História Love or Hate? - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Debby Ryan, Eleanor Calder, Jack Griffo, Justin Bieber, Lucas Grabeel, Shay Mitchell
Personagens Justin Bieber, Shay Mitchell
Tags Brad Allen, Christopher Smith, Justin Bieber, Miranda Allen, Sophie Duncan, Stella Posey
Exibições 34
Palavras 2.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI, AMORES 💕💕💕💕💕

Mais um capítulo para vocês.

Boa leitura. 📖❣

LEIAM AS NOTAS FINAIS. LEIAM AS NOTAS FINAIS. LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 2 - What does he want, anyway?


Fanfic / Fanfiction Love or Hate? - Capítulo 2 - What does he want, anyway?

Justin Bieber

- Passa essa porra para cá. - tirei o cigarro da mão de Jimmy e dei uma longa tragada.

- Quem você pensa que é? - perguntou.

Soltei a fumaça em seu rosto.

- Sou Justin Bieber. O cara que pode comprar toda essa merda e deixar você sem emprego. É isso que você quer? - ergui as sobrancelhas.

Jimmy ficou quieto, apenas bufando de raiva.

- Foi o que eu pensei. - sorri de canto e saí do local. Era uma casa noturna.

Entrei em meu carro e dirigi pelas ruas de Los Angeles, sem me preocupar com a velocidade que meu carro havia atingido.

Eu acabei de sair de um lugar onde eu poderia ter me alimentado muito. Mas, dessa vez, eu queria comida de verdade.

Aquelas prostitutas são muito ousadas. Gosto das mais ingênuas.

Gosto de comandar.

Avistei um restaurante que me parecia ser uma boa opção. Olhei para o topo do restaurante e vi uma enorme placa luminosa que tinha "Sky Blue" escrito bem no meio.

Estacionei o carro e entrei no local.

Era luxoso.

O chão era revestido de mármore preto. O balcão da recepção era em granito branco e levava uma forma oval. Sobre o balcão, tinham em cada ponta dois vasos pretos com rosas vermelhas.

A luz do local era baixa, deixando-o ainda mais luxuoso.

Me sentei à uma das mesas e uma garçonete veio me atender.

- Boa noite. Seja bem-vindo ao Sky Blue. O que você... deseja?

Imediatamente reconheci seu rosto, e imagino que também tenha se lembrado do meu.

Percebi o nervosismo em seu olhar.

Sorri por dentro.

- Eu desejo você. - sorri malicioso.

- Não temos isso no cardápio. - sorriu fraco.

É sexy.

Ela é sexy.

- Mas, poderiam ter. Garanto que faria muito sucesso. Eu voltaria aqui todos os dias só para pedir você. - mordi meu lábio inferior.

- Por favor, você precisa fazer seu pedido. - a menina estava séria. Ela mantinha seu profissionalismo.

Seria bom irritá-la um pouquinho.

- Okay, eu quero um spaghetti. - a garota começou a anotar. - Não! - a adverti e ela pulou de susto. - Eu quero um raviolli. - começou a anotar novamente.

Respirou fundo.

- Pensando bem, eu quero só um vinho branco, por enquanto. - ela já estava ficando irritada.

- Mais alguma coisa, senhor? - ela parecia estar impaciente.

- Não. Pode ir.

Observei bem seus seios juntos pelo sutiã.

- Já já volto com seu pedido. Com licença. - a garota caminhou até algum lugar, sumindo do meu campo de visão.

Pouco tempo depois, ela voltou com uma taça e o meu vinho. Me serviu a taça com o líquido e o bebi, olhando para ela por cima da taça.

- O senhor deseja mais alguma coisa? - perguntou.

- Só você. - dei mais um gole no meu vinho.

- Olha só, eu não deveria dizer isso, mas eu não sou uma prostituta com quem você fala de qualquer forma e faz o que quiser. Me entendeu? - ergueu as sobrancelhas.

Ela é sincera.

Sinceridade é sexy.

- Me desculpe. Não consigo pensar em mais nada além de você nua na minha cama. - revirou os olhos.

- Com licença. Tem muitos clientes que precisam ser atendidos. - virou as costas para sair.

- Espera! Como você se chama? - segurei seu pulso.

- Isso não lhe interessa. - percebi o som de ironia na sua voz.

E que voz.

- Se não fosse de minha importância, não teria lhe perguntado. - fui um pouco rude. Eu sei. - Sou Justin Bieber. E você, quem é?

A garota me olhou por cima do ombro com os olhos cemi serrados.

- Sou Miranda Allen. - voltou a andar.

Desci meu olhar até o seu traseiro, que era perfeitamente desenhado pela saia justa de seu uniforme.

Aquele rebolado deixa qualquer pau latejando.

Já estava planejando todas as noites de prazer que eu teria com aquela garota.

Miranda Allen

Meu primeiro dia de trabalho já estava sendo cansativo. Já atendi dezenas de clientes e já devo ter decorado todos os pratos desse lugar.

E eram muitos.

Sky Blue é bem melhor do que meu antigo emprego. As pessoas aqui são mais adoráveis, meu novo chef é mais gentil, os clientes não são tão exigentes.

Parece ser o emprego perfeito.

Um homem chegou e se sentou à uma das mesas.

Todos os garçons estavam ocupados, então resolvi ir atendê-lo.

- Boa noite. Seja bem-vindo ao Sky Blue. O que você... deseja?

Não acredito.

Essa cara de novo?

O que ele estava fazendo aqui?

- Eu desejo você. - sorriu malicioso.

Que cara de pau.

- Não temos isso no cardápio. - sorri fraco.

- Mas, poderiam ter. Garanto que faria muito sucesso. Eu voltaria aqui todos os dias só para pedir você.

Que atrevido.

- Por favor, você precisa fazer seu pedido. - tentei manter meu profissionalismo ao máximo.

Tirou o seu cabelo castanho do rosto. Pude perceber sua respiração confiante levantando sua camiseta branca, que marcava perfeitamente seu peitoral musculoso.

Era tão lindo. Deveria ter todas as garotas que quisesse aos seus pés.

Foco, Miranda.

- Okay, eu quero um spaghetti. - comecei a anotar seu pedido. - Não! - ele gritou e eu pulei de susto. - Eu quero um raviolli.

O que ele quer, afinal?

Respirei fundo e comecei a anotar o pedido novamente.

- Pensando bem, eu quero só um vinho branco, por enquanto.

Porra! Qual o problema dele?

- Mais alguma coisa, senhor? - eu já estava ficando impaciente.

- Não. Pode ir.

- Já já volto com seu pedido. Com licença. - senti seu olhar perfurando minhas costas enquanto eu caminhava até a cozinha.

Peguei o vinho de sua escolha e uma taça. Coloquei tudo na bandeija e voltei a caminhar até sua mesa.

Coloquei o vinho dentro da taça e o servo.

O homem bebeu o líquido enquanto me olhava com aqueles olhos mel por cima da taça.

- O senhor deseja mais alguma coisa? - perguntei querendo sair dali.

- Só você. - bebeu mais um gole do seu vinho.

Oi? Não é possível.

Como ele pode ser tão abusado?

Sua tentativa de flertar não irá dar certo.

- Olha só, eu não deveria dizer isso, mas eu não sou uma prostituta com quem você fala de qualquer forma e faz o que quiser. Me entendeu? - ergui as sobrancelhas.

Eu poderia perder o emprego por ter dito aquilo, mas eu tinha que me defender.

- Me desculpe. Não consigo pensar em mais nada além de você nua na minha cama. - revirei os olhos.

Ah, qual é?

- Com licença. Tem muitos clientes que precisam ser atendidos. - virei as costas para sair.

- Espera! Como você se chama? - segurou seu pulso, não com força, mas com firmeza.

- Isso não lhe interessa.

Realmente, por que meu nome era do seu interesse?

- Se não fosse de minha importância, não teria lhe perguntado. - disse o homem em um tom rude. - Sou Justin Bieber. E você, quem é?

O olhei por cima do ombro com os olhos cemi serrados.

- Sou Miranda Allen. - voltei a andar.

Senti meu traseiro queimar.

Ele é um tarado por completo.

Sinto pena das garotas que transam com ele.

[...]

Meu expediente já havia acabado. Fui até meu armário e peguei minhas roupas e minha bolsa. Caminhei até o banheiro e troquei minha roupa.

Me despedi dos meus novos colegas de trabalho e fui a caminho da minha bicicleta.

Havia um cara fumando encostado em um poste. A luz estava baixa, então não tive como analisar seu rosto.

Comecei a caminhar mais rápido quando percebi que ele vinha na minha direção.

Assim que cheguei à minha bicicleta, fui puxada pelo braço.

- Me solta. - comecei a me debater.

- Não, bonitinha. Fica aqui para aproveitarmos um pouco. - senti o cheiro de cigarro saindo de sua boca.

Que cheiro horrível.

- Eu vou gritar. - ameacei.

- Só se for de prazer. - o cara me puxou para mais perto.

- Socorro! - gritei, mas fui surpreendida pela ponta de uma faca na minha cintura.

- Nem mais uma palavra, mocinha.

Oh, merda.

Uma de suas mãos começou a apalpar meu traseiro, apertando-o em seguida.

Se não houvesse uma faca espetando a minha cintura, esse cara já estaria no chão há milênios.

Fui empurrada para longe, o que fez com que eu caísse no chão.

O cara que estava tentando abusar de mim estava caído no chão, levando diversos socos em seu rosto.

Havia uma pessoa batendo nele.

O cara já estava inconsciente.

A pessoa começou a se aproximar de mim e, aos poucos, se ajoelhou na minha frente, possibilitando-me ver o seu rosto.

Não pode ser.

- Você precisa ter mais cuidado. - disse Justin.

- O que faz aqui? - perguntei.

- Eu estava passando, por acaso. Eu vi o que estava acontecendo e vim ajudar. Odeio ver uma mulher tão indefesa se machucar.

- Você estava me seguindo?

- Não. Eu não sabia que era você. - deu de ombros. - Vem. - Justin se levantou e estendeu uma de suas mãos.

- Eu posso fazer isso sozinha. - tentei me levantar, apoiando-me no chão com um dos braços. - Ahhh. - gemi de dor. Minha cintura estava doendo.

- O que foi?

- Não é nada.

- Vem. Deixe-me ajudá-la. - assenti. Não iria conseguir fazer isso sozinha. Segurei firme em seu pulso e me levantei.

Coloquei a mão sobre o ferimento e percebi que estava sangrando.

- O que é isso?

- Só está doendo um pouco. - menti.

Estava doendo. Estava doendo muito.

- Posso ver?

- Não precisa.

- Miranda, para com isso. Eu quero ajudar você. - respirei fundo e levantei a barra da minha camiseta, revelando um corte. Um corte da faca. - Nossa! Isso não está nada bom. Você precisa dar pontos nisso.

- É só um corte. Não precisa disso tudo.

- Até ele infeccionar e virar uma ferida mais grave. Vem, vamos até meu carro.

É brincadeira, né?!

- Você só está fazendo isso porque quer me levar para a cama. Eu vou até o hospital e resolvo isso.

- Dá para parar de ser chata? Vamos até meu carro. Eu vou dar pontos nisso. - Justin me puxou pela mão.

- Ei! Ficou maluco?

- Não. Eu fiz curso de enfermaria.

Tá. Tudo bem.

Caminhamos até seu carro e Justin mandou com que eu sentasse no capô de seu Audi. Pegou uma maleta de primeiros socorros e tirou uma anestesia de dentro dela.

- Ai, caramba. - fechei meus olhos.

- O que foi? - Justin pareceu confuso. Balancei minha cabeça na direção da injeção. - Você tem medo? - assenti sem abrir meus olhos. - Não se preocupe. Olhe para o lado e você se sentirá mais confortável. - fiz o que Justin mandou.

Senti a agulha invadir minha pele e apertei meus dentes, um contra o outro. Justin começou a dar os pontos e, pouco tempo depois, havia terminado.

- Prontinho. Doeu? - ergueu as sobrancelhas.

- Só no início. Obrigada. - sorri fraco.

- Não precisa agradecer. - Justin sorriu, mostrando seus perfeitos e brancos dentes.

Uma hora ele é mulherengo. Outrora ele parece ser tão cuidadoso e atencioso.

Definitivamente, não consigo entendê-lo.

- Bom, eu preciso ir. - desci do capô de seu carro, me estabilizando no chão.

- Eu levo você.

Não vou dar esse gostinho a ele.

- Não precisa. Eu vou de bicicleta. Muito obrigada mesmo.

- Mas, você vai abrir os pontos.

- Qualquer coisa, eu vou no hospital. - gritei subindo em minha bicicleta.

- Miranda! - me repreendeu.

- Tchau, senhor Bieber. - acenei.

- Me chame de Justin. - acenou de volta.

[...]

- Não acredito. E como ele é? - perguntou Christopher.

- Além de alto, musculoso, lindo e cheiroso, ele é um perfeito babaca. - revirei os olhos só de lembrar de como ele é atrevido.

- Pelo o que você falou, parece que ele é maravilhoso. - disse Sophie.

- Maravilhosamente imprudente. Um pedaço de mal caminho. - dei de ombros.

- E você está caidinha por ele. - disse Stella, minha melhor amiga.

Stella é uma das garotas mais loucas que já conheci. Ela não se importa com o que os outros irão pensar dela. Ela faz e não está nem aí. Não é a toa que somos melhores amigas.

- Se liga, Stella. Ele é um idiota. - resmunguei.

- Ele salvou a sua vida. - disse Sophie.

- Eu sei, e estou eternamente agradecida por isso. Mas, continua sendo um idiota.

- E o que faz você pensar que ele é um idiota? - perguntou Christopher.

- Nada demais. Só ele dizer que me deseja e que o deveriam me colocar como um prato do restaurante. Ele garantiu que todos iriam gostar, principalmente ele, que voltaria lá para "me comer" todos os dias. - todos ficaram de boca aberta.

- Não acredito que ele disse isso. - disse Sophie.

- Amiga, ele está louco por você. - disse Stella.

- E pelo o que você disse, ele parece ser um partidão. Se não quiser, pode deixar para mim. Adoraria ser comido por ele todo santo dia. - disse Christopher e todas rimos.

- Gato e rico. Ele é perfeito para você, Chris. Imagina só, você e Justin no banco de trás do Audi dele. - olhei para o alto.

- Que nojo, Andy. - Stella e Sophie disseram juntas, fazendo cara de nojo.

- Iria ser excitante! - disse Christopher.

- Na minha opinião, seria um desperdício de ambas as partes.

- Amigo, se você não fosse gay, eu transaria contigo até eu não conseguir mais andar. - disse Stella.

- Pode apostar que você nunca mais iria andar, sua gostosa. - Chris bateu na coxa de nossa amiga e rimos. - Prefiro continuar sendo gay.

- Preciso descansar. - disse.

- Nós também. - disseram.

Nos despedimos e meus amigos foram para suas casas.

Subi as escadas e entrei em meu quarto. Me despi e entrei no banheiro. Liguei o registro do chuveiro, esperando a água esquentar. Deixei a água cair em minha pele, relaxando cada músculo existente.

Se Justin fosse um engenheiro, ele mataria as pacientes com tanta sensualidade.

O cara é um gato, eu admito. Mas, não deixa de ser um idiota mulherengo.

Ele só está esperando o momento certo para atacar.

Justin tem um sorriso lindo. Os olhos mel perfuram a alma de qualquer um. Seus músculos o deixam mais sexy. Imagina só o que deve ter por debaixo daquela roupa.

Que isso, Miranda. Você não é assim.

É exatamente esse o efeito que Justin me causou.

Confusão.

Estou confusa.

Extremamente confusa.

Se Justin não fosse tão superficial, eu poderia estar cogitando a ideia de me imaginar transando com ele. Mas, por ele ser tão galinha, não vou fazer isso.

Não vou deixar Justin ter o prazer de tocar meu corpo. Ele vai precisar fazer muito mais do que me ajudar para conseguir pelo menos um beijo.

Comigo, as coisas não são fáceis.

Justin Bieber

Desde que a vi pela primeira vez, a achei linda e impossivelmente sexy. Eu havia percebido que ela não era o tipo de garota que eu estava acostumado a conversar.

Mas, eu gosto do difícil.

Aquela voz é de estremecer qualquer corpo. Seu jeito de andar me deixa em estado de êxtase. Seu olhar deixa qualquer homem louco.

Essa garota está me deixando louco.

Só consigo imaginar minhas mãos passando por aquele corpo, enquanto eu exploro cada parte dele.

É exatamente esse o efeito que Miranda me causou.

Confusão.

Estou confuso.

Extremamente confuso.

Acho -tenho certeza absoluta- que vou precisar de muito mais do que uma ajuda para ganhar um beijo dela.

Olha só o Divino Espírito Santo agindo novamente em minha vida. Estou completamente extasiado. E é por uma mulher que me acha um tarado e que não está nem aí para mim.

Mas, as coisas irão mudar.


Notas Finais




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