História Love or Fun - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance
Visualizações 401
Palavras 4.356
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aviso importante no fim.

Capítulo 27 - The battle


POV Justin

Eu não queria envolver Vanessa nisso, alias, eu nem queria que ela soubesse disso. Agora, minha garota, vai ser uma isca para segurar homens enquanto eu resolvo as coisas. Essa operação iria dar errado porque eu não ia conseguir segurar o maldito ciúmes que sinto dela e iria acabar indo pra cima desses caras.

-Relaxa, não vai acontecer nada -ela sentou no meu colo-.

-Eu realmente espero que ninguém encoste em você.

-Ninguém vai encostar em mim, amor. É só por alguns minutos.

-Minutos que podem foder tudo.

-Para de pensar nisso -ela revirou os olhos e incinuou que iria levantar, segurei sua cintura-.

-Só quero te proteger -beijei seu rosto-. Mas tá. Vou parar de falar nisso.

-Ótimo -ela sorriu-. E o que você vai fazer pra entrar na casa? Jeremy me explicou tudo, menos sua função.

-Eu fico com a filha do cara.

-Ficar de...

-É -terminei sua frase-. Não precisa ficar com ciúmes.

-Tem alguém com ciúmes aqui? -ela riu forçada-.

-Não vem ser ironica comigo.

-Não vou discutir com você.

-Ótimo. Assim você poupa o meu e o seu tempo.

Ela revirou os olhos e se sentou na cama.

-Como é essa garota?

-Normal.

-Normal como?

-Tipo você.

-Ela tem que idade?

-E eu vou saber? -óbvio que eu sabia sua idade, mas, óbvio, que não iria contar. Não queria drama uma hora dessas-.

-Tá bom então.

Me sentei do seu lado e beijei seu pescoço.

-Eu só beijei a bochecha dela -menti novamente-.

-Jura?

-Juro.

Ela sorriu.

-Espero que isso acabe logo.

-Eu também.

-Las Vegas é tão lindo -ela saiu e foi para a janela ver-.

-Quer conhecer?

Ela virou-se e assentiu sorrindo.

-Então vamos -sorri-.

-Sério? Mas o Jeremy falou...

-Ele é muito paranôico com isso -ri e a interrompi-. Não tem nenhum problema.

-Justin...

-Vai querer ficar aqui dentro até amanhã?

-Não. Vou me arrumar.

Assenti e deitei na cama. Eu já estava pronto.

[...]

Instantes depois, ela saiu com um shorts curto, salto e uma camiseta regata aberta dos lados.

-Troca.

-Por que? -ela questinou se olhando pro espelho-.

-Tá curto. Muito curto.

-Eu estou com você, não com os outros.

-Tá bom. Vamos.

Levantei da cama e nós saímos para aproveitar a maravilhosa e iluminada noite de Las Vegas.

POV Vanessa

Ele realmente acha que eu acredito que foi apenas um beijo na bochecha? Jeremy me disse que não precisava ficar com ela. A única coisa que precisava, era dar bebida pra ela. Óbvio que não iria falar nada pra ele, afinal, ele tá fazendo isso por um bom motivo.

Acabos de sair do hotel e estamos indo para o centro de Las Vegas. Eu estava animada para conhecer lá e passar uma noite com Justin.

-Pra onde vai me levar?

-Boate. Topa?

-Claro -sorri-.

Ele apertou forte em minha mão e entramos em uma boate. O som era alto, o cheiro de bêbida e de cigarro era forte.

-Amor! -falei um pouco alto-.

-Oi?

-Vamos em outra? O cheiro tá forte.

-Ah, sério? Aqui é a melhor boate.

-T-tá tudo bem.

Ele soltou minha mão e foi direto pro bar que tinha ali.

-Quero uma dose de whisky -ouvi ele pedindo. Me sentei do seu lado-.

-Vai querer uma ervinha também, senhor? -a garçonete perguntou-.

-Não. Ele não vai querer -respondi por ele e ela assentiu-.

-Pensei que seria uma noite legal e não ficar vendo você bêbendo.

-Eu te amo, amor.

-Tá.

Ele deu os ombros e continuou bêbendo.

Ficamos de boa logo em seguida. Bebi um pouco, mas ele me controlova.

-Ei, eu conheço você -uma garota, linda e de corpo perfeito, chegou perto dele-.

-Conhece?

-A gente já se pegou -ela sorriu-.

-Já? -ele respondia fazendo outra pergunta-.

-Fomos lá pra casa e a gente quase transou. Você estava louco por mim e eu louca por você. Podemos ficar essa noite, o que acha? -ela passou a mão no pênis de Justin e eu levantei de lá-.

-Eu não posso -ele respondeu-. Estou acompanhando -ele apontou pra mim-.

-Quem é essa?

-Amiga dele, prazer. Podem ficar a vontade, já estou de saída. Ah, aproveita aí em -bati de leve em suas costas e ele me segurou-. Me solta!

Saí daquela boate empurrando todos que via pela minha frente. Eu sabia que ele precisava fazer isso, mas eu não suportei ver e ouvir aquilo. Aquela garota era muito melhor do que eu. Justin, obivamente, iria se interessar nela.

Andei pelas aquelas com raiva e ódio. Minha vontade era de voltar lá e acabar com aquela vadia, mas não poderia, iria estragar todo o plano dele. Eu não deveria ter vindo pra cá. Foi a pior burrice que eu fiz de toda minha vida.

POV Justin

Fomos para uma boate. Estava tudo bem. Vanessa bebeu um pouco mas eu a controlova e, toda vez que algum cara a olhava, eu a puxava. Não iria deixar nenhum babaca pensar coisas com ela.

Jennifer, a filha de Michael, chegou lá e eu praguejei mil vezes. Ela veio falar comigo. Disse que me conhecia, que ficamos e que queria repetir a dose, só que completa agora. Merda.

-Eu não posso -respondi quando ela perguntou se poderia rolar hoje-. Estou acompanhando -apontei pra Vanessa-.

-Quem é essa? -ela perguntou virando-se pra Vanessa-.

-Amiga dele, prazer. Podem ficar a vontade, já estou de saída. Ah, aproveita aí em -ela bateu de leve em minhas costas e sorriu forçada. Segurei em seu braço-. Me solta! -a soltei e ela saiu andando-.

-Ué, por que ela ficou brava?

-Faz tempo que a gente não se via e hoje seria uma noite nossa. De amigos, claro.

-Hum. Você vai se importar com ela? -Jennifer sentou no meu colo-. Vamos lá pra casa.

-Hoje eu realmente não vou poder. Amanhã a gente se vê? -sorri-. Passa seu número.

-Tudo bem -ela passou seu número-.

A enconstei no balcão e a beijei.

-Até mais -paguei a conta e saí andando-.

Agora eu teria que ir atrás de Vanessa. Eu já estava irritado com as crises dela.

POV Jennifer

Esse garoto está mexendo com minha cabeça. Na primeira vez que nos vimos, ele me disse seu nome, mas depois, algo aconteceu e eu esqueci de tudo. Bom, isso não importa. O que importa é que eu estava totalmente louca por ele e faria qualquer coisa para tê-lo pra mim. Só pra mim. E se precisasse tirar aquela garota do caminho, eu tiraria da pior forma. Porque aquela história de "amiga" não rolou comigo. Não mesmo.

POV Vanessa

Por sorte, consegui achar o hotel que eu estava com Justin. Entrei no quarto, fechei a porta e comecei a chorar feito uma otária. Justin me ligou, mandou mensagens e eu não atendi e muito menos respondi. Eu quero que ele se foda.

[...]

-Caralho, custava me atender? -Justin chegou batendo a porta. Esqueci que ele tinha a chave-.

-Custava.

-PARA DE SER CRIANÇA, VANESSA! VOCÊ QUIS VIR, NÃO QUIS? EU JÁ TE EXPLIQUEI MINHA FUNÇÃO NESSA MERDA!

-CRIANÇA? COMO VOCÊ FOSSE MUITO ADULTO, NÃO É? ATÉ PORQUE MENTIR É SER MUITO ADULTO. PALMAS PRA VOCÊ.

-MENTI PORQUE SABIA QUE VOCÊ IRIA FAZER ESSE DRAMA. ÁLIAS, POR QUE VOCÊ VEIO PRA CÁ MESMO?

-VOCÊ TEM RAZÃO, O QUE EU VIM FAZER AQUI MESMO? EU VOU EMBORA DESSA PORRA E VOCÊ ME ESQUECE. ENTENDEU?

-VOCÊ NÃO VAI EMBORA PORRA NENHUMA -ele me puxou pelo braço-. VOCÊ VAI FICAR AQUI COMIGO -me empurrou contra a parede-.

-VOCÊ VAI ME OBRIGAR? EU TÔ CANSADA DESSAS SUAS CRISES DE BIPOLARIDADE!

-Você sabe que eu sou assim. Eu te disse isso no começo de tudo -ele parou de gritar e me soltou-.

-Se eu soubesse que seria assim...

-Você iria fazer o que? Ficar com o babaca? -ele me interrompeu-.

-Não.

Justin tirou a camisa e passou a mão no cabelo.

-Eu preciso de um banho.

-A porta é por ali.

Ele pegou as roupas dele e entrou no banheiro.

As crises do Justin de bipolaridade me irritavam e me machucavam. As palavras dele sempre eram duras quando ele estava desse jeito.

POV Vanessa

Eu sei que minhas crises de bipolaridade a irritavam, mas cara, ás vezes ela era totalmente infantil. Será que certas coisas ela não entende? Vanessa era totalmente insegura. Isso não precisava e nem fazia sentindo, eu já deixei bem claro que eu pertenço a ela até o fim de nossas vidas.

Tomei banho porque se eu continuasse alí, a gente ia discutir de novo. Quando acabei, coloquei só uma cueca box e uma bermuda e saí pro quarto. Vanessa estava se olhando no espelho. Ela estava só de calcinha e camiseta. Puta que pariu, que gostosa.

Cheguei perto dela e ela saiu de perto. A puxei pelo braço e roubei um beijo seu. Ela não negou. Vanessa segurou em minha nuca e caminhei com ela até chegar na cama. Ela se sentou e eu sentei em cima dela.

-Me desculpa. Eu vou tentar mudar -falei enquanto acariciava seu rosto-.

-Me desculpe por ter um ciúmes doentil por você.

Segurei em seu rosto e mordi seu lábio inferior. Ela sorriu. Vanessa me puxou e me deu um selinho demorado. Alisei seu corpo inteiro até chegar em seus seios. Ela segurou minha mão e negou com a cabeça.

-Deixa? -susurrei em seu ouvido-.

Ela riu fraco e me jogou na cama, ficando por cima de mim.

POV Vanessa

Justin estava sem camisa, o que facilitou demais meu trabalho. Arranhei de leve seu peitoral e beijei seu pescoço. Senti Justin se arrepiar. Desci minhas mão até sua cintura. Tirei sua bermuda e sua cueca box preta. Seu pênis estava ereto. O peguei com a mão esquerda e o masturbei com a mão direita. Ele soltava gemidos altos e abafados. Antes que ele pedisse, eu abocanhei seu pênis e o chupei. Eu o chupava com vontade e olhava nos olhos de Justin. Ele gostava disso. Senti suas veias engrossarem, e ele gozou. Lambi tudo aquilo, sem deixar vestígio.

POV Justin

Estavámos na ponta da cama, então, deixei Vanessa deitada e me ajoelhei no chão. Arranquei sua calcinha e joguei para o lado esquerodo. Abri um pouco suas pernas e encostei meus lábios em sua parte intima. Vanessa se agarrou no lençol. Comecei a chupa-la sem pausar nenhuma vez. Minha língua passeava por toda aquela região e Vanessa gemia alto e se contorcia. Encarei seus olhos e penetrei dois dedos de uma só vez. Ela deu um gemido alto e bastante águdo. Fiz movimentos de "ir e vir" enquanto a chupava. Ela sussurrou meu nome e gozou. Passei a língua ali e me levantei, ficando em cima dela.

POV Vanessa

Sem ao menos me der tempo para respirar, Justin penetrou seu pênis. Gritei com aquilo, mas não grito de dor, e sim, de prazer. Ele aumentava a velocidade enquanto eu arranhava suas costas. Eu gemia seu nome e pedia para que não parasse, aquela sensação era prazerosa e me deixava absolutamente louca. Justin gozou e saiu de cima e pediu para que eu sentasse em seu colo. Assim eu fiz. Sentei-me por cima de seu membro e comecei a quícar. Suas mãos em minha cintura, me ajudavam a ir mais rápido. Meu cabelo grudava em meu rosto e Justin o tirava,  deixando apenas alguns fios sobre meu rosto. Inclinei minha cabeça pra trás e senti meu gozo descendo por seu membro. Saí daquela posição e me deitei na cama.

Nos primeiros minutos, talvez, segundos, não falamos nada um ao outro. Nossas respirações impediam esse ato.

-Dessa vez, eu usei camisinha -ele riu fraco-.

-Mas dessa vez não adianta -ri fraco também-.

-Vamos ser felizes. Acredite em mim.

-Eu acredito em você.

Ele sorriu. Porra, o sorriso dele.

-Vai dormir? -ele perguntou enquanto encontrava uma posição para dormir em meu ombro-.

-Tô sem sono.

-Eu vou dormir. Boa noite, eu te amo -ele me deu um selinho-.

-Bons sonhos, meu amor. Eu também te amo.

Justin fechou os olhos e eu acariciava seus fios loiros e macios.

Deus, você consegue me ouvir? Cuide do meu garoto, não deixe que nada, absolutamente nada, de ruim aconteça com ele. O proteja de tudo e de todos. Ah, e dê muita sorte para nós dois. Ilumine nosso caminho. Amém.          

Justin dormia tão lindo, tão sereno. E eu, fiquei vendo ele dormindo até o sono aparecer.

POV Justin

Amanheceu e eu acordei com uma mensagem do meu pai dando as ordens sobre hoje.

"Nos encontre no galpão. Avise Vanessa que compramos uma roupa á ela. Hoje, talvez, será o último dia disso. Precisamos pegar o que é nosso, nos vingar e fim. Michael está em casa hoje, tudo será fácil. Abraços, Jeremy"

Eu realmente não quero imaginar na roupa que meu pai comprou a Vanessa. E eu espero que tudo acabe hoje e que consigamos tudo que é por lei. Esse Michael, vai se foder direitinho em minhas mãos.

-Ei, acorde -baguncei o cabelo de Vanessa-.

-Não... depois -ela murmurou-.

-Vai, amor.

Ela bufou e acordou.

-Bom dia -ri-.

-Olha meu cabelo! Eu te odeio, Justin! -ela disse rindo e se enrolou no lençol para levantar-.

-Tá linda! -gritei e ri-.

Ouvi o barulho do chuveiro ser ligado.

-Amor, pega uma roupa bonita pra mim! -ela gritou do chuveiro.

-Sério? -entrei no banheiro e sorri safado quando a vi nu-.

-Sério e pode parar de pensar besteira -ela riu-.

-Tá, eu vou pegar sua roupa e parar de pensar besteira -ri-.

Peguei a mala de Vanessa e fiquei perdido por ver tanta roupa. Eu sabia escolher minhas roupas e não as dela. Ela chata com essas coisas. Peguei uma calça preta e uma regata branca com uma cruz estampada. Ah, peguei também calcinha e sutiã.

-Vê se essa tá boa -entrei e coloquei em um banquinho que havia ali-.

-Obrigada, amor.

Assenti e saí de lá.

Minutos depois, ela saiu vestindo a roupa que eu tinha pegado.

-Ficou legal, até -ela sorriu se olhando no espelho-.

A puxei pela cintura e a beijei.

-Vou tomar banho agora.

Ela assentiu e eu entrei no banheiro.

POV Vanessa

Acabamos de nos arrumar e agora estamos indo para o galpão. Durante o caminho, senti enjôo mas não comentei nada com Justin. Era só coisa de gravidez, mesmo eu estando com algumas semanas.

[...]

-Oi, bom dia -falei entrando no galpão-.

-Bom dia -Jeremy veio em minha direção e me abraçou-. Está confiante e pronta?

-Como nunca! -sorri-.

-Assim que eu gosto! Comprei uma roupa pra você usar essa noite.

-Ah, ok. Depois eu vejo -ele assentiu-.

-Sabe mexer com arma? -um dos seguranças que iria comigo essa noite perguntou-.

-Mexer com arma? Você tá louco? -Justin entrou respondendo-.

-E você quer que ela fique como lá?

-Você vai defender ela.

-Se eu entrar, eles vão perceber -o segurança tentava convencer Justin-.

-Você é um inútil, cara! Ela leva a merda da alguma, mas se algo acontecer com ela, eu atiro com todas as balas em você.

-Justin, menos -falei puxando sua mão e ele bufou-.

-Chega! Justin, você vai segurar Jennifer na boate e só vai leva-lá pra casa, quando ela estiver absolutamente bêbada. Depois, você vai entrar na casa e esperar Michael.

-E eu? -Vanessa perguntou-.

-Michael é solteiro, você seduz ele para ganhar confiança e consegui entrar no escritório.

-O QUE? NÃO, NÃO E NÃO! AÍ JÁ É DEMIAS! O CARA É UM VELHO E VOCÊ QUER QUE ELA O SEDUZA? -Justin gritou e Jeremy ignorou-.

-Assim que você entrar no escritório, ache o cofre.

-E o que eu faço depois?

-Sem que ele veja, me mande uma mensagem e eu entro lá.

Assenti.

-Você vai matá-lo?

-Se for preciso.

Olhei assustada.

-Não se preocupe, querida. Pessoas ruins tem que morrer. Ele acabou com tudo que eu batalhei para ter.

-Eu sei que vocês estão fazendo o certo.

Ele sorriu e se levantou. Justin estava lá fora e eu fui até ele.

-Não fica bravo.

-Aquele cara é podre, Vanessa.

-Eu sei, meu amor.

-Eu o odeio.

O abracei.

-Eu te amo, tá?

-Eu sei. Eu também te amo -ele sorriu-.

Ficamos ali na grama sentados vendo o céu, que, por sinal, estava lindo.

POV Justin

A noite caiu. Vanessa já estava vestida para aquele nojento. E bem, ela estava perfeita. Afinal, quando ela não fica perfeita?

-Boa sorte, amor. Vai dar tudo certo, ok? Eu te amo.

-Eu sei que vai. Ah, e se esse cara tentar algo com você, o chute e saía correndo -ela riu e me beijou-.

-Vanessa, você vai com os seus seguranças e eu vou com os outros.

Ela assentiu e entrou no carro.

-Relaxa, filho. Ela é esperta.

-Eu sei que ela é. Mas, eu tenho um puta medo de perde-la.

-Você a ama, né?

-Mais do que tudo nesse mundo.

Ele riu.

-Vamos, logo -falei rindo e entrei no carro-.

Agora sim. Vamos acabar com esse cara.

POV Vanessa

Cheguei lá na mansão do Michael. Pelo esquema de segurança que havia ali, não era só Jeremy e Justin que queriam se vingar. Um dos seguranças que estavam comigo, me deram uma arma carregada e eu guardei na pequena bolsa que levava.

-Qualquer coisa, nos chame pelo celular.

Assenti e saí do carro. Cheguei na frente do portão e pude ver um cara, não muito velho e de aparecia bonita, sentado em um dos bancos do jardim.

-Olá, boa noite. Aqui é a casa de Michael? -perguntei para os seguranças-.

-Olá, ótima noite -ele me respondeu olhando para meus seios-. E sim, é.

-Hum. Posso entrar? Ele não está esperando por mim, mas, digamos, que ele irá gostar de me ver.

-Garota de programa? -odiei quando ele disse isso-.

-Sim! -respondi-.

-Preciso revistar essa sua bolsa -outro segurança segurou meu braço-.

-Não! Quer dizer, tem coisas aqui que é especial para o cliente -mordi o lábio-.

Eles se olharam e abriram o portão.

Caminhei até chegar na frente do Michael.

-Quem te deixou entrar?

-Ei, acalma-se. Vim fazer uma surpresa pra você, oras.

-Hum -ele disse-. Senta aqui, vem -ele bateu na perna e eu senti nojo do modo que ele disse-.

-Vamos entrar? -sorri-.

Ele assentiu e passou a mão pelo meu corpo.

-Aceita uma bebida? -ele perguntou-.

-Por enquanto não. Obrigada -sorri. Eu sorria, forçadamente, o tempo inteiro. Tinha que ser simpática-.

-Quanto é o programa? -ele perguntou sentando no sofá e pegando a carteira-.

-Oi? Ah, sim. Eu não sei, quer dizer, você decide.

-Eu pagaria milhões pra foder com você -nojento-.

Ri fraco e forçado.

-O que é ali? -apontei para uma porta. Óbvio que eu sabia que era um escritório-.

-Ali? Meu escritório.

-Uau! Eu sempre quis entrar em um escritório de mansão -sorri-.

-Mesmo? Que vontade estranha. Mas, ok, vamos lá.

Sorri e entramos lá. Ele se sentou na cadeira de couro legítimo enfrente a sua mesa, e eu fiquei olhando todos os detalhes. Achei um quadro, era de sua filha, Jennifer, e percebi que atrás havia algo. Fiquei na minha, pelo menos por enquanto, ainda era cedo para fazer algo.

POV Justin

Cheguei na boate e lá estava ela. Jennifer.

-E aí, gata.

-Pensei que não viria.

-Não sou desses que fura um rolê.

-Qual seu nome mesmo?

-Me chame de Drew -ela havia esquecido meu nome e isso era bom-.

-Então, Drew. Eu estou louca por você.

-Qual garota não está?

-Eu estou falando sério. Eu quero ter você pra mim. Só pra mim -ela bateu o copo de whisk no balcão-.

-Ei, ei, vai com calma.

-Você me deixa louca apenas movendo seus lábios para falar.

-Gata, isso é só lance da sua cabeça.

-Não é! Acredite em mim. Fica comigo, eu posso ter dar tudo o que você quiser. Eu sou rica!

Não respondi e tomei uma dose de whisk. Essa garota estava louca, completamente louca. Tô vendo que não vou conseguir me livrar dela. Merda.

[...]

Meia hora depois, ela estava bêbada. A carreguei pra casa dela e pude ouvir a voz de Vanessa vindo do escritório. Minha vontade era de chegar lá, atirar no cara, pegar tudo que precisamos e ir embora dela. E bem, eu até faria isso só que não sei se Vanessa já descobriu onde encontrar as coisas.

Subi com Jennifer até o quarto e ela estava dando piti. Odiava isso. Sem enrolar nada, peguei o mesmo remédio que trouxe na primeira vez, e a apaguei. Fiquei aqui no quarto, esperando alguma notícia de Vanessa.

POV Vanessa

Michael já tinha bebido meia garrafa de Vodka, fumado dois maços de cigarros e usado droga. O cheiro estava insuportavel e eu estava quase desmaiando. Aproveitei que ele se distraiu e mandei duas mensagens, um para Justin e outra pro Jeremy.

"Podem vir."

"Justin, já está tudo pronto aqui. O cofre está atrás do quadro de Jennifer"

Agora era só enrolar um pouco mais e eu poderia sair de lá.

POV Justin

A mensagem de Vanessa chegou e eu ouvi a porta de baixo sendo arrombada. Era meu pai e os cara. Eles estavam se livrando dos seguranças. Peguei minha arma, tranquei o quarto de Jennifer e desci correndo as escadas. Antes que meu pai pudesse abrir a porta, eu chutei a porta e o forte cheiro tomou conta de toda a casa. Michael estava em cima de Vanessa e ela tenta empurra-lo.

-SAÍ DE CIMA DA MINHA MULHER, CARALHO! -o chutei e ele caiu do lado. Vanessa se levantou-.

-O QUE VOCÊS FAZEM AQUI?

-VIEMOS BUSCAR O QUE É NOSSO, ORAS.

-PERDERAM VIAJAR! VOCÊS NUNCA VÃO SABER ONDE ESTÃO GUARDADAS?

-AH NÃO? -mirei minha arma ao quadro que Vanessa indicou e atirei-.

-EU VOU MATAR VOCÊ! -ele pegou a arma e mirou em minha direção-.

-NÃO! -antes que ele pudesse atirar em mim, Vanessa gritou e disparou três tiros em sua direção. Isso não foi o suficiente para que ele morresse, atingiu apenas seu braço mas o fez cair. Por sorte, meu pai conseguiu prender todos os seguranças da casa-. FICA LONGE DELE OU EU TE MATO! -ela disse chorando e tremendo-.

Senti alguém vindo atrás de mim e então eu virei. Era o único cara que sobrava. Ele amarrou minhas mãos e apontou uma arma na minha cabeça. Vanessa apontou a arma pra ele.

-Se você atirar em mim, ele morre -ele disse calmo e ela abaixou a arma-.

-AGORA SOMOS EU E VOCÊ, VADIA -Michael levantou e foi em direção a Vanessa mirando a arma para o lado esquerdo de seu peito-. OU MORRE VOCÊ OU MORRE ELE. VOCÊS NÃO VÃO SAIR JUNTOS DAQUI. NÃO MESMO. AFINAL, MINHA FILHA ESTÁ APAIXONADA POR ALGUM CARA E EU TENHO CERTEZA QUE ESSE CARA É ELE.

-NÃO SE ATREVA A CHAMA-LA DE VADIA, SEU VELHO!

-Pode me matar -ela disse baixo, chorando e tremendo-. Só deixe ele sair.

-Você fez sua escolha -ele também parou de gritar-.

Michael afastou um pouco sua arma e andou pra trás.

-VANESSA! -tentei me soltar mas era em vão-.

Antes que ele pudesse apertar o gatilho, eu ouço quatro tiros. Fechei os olhos e ouvi um barulho de um corpo caindo. Me recusava a abri-los para não ver aquilo, mas quando vi, não era Vanessa. Meu pai havia acertado os tiros em Michael.

-Ele está morto -meu pai falou e riu-.

O cara que me segurava, me soltou e se entregou. Nossos capangas o pegaram e juntaram com os outros. Corri em direção a Vanessa e ela estava chorando. Eu a abracei.

-Agora sim, tudo vai ficar bem -murmurei em seu ouvido-.

-Justin, a leve pra fora. Vou pegar as nossas coisas e vamos embora.

Assenti e a segurei e caminhamos pra fora. Abri a porta do carro e a coloquei sentada no banco e lhe dei água.

-Calma, ok? Eu estou aqui.

-Me desculpa, Justin. Eu fiz tudo errado.

-Errado? Você foi a principal nisso. Eu estou orgulhoso de você.

Ela sorriu.

-Eu te amo.

-Eu também te amo, meu amor.

-Vamos embora?

-Jájá, amor.

Ela respirou fundo.

POV Vanessa

Tudo havia dado certo. Eu estava viva e principalmente, Justin estava bem. Eu nunca, nunca mais, quero me envolver nisso. É horrível. Nunca pensei que eu pudesse ser forte suficiente para atirar em alguém ou aguentar tudo isso. Eu estou orgulhosa de mim mesma.

Minutos depois, Jeremy chega com tudo que era dele. Justin sorriu.

-Obrigada, Vanessa. Você foi incrível.

Sorri.

-Justin, vai nesse carro só com Vanessa. Vou com os outros. Ah, Vanessa, liga pra polícia.

-Polícia?

-Claro. Temos que denunciar esse crime que fizeram com esse pobre homem.

Justin e eu rimos da ironia e eu liguei.

"Alô, eu queria denunciar um crime. Roubo seguido de assassinato. Terceira avenida. Venham logo, o corpo está na casa ainda"

-Bom trabalho, pequena.

Sorri e saímos o mais rápido possível de lá.

[...]

Jeremy alugou uma casa afastada de tudo. Ficaríamos apenas hoje aqui e amanhã estamos indo de volta para Atlanta.

POV Justin

Tudo tinha saído perfeitamente bem. Eu estava orgulhoso de Vanessa. Mas isso não significa que eu a queira nesse mundo do crime, afinal, eu mesmo saí.

Chegamos no nosso quarto e ela deitou na cama.

-Vai ser difícil esquecer esse dia.

-Vai ser fácil. Eu vou ocupar sua mente com momentos bons.

Ela sorriu.

-Eu estou cansada.

-Imagino. Tome banho e vai dormir.

-Toma banho comigo?

Assenti e sorri fraco.

Entramos em baixo do chuveiro e eu a beijei. Ela me abraçou forte.

-Eu tenho um medo do caralho de te perder -ela murmurou-.

-Você nunca vai me perder -sussurrei em seu ouvido-.

Ela encostou seu rosto em meu ombro e começou a chorar.

-Ei, o que foi?

-Não é nada, amor. Só me deu vontade de chorar -ela falou sem tirar seu rosto do meu ombro e com a voz falhada-.

[...]

Acabamos de tomar banho. Vanessa colocou um moletom meu e foi dormir. Eu desci e eu fui ver como estava as coisas.

-Pegou tudo?

-Tudo e mais um pouco.

-Ótimo.

-Vanessa é uma boa garota, filho. Cuide bem dela.

-Vou cuidar.

Fiz meu toque de mão com ele e subi de novo. Deitei-me ao lado de Vanessa e fiquei acariciando seu rosto até pegar no sono.


Notas Finais


Heeeeeeeeey! To postando a cada 3 dias, olha como eu sou um amorzinho haha. O aviso importante é que: a fic está acabando. Apenas mais dois capítulos para o fim. E não, eu não vou parar de escrever fics, só vou dar um tempo e depois eu começo "Give one new change". Espero que gostem desse capítulo porque eu amei escreve-lo. Bye

PARTICIPEM > https://www.facebook.com/groups/362039920585130/ <
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