando-a.

- Agora sem ironia, eu preciso de um banho. – Cheirei o pescoço dela.

- Precisa mesmo. – Brinquei.

- Então me ajuda a ficar cheirosa... – Ela roçou o nariz pelo meu pescoço. Senti cada poro do meu corpo se arrepiar.

 

Era como se a voz dela ativasse meu modo automático. Era como se ela tivesse total controle sobre mim, e na verdade, ela tinha. Selei nossos lábios, queimando em desejo. Suspendi o seu corpo e a fiz entrelaçar as pernas envoltas da minha cintura.

Com cuidado, caminhei até a sala, deitando-a no sofá, sem ao menos desgrudar nossas bocas. Com pressa, ela foi desabotoando minha calça, abaixando o zíper sem cerimônia. Depois de tantos anos juntos, existem momentos em que ela ainda sente vergonha, mas tem outros que acho que ela nem sabe o que é isso. Enquanto eu terminava de tirar minhas calças, ela mesma tirou a blusa que vestia, puxando-me para mais um beijo, como se aquele pudesse ser o nosso último.

Encaixei-me entre suas pernas, roçando-me lentamente sobre o jeans fino dela. Desviei meus lábios dos dela e guiei minha boca até o início de seu pescoço, logo atrás da orelha. Ali fiquei ofegante, até que senti seus dentes cravarem fracos em meu ombro, abafando um gemido, devido à pressão que eu estava fazendo. Desci com a ponta da língua marcando o caminho por toda extensão do pescoço dela, sentindo sua pele queimar sob meu toque. Assim que cheguei aos seios, os mordi levemente sobre o tecido que ainda os cobria. Continuei meu caminho abaixo, contornando o umbigo dela e vendo-a arquear as costas em busca de mais contato. Brinquei com a língua logo acima do cós da sua calça, e ela murmurava gemidos reprovativos. Devagar, totalmente ao contrário dela, fui lentamente desabotoando sua calça, deixando minha língua tocar cada pedaço de pele que ia sendo descoberto. Foi assim por toda extensão de suas pernas, fazendo o caminho de volta com leves mordidas. Percebi que ela prendeu a respiração, aguardando meu próximo movimento. Ao invés de atender as suas expectativas, levantei meu corpo, quebrando o contato entre nossas peles. Retirei minha camiseta, ficando apenas de cueca. Ela abriu os olhos, e deles emanava um desejo que eu não acreditava que ela ainda sentia por mim.

Ela ia protestar quando me viu afastar, procurando minha calça, pegando a chave do quarto que estava no bolso. Antes que ela pudesse falar algo, peguei-a no colo.

 

- Nós não vamos fazer isso aqui. – Respondi a pergunta silenciosa dela, subindo a escada que dava acesso ao quarto.

 

Deitei-a sobre a cama, não dando tempo para que ela observasse o lugar ainda desconhecido, ela teria tempo de sobra para isso depois. Voltei a beijá-la com a mesma vontade e intensidade de antes, agora com mais pressa de tê-la por completo. Tirei minha boxer e pressionei minha ereção contra o centro quente dela, ainda com o pedaço de pano a cobrindo. Eu estava em desvantagem nesse momento, ela ainda vestia duas peças. Retirei seu sutiã, logo me deliciando em seus montes. Sugava, mordia. Intercalava carícias e seios, enquanto ela soltava gemidos cada vez mais audíveis. As respirações falhas, nossos corpos molhados pelo suor. Ela começou a retirar a calcinha, e eu terminei, deslizando as pontas dos meus dedos pelas pernas bem definidas.

Nós não estávamos para enrolação. O tremor nas mãos de Lana, causados pela descarga de ocitocina, foi o suficiente para saber que não precisávamos mais de preliminares. Preciso, e lento, comecei a entrar e sair dela, ritmado. Ela fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, arqueando o corpo, buscando mais profundidade para o movimento. Ela cerrava os punhos, agarrando o lençol, enquanto eu me deliciava com a visão de tê-la tão entregue. Ela começou a se contrair, e eu sabia que ela não aguentaria por muito mais tempo. Colei nossos corpos, e com movimentos cada vez mais intensos, a ouvi gemer alto quando atingiu o orgasmo, me apertando ainda mais. Aproveitando os espasmos intensos, estoquei mais algumas vezes, e juntei-me a ela no ápice do prazer.

Ainda ofegante, deitei-me na cama, puxando-a para meus braços, envolvendo-a carinhosamente em um abraço. Ficamos quietinhos até que nossas respirações estivessem normalizadas.

 

- Fica olhando para o teto. – Pedi.

- Para que? – Ela olhou pra mim.

- Para o teto, Lana, só olha.

 

Ela ficou olhando pra cima, com uma cara bem confusa. Alcancei a corda que, na teoria, era pra ser da cortina. Presa a uma roldana, fui aos poucos puxando, revelando uma janela, no lugar exato para admirar a lua.

 

- Você não fez isso. – Ela sentou na cama, olhando para mim e depois para o teto. – Isso é incrível. Você fez minha casa dos sonhos. – Ela deitou de novo, encaixando-se em meus braços, admirando o céu estrelado. – Eu amo você.

- E eu você. – Beijei-lhe o topo da cabeça, inalando o aroma doce de seus cabelos.

 

Ficamos ali por incontáveis minutos, na verdade, não sei dizer ao certo se foram minutos ou horas.

 

- Amor... – Ela me chamou manhosa.

- Oi, amor. – Respondi, acariciando a pele de seu braço.

- Está muito bom aqui... – Ela riu. – Mas a gente ainda precisa de um banho. 


Notas Finais




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