História Love or Fun - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance
Visualizações 463
Palavras 2.870
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa pela demora. Aviso em baixo.

Capítulo 24 - Operação


POV Justin

O dia da operação de Vanessa chegou. Eu estava tão nervoso que não consegui dormir. Fiquei a noite inteira acordado vendo ela dormir. Vanessa era uma princesa e dormir tão serena. Desde sua festa, ela mudou, sabe? Não é mais aquela menininha de 16 anos. Ela mudou seu jeito de agir... e pra ser sincero? Eu estava com medo de perder a menininha que conheci.

-Já acordado? -ela perguntou com a voz de sono-.

-Não dormi.

-Por que? -ela disse deitando no meu peitoral-.

-Eu tô preocupado com hoje.

-Ei, vai dar tudo certo -ela sorriu e automaticamente, eu também-. Agora vou tomar banho, ok?

Assenti e ela levantou. Vanessa vestia um micro shorts e claro, eu fiquei olhando seu corpo. Ela era perfeita. Eu não digo isso porque ela é minha garota, mas porque era verdade. Todos diziam que ela tinha rosto angelical e um corpo enlouquecedor.

[...]

Já estava tudo pronto. Todos nossos amigos iriam e nossos pais também. Eu estava nervoso e com medo, mas, óbvio, que não iria demonstrar isso pra ela.

POV Vanessa

A operação seria hoje e estou tetando ficar tranquila. Mesmo sabendo que era de risco, eu sabia que tudo iria dar certo. Bem, era isso que eu esperava.

[...]

Chegamos no hospital e apenas uma pessoa poderia entrar e ficar comigo no quarto. E eu escolhi Justin. Meus pais, Pattie, Jeremy e nossos amigos ficaram do lado de fora e, mesmo com a porta trancada, eu podia ouvir eles falando. Doidos.

-Amor, não precisa ficar nervoso.

-Eu não tô nervoso.

-Ótimo -o abracei por trás-.

-Você promete que vai voltar? -Justin disse e me virou pra si-.

Ri fraco.

-Prometo.

Ele segurou em meu queixo e selou nossos lábios. Sua língua pediu passagem e eu cedi. Elevei minha mão até sua nuca e afundei meus dedo em seu cabelo. Justin me puxou um pouco mais pra si, mas fomos interrompidos com a porta se abrindo. Era a enfermeira.

-Desculpe atrapalhar, mas chegou a hora. Por favor, vista essa roupa, prenda seu cabelo e quando você ficar pronta, eu venho busca-la.

Assenti e ela saiu. Peguei a roupa e fui no banheiro vesti-la. Terminei e um enfermeiro, lindo por sinal, estava me esperando com uma cadeira de roda. Justin olhou pra ele e ergueu a sombracelha quando, percebeu, que o enfermeiro me fitou de cima em baixo.

-Eu vou ficar do lado de fora, ok? Vou estar esperando por você.

-Eu vou voltar pra você -respondi e dei um beijo na sua testa-.

Me sentei na cadeira de rodas e fui guiada até a sala de operação. Entrei, me deitei na cama e apaguei quando colocaram um tubo na minha boca.

POV Justin

Vanessa entrou na sala de operação e eu fiquei com um pressentimento ruim. Não contei a ninguém, fiquei na minha esperando o médico sair da sala e dizer que ela estava bem. Me sentei em uma cadeira e fiquei pensativo. Os pais dela estavam quietos, alias, os únicos falantes era suas amigas e os meus amigos.

[...]

2 horas depois e nada de notícias. Eu estava ficando desesperado. Andava por um lado pro outro. Passa a mão no cabelo que, nessa altura, estava totalmente bagunçado. Ariana, Barbara, Ryan e Chaz foram vencidos pelo sono e cansaço e foram embora. Christian continuava firme e forte. Meus pais estavam conversando com os pais dela.

Mal acabei de finalizar meu pensamento e uma correria se forma. Médicos, enfermeiras correndo pedindo balão de oxigênio e, eu fiquei normal, afinal era um hospital. E, como eu sou curioso, parei uma delas.

-O que tá rolando?

-A operação da garotinha dessa sala -apontou pra sala de operação da Vanessa-, deu errado. Ela está quase morrendo! -ela disse em um tom de desespero e saiu, me deixando em estado de choque-.

O que? Deu errado? Não! Isso não pode ser verdade! Eu quero Vanessa. Corri pelos corredores daquele hospital querendo explicações. Meu pai veio atrás de mim e me segurou.

-Justin, calma! Os médicos sabem o que estão fazendo.

-CALMA? COMO TER CALMA? MINHA GAROTA TÁ QUASE MORRENDO! A PORRA DA OPERAÇÃO DEU ERRADO!

-Eu sei, meu filho. Mas tenta ter calma. Você sabe que é ela é forte.

-Eu só quero que ela fique bem -parei de gritar e o abracei-.

-Ela vai ficar bem. Eu prometo -ele disse finalizando a conversa-.

Voltei pra ficar com os outros e dei a notícia a todos. Mãe de Vanessa desmaiou e foi levada para uma ala, junto com seu pai. Me sentei no banco e deixei as lágrimas chorarem. Eu não iria bancar o durão em uma hora dessas.

Tudo o que eu queria é que, ela acordasse e o médico dissesse que ela está curada.

[...]

A noite caiu e eu não aguentei ficar acordado, então, acabei dormindo no banco mesmo. Um tempo depois, sou acordado com minha mãe me chamando. Recusei em acordar, até ela falar que era o médico que operou a Vanessa. Mais que depressa, levantei.

-Ótimo. Então, a operação já acabou e nós conseguimos curá-la -sorri ao ouvir isso-. Como eu tinha dito ao senhor Bieber, era de risco e por isso ocorreu alguns problemas sérios.

-Problemas?

-Eu vou ser franco, Vanessa está em coma.

-EM COMA? VOCÊ DISSE QUE A OPERAÇÃO TINHA OCORRIDO BEM!

-Senhor, Bieber. Por favor, tenta manter calma. Nós vamos fazer de tudo pra que ela se recupere o mais rápido possível.

Eu fiquei desesperado.

-Posso vê-la? -perguntei com dificuldades por conta das lágrimas-.

Ele assentiu e eu entrei. Quando vi Vanessa, meu coração se despedaçou. Havia várias aparelhos ligados nela. Ela estava deitada, parecia estar morta. Me aproximei dela e as lágrimas aumentaram a intensidade.

-Você consegue me ouvir? Me dê um sinal, por favor -sussurrei e abaixei até ficar na altura da cama-. Diz que você não vai me deixar -passei a mão em seu rosto-. Eu não quero perder você -segurei em sua mão e fiz carinho na mesma-. Eu venho te ver todos os dias, ta bom? Eu não vou te deixar por nada -sentei no chão e continuei segurando em sua mão-.

Aquilo tinha sido uma surpresa, ruim claro, pra mim. Na minha cabeça, eu pensei que ela iria operar e sair do hospital. Eu tinha planejado várias coisas pra nós dois. Pacotes de viagens comprados, quarto decorado do jeito que ela queria, tudo que ela poderia querer. E agora, todos os planos foram atrapalhados e bem, pra ser realista, eu estava com medo de ela nunca acordar.

[...]

-Senhor? Ei.

-Sim? -abri os olhos devagar-.

-O senhor tem quer ir embora.

-Não. Eu vou ficar.

-Infelizmente não pode. Volte amanhã.

Assenti. Me levantei e dei um beijo na testa de Vanessa.

-Eu te amo, pequena. Amanhã eu volto. Vou sentir sua falta -sussurrei e saí-.

Cruzei a porta pro corredor e desabei no choro. Minha mãe, ou melhor, todos vieram me abraçar e dizer que ela iria ficar forte. Não queria ser grosso e nem nada do tipo, mas nada, absolutamente nada, iria me fazer ficar bem até eu ver minha garota sorrindo pra mim.

[...]

Cheguei em casa e subi pro quarto. Tranquei a porta e fiquei por lá. Peguei as roupas de Vanessa e senti seu cheiro doce e suave. Nossas fotos, seus vídeos, era a única coisa que eu tinha para amenizar a dor.

1 mês depois

Eu estava largado em casa. Não frequentava mais a escola, não ajudava meu pai nos negócios, eu não fazia mais nada.

Todos os dias, eu sentia falta de Vanessa e todos os dias que eu iria no hospital, os médicos não me davam um pingo de esperança. Eu já estava cansado da mesma desculpa. Porra, se tem algo de errado, por que não me contam?

[...]

-Ei, pequena, eu sei que você pode me ouvi.  Acorda, por favor. Eu sinto sua falta -deixei uma lágrima cair sobre seu rosto-. Vamos, acorde -comecei a me desesperar, mais ainda, e elevei meu tom de voz. Eu sacudia Vanessa e implorava para que ela acordasse. Rapidamente, enfermeiros me tiraram de lá a força e me levaram na sala do doutor-.

-Você vindo aqui todos os dias, está te fazendo mal.

-Eu quero que ela acorde.

-Todos nós queremos, mas, infelizmente, não temos nenhum sinal de sua recuperação.

-Eu entendo -abaixei a cabeça-.

-Tente ficar calmo, ok? Veja, aqui tem alguns calmantes que iram te deixar bem -ele me entregou duas caixas e eu as peguei-.

-Obrigada -agradeci e fui embora-.

[...]

-Justin, cade sua namorada? -Jazzy perguntou-.

-Minha namorada? -repeti a pergunta tentando controlar as lágrimas-. Bem, ela tá viajando.

-Ela vai voltar logo? Eu tô com saudades.

-Vai sim, princesa. Eu também -suspirei-.

Ela me deu um beijo na bochecha e saiu correndo. Essa casa não fazia o mesmo sentindo sem Vanessa. Em qualquer lugar que eu olhava, eu lembrava dela e isso estava me torturando.

3 meses depois

03:45 da madrugada e meu celular toca. Era do hospital. Meu coração gelou. Atendi.

-Ligação on-

-Senhor, Bieber?

-Sim.

-Poderia dirigir-se até o hospital? É urgente.

-C-claro. Eu tô chegando aí.

-Ligação of-

Do jeito que eu estava vestido, eu fui. Desci as escadas correndo, peguei qualquer carro e dei partida, na maior velocidade, até o hospital.

[...]

Cheguei lá e o médico de plantão estava a minha espera.

-O que aconteceu?!

-Ela saiu do coma -ele sorriu-.

Parei por alguns instantes e a fixa não caía. Finalmente, ela tinha acordado e estava bem. Sorri e algumas lágrimas, de felicidade, rolaram pelo meu rosto.

-Posso vê-la? -perguntei sorrindo-.

Ele assentiu e me guiou até a porta. A abri devagarinho e encontrei Vanessa sentada.

-Posso entrar? -perguntei e ela me olhou. Não aguentei mais e corri até sua cama-. Amor!

-J-Justin? -ela perguntou baixinho e sorriu-.

-Sou eu sim, princesa -falei segurando a emoção-.

-O que aconteceu comigo? Você tá diferente -ela tinha razão. Eu tinha feito mas algumas tatuagens, cortei o cabelo e estou com barba-.

-Você estava em coma, meu amor.

-Quantos dias?

-3 meses.

-3 meses, Justin?! Você deve tá com outra, não é? -ela abaixou a cabeça-.

Ri fraco. Ela ainda me amava.

-Claro que não. Eu esperei por você.

Ela sorriu.

-Deita aqui do meu lado? -ela tentou me puxar, mas, ainda, não tinha forças. Segurei em sua mão e fiz o que ela mandou. A cama era pequena, mas nós cabemos perfeitamente ali-.

-Eu te amo muito, Justin. Obrigada por não desistir de mim.

-Desistir de você? Nunca.

Ela sorriu.

POV Vanessa

Eu acordei. Mas acordei da onde? Olhei em volta e percebi que era um quarto de um hospital. Eu estava cheia de aparelhos ligados em mim. Médicos entraram na sala e só assim eu lembrei da operação que tive. Deu certo.

[...]

Fiz várias perguntas para as enfermeiras e para os médicos. Algumas delas, ou a grande maioria, foi sobre o Justin. Eu ainda lembrava dele e estava com medo de ele ter me esquecido ou ter arranjando outro alguém.

[...]

-Você ficou bem sem mim? -perguntei enquanto acariciava sua mão-.

-Fiquei péssimo. Nada é igual sem você.

-Me desculpe.

-Pelo o que? Amor, agora você está curada e nós vamos poder ser felizes.

Sorri.

POV Justin

Dois dias depois Vanessa tinha levado alta e eu estava aqui no hospital esperando ela se arrumar.

-Vamos logo -falei enquanto esperava ela terminar de se arrumar-.

Ela saiu do banheiro do quarto.

-Pronto -riu fraco. Porra, ela continuava gostosa-.

-Você tá tão linda -a puxei pela cintura. Eu desejava seu corpo, seus lábios. 3 meses sem ela foi torturante-.

-Não. Estou feia.

-Shiu -coloquei meu dedo indicar em seu lábio. Vanessa roçou seu rosto em minha mão e eu a puxei mais pra mim. Segurei seu rosto, com delicadeza, e a beijei. Seu lábio continuava macio e seu beijo o melhor. Minha língua pediu passagem e ela cedeu. Vanessa mordeu meu lábio inferior e separou nossos lábios-.

-Eu te amo -ela me abraçou forte-. Obrigada por tudo.

Retribui o abraço e sussurrei em seu ouvido que, também a amava.

POV Vanessa

Chegamos em casa em todos estavam lá. Meus pais, minhas amigas, os pais e amigos de Justin. Depois de passar tanto tempo longe, eu percebi o quanto é bom ter a família reunida.

Abracei todos com muita força e sorri ao ver todos reunidos.

[...]

A noite caiu e os adultos foram embora. Só ficamos nós ali. Iriamos fazer uma noite de terror.

-Agora você vai voltar pra escola -Barbara falou e riu-.

-Ah, sério? -ri-. Mas me conte, o que tá dendo de legal?

-Legal não, mas de meninos lindos, sim -Ariana falou-.

-Muito lindos? Eu quero um pra mim -ri-.

Justin me olhou sério e ergue a sombracelha esquerda.

-Brincadeira, amor. Você é único pra mim, ta? -fiquei no meio de suas pernas e ele colocou a mão na minha bunda-.

-Acho bom porque você sabe, tem várias me querendo -ele retrucou e eu revirei os olhos-.  Não, mas sério, eu te amo -ele me deu um selinho-.

-Ótimo -sorri-.

-Não aguento mais esse mimi de vocês. Eu vou é comer -Chaz falou e saiu rindo-.

-Chaz precisa de uma namorada -Ryan falou-.

-Ou fazer sexo -Justin falou-.

-Todos precisam fazer sexo -Christian falou-.

-Eu não -Ariana falou-.

-Não? -Ryan falou e a puxou pela cintura-.

Ri fraco. Ariana mordeu o lábio inferior.

-Segundo quarto á esquerda -Justin falou e riu-.

Ryan e Ariana ficaram se olhando e ele a puxou pela mão e subiu. Christian e Barbara foram pro jardim conversar. Espero que eles fiquem juntos.

-E nós? -Justin perguntou-.

-O que tem nós? -mordi o lábio inferior-.

-Eu tô com saudades do seu corpo.

-Meu corpo? Ele tá feio.

-Feio? Você tá gostosa.

Sorri e abaixei a cabeça. Justin me puxou pela cintura e beijou meu pescoço. Me arrepiei.

-Vamos subir?

Assenti e Justin me puxou pelo braço. Ele realmente deve estar com vontade. Ri dos meus pensamentos.

[...]

Ficamos parados um na frente do outro e Justin tirou minha camiseta e meu sutiã. Puxei Justin e o beijei, tirando sua camiseta e abaixando sua calça. Ele me empurrou na cama e deitou por cima de mim, me beijando selvagemente. Nossas línguas se mexiam em uma só sintonia. Senti o pênis de Justin começar a ficar ereto e ri entre o beijo. Ele mordeu meu lábio inferior.

Justin tirou meu shorts, juntamente com minha calcinha, e abriu minhas pernas. Eu tinha esquecido qual a sensação de receber o prazer e, quando ele encostou sua boca em minha intimidade, eu me arrepiei e soltei um gemido alto. Em seguida, ele começou a chupar aquela região e eu soltava gemidos altos. O prazer era tanto que, eu segurava a cabeça de Justin para que ele não parece com aquilo. Senti meus pelos do braço se arrepiarem e minhas pernas tremerem. Gozei na boca de Justin. Ele passou a língua em tudo aquilo e engoliu. Mordi os lábios e suspirei. Puxei Justin pra mim e ele ficou no meio de minhas pernas. Tirei sua cueca box azul escura e inverti as posições. Desci pelo todo corpo de Justin até chegar na parte de meu maior interesse. Seu membro. Ele já estava ereto e eu sorri por ver aquilo. Segurei o mesmo o mordi a ponta. Justin arfou. Passei a língua em todo ele e, em seguida, coloquei tudo que pudi na boca e comecei a chupa-la. Justin segurou em meu cabelo e me fez ir mais rápido. Fiz o que ele mandou e, depois de minutos, senti o gozo de Justin ocupar toda minha boca. Engoli sem fazer cena e Justin relaxou.

POV Justin

A sensação de ter o corpo de Vanessa junto ao meu, era a melhor possível. Mesmo com esses 3 meses passados, eu ainda conhecia cada parte de seu corpo e, ela conhecia cada parte do meu. Nós vivemos em sintonia.

Eu já não estava mais aguentando, então, logo penetrei em Vanessa. Ela gritou na primeira vez, mas, depois, foi relaxando e aproveitando cada toque. Suas unhas gravadas em minhas costas, seus gemidos e sua respiração ofegante, aumentavam meu prazer. Aumentei a velocidade e a força e fiz esses momentos por um bom tempo, até chegarmos em nosso auge. Vanessa virou pro lado e caiu deitada por cima de mim.

-Eu tinha esquecido como essa sensação é bom -ela falou rente a minha boca-.

-Tudo é bom quando tem você -mordi seu lábio e o puxei. Ela riu e me beijou-.

-Nem acredito que tô melhor.

-Nem me lembre como foi esses últimos meses. O importante, é que você tá aqui.

Ela sorriu.

-Sério que vou ter que voltar pra escola?

-Muito sério.

-Merda -ela revirou os olhos e riu logo em seguida-. Vou dormir agora.

-Não. Fica acordada.

-Por que?

-Não. Dorme.

Ela assentiu e saiu de cima de mim. Vanessa deitou na cama e fechou os olhos.

[...]

Vanessa já deveria estar no décimo sono e eu ainda estava acordado. Era de tarde ainda e, garanto, que todos devem estar dormindo. Fiquei fitando o teto até me bater um desespero. Olhei na cama, na gaveta da comoda, no chão e não achei o que queria. 

Porra, eu tinha esquecido de usar camisinha.


Notas Finais


Gente, mil perdão pela demora. Eu estava (ainda estou), lotada de trabalhos de escola. Bem, esse capítulo não ficou muito legal porque fiz correndo agora. A fic tá acabando e eu pensei seriamente e, cheguei a conclusão que não irá ter segunda temporada. Depois eu explico porque. Ok, vou postar só dia 8/11.
GENTE, QUEM FOR PRO SHOW DO DIA 02/11, ME PROCURA NA FILA, OK? MINHA CAMISETA TEM MEU USER (@LIVEFORMYBIEBER) E TALS. Agora, tchau e me mais uma vez, me desculpem pela demora.


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