História Love or Fun - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance
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Palavras 4.339
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


FINALMENTE O CAPÍTULO 20 DIJEHWIUFH DESCULPA A DEMORA <33333

Capítulo 20 - Decision


POV Vanessa

Dois dias se passaram e eu ainda estava aqui. Não tenho certeza, mas, eu tô me sentindo pior do que estaria lá, em Atlanta. Tudo veio de uma vez só. Preocupação, saudade, dúvida e medo. E bom, acho, que tomei uma decisão em relação a Lohran e Justin. E essa decisão seria ficar com Justin. Eu sei que essa decisão não é a mais correta a se tomar, mas cara, eu o amo e não quero mais fingir que esse sentimento não existe. E Lohran? Bem, Lohran vai continuar sendo meu melhor amigo e eu ainda vou ama-lo.

POV Lohran

Já era tarde da noite, eu estava bebendo desde da hora que Bieber me falou aquilo, ontem. Ele descobriu onde Vanessa estava e ia lá pega-la e, lá, iria fazer a cabeça dela e acabar roubando ela de mim. Droga.

Eu estava caindo pelos cantos do escritório e quer saber? Beber não estava ajudando em nada. Meu medo de perder Vanessa era maior do que qualquer coisa. Se eu a perdesse... perdesse pro Bieber, eu não sei o que seria capaz de fazer com esse cara.

-Alguma notícia? -Katy perguntou entrando no escritório-.

Não a respondi e levantei da cadeira. Andei meio torto até chegar nela. A empurrei no sofá, que tinha no canto, e subi em cima dela. Segurei em seu queixo e mordi seu lábio. Ela correspondeu e me beijou. Rasguei sua camiseta e abri o feche de seu sutiã, deixando seus seios livres. Abocanhei o direito e massageei o esquerdo. Katy arfou. Subi meus lábios para seu pescoço e, ali, dei dois chupões. Ela inverteu as posições e ficou por cima de mim.

POV Katy

Agora eu tinha Lohran pra mim. Dessa vez, seria uma noite de amor e no dia seguinte, ele iria se lembrar de tudo que nós passamos juntos.

Sentei em seu colo e tirei sua camiseta. Beijei todo seu abdome até chegar na parte mais interessante. Tirei sua calça, juntamente com sua cueca box branca, e vi seu pênis totalmente duro. Sorri e mordi os lábios. Lohran fechou os olhos e eu peguei em seu pau.Sei que Lohran não gosta que enrole muito, por isso, abocanhei tudo de uma vez e comecei a chupar com toda vontade do mundo. Sim, eu estava com saudades disso. Ele segurava em meu cabelo e segurava os movimentos. Os gemidos dele, faziam, todo aquele tempo que ficamos separados, valer a pena. Lohran gozou em minha boca e eu engoli tudo aquilo. Levantei e sentei em seu colo. Esfreguei minha vagina em seu pênis e meus gemidos já começaram a soltar. Lohran segurava em minha cintura para que eu continuasse, e assim, atendi seu pedido. Meus gemidos estavam aumentando e, derrepente, Lohran me jogou no chão e de seu escritório e arrancou aquele pedaço de pano que escondia minha vagina. Ele abriu, um pouco mais, minhas pernas e encostou sua boca ali. Respirei fundo e fechei os olhos, esperando o primeiro momento de prazer.

POV Lohran

Encostei minha boca em sua parte intima e já dei uma, leve, chupada. Katy sorriu safada e pegou em meu cabelo. Katy era como eu, não gostava de enrolação, então, logo comecei com meu trabalho. Passei a língua por toda sua vagina e, logo em seguida, comecei a chupar. Katy gemia e prensava minha cabeça contra sua vagina para que eu não parece. Enfim, ela gozou e eu suguei tudo aquilo. Sem muitas demoradas, subi em cima dela e comecei a penetrar. Fazia movimentos rápidos e com forças. Eu estava confuso, pois, ao mesmo tempo que sentia prazer, eu estava triste, quebrado, com raiva e, mesmo bêbado e fora de mim, eu estava fazendo isso para esquecer o que tinha acontecido mais cedo.

-V-vai Lohran! -Katy gemeu-.

Assenti seu pedido e continuei a penetrar com mais força e mais rápido. Fiquei por mais alguns minutos nessa posição, e depois Katy sentou no meu colo. Ela quicava no meu pênis e eu a ajudava, quicar, com mais força e velocidade.

-I-isso Vanessa, vai -gemi-.

-Vanessa, Lohran? -ela parou com os movimentos e, só assim, eu me toquei com o que acabei de falar-. Eu não acredito que você estava pensando nessa garota enquanto nós transávamos -ela disse saindo do meu colo e pegando suas roupas-.

-Me desculpa. Eu tô bêbado e -levantei e tropecei, pela tontura que a bebida tinha me causado-.

-Fica aí, Lohran. Depois a gente conversa -ela saiu do escritório batendo a porta-.

Merda.

POV Justin

Eu estava a caminho de Cálifornia. Estava a caminho de Vanessa, minha garota.

[...]

4 horas de viagem e finalmente cheguei. Ryan já tinha feito minha reserva no melhor hotel da cidade, óbvio, e, eu esperei encontrar Vanessa ali, logo de cara, mas não foi isso que aconteceu. Ela não estava lá. Porra, eu não sabia onde essa garota estava e não sabia como procura-la. Ryan me falou que tinha como localiza-la atráves do número de seu celular, mas não consegui. O único jeito era sair a procura dela.

[...]

Depois de horas rodando pela aquela cidade, eu, finalmente, achei o hotel que Vanessa estava. O hotel não era ruim, mas não combinava com ela porque Vanessa tinha cara e jeito de patricinha. Mas enfim, cheguei no portão do hotel e, antes de entrar, liguei pra ela.

POV Vanessa

Eu queria sair para conhecer Cálifornia. Barbara e Arina, disseram que aqui era lindo, mas, quem disse que, eu estava com ânimo e vontade de sair? Meu celular tocou, e quando olhei no visor, era Justin. Suspirei e fiquei olhando o celular tocar. Eu achava que Justin iria desistir de ligar, mas não, ele continuou e eu resolvi atender.

-Ligação on-

-Alô.

-Vanessa? Puta que pariu, Vanessa. Como você tá?

-Eu tô bem, Justin.

-Por que fez isso, Vanessa? Você tem noção de como eu fiquei quando li aquela carta? Não, né? Você não pensou em mim? Porra, lembra de tudo que eu te falei e vê se você tá certa.

-Eu penso tanto em você que estou aqui por sua causa... sua e do Lohran.

-Você fez isso pra que?

-Pra pensar, ué.

-Tá bom, Vanessa. Agora pede pro porteiro desse hotelzinho abrir o portão.

-Hã? Portão? Do que você está falando?

-Eu to aqui em baixo, porra. Eu vim te buscar.

Travei. Não conseguia falar nada. Eu tava sem reação.

-O-ok -gaguejei e desliguei o celular-.

-Fim de ligação-.

Caminhei, ainda tremula, para o interfone e avisei o porteiro que Justin poderia entrar. Alguns minutos se passaram e a campainha toca. Suspirei várias vezes até tomar coragem e abri. Justin segurava um buque de rosas vermelhas. Pronto, meus olhos já encheram de lágrimas.

-Vanessa -ele me entregou o buque-.

-Justin -peguei o buque e olhei pra cima pra não deixar as lágrimas caírem-.

Não falamos mais nada. Ele não entrou e nós ficamos nos olhando. Pisquei e lágrimas caíram no chão. Justin abriu os braços e eu corri para abraça-lo. Não foi um abraço comum, foi um abraço forte. Meu choro se abafou em sua camiseta.

-Vamos entrar -ele falou-.

Assenti, nós entramos e ele fechou a porta.

-Como você tá? Você tá comendo? Deixa eu ver seus pulsos.

-Eu tô bem. Não fiz nada.

-Você me deixou preocupado, sabia?

-Me desculpe.

-O que importa é que você está bem.

-E... Lohran, como tá?

-Pra que você quer saber desse babaca?

-Não fala assim dele. Eu o amo.

-Vai começar com aquele mesmo papinho?

-Não, desculpa. Só me fala como ele está.

-Eu não sei como ele está e nem me interessa.

Suspirei.

-Pega suas coisas e vamos embora.

-Não. Preciso te contar uma coisa.

-Que coisa? É sobre aquilo?

-É.

-Já sei. Você escolheu ficar com ele e bláblá.

-Não, Justin. Eu escolhi você. Eu amo você e não posso fingir mais isso.

-Eu ouvi bem?

-Ouviu.

Justin sorriu e me puxou pela cintura. Roçamos nossos rostos até nossos lábios se encontrarem. Nossos lábios estavam em perfeita sintonia. Minha língua pediu passagem e eu cedi. Afundei meus dedos em seus cabelos loiros e subi nas pontas do pés para, tentar, ficar na mesma altura que ele. Justin me abraçou e me ergueu um pouco. Desgrudamos nossos lábios.

-Vai falar com o babaca?

-Lohran. Sim.

-Vai morar comigo?

-Vou conversar com ele primeiro. Eu o amo e ele me ama. Não podemos acabar com tudo que vivemos assim.

-Bláblá eu o amo bláblá. Você tem que se decidir.

-Eu já falei que quero você, porra!

-Não vamos brigar.

Assenti e Justin me abraçou por trás. Pude sentir seu membro orisarr. Ri.

-Eu sei o que você quer -falei-.

-Sabe? Hum, então vai me dar? -mordeu minha orelha e eu me arrepiei-.

Mordi os lábios e o empurrei na cama. Justin me puxou pra ele e beijou meu pescoço. Ele foi ágio, em menos de segundos, eu já estava sem sutiã. Justin mordeu o bico de meus seios e eu gemi abafado. Segurei em seu cabelo e ele continuou fixado em meus seios. Justin segurou o esquerdo e deu uma lambida que tirou meus suspiros. Em seguida, deu vários mordidas em meu seio direito e o chupou levemente. Justin depositou beijos em toda minha barriga até chegar em minha cintura. Ele arrancou meu shorts junto com a calcinha e os jogou em um canto qualquer. Justin abriu minhas pernas e passou a língua na minha virilha, indo em direção a minha vagina. Ele usou, novamente, sua língua para me provocar. Respirei fundo. Ele encostou seus lábios e começou a chupar ali. Eu gemia e me retorcia na cama. Enquanto chupava, Justin penetrou dois dedos fazendo movimentos de "ir e vir". Meus gemidos saíam alto e eu segurava em seu cabelo. Quando cheguei no meu limite máximo, eu gozei em seus dedos. Justin os lambeu.

POV Justin

Vanessa desceu por todo meu peitoral até chegar no zíper de minha calça. Ela o abriu, tirando a calça e a cueca junto, jogando para o outro lado da cama. Meu pênis já estava, totalmente e incrivilvemnte vísivel, duro. Ela riu fraco e mordeu os lábios. Vanessa o segurou e ficou passando a mão dele, me provocando, óbvio. Revirei os olhos e ela beijou o topo. Vanessa riu fraco, novamente, e enfiou tudo que pode na boca. Em seguida, ela começou a chupa-lo, ou melhor, suga-lo, o que me levou a loucura. Gemia abafado e segurava em seu cabelo para que ela não parece. Senti minhas pernas tremerem, e enfim, gozei.

Ela subiu em cima de mim e encachou suas pernas em meu pênis. Ela começou a rebolar enquanto nós nos beijávamos. Minha língua pediu passagem e ela cedeu. Logo os beijos foram interrompidos, por ambas as partes, por conta dos gemidos. Vanessa acelerou a velocidade de seus rebolados. Pedi para que ela quicasse, e assim, ela fez. Seus gemidos se misturaram com sua respiração ofegante. Senti seu liquido quente descer sobre meu pênis e ela desceu do meu colo. Mas, não. Não acabou por aí. Subi em cima dela e comecei a penetrar. A velocidade foi aumentando conforme ela pedia. [...] Depois de minutos ali, cai para o lado.

-Eu sei que você estava com saudades disso -eu disse com a voz falha-.

Ela riu fraco e virou-se para o lado.

-O que foi? -perguntei ao ouvir ela suspirar-.

-Nada...

-Se você estiver assim por culpa daquele cara, Vanessa eu não sei o que faço com você.

-Não é bem assim, Justin! Eu estou mal por ter feito isso com ele... com nós. Eu o amo.

-Se o ama, por que não escolheu ele? Você quer brincar comigo, Vanessa?

-Claro que não, Justin! Eu te escolhi porque meu amor por você é maior do que meu amor por ele.

-Então para com isso.

-Tá.

-Tá vendo? Tudo culpa desse babaca.

-Chega!

-Me arrependi de ter vindo -murmurei pra mim, mas, infelizmente achou que ela ouviu-.

-O que? Veio por que quis. Eu não te chamei aqui. Alias, pega suas coisas e vai embora! -ela se enrolou no lençol e levantou-.

-Vanessa -gritei. Vem aqui, caralho -coloquei minha cueca fui atrás dela-.

O quarto que ela estava não era tão grande, mas tinha uma pequena sala ali. Saí do quarto e a vi sentada no sofá chorando. Droga.

-Eu não quis falar aqui -me abaixei perto dela-.

-Eu te conheço, Justin.

-Se eu vim, é porque eu te amo e senti sua falta. Me desculpa.

Ela assentiu e eu lhe dei um selinho.

-Vem, vamos pro quarto.

Ela pegou na minha mão e nós fomos pro quarto.

-Sem brigas pra sempre? -levantei o dedo mindinho-.

-Vamos ficar juntos pra sempre? -ela perguntou-.

-Se você quiser...

Ela levantou seu dedo mindinho e juntou junto ao meu.

-Sem brigas pra sempre -ela finalizou aquela papo-.

Sorri e beijei sua mão.

-É tão saber que você me ama.

-É bom amar você e não esconder isso pra bancar o Justin Bieber durão -sorri-.

Ela mordeu minha bochecha, com força, e virou de lado.

-PORRA! -gritei-.

-Eu te amo -ela disse rindo-.

Passei a mão na marca e virei de lado.

-Boa noite, amor -ela disse-.

-Boa noite, pequena.

POV Lohran

Três dias haviam se passado e Vanessa não tinha voltado. Eu fui na mansão de Bieber e os seguranças disseram que ele não estava lá. Cheguei a conclusão que, os dois estavam juntos. Desgraçado.

Katy também é outra que não falava comigo desde quando confundi seu nome. Porra, o que eu poderia fazer? Eu estava bêbado. E quer saber? Eu estou pouco me fodendo pra isso... ou não. Enfim, só queria ver Vanessa nem que seja pra ela me dizer um "não dá mais".

POV Vanessa

Hoje eu iria voltar para Atlanta. Junto com Justin. Eu não tinha coragem e nem sabia como iria falar com Lohran, e, toda vez que pensava nesse assunto, meus olhos se encheram de lágrimas, porque, de qualquer forma, ele continua sendo parte de mim. Óbvio que não poderia aparecer, logo de cara, com Justin ao meu lado. Seria muita mancada minha. Deveríamos dar um tempo, sabe? Esperar a pueira abaixar. Mas como iria convence-lo disso? Eis a questão.

-Justin...

-Sim?

-Precisamos conversar.

Ele revirou os olhos.

-Promete não ficar bravo? Lembra de ontem? Sem brigas pra sempre.

-Anda.

-Como eu ainda não conversei com Lohran e as coisas estão muito recente, é melhor não aparecermos juntos. Eu não quero ficar com fama de traíra e além do mais, Lohran não merece isso.

-Você quer dizer que nós, namorados, não podemos aparecermos juntos porque seu ex não merece sofrer? E por que você liga para a opinião alheia?

-Justin, por favor.

Ele suspirou.

-Tá bom, Vanessa.

-Mesmo? -sentei em seu colo-.

-Mesmo.

Sorri e dei vários selinhos em sua boca.

-Eu te amo.

-Você ama o Lohran -riu fraco e sem humor-. Brincadeira. Eu também te amo.

Ela sorriu. Peguei sua mala e nós saímos daquele hotel indo á rumo, Atlanta.

POV Lohran

-Lohran -tremi ao ouvir a voz de Vanessa-.

-Vanessa -sorri e abracei-. Como você tá? Por que fez aquilo comigo?

-Eu tô bem. É, precisamos conversar sobre isso.

Suspiramos juntos e nos sentamos no sofá.

-Então, Lohran. Eu "fui embora" -fez sinal de aspas- pra poder pensar sobre minha vida. Como eu disse na carta, eu estava confusa com tudo que aconteceu na semana passada e precisava de um tempo sozinha.

-E nesse tempo você decidiu o que?

-É -seus olhos encheram de lágrimas-, eu quero o Justin. Eu sei que eu tô em errada, que eu sou má agradecida, mas Lohran, eu o amo e não posso esconder isso. E por favor, nunca pense que eu te enganei. Eu te amo, amo muito -ela disse chorando-.

Fiquei olhando pra ela e não acreditava no que tinha acabado de ouvir. Sim, eu tinha uma idéia que iria acontecer, mas cara, nunca pensei que ela seria capaz de fazer isso comigo.

-Segue sua vida, Vanessa. Depois eu peço para que alguém arrume e leve suas casas para a casa de Bieber. Seja feliz com quem você realmente ame.

-Mas eu te amo, Lohran.

-Você ama o Bieber, Vanessa. Você sempre o quis.

-Lohran...

-Vanessa, vá embora. Por favor.

-Me desculpa.

-Por favor, nunca esqueça que eu te amo e que você é o amor da minha vida.

-Eu te amo Lohran. Amo muito -ela veio até mim para me abraçar, mas eu tirei seus braços de perto de mim-.

Ela abaixou a cabeça e saiu chorando de lá.

É, agora é aprender viver sem ela. O grande amor da minha vida.

POV Vanessa

Eu era um verdadeiro monstro. Lohran ficou acabado. Eu me odiava. Mas, eu não poderia mais mentir para mim mesma.

-Falou com ele? -Justin perguntou-. Para de chorar.

-Falei.

-Ótimo. Agora ele não vai mais nos atrapalhar.

-Ele nunca nos atrapalhou.

Justin bateu no volante e deu partida sem me responder. Encostei a cabeça na janela e pensei em tudo que vive com Lohran.

POV Lohran

Passei o dia inteiro no escritório olhando minha foto com Vanessa. As lágrimas rolavam sem nenhum esforço. Merda. Eu amo essa garota mais do que qualquer coisa nesse mundo. Eu faria e faço tudo por ela. Mas, não. Eu não poderia passar o resto dos meus dias chorando por um amor que teve fim. Eu precisava recomeçar. Precisava esquecer Vanessa e de tudo que, um dia, aconteceu entre nós. Não faz sentindo eu pensar nela enquanto ela está com outro.

-Lohran? Posso entrar? -Katy disse-.

-P-pode -limpei o rosto-.

-O que aconteceu?

-Katy, Vanessa terminou comigo. Ela me deixou?

-Como assim?

-Ela preferiu o Bieber do que á mim.

-Ela endoidou?!

-Eu não sei. Só sei que o amor da minha vida foi embora.

-Lohran... eu sei que é horrível se sentir asim, mas, eu vou te ajudar.

-Ajudar como?

-Se você quiser, eu posso te ajudar a recomeçar. É só vir comigo.

-Katy... eu não quero e não estrou pronto pra outra. Entende isso?

-Entendo. De qualquer forma, vou te fazer sentir melhor. Conta comigo.

-Obrigado -tentei sorrir-.

POV Katy

Lohran estava solteiro. Eu estava solteira. Nós transamos. Nessa casa só tem eu e ele. Isso é o destino tentando nos unir novamente. E dessa vez, nada vai nos atrapalhar. Eu sei que agora ele não quer nada, mas depois, será um casal novamente.

POV Vanessa

Chegamos na casa do Justin e minha dor de cabeça aumentou. Talvez porque eu esteja sem comer esses 4 dias ou por conta do choro mesmo. Abri a porta do carro e quando eu fui sair, uma forte tontura surgiu. Me apoiei na porta e fechei os olhos.

-Vanessa?

-Oi.

-O que aconteceu?

-Nada. Só uma tontura.

-Quer ir pro hospital?

-Não. Já passa.

-Vou guardar o carro. Me espera aqui e nós entramos juntos.

Assenti e caminhei, quer dizer, minha intenção era chegar até o banco, mas, derrepente a tontura foi se agravado e tudo foi ficando preto. E quando dei por mim, eu estava caída no chão.

POV Justin

-VANESSA! -gritei ao vê-la caindo-.

Corri até ela e quando a vi, ela estava desmaiada. A chamei, mexi no seu rosto e nada. Chamei um dos seguranças e mandei que me desse um copo d'água. Ele assentiu e rapidamente ele trouxe. Joguei um pouco na mão e logo em seguida, joguei algumas gotas em seu rosto. E, felizmente, ela acordou.

-Justin? -ela disse baixinho-. O que aconteceu?

-Você desmaiou. Você precisa ir ao médico.

-Não preciso não -ela tentou se levantar-.

Revirei os olhos e a peguei no colo. A coloquei no banco de trás do carro e dei partida, sem me importar com a velocidade.

[...]

-E então, senhor Bieber, o que aconteceu com a garota?

-E-eu não sei. Ela só caiu desmaiada -falei olhando pra Vanessa que estava ao meu lado-.

-Você anda se alimentando bem? -perguntou pra Vanessa e eu fiquei olhando ela sério-.

-F-faz uns dias que não como.

Passei a mão no cabelo e fitei com os olhos.

-Você tem noção da gravidade disso? Você tem 16 anos, não pode ficar sem comer -o médico falou-.

-Isso é grave? -perguntei-.

-Não -ele riu fraco-. Ela só precisa tomar no soro, tomar alguns remédios e, obvio, comer. Ah, vou pedir alguns exames.

-Que tipos de exames? -perguntei-.

-Todos. Preciso confirmar uma coisa.

-Que coisa? -perguntei novamente-.

-Quando ela fizer os exames, eu irei falar. Agora, podem dirgir-se para a sala ao lado. Ela irá tomar soro.

Assenti e nós levantamos. O agradeci e seguimos para a outra sala. Vanessa se sentou na cadeira e uma enfermeira, que por sinal era muito gata, colocou o soro em sua veia.

-Ela precisará ficar aqui por 1 hora -a enfermeira falou e saiu-.

-Você vai comer, me entendeu? -falei sério com Vanessa-.

Ela assentiu.

-Ótimo -falei-.

-Desculpa.

-Pelo o que?

-Por te fazer perder tempo aqui.

-Para com isso -dei um beijo em sua mão-.

-Eu te amo. Me desculpe por ter ficado tanto tempo longe. Me desculpe por fazer você sofrer.

-Ei, tá tudo bem. Eu te amo e prometo nunca mais te fazer sofrer.

Ela sorriu.

POV Vanessa

Na manhã seguinte, nós acordamos cedo e rapidamente chegamos ao hospital.

-Por que vou fazer esses exames? -falei enquanto fazia carinho no cabelo do Justin-.

-Porque o médico pediu.

Assenti. E logo o médico apareceu.

-Vamos?

Assenti.

-O senhor fica -o médico disse ao Justin-.

-Já volto, ta? -sorri-.

Ele assentiu e se sentou lá.

Entrei em uma sala e os exames seguiram.

POV Justin

1 hora e meia e nada de Vanessa aparecer. Que merda de exames são esses? Será que aconteceu alguma coisa? Porra.

Assim que acabei de pensar nisso, o médico saiu da sala. Sozinho. Tremi.

-Aconteceu alguma coisa?

-Pode me acompanhar?

Assenti e entramos na sala.

-Bem, os exames comprovoram minhas suspeitas. Vanessa, tem um pequeno, mas grave, problema no coração.

-PROBLEMA NO CORAÇÃO? -me exaltei-.

-Se acalme, por favor. Isso, se cura com uma cirurgia e quanto mais tempo demorar, mais grave se fica.

-Então a opere!

-Agora é a pior parte. Essa operação só pode ser realizada quando ela completar 18 anos.

-18 ANOS? ELA TEM APENAS 16, VAI DEMORAR MUITO!

-Senhor Bieber, se acalme! Não podemos fazer nada em relação á isso. Se caso ela operar antes da hora, complicações na cirurgia podem acontecer.

Respirei fundo.

-E quais são os sintomas? Como diminui o risco?

-Ela vai ter desmaios e falta de ar. Ambos constante.

-Remédios?

-Já preparei a lista. Aqui está -me entregou-.

Assenti, agredeci e saí da sala. Vi Vanessa sentada na cadeira.

-Vamos?

-O que aconteceu, Justin?

-Te explico no caminho.

Coloquei a mão em volta ao seu corpo e nós andamos até o estacionamento. Entramos no carro e eu dei partida.

-Agora fala.

-Você tá com problema no coração, não pode operar porque é menor que 16 anos e tem que tomar os remédios.

-PROBLEMA NO CORAÇÃO? JUSTIN, ISSO É SÉRIO?

-Você acha que eu brincaria com isso, Vanessa? Fica calma, ta bem? Tudo vai se resolver e você vai ficar bem.

-Promete?

-Prometo.

Ela parou de gritar e ficou quieta na dela e, isso, doeu demais em mim. Não queria que ela sofresse por uma doença. Ela não merece isso.

POV Vanessa

Eu estava doente. Estava quebrada. Estava me sentindo um monstro. Minha vida vem piorando cada dia mais. A única coisa que, talvez, esteja me salvando é o Justin. Ele está carinhoso comigo.

Chegamos na casa dele, novamente, e eu subi para o quarto dele. Me deitei na cama e deixei as lágrimas rolarem. Justin  chegou por cima de mim e beijou minha bochecha.

-Vai ficar tudo bem. Eu vou dar um jeito de você ficar boa, ok? Confia em mim.

-Eu confio em você -murmurei abafado por conta da pressão de meu rosto sobre o colchão-. Preciso buscar minhas coisas -me virei assim que ele saiu de cima de mim-.

Ele revirou os olhos.

-Para, Justin. Não vou fazer nada do que você não queira.

-Tudo bem. Vá logo antes que eu mude de idéia.

Assenti e lhe dei um selinho.

[...]

-Vim pegar minhas coisas.

-As malas estão no quarto -Lohran disse seco-.

-Lohran... por favor. Não quero que acabe assim.

-Eu já disse. Vai ser feliz.

-Eu amo você. Isso nunca foi mentira. Alias, nada do que fiz por você foi mentira.

-Tá bom.

Minhas lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto e eu não as evitei.

-Vou pegar minhas malas.

-Eu te ajudo.

Ele subiu na minha frente e eu corri logo atrás dele. Fechei a porta do quarto.

-Eu não quero esquecer você.

-Mas eu quero te esquecer. Não vou ficar me lamentando por você enquanto você está com outro. Esqueça tudo que a gente viveu. Apaga meu número, nossas mensagens... esqueça tudo, tudo mesmo.

Aquelas palavras me afetaram como um soco.

-Lohran -suspirei-, eu tô doente.

-Doente de que?

-Eu passei mal ontem e -o choro tomou conta da minha voz-...

-E?

-Eu tô com uma doença no coração, Lohran.

-O QUE?

-É. E eu não posso operar.

-Vanessa, você tá brincando, não tá? Você não pode tá doente. Você não pode.

-Lohran...

-Eu vou estar com você, quer dizer, em partes. Quando você precisar, me liga mas fora isso, não me procura.

Assenti com as lágrimas caindo.

[...]

Vou ligar para meus pro meus pais -falei-.

-Não! Se eles souberem, eles vão te levar embora -Justin falou-.

-Não vão.

-Vão sim, porra. Ainda mais quando souberem que você não está com Lohran.

-Eu preciso deles.

-Eu não quero te perder de novo.

-Tudo bem -sorri fraco e o beijei-. Eu te amo muito.

-Eu também te amo.

Justin me colocou em seu colo e ficou fazendo carinho em meu cabelo. Eu não queria ficar depressiva ou algo do tipo. Eu simplesmete iria ignorar essa maldita doença e viver como sempre viver, mas, óbvio, entupida de remédio e caindo pelos cantos. Mesmo eu tendo Justin, eu queria ter Lohran comigo. Me dando apoio, mas ele quer me esquecer e isso está doendo em mim.


Notas Finais


Primeiramente, shippers de Vanessa e Lohran não me matem, ok? JIHWQDUIEHFIUE Os próximos capítulos estão muito JDUEHWUFIEW socorro. Ai gente, é isso. Até o próximo capítulo. Bjinho, bjaum, bjs.

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