História Love or Hate? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Debby Ryan, Eleanor Calder, Jack Griffo, Justin Bieber, Lucas Grabeel, Shay Mitchell
Personagens Justin Bieber, Shay Mitchell
Tags Brad Allen, Christopher Smith, Justin Bieber, Miranda Allen, Sophie Duncan, Stella Posey
Exibições 41
Palavras 2.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI, AMORES 💕💕💕💕💕

Como vocês estão?

Então, comecei a postar mais essa fanfic. Minha meta é postar, pelo menos, um ou dois capitulos por semana.

Acho que vocês irão gostar.

Boa leitura. 📖❣

LEIAM AS NOTAS FINAIS. LEIAM AS NOTAS FINAIS. LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 1 - I was blinded by hate.


Fanfic / Fanfiction Love or Hate? - Capítulo 1 - I was blinded by hate.

Miranda Allen

- Faça isso direito, garota! É assim que você quer se tornar uma chef? Desse jeito, você não vai chegar à lugar algum. - meu superior não parava de reclamar. Já me acostumei.

Passo por isso todos os dias.

- Vá pedir desculpas aquele casal pelo arroz mal posicinado no prato e que isso não se repita!

- Sim, chef! - passei as mãos pelos cabelos e, em seguida, me apoiei pelos cotovelos na bancada de ferro.

- Não fica assim, Andy. Você sabe que foi um erro bobo. Aquele casal queria prejudicar você. - disse Sophie.

Sophie Duncan é uma garota doce e gentil. Dificilmente erra. Ela até poderia ser a favorita do chef, mas ainda era a minha amiga. Eu a considero minha irmãzinha.

- Falar é fácil. Você nunca erra, So. - murmurei.

- Você sabe que é a melhor cozinheira desse lugar. - disse Christopher, meu melhor amigo.

- Valeu, gente. Eu tenho que ir pedir desculpas pelo meu erro. - saí da cozinha e caminhei até a mesa em que o casal estava.

- Olá. Eu sou Miranda Allen, a cozinheira que deixou o arroz mal colocado em vossos pratos. Gostaria de pedir desculpas e dizer que isso não voltará a se repetir. - disse com toda a formalidade que consegui.

- Garanto que isso não se repetirá. Não voltaremos a comer nesse restaurante. - disse a mulher.

- Bom, com licença. - comecei a caminhar com passos largos de volta à cozinha, mas acabo esbarrando em alguém.

- Ei! Olha por onde anda, garota. Ficou cega? - ah, eu fiquei.

Fiquei cega de ódio.

Levantei meu olhar até o rosto do homem em que eu havia esbarrado.

- Na próxima vez, pare de mexer na porra desse celular e olhe você por onde anda.

- O que está acontecendo aqui? - meu chef apareceu me olhando com desdém.

- Sua funcionária, que por sinal tem um vocabulário sujo igual a merda de vaca, tropeçou em mim e ainda me tratou com pura ignorância. - disse o homem.

- O que? Mas, você chegou perguntando se sou...

- Já chega. Miranda, peça já desculpas ao senhor. -disse meu chef.

- Mas, senhor Roberts, eu...

- Miranda, desculpe-se. - ordenou.

- Perdão. Isso não acontecerá novamente. - meu sangue estava fervendo e eu lutava contra meu corpo para não dar um soco na cara daquele moleque.

- Assim espero. - o homem disse rude e sorriu com ironia.

- Volte para a cozinha, senhorita Allen. - assenti e caminhei até à cozinha, entrando na mesma em seguida. Me encostei na pia e abri o registro da torneira, lavando meu rosto em seguida.

- Amiga, o que hou... - Christopher parou de falar assim que viu nosso chef parado com os braços cruzados. Seu peitoral subia e descia rapidamente, conforme respirava.

- Miranda, é a segunda vez que você comete algum erro hoje. Primeiro, o casal que não irá mais voltar e segundo, o garoto com quem você foi grosseira. - disse o senhor Roberts.

- Mas, ele foi...

- Não me interrompa, senhorita Allen. Isso não irá se repetir. Você está demitida.

- O que? Mas, eu preciso desse emprego. Eu tenho um irmão de 15 anos para cuidar. O senhor não pode fazer isso.

- Eu posso e já fiz.

- Não, chef. Eu prometo que isso nunca mais irá se repetir. Eu vou mudar. Eu preciso trabalhar. Me dá só mais uma chance, por favor. - implorei.

- Pegue suas coisas e saia do meu restaurante imediatamente. - senhor Roberts virou as costas e sumiu do meu campo de visão.

- Eu não acredito. - Christopher me abraçou. - Como eu vou cuidar do Brad? Eu preciso urgentemente de outro emprego.

- Calma, Andy. Você só precisa manter a calma. Você é uma das melhores cozinheiras que já vi e, com certeza, irá conseguir um emprego melhor do que esse. -disse Sophie se aproximando.

- É. Você tem razão. Eu vou me acalmar. Eu sou boa e vou conseguir ser uma chef de verdade. Vou deixar meu irmão e a mamãe orgulhosos.

- Andy, eles já sentem orgulho de você. Você é inteligente, durona, esforçada, forte, linda e, além de tudo, você é feliz. É isso que importa. - disse Christopher.

- Obrigada, gente. Eu amo muito vocês. Agora eu tenho que ir. - desamarrei meu avental e o coloquei sobre a bancada. Fui até meu armário e peguei minhas coisas. Voltei até meus amigos. - Tchau.

- Nos vemos amanhã? - perguntou Sophie.

- Claro. - sorri.

- Tchau, meu amor. - disse Christopher.

- Tchau, So. Tchau, Chris. - beijei suas bochechas e saí pela porta de trás. Subi em minha bicicleta e comecei a pedalar até minha casa.

Já eram 11:35 PM. Eu morava um pouco longe do meu antigo trabalho. Eu estava exausta, com fome e com frio.

[...]

- Oi, maninha. Por que demorou tanto? - peguntou Brad.

- Tive uns imprevistos. - me sentei à mesa apoiando meu cotovelo e deixei minha cabeça cair em minha mão.

- Como foi o dia? Novidades?

- Até tenho, porém, não são tão boas quanto eu queria. Eu perdi o emprego. Mas, eu prometo que vou conseguir outro.

- Não precisa se preocupar. Se você quiser, eu posso começar a trabalhar.

- Não! Não precisa. Eu sou a maior de idade, eu trabalho. Você tem que estudar. - senti meu estômago roncar de fome.

- Para sua sorte, eu fiz a janta. - fui até àcozinha junto a Brad e coloquei os pratos e os talheres na mesa, me sentando em seguida. Brad se aproximou com uma travessa.

- E o que você fez?

- Sua comida favorita! - tirou o pano que cobria a comida.

- Lasanha. - sorri ao ver meu prato predileto à 10 centímetros de distância. Peguei um pedaço e coloquei em meu prato. Devorei tudo aquilo em poucos minutos. - Estava uma delícia.

- Estou vendo. - Brad riu.

- Agora nós precisamos dormir. Amanhã você tem aula e eu vou procurar um emprego novo. - subimos as escadas e parei na porta do quarto de Brad.

- Boa noite.

- Boa noite, Brad. - beijei sua testa e fui para o meu quarto. Me despi e fui para o banheiro. Liguei o registro e deixei a água quente molhar cada parte do meu corpo.

Minha vida nunca foi fácil. Sempre tive que trabalhar para poder me sustentar. Assim que minha mãe faleceu, meu irmão e eu fomos morar com a minha avó. Quando eu tinha apenas 15 anos, minha avó também morreu.

Aquela notícia foi devastadora. Brad e eu estávamos sozinhos mundo. Éramos apenas duas crianças. Mesmo assim, nunca deixei faltar nada para meu irmão.

Minha mãe foi abandonada pelo meu pai durante minha gestação. Ele trabalhava demais e não tinha tempo para cuidar de um filho. O pai de Brad foi assasinado brutalmente. Ele devia uma quantia muito alta à umas pessoas envolvidas com o tráfico.

Posso parecer forte, mas ninguém sabe o quanto eu sou frágil. Eu choro todas as noites com saudade da minha mãe. Ela era uma mulher incrível.

Flashback on

- Bom dia, mãe. - desci as escadas e fui ao seu encontro na cozinha, abraçando sua perna.

- Bom dia, Andy. Filha, levanta do chão. Está muito frio, não quero que você fique doente. - disse Charlotte.

- Está bem. - obedeci e parei ao seu lado. Abri a geladeira à procura do meu leite matinal, mas, não o encontrei. - Mamãe, acabou o leite?

- Acabou. Esqueci de comprar. Você pode ir ao mercado? Tenho que terminar de lavar a louça.

- Posso sim. Cadê o Brad?

- Está dormindo. - minha mãe foi até sua bolsa e pegou o dinheiro, me entregando em seguida. - Vai pela calçada e não demora muito.

- Okay. - saí pela porta e peguei minha bicicleta que estava no jardim. Fui pedalando até o mercado.

Era um lindo dia de Primavera. As flores estavam lindas, o verde das gramas e das árvores estavam vivos, os pássaros cantavam. Estava tudo perfeito.

Entrei no mercado e fui à procura da seção de laticínios. Assim que a encontrei, peguei o leite e fui para a fila. Paguei e fui até minha bicicleta. Durante todo o percurso até minha casa, eu sentia um cheiro horrível de fumaça. Virei a esquina onde eu morava e vi uma fumaça preta saindo de dentro de uma das casas. Haviam carros de bombeiros e muitas pessoas. Fui me aproximando aos poucos. Rapidamente, reconheci aquela casa. Era a minha casa.

  Saí da bicicleta em um pulo e a deixei jogada na calçada. Passei entre as pessoas, mas os bombeiros me impediram de entrar.

- O que está acontecendo com a minha casa? - perguntei nervosa.

- O gás estava aberto e explodiu. - disse um dos bombeiros.

- Explodiu? Onde estão minha mãe e meu irmão?

- Sua mãe estava na cozinha naquela hora. Ela nos pediu para salvar seu irmão.

- Cadê ela? Ela está bem? Por favor, me diz que ela está bem. - meus olhos marejaravam. O bombeiro olhou para a ambulância e havia um corpo coberto por um plástico preto. Toda vez que eu via aquilo, sabia que era uma pessoa morta. - Não. Não pode ser. Não é ela que está ali, não é mesmo?

- Sua mãe foi intoxicada pelo cheiro da fumaça. Infelizmente, ela não sobreviveu. - eu não sabia o que falar. Eu não tinha o que falar. Meu mundo estava destruído. Perder minha mãe era o que eu menos queria naquele momento. Eu só sabia chorar. Perdi todas as minhas forças.

- Brad. Cadê o Brad? Brad! - gritei meu irmão, que veio correndo em minha direção e me abraçou.

- Cadê a mamãe? -perguntou Brad.

-Ela não vai mais voltar. - nós chorávamos em sincronia.

- Miranda! Brad! Escutei uma voz conhecida.

- Vovó. - Brad e eu falamos em uníssono e corremos até nossa avó, abraçando-a.

- Vocês irão ficar comigo. Vamos embora. - assentimos e fomos para a sua casa.

Flashback off

Uma das piores sensações da minha vida, talvez a pior, foi perder minha mãe. Desde então, eu tenho feito tudo para orgulhá-la.

Brad é o meu refúgio. Sei que posso contar com ele para tudo. Ele sempre tenta me ajudar o máximo possível. Mas, ele é só um adolescente. Não quero que ele se encha de responsabilidades que não sejam os estudos.

Eu não tenho tempo para muita coisa. Não saio, não vou à festas, não tenho muita vida social, não namoro. A única coisa que faço é beber.

Já tentei namorar uma vez, mas não deu muito certo. Ele era muito grudento e ciumento, e isso me atrapalhava muito a estudar e a trabalhar. Desde então, não namoro.

Homens são todos iguais. São uma perda de tempo. Por isso não namoro. Não quero que me atrapalhem.

[...]

- Vai logo, senão você irá se atrasar! - disse.

- Espera aí. Só mais uma ajeitadinha aqui, uma outra aqui, e... Acabei. - disse Brad assim que terminou de arrumar seu cabelo.

- Não sei o que você tanto faz nesse cabelo. Você mexe trocentas vezes e continua a mesma porra.

- Não fica a mesma porra. Meu cabelo é bonito e eu gosto de arrumar ele.

- Eu sei, seu animal. Odeio admitir isso, mas seu cabelo é melhor do que o meu.

- Seu cabelo também é bom. Você só não cuida.

- O tempo que eu poderia passar cuidando dessa vassoura, eu passo trabalhando para ganhar dinheiro.

- Para de ser chata, garota.

- Vamos logo, seu irritante. - Brad foi à caminho da escola e eu fui procurar um emprego. Parece loucura, mas Brad e eu estávamos sendo carinhosos na nossa última conversa. Bipolaridade? Talvez.

Parei a bicicleta assim que vi uma placa em um restaurante que dizia "Contratamos". Entrei no local e fui até a recepção.

- Bom dia. Eu li em uma placa que dizia que vocês estão contratando.

- Estamos sim, mas, no momento, temos disponível apenas o emprego de garçonete. - disse a recepcionista.

- Não, tudo bem.

- Vou passar para o gerente. - assenti. Esperei um tempo e a recepcionista me chamou. - É só entrar naquela sala. O gerente já está a sua espera.

- Obrigada. - caminhei até a sala e entrei na mesma.

- Bom dia. Você é Miranda Allen?

- Bom dia. Sou eu mesma. - apertei a mão do homem.

- Posso ver seu currículo?

- Claro. - peguei o papel que estava em minha bolsa e entreguei em suas mãos. O homem analisou bem e leu cada parte.

- Pelo visto, você é uma ótima profissional.

- É o que dizem. - sorri.

- Pena que temos apenas vagas para garçonete.

- Eu preciso muito desse emprego. Mesmo sendo de garçonete.

- Você é muito simpática e carismática. Os clientes adorariam ser atendidos por uma pessoa como você. Será uma honra tê-la trabalhando conosco. Você está contratada. Quem sabe no futuro você não começa a trabalhar como chef?

- Sério? Muito obrigada mesmo. Prometo que não irei decepcionar.

Eu iria começar tudo de novo, e, dessa vez, sem homens imbecis tentando me ferrar.

Espero.


Notas Finais




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