História Love or kill ? - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~Black-Wolf

Postado
Categorias Austin Mahone, Justin Bieber
Personagens Austin Mahone, Justin Bieber
Tags Jaustin
Exibições 28
Palavras 2.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura

Capítulo 12 - Sentimentos estranhos



Austin POV


Já havíamos chegado a Nova York, Justin estava jogado na cama desde que chegamos, segundo ele, estava exausto.
Eu já havia comido, entrado em contato com alguns empresários, descansado e agora eu estava na varanda do quarto, olhando o céu de Nova York a noite, estava estrelado e bem bonito.
Ouço a porta se abrir atrás de mim e vejo um Justin com um sorriso no rosto, uma garrafa de champanhe em uma mão e duas taças na outra caminhar até mim. Assim que se aproxima de mim o suficiente me entrega uma das taças e deposita um pouco do líquido na mesma e em seguida faz o mesmo em sua taça. Põem a garrafa no chão e volta seus olhos para o céu que eu estava admirando a segundos atrás também.
- É lindo não? - perguntei, seus olhos ainda grudados nas estrelas que brilhavam acima de nós.
- Sim, muito. - respondeu apenas, e eu fiquei o admirando olhar para o céu.
- O que foi? - perguntou, parecia um pouco desconfortável por eu estar o observando com cara de bobo apaixonado.
- Você imaginou que isso poderia acontecer entre a gente? - perguntei
- Não, nunca. - disse apenas.
- Nem eu... você virou meu mundo inteiro de cabeça para baixo - sorri e voltei meus olhos para o céu - e por incrível que pareça.... eu gostei disso.
- Que bom que gostou. - ele disse e se posicionou atrás de mim, depositando suas mãos em cada lado de minha cintura e sua boca em meu pescoço. Roçando seus lábios e sua barba por fazer me fazendo arrepiar e deixar um pequeno gemido em aprovação escapar.
- Hora de experimentar a cama. - disse me virando para ele e puxando-me para dentro do quarto.
Justin abriu minha blusa, com certa brutalidade, estourando os botões e arrancando-a de mim, jogando a para qualquer lugar do quarto.
Suas mãos foram até o botão da minha calça jeans, a abrindo e me fazendo tirá-la do meu corpo. Sua camisa já tinha os botões abertos, deixando seu incrível peitoral todo a mostra para mim. Deslizei a blusa por seus braços e a joguei no chão.
Justin me jogou na cama e atacou meu lábios ferozmente, levando-me a excitação extrema. O quarto parecia em chamas. E não queríamos perder tempo com preliminares, no momento nós não precisávamos aumentar nosso tesão, pôs estávamos queimando.
Depois de nos livrarmos das roupas, Me posicionei na cama, ficando de costas para ele, suas mãos alcançaram meus cabelos, puxando-os, e então Justin me penetrou com força, fazendo me gemer alto.
Suas investidas eram rápidas e fortes, não era nada comparado ao nosso sexo. Suas mão agarrada em meu cabelo, enquanto sua outra mão livre apertava meu corpo, e às vezes Justin depositava tapas fortes em minha bunda, fazendo-me soltar um gemido de dor misturado com prazer. Era um sexo bruto e totalmente selvagem. E mesmo não sendo normal para mim, estava sendo bom fugir da nossa rotina.
A cada investida eu sentia que estava cada vez mais perto do meu ápice, e com mais algumas, explodi, soltando um longo e alto gemido de prazer, e logo em seguida Justin urra atrás de mim, liberando seu gozo, e logo depois  cai sobre a cama completamente suado.
O único som no quarto era de nossas respirações ofegantes. Nunca havia feito um sexo tão selvagem como esse.
E foi bom experimentar isso com ele, nunca havia chegado num nível tão alto de excitação como havia chegado hoje.
Algo me dizia que essa semana seria melhor do que eu imaginava...


Dave POV


Uma semana depois...
Justin e Austin já haviam chego da viagem e retomado suas atividades na empresa. Desde quando eles foram viajar, eu não descobri muita coisa sobre Justin a não ser a coisa sobre a faculdade. Mas eu não desisti e nem pretendo, eu vou desmascarar esse cara, custe o que custar ou demore o tempo que for.
Estava neste momento indo até o almoxarifado, quando encontro duas pessoas cochichando no corredor, me escondi assim que vi que era Justin e aparentemente uma mulher.
Foquei meu olhos e eu sabia quem era aquela mulher. Era a madrastra de Austin. Como eles se conhecem? Tentei ouvir a conversa, eles falavam baixo, mais daria para ouvir alguma coisa da onde eu estou. Ela estava séria e parecia estar cobrando algo dele, Justin pegou em seu braço a assustando pela atitude repentina dele.
- Aqui não é o melhor lugar para falarmos sobre isso .- Justin disse entre dentes.
- Eu quero isso para ontem. - puxou o braço de sua mão - Mais tarde eu te ligo - ela disse e então caminhou para o lado contrário que eu estava. Justin disfarçou e entrou em uma sala que tinha ali.
Aproveitei a deixa e sai, indo direto para a sala de Austin.
Eu não sabia o que Justin e a Madrasta de Austin tinham em comum , mas  eu precisava e iria descobrir.  
Bati em sua porta e logo ouvi um entra e assim fiz.
Austin estava sentado em sua mesa, analisando alguns papéis, assim que me aproximei, ele levantou o olhar.
- Fala Dave. - disse e então me sentei na cadeira, em frente à sua mesa.
- Sabe que sua madrastra estava por aqui? - disse
- Sim ela veio pegar uns negócios para o meu pai. - ele disse normal.
- E foi Justin quem os entregou? - perguntei.
- Não, fui eu mesmo. Porque? - ele agora me olhava curioso.
- Não é que eu vi o Justin no maior papo com ela no corredor... Parecia que já se conheciam. - disse como quem não quer nada.
- Justin com minha madrasta? - ele parecia analisar a possibilidade. Seu rosto estava tenso, mais depois se acalmou. - Do jeito que ela é oferecida, devia estar dando em cima dele. - disse e voltou a mexer nos papéis.
- Não foi bem isso que eu vi Austin. Parecia que os dois já se conheciam, e ela parecia estar cobrando algo dele! - disse e então ele me olhou.
- Dave quer saber? Para ta bom? Para com essa implicância com o Justin, que já está ficando insuportável! - ele disse bufando - Agora me dê licença, tenho coisas para resolver. - disse mostrando os papéis em sua mesa.
Não acreditei no que tinha acabado de ouvir e agora estava olhando para Austin embasbacado. Como ele pode ser tão inocente meu Deus?
Sai de sua sala e fui direto para o banheiro. Me tranquei em uma cabine e fiquei lá sentado no vaso. Eu estava bobo como uma pessoa pode ficar tão diferente. Eu não conhecia mais o Austin. Aquele cara lá não era meu amigo.
O barulho da porta se abrindo me tira dos meus pensamentos.
Penso em sair da cabine mais uma coisa me prende lá dentro. Era Justin ao telefone.
- O que você quer? - ele disse para a pessoa do outro lado da linha.
- Você sabe muito bem como fazer isso! Não precisa ficar me cobrando nada. - ele falava baixo e podia sentir a raiva em sua voz.
- Hoje à noite eu não posso... - silêncio - Meu amor, eu quem digo o que fazer aqui, e eu já disse que hoje não! - mais silêncio. - Amanhã no hotel de sempre. Te encontro lá depois que eu sair daqui. E só mais uma coisinha, se fizer de novo o que você fez hoje, não irá gostar muito das consequências. Tchau. - ele disse e desligou o telefone.
Neste exato momento eu sabia com quem ele estava falando, com a madrastra do Austin.
Eu deveria contar para o Austin sobre essa ligação, mais ele não me ouviria, diria que eu estava inventando até. Então amanhã depois do expediente eles iriam se encontrar, e eu iria segui-lo é claro. Preciso desmascarar esse cara logo.


Justin POV


Aquela ruiva estava testando meus limites, só pode. Aparecer por aqui e ainda me cobrar pelo serviço no meio do corredor? O que será que essa vagabunda tem na cabeça? Será que não passou pela cabeça dela que só por essa atitude ela poderia ter posto todo meu sacrifício por água a baixo? Que vontade de socar a cara dela.
Eu havia acabado de falar com ela e marcamos um encontro amanhã a noite. Eu iria dar para ela uma boa lição para lembrar sempre que for me cobrar algo, ah se vou.
Eu estava saindo para almoçar com Austin. Eu iria encontrá-lo lá, já que esse era nosso combinado.
Sai do prédio e já estava próximo do restaurante que não ficava muito distante dali. Austin me esperava na porta. E sorriu quando eu me aproximei. Não houve toque, nem nada, apenas sorrisos. Nada de levantar especulações sobre a gente.
O garçom nos guiou até uma mesa um pouco mais para o fundo do restaurante. Nos sentamos e olhamos os cardápios, fizemos nossos pedidos e então o garçom se retirou. Austin me olhava um pouco sério parecia ter alguma coisa para contar. O garçom se aproximou com nossas bebidas e disse que a comida demoraria uns minutos. Assentimos e então ele se retirou, deixando Austin e eu sozinhos novamente.
- O que houve? - perguntei enquanto bebericava meu copo com água.
- Você conhece minha madrastra? - foi direto e eu me engasguei com a água.
- ma.. Madrastra? - gaguejei - Nem sabia que você tinha uma. - tentei disfarçar.  
- Sim eu tenho, e Dave viu você conversando com ela, posso saber sobre o que vocês falavam? - Ah Dave você já está se tornando uma pedra no meu sapato.
- Aquela mulher ruiva é sua madrasta? - perguntei
- Sim e sobre o que vocês conversaram?
- Bom, ela veio me pedir uma ajuda, mais parecia estar dando em cima de mim. -Tentei responder o que fosse óbvio. O que todas as mulheres faziam quando chegavam em mim.
- Imaginei isso. É bem o tipo dela. - disse se aliviando e eu também me aliviei, por um momento eu pensei que ele tivesse descoberto sobre meu plano.
A comida chegou e então começamos a comer. O restante do almoço foi tranquilo, conversamos sobre coisas aleatórios, como de costume, Austin sempre me fazendo rir das bobeiras que fala. Assim que saímos do restaurante, voltamos a nossa rotina.
O restante do dia também havia sido tranquilo, Austin havia me enviando uma mensagem me dizendo que era para eu ir direto para a casa dele, que ele estaria me esperando lá, pois tinha uma surpresa e não daria para me esperar, tive que ri, ele estava bem envolvido, meu plano estava se saindo cada vez melhor.
Arrumei minhas coisas e segui para a garagem. Estava caminhando em direção ao meu carro quando me senti observado, olhei para trás e não havia ninguém por ali. Continuei meu caminho, chegando até meu carro, entrando e dando partida no mesmo.
Passei primeiro em casa, pois precisava de um banho e botar uma roupa mais confortável, terno e gravata já estavam me sufocando.
Estava prestes a sair de casa quando meu celular apitou. Era uma mensagem do Austin me avisando que já estava tudo pronto.
Entrei no carro e dei partida, indo o mais rápido que eu podia. A casa dele ficava um pouco distante da minha, mais por sorte o trânsito não estava tão ruim e consegui chegar em um horário bom.
Eu já tinha passe livre no prédio, então o porteiro liberou a porta da garagem. Estacionei meu carro na vaga que Austin havia deixado para mim e sai.
Entrei no elevador, apertando o número do andar de Austin. O mesmo fechou suas portas e começou a subir. Um barulho me alertou que já havia chego ao andar, e assim então o elevador abriu as portas e eu segui para fora do próprio caminhando em direção a porta de Austin. Toquei sua campainha e aguardei até que ele viesse atender.
Austin abriu a porta e tinha um sorriso faceiro em seu rosto.
- Demorou em! - disse me puxando para dentro. - Toma. - entregou para mim um tapa olho.
- Para que isso? - perguntei meio desconfiado.
- Faz parte da surpresa, coloca logo! - disse empolgado.
- Ok. - me dei por vencido e coloquei a máscara.
- Bom, agora eu vou te guiar até um lugar.
- O que você está aprontando Austin? - perguntei enquanto ele me guiava para algum lugar de sua casa.
- Cala a boca e só vem! Você está fazendo perguntas de mais. - ele disse.
Austin era o maior desastrado, e me guiando ele não podia ser diferente. Entre tropeços, esbarrões e coisas caindo no chão, chegamos aonde ele queria.
- Pronto, pode tirar a venda. - disse empolgado e assim eu fiz.
Tirei a venda e dei de cara com uma sala de jantar iluminada apenas por velas e havia uma mesa posta...  era um jantar romântico. Fiquei sem reação.
- E ai? - pigarreou.
- Ual, não sei nem o que falar. - disse e eu não fingi, eu estava realmente sem palavras certas para falar naquela hora.
- Não diz nada só sente e aprecie o jantar. - ele disse puxando uma cadeira e apontando para ela.
Caminhei até a cadeira e me sentei, Austin foi até um aparelho de som, que até esse momento eu não havia notado, e então uma música suave começou a tocar.
Ok, isso já estava sendo demais para mim, mas eu tinha que me manter firme e continuar meu disfarce. Não posso botar nada a perder nessa altura do campeonato. Eu já estava chegando onde eu queria.
Austin se sentou na cadeira que estava a minha frente, e abriu um sorriso de ponta a ponta.
- Gostou da surpresa? - perguntou e repousou sua mão sobre a minha em cima da mesa, acariciando meus dedos levemente.
- Não acha que tá meio demais não? - perguntei e então sua cara de empolgação desapareceu, dando espaço para uma feição preocupada.
- O que houve, não gostou? Tem alguma coisa errada? - disse rápido, quase atropelando as palavras.
- Ei calma, não é isso. Está tudo bem bonito, só não estou acostumado. - disse e então ele se aliviou.
- Aí que bom, pensei que você tivesse odiado. - suspirou - Bom, então vamos comer. - retirou as tampas das bandejas que estavam em cima  da mesa e começamos a nos servir.
A comida estava deliciosa, e ele quis deixar claro que não havia sido ele quem fez a comida, até porque ele era uma negação na cozinha.
No começo eu me senti um pouco desconfortável, mais depois de três taças de vinho deu para relaxar um pouco e procurei encarar isso como um simples jantar em um restaurante qualquer como costumávamos a fazer.
- Então Justin... - disse colocando a taça que estava em sua mão sobre a mesa - Quis fazer esse jantar para agradecer. - seus olhos fitaram os meus - Eu nunca vivi uma situação como essa antes, é tudo tão novo para mim tanto quanto para você, mas cada experiência que vivemos juntos  está sendo maravilhoso para mim. E por mais que eu tenha certeza que você já saiba, eu gostaria de dizer, Eu estou perdidamente apaixonado por você Justin.
"Eu estou perdidamente apaixonado por você" essa palavras me atingiram como um soco, meu cérebro pareceu parar de funcionar, eu não obtive reação por alguns segundos, por mais que esse fosse o principal motivo para isso tudo, agora me parecia totalmente errado.
Por sorte meu celular tocou, aquela seria minha deixa. Pedi licença e atendi, era lucky, pedindo para se encontrar comigo. Aproveitei e menti para Austin, dizendo que era minha mãe e que ela estava precisando de mim.
Mesmo que ele tenha ficado chateado, não hesitou. Me levou até a porta, nos despedimos e assim caminhei até o elevador, que por sorte já estava no andar.
O elevador abriu suas portas e eu entrei, Austin acenou um tchau antes das portas se fecharem e eu retribuo seu aceno.
Assim que o elevador começou a descer, eu soltei um suspiro de alívio. Eu pensei que já estivesse preparado para ouvir isso, e não pensei que iria me abalar tanto, pela primeira vez na vida eu estava me sentindo mal por estar mentindo.
 


Notas Finais


Até o próximo capítulo <3


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